Opinião

Cadê a sociedade civil organizada?

De Lucimar Moreira Bueno:
O aumento dos salários dos parlamentares aprovado ontem em sessão extraordinária na cidade de Maringá é abusivo. Diante deste abuso e o uso errado do poder que pensam ter a maioria dos vereadores, vem à pergunta: Cadê a “sociedade organizada”? Que tanto fez e conseguiu impedir o aumento da representatividade social na câmara municipal (aumento de números de vereadores). Essa tal “sociedade organizada” formada pela Acim e outras entidades é uma vergonha, só defende interesses da política econômica e de segmentos empresariais de Maringá, defendem os interesses dos empresários e do capital. Leia mais.

Os estudantes da USP e nossa mídia golpista

De Donizete Oliveira, jornalista e professor em Maringá:

Não sei por que causou tanto frisson a ocupação do prédio da reitoria da USP pelos estudantes. A maioria dos comentários, imagens e escritos que vi na mídia condenava os estudantes. De repente, uma espécie de medo latente veio à tona. Tratam aqueles ocupantes como um bando de malfeitores, que representa perigo à sociedade.
O sujeito é mesmo “assujeitado” como dizia Michel Pêcheux e sempre reforça minha orientadora Maria Célia. Ou seja, não somos donos de nosso discurso. Apenas repetimos o “já dito”.
Mas não desanimemos com esse prognóstico da análise do discurso. Mesmo “assujeitados”, não precisamos ser sabujos do poder e propagadores de uma ideologia dominante. Entretanto, muita gente não se contenta em entrar no inferno. O sujeito chega lá e vê aquele cenário horrendo. Ele aproveita para dar um abraço no capeta. E sela o pacto. Assim age boa parte da mídia.Continue lendo ›

Quando vão cumprir a lei?

Ao se referir à posse dos novos conselheiros do CMDCA de Maringá, leitora se pergunta o quanto o prefeito e seus secretários se interessam pelo tema. “Representando a Secretaria de Desenvolvimento Econômico estão Célia Maria Monteiro Weffort (CC), conforme informado no Portal da Transparência lotada na Secretaria de Gestão, com cargo de diretora, e Elizabeth Caparós Vargas (servidora, auxiliar administrativo), lotada na Secretaria de Gestão. É, certamente, de pleno conhecimento dos conselheiros, ou ao menos de sua assesssoria técnica, que, segundo a lei 7406/06, os representantes do governo deverão estar lotados na secretaria à qual representam, assim como deve ser sabido que a Sege não possui cadeira no conselho”, observa, acrescentando que a senhora Weffort é advogada e teve uma gestão digamos forte quando foi presidente do CMDCA. “Agora, a dúvida que surge é: a Secretaria de Desenvolvimento Econômico não possui em seu quadro pessoas que possam exercer a função,a lei mudou ou há desconhecimento da lei por parte da PMM e da assessoria do CMDCA?”, questiona.

Maringá mais pobre

Da professora Ana Lúcia Rodrigues, do Observatório das Metrópoles:
Como cidade pode se dizer que Maringá está muito mais pobre do que estava há 7 anos atrás, pois toda cidade depende de um grande número de áreas públicas para consolidar laços de convivência entre as tantas diferenças que a compõe. Felizmente a atual administração se encerra no próximo ano senão não sobraria nenhuma área pública para uso coletivo da população. Os resultados dos inúmeros golpes na cidade e no seu povo com inúmeras ações de privatização dos espaços públicos só serão sentidos em médio e longo prazo. Uma boa parte da cidade foi destituída do uso público e entregue ao reino privado empresarial: áreas institucionais que receberiam equipamentos de saúde, educação, cultura, esporte, convivência coletiva foram privatizadas; a velha rodoviária foi demolida e o terreno que poderia ser uma grande área pública com 100% do espaço para o uso coletivo do povo maringaense foi entregue a algum grupo empresarial da cidade; a praça em frente ao “velho aeroporto” foi doada ao Tribunal de Justiça do PR; Continue lendo ›

O Fantástico show da corrupção

De Cláudio Carneiro, no Opinião e Notícia:
Com mais de 25 milhões de fumantes, o Brasil se vê diante do desafio do médico Drauzio Varella para que muitos brasileiros – quiçá milhões – se livrem da dependência ao tabaco e, consequentemente, da doença conhecida como tabagismo. Por menores que sejam os resultados da iniciativa, ela já se mostra vitoriosa uma vez que mobiliza as pessoas contra um mal que afeta um país inteiro. Os brasileiros têm se mobilizado somente por motivos muito tolos nos últimos anos, com “abraços” em lagoas e praças e outras manifestações insossas.
Enquanto isso, percebe-se o crescimento assustador de outra doença – esta social – estimulada pela forma com a qual o Governo faz política: a corrupção. É um mal que assola toda a esfera do Governo. Está enfronhado no projeto criado para se manter no poder. É um modus operandi partidário. Na íntegra.

A Igreja precisa ser aquela que ama e é amada pelo povo

De Lucimar Moreira Bueno (Lucia), coordenadora das CEBs na Província Eclesiástica de Maringá:

Diante do contexto socioeconômico, quantas pessoas nascem e se criam à margem de qualquer oportunidade de estudo e trabalho e, por conseqüência, sem horizontes mais amplos. No fundo, deparamo-nos com um modelo político e econômico que, impulsionado pelo motor do lucro e da acumulação de capital, abandona ao desdém e à própria sorte boa parcela do povo – a exclusão social – cresce o número do povo sofrido. É preciso formar lideranças; investir nas pessoas, simples ou não, escolarizada ou não que possam chegar até esse povo sofrido com palavras boas, de acolhida, de carinho e de esperança. Palavras capazes de curarem feridas e motivar para a vida, sem fantasiar ou fugir da realidade. Não se resolve nada fingindo que o problema não existe. Leia mais.

“Nos deixem ir para o inferno em paz”

De Luiz Modesto ao arcebispo dom Anuar Battisti, que reproduziu em seu blog e no site da arquidiocese matéria em que dom Odilo diz que a união homossexual não cumpre o mesmo papel do casamento:

“Sinceramente, não consigo entender que raios isso incomoda tanto a Igreja. (…) Não reconheço a autoridade do senhor para discutir o assunto. O senhor não é gay, nunca participou de discussões com pessoas gays, e menos ainda acompanhou de perto as mazelas que o pensamento que o senhor e a igreja defendem causam na vida de centenas de pessoas gays. Nos deixem ir para o inferno em paz, por favor. Na íntegra.

A diferença entre Teresópolis e Maringá

Leitora lembra que o processo de culminou com a cassação do prefeito de Teresópolis, na Região Serrana do Rio, Jorge Mário Sedlaceck (sem partido), por unanimidade dos votos dos vereadores (12 votos a favor a zero contra a cassação) se iniciou em função da contratação, sem licitação, de uma empresa de advocacia por R$ 500 mil. Já o poderoso prefeito de Maringá Silvio Barros II (PP) contratou, sem licitação, uma empresa de advocacia por R$ 1 milhão e uma empresa para revolver o lixo por US$ 1 milhão, também sem licitação, e permanece no cargo, sem contar que todos sabemos os vencedores das próximas licitações do lixo e da água. “Qual é a diferença? Será que no Rio de Janeiro só tem bandidos? E aqui? Tem o quê?”, questiona.

 

Veja: reportagem ou reporcagem?

Sem pré-julgamento, mas a venal Veja costuma comercializar matérias como se fossem reportagens. Em épocas eleitorais, a Veja escancara seu lado demotucano e apresenta “reporcagens” (sim, reporcagens) em quase todas as edições. Depois, nas edições seguintes, a mentirosa Veja entra com matérias de capa sobre saúde, comportamento, coisas místicas,etc, para tentar recuperar a imagem de “boazinha” e “séria”.
Quando o falecido Said Ferreira era prefeito de Maringá, a Veja produziu uma matéria de capa sobre cidades-verde. Maringá, de forma injusta, ficou de fora de maneira deliberada porque o turco não aceitou pagar pela reporcagem, o melhor, “reportagem”.
Entrem no Google e vejam, por exemplo, o que os jornalista Luis Nassif e Paulo Henrique Amorim dizem a respeito da Veja, revista especialista em destruir reputações, tais como a do sério político gaúcho Ibsen Pinheiro, bem como de outras personalidades e instituições.
Veja. Melhor não ler. Ou ler com muitas reservas. Veja. Perfeitamente dispensável.
Veja, sim, veja Carta Capital, que tem postura independente e crítica, credibilidade e ética.

jornalista luiz carlos rizzo
maringá – pr

Se toca mulher!

De Maria Newnum:
Iniciado nos Estados Unidos, o Outubro Rosa começou com ações simples, como o uso do laço rosa, distribuído numa corrida organizada pela Fundação Susan G. Komen for the Cure em Nova York em 1990. O Laço Rosa tornou-se, desde então, símbolo mundial da luta contra o câncer da mama e Outubro Rosa foi abraçado por empresas, organizações públicas e privadas comprometidas em promover o diagnóstico precoce da doença e alertar as mulheres sobre a importância do auto-exame mensal.

O Outubro Rosa também deve despertar as mulheres a investigarem quanto e quais são os investimentos e as políticas públicas destinadas à saúde, em especial, à saúde da mulher. Essa investigação deve começar pela secretaria de saúde do município e na Prefeitura que, pela lei, deve disponibilizar esses dados em seus portais de transparência. Na íntegra.

A verdade nua e crua!

De José Fuji:

Não me lembro com quem comentei no facebook a questão que a “palavras” teriam, poder e disse que todas as palavras quando elas relatam algo que realmente aconteceu elas ecoam de uma forma propositiva e os entendimentos de quem as ouvem elas têm mais claro e límpido, e diferente de quando as pessoas estão descrevendo algo que não aconteceu dentro da própria história elas de divergem entre si ou até mesmo na fala as pessoas gaguejam, para perde o raciocínio muito durante a fala, por não estar gravado pois esta formulando a história e diferente quando a gente esta narrando um fato acontecido e fácil já aconteceu é só relatar não é?Continue lendo ›

O caso Rafinha Bastos

De João Pereira Coutinho, na Folha de S. Paulo:
Desconhecia Rafinha Bastos. Sou estrangeiro em terra estrangeira. Agora, só ouço falar dele. E da polêmica piada sobre a gravidez de Wanessa Camargo. E dos limites do humor “politicamente incorreto”. Que fiz eu para merecer tal sorte? Nem em Lisboa tenho sossego?
O leitor conhece a história, aposto, mas eu relembro na mesma: em show televisivo, o referido Rafinha Bastos manifestou interesse em, digamos, travar conhecimento bíblico com a cantora grávida e o filho, ainda nascituro.Continue lendo ›

Pelé, mania de grandeza e $$$

Na atualidade, Pelé é como um museu: vive do passado. Suas aparições são puro jogo de marketing em nome pessoal (para alavancar mais contratos publicitários) e para difundir a imagem institucional das empresas que lhe pagam. Nada mais.
Ele se demonstra – com muito atraso – “solidário” com as vítimas japonesas dos dolorosos desastres ambientais. Legal. Seria melhor que Pelé tivesse a honradez de reconhecer como sua a filha Sandra (que era filha mesmo, conforme DNA). Ela não queria seu dinheiro, mas apenas o reconhecimento paterno. Faz alguns anos que a pobre Sandra morreu de câncer – em Santos – sem poder chamar seu pai de…pai…Quanta maldade, Edson Arantes do Nascimento! Além disso, Pelé cultiva uma imagem megalomaníaca. Ele é o melhor e maior…Mas, isto é assunto para a Psicologia. E não para um jornalista/historiador como eu.
No campo futebolístico, Pelé tinha vários “garçons”: Garrincha, Coutinho, Pepe, Zagalo…Maradona se virava sozinho em campo e Messi é genial em seus dribles para chegar ao gol e fazê-lo.

luiz carlos rizzo – maringá

E o imposto progressivo?

Leitor pergunta quantos, incluindo contras e os que são a favor da lei sobre as casas geminadas, são a favor de um amplo e justo debate sobre a votação e implantação do imposto progressivo em relação aos grandes proprietários de imóveis? “Os que dizem defender progresso, questão social, custo justo dos imóveis, qualidade de vida entre outras tantas maravilhas, se esquivam, nem chegam perto de realmente botar o dedo na ferida dos insuportáveis valores do setor imobiliário. Fico no aguardo, na expectativa de ver o sensato e sem máscara ou protecionismo a levantar com base e fundamento esta questão”.

Chega de espetáculos no teatro do horror!

O advogado José Roberto Balestra reabere a discussão sobre a necessidade da clínica para tratamento de pacientes com câncer em Paranavaí, que tem uma montada há anos pela médica Gabriela Josepetti mas ainda carente de credenciamento junto ao SUS. Dias atrás, alguém comentou no blog de Joaquim de Paula algo que este espaço já havia abordadoem fevereiro: que “o que está travando o credenciamento da clínica não é o meio político. É o lobby econômico médico/clínico de Maringá. Afinal só eles perdem se Paranavaí tiver a sua clínica oncológica. Isto vale também para o atendimento do SAS”. O novo artigo de Balestra para que os doentes tenham tratamento digno está aqui.

Igreja em missão

Do padre Júlio Antônio da Silva:

Para os católicos, outubro é considerado o “Mês das Missões”. Para nós que vivemos dentro de um contexto religioso pleno de meios e instrumentos para a vivência da fé, o “Mês das Missões” é um chamado para um profundo exame de consciência em relação a tantas comunidades, aqui mesmo no Brasil, que carecem de tantos meios necessários para a construção da Igreja viva em sua evangelizadora. Missão e evangelização constituem a essência da Igreja. A missão é a forma maior do seguimento a Jesus. Seguir Jesus Cristo é colaborar com ele na salvação libertadora das pessoas e do mundo. Colaborar com Cristo, antes de tudo, é atuar como ele, com seus critérios, suas atitudes de vida e suas opções.

A prática missionária de todos os batizados é conseqüência da vida em Deus; da busca continuada e perseverante de conversão; do amor ao próximo, especialmente do amor preferencial aos abandonados e descartados da sociedade. Na íntegra.

A honrada política de Maringá

Um vereador perdeu o mandato e os direitos políticos por utilizar um celular, custeado com dinheiro público, para assediar uma moradora. O caso aconteceu na cidade de Guararapes, no interior paulista. Leitor, ao citar a notícia, comenta: “Que ele tem que ser punido não há dúvida! No entanto, é mais vergonhoso o que o John fez em Maringá? Existem coisas piores acontecendo em Maringá e outros lugares do Brasil que viraram em nada? Se for um político influente que está envolvido em algo ilicíto – como o caso do  superfaturamento do Contorno Norte, da ciclovia do Mandacaru – não cassam o mandato por quê? E daí, algum vereador de Maringá já foi punido? Isto é a honrada política de Maringá?”.

Achar-se importante

De David Coimbra, no Zero Hoje:

É fácil ser jornalista. Trata-se de uma profissão que não exige nenhum cabedal de conhecimentos técnicos específicos. Um pedreiro, por exemplo, precisa de mais treinamento e especialização do que um jornalista. Mas isso não diminui o jornalismo. Até porque a maioria das profissões é bastante simples. Qualquer um, dispondo de alguns conhecimentos básicos, pode ser jornalista, assim como qualquer um, dispondo de alguns conhecimentos básicos, pode ser publicitário, empresário, político, contabilista, professor, administrador, e por aí vai. Que profissões exigem saber técnico e profundo? Não muitas: médico, advogado, engenheiro, dentista…

Ser jornalista “famoso” ou popular em qualquer âmbito também é fácil. Basta ser conclusivo. Qualquer obviedade, dita com ênfase, parece importante. Você critica alguém e parece que você é corajoso, quando, às vezes, é o contrário disso; é um prevalecido.Continue lendo ›

Pesquisas não definem as eleições

De Fernando Barros:
Engana-se quem acha que pesquisas definem as eleições. Senão nada mudaria. Nem precisava de eleição: bastava publicar resultados de pesquisas e estava tudo resolvido. Muitos cientistas políticos afirmam ser a eleição municipal a mais desgarrada dos grandes projetos políticos federais e estaduais. Seria como escolher um síndico para seu prédio. Nem tanto nem tão pouco. Penso, as “Municipais” são as que mais possibilitam o surgimento de novos nomes. A renovação política é fertilmente irrigada pela chegada de novos, às vezes “inéditos” prefeitos. Mas raramente eles chegarão sem o suporte dos grandes partidos. Leia mais.

Talento para ser figurante

De Maria Newnum, em seu blog na Folha de Maringá:
– O “drama” do strip-tease do vereador John deixa evidente que mesmo para ser figurante, um pouquinho de talento é exigido, e ele o tem de sobra. O mesmo não se pode dizer do pseudo-jornalismo local, que não consegue (ou finge?) investigar o que está por de trás das cortinas desse palco, onde ao findar de cada espetáculo, nós, o povo, ficamos com a nítida impressão que jogamos nosso voto no lixo. Leia mais.

“Reforma física”

Sobre a “punição” a João Alves Correa, o leitor Nilton Lopes comenta o seguinte: “Dez é a soma de nove mais um, e este um é peça fundamental nesta somatória. O fato de ter comparecido à câmara de camiseta e tê-la tirado lhe rendeu uma pena de dez dias de suspensão com perda de salário. Mas raposa que é, sabia que se comparecesse na reunião que seria discutida uma punição para o mesmo de gravata e colarinho branco sabia maquiavelicamente que seria imunizado de uma pena maior por seus comparsas. Penso que é fundamental neste momento uma reforma física na câmara,adequala de forma mais compatível ela poderia moderna e economicamente ser feita de lona, com um picadeiro ao centro, onde os vereadores poderiam usar roupas bem estampadas com o colarinho em um arco redondo. Contrataríamos o boneco Benedito para secretário e se possível contrataríamos um animador bem gordo e bigodudo que no início dos trabalhos diria assim “Respeitável público”. Como diria Joelmir Beting é uma vergonha, sem mais…”.

Aleluia, aleluia, fomos ouvidos irmãos II

De José Fuji:

Fiz uma leitura muito atento caro amigo Akino Maringá, da matéria redigida por você, “Aleluia, aleluia, fomos ouvidos irmãos”, sei também de suas orações, de muitas vezes que pregou no deserto, para que o governo municipal tivesse a consciência e extinguisse a Urbamar S/A, por se tratar de um departamento totalmente ocioso, que custa milhões para o bolso dos contribuintes maringaenses. Vamos considerar que se o jogo fosse de voleibol teria ganhado o primeiro set, pelo menos o Executivo municipal enviou um oficio a casa de leis justificando.

Novamente meu caro Akino Maringá ficou nas mãos dos vereadores, são eles que decidirão se fazem a manutenção ou não da Urbamar. Entendo que no período que o pedido for marcado para votação, quero acompanhar você, meu mestre Akino Maringá, e como o amigo Toninho Baptista entrou no seu merecido descanso vou convidá-los para irmos todos juntos e quero sugerir que você faça esta pregação no deserto do Atacama, nas altas montanhas geladas, para que, quem sabe, possamos sensibilizar alguns votos dos onze. Se permite, quero deixar mais uma citação bíblica: “Naqueles dias surgiu João Batista, pregando no deserto da Judéia. Ele dizia: “Arrependam-se, mudem sua forma de pensar e sua forma de agir, pois o Reino dos céus está próximo”. (Mateus 3:1-2)

Esperando punição exemplar

O leitor Nilton Lopes é outro que acha um absurdo o ato cometido ontem durante a sessão da câmara municipal e diz que “este tipo de ação demonstra muito bem e claramente a qualidade dos vereadores que temos em nossa omissa Maringá. Atos como este demonstram que para que estes consigam os seus objetivos pessoais e atendam as ordens de seus superiores não meçam quaisquer atos e ações, mesmo que isto venha descaracterizar a objetividade daquela casa de leis. Mais vergonhoso ainda foi ver seus comparsas abandonando o plenário escondendo suas caras, deixando bem claro que já era algo premeditado e combinado entre ambos. Se isto acontecesse com algum cidadão de bem ali presente nas galerias com certeza a guarda municipal cairia de pau em cima. Como é que um elemento deste vem falar em normas da casa, em cumprir a “lei”, em levá-lo em consideração? Espero realmente que a lei seja cumprida, que este ato de desrespeito seja punido de forma exemplar, que a impunidade mais uma vez não impere. Por fim gostaria que seus mentores, seus gurus e seus líderes espirituais mostrassem a cara perante a população de Maringá que mais uma vez foi envergonhada”.

Por que apenas os proletários se dão mal na vida?

Do professor Roberto Batista, comentando postagem sobre a não divulgação dos nomes dos donos de gráficas presos ontem em Maringá:
– Realmente a proteção aos detentores de capital neste país é vergonhoso. Basta ser um pequeno capitalista para receber as benesses do Estado. Efetivamente, assim, fica a pergunta por que apenas os proletários se dão mal na vida? Por que este sigilo em torno dos nomes de mafiosos do ramo gráfico? Neste ramo, quando o empresário é sacana, faz um mal desgraçado para a sociedade, desde a impressão de notas fiscais frias/fantasmas sem a autorização da receita, impressão de livros e capas de Cd’s/DVD’s pirateados. Além é claro, de coisas como esta de falsificar embalagens de peças, fazendo com que os consumidores comprem produtos falsificados, “recuperados” etc. Agora, o pior é quando juntam mafiosos do ramo gráfico com os do setor de farmácias e fazem voltar ao mercado medicamentos com datas de validade vencidas com embalagens falsificadas, como se fossem novos. Enfim, o ramo gráfico tem muita gente séria e responsável, mas tem alguns que provocam um dano irreparável à sociedade. Então, se o tonto da “mula” cai vendendo drogas e tem seu nome escrachado, o mesmo deveria ser feito com os empresários desonestos e mafiosos.

Prostitutas e pubicanos entrarão primeiro no Reino dos Céus

Do site do Centro de Estudos Bíblicos :

A frase está no comentário de Jesus à parábola dos dois filhos: um diz que vai fazer o que o pai pediu e não faz. O outro diz que não quer, mas depois faz a vontade do pai. Texto intrigante! Esses versículos precisam ser lidos no conjunto do capítulo 21 do Evangelho segundo Mateus: Jesus entrara em Jerusalém (Mt 21,1-11) e tinha entrado em confronto direto com a religião do templo, recorrendo à denúncia já feita por Jeremias: “vocês transformaram a casa de meu pai num covil de ladrões” (Jr 7,11; Mt 21,12-17). Na íntegra.

Maringá, terra de ninguém!

De  José Fuji:
Quero fazer uma pequena introdução, e dizer que este comentário nada contra o sr. deputado estadual Teruo Kato, de quem tenho a honra de ser amigo há muito tempo, e registro aqui os meus respeitos e admirações. Mas o fato é que nossa Maringá está sendo tratada com a falta de respeito! A falta de respeito em vários sentidos de quem “aceitou” e de quem “consentiu” o comando de um partido na grandeza de um PMDB, em uma cidade que consideramos, que dizem ser a terceira, mas se contarmos a região entendemos que somos a segunda maior cidade do Paraná!
Eu (Fuji) não pertenço ao PMDB, mas, quem entende, ou viveu ou vive na vida política sempre tem um pedaço de um PMDB ou Arena impregnado dentro de seus sentimentos.
Por entender que pertenço a essa classe política em Maringá, sinto-me “envergonhado” de um colégio eleitoral que supera a casa dos 230 mil eleitores precisarmos importar um presidente de um partido que é a nossa reserva moral, um político que nem a sua residência eleitoral pertence aos nossos domínios.Continue lendo ›

Carro não deve ser símbolo de luxo: reflexões sobre um dia sem carro

De Robert Stephen Newnum:

Infelizmente, minha terra Natal ajudou em muito a propagar o ideário do carro como objeto de luxo e sucesso. Todavia, meu país, a duras penas, finalmente, está adquirindo a consciência do peso ambiental que os carros causam ao meio ambiente e que muitas vidas foram abreviadas de sua existência pela condução inadequada dessas máquinas.

Vivo no Brasil há 31 anos e vejo que nós brasileiros somos viciados em nossos veículos individuais de transportes. Quantos carros andam na cidade com somente uma pessoa? Quantas pessoas usam o carro para ir à farmácia próxima da sua casa? E quantos usam o carro para ir até o parque para depois fazer seu exercício, dando voltas a pé? Que aburdo!Continue lendo ›

“Não parece a fala de um vereador”

De Maria Newnum:

Estou acompanhando pela internet o vereador Macieira na tribuna agora às 17h40 sobre a discussão do aumento do transporte coletivo. Com todo o respeito, mas não parece a fala de um vereador, mas sim de um funcionário da TCCC; ou melhor, de um sócio. É alarmante ainda a falta de elegância desse senhor no trato com seus nobres colegas. Parabéns ao Humberto e Marly Martins que como sempre pedem transparência das planilhas e mais uma vez foi rejeitado 7 votos contra e 6 a favor. É uma vergonha que o sr. Macieira e seus pares neguem-se a cumprir e impeçam que outros cumpram com o dever supremo do legislativo que é justamente fiscalizar o Executivo.

“Sacolas” de vereadores

De uma leitora, a respeito da escolha das 15 vagas pela Câmara de Maringá:

– Realmente… O mais importante não era a discussão simples da quantidade. Era muito mais importante discutir sobre os custos dos vereadores. Por que não baixar para 3,5%? Se abaixasse para 3.5% do orçamento, poderíamos ter 50 vereadores, os custos seriam os mesmos que teremos agora com 15. A diferença é que teríamos mais representatividade e mais dificuldade de criação de turmas, ao exemplo da Turma do Amém. Poderíamos ter “sacolas” de vereadores. Ainda temos esperanças de uma política melhor em Maringá.

O perfil do prefeito

De JoséFuji:

Precisamos eleger um prefeito “independente”, aquele que não tenha nenhum compromisso assumido com financiadores, condomínios, grupos políticos (governadores, ministros, ex-prefeito, ex-deputados, deputados, ex-vereadores, vereadores) e cabos eleitorais. Prefeito que verdadeiramente administre a nossa cidade com o povo é fácil, liberem os vereadores para que eles possam ajudar a fiscalizar administração e coloque todas as ações de forma mais translúcida possível, onde a ferramenta que e lei nos assegura seja utilizada na maior plenitude possível que é o “Portal da Transparência” que seja ele o interlocutor da administração e o povo.Continue lendo ›