Falecimento
Foi sepultado em São José do Rio Preto (SP), no domingo, Gabriel Tranjan, 83 anos. Gabriel, irmão do ex-secretário Jorge Tranjan, já residiu em Maringá.
Coisa de profissional
Como diria aquele enxadrista, ao ver candidatos a prefeito e vice impugnados, coisa nunca ocorrida na vida política de Maringá:
– Eu não gosto de coisa de amador, sabe?
É um bandido…
… foi a definição dada por amigo, que até bem pouco tempo discordava das minhas opiniões sobre determinado político. Depois que soube da pressão sobre pequenos agricultores para concordarem com avaliação de suas propriedades, ameaçando-os com desapropriação de suas terras e outras coisas.
Akino Maringá, colaborador
Titanic maringaense
III Congresso Nacional de Direito na PUCPR
O curso de Direito da Escola de Direito do Câmpus Maringá da PUCPR promove, de 28 a 30 próximos, o III Congresso Nacional de Direito. O evento reúne juristas consagrados no cenário nacional. Entre eles o presidente do Tribunal de Justiça do Paraná, Miguel Kfouri Neto, que irá falar sobre as novas tendências da responsabilidade civil dos profissionais da saúde. Todas as atividades acontecem no Teatro Marista e no auditório do Câmpus Maringá da universidade. As inscrições devem ser feitas na seção Escola de Direito do site www.pucpr.br/extensao. O evento é aberto para toda a comunidade. A programação completa está disponível no site da instituição.
Pupin pode chutar o balde?
Há quem diga que a paciência de Pupin estaria por um triz. Ele poderia anunciar oficialmente a desistência da candidatura, a desfiliação do PP e faria revelações bombásticas. Eu tenho dúvidas. Será que ele seria capaz de chutar o balde? Pessoas mais próximas afirmam que ele está mordido e que os que pensam que ele será um laranja, se eleito, estão redondamente enganados. Eleito daria uma banana para os que o têm usado para negócios escusos. Pupin não estaria disposto a fazer um papel de ingênuo, lesado, com se diz no nordeste. Conhecendo sua honestidade na vida privada, fica díficil imaginar que se transformaria, em oito anos, num político sem escrúpulos, como muitos. Eu dou crédito a ele. Espero que não me decepcione, como aconteceu com Demóstenes Torres.
Akino Maringá, colaborador
Qualquer semelhança é mera coincidência

A campanha pelo voto consciente do GRPCom faz lembrar recente reportagem sobre conversa telefônica envolvendo personalidades maringaenses. “Qualquer semelhança com nossa realidade os candidatos da situação diriam que seria complô”, observa leitor. Os vídeos podem ser vistos aqui.
Para lembrar
Postagem publicada em 5 de maio de 2009, sob o título “STF mantém demissão de assessores jurídicos de Maringá”: “O STF não suspendeu a liminar do juiz Siladelfo Rodrigues da Silva, da 5ª Vara Cível, de Maringá, como informou a manchete de O Diário desta terça-feira. Pelo contrário, o pedido de suspensão de tutela antecipada foi negado pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes”. Leia mais.
Akino Maringá, colaborador
Dois candidatos, um só número

O imbroglio no Partido Verde em Maringá, com candidaturas sub judice, resultou em coisas estranhas. Além do candidato com dois registros (um deferido e outro indeferido), há esta situação acima: os candidatos Francisco da Cruz Neves, o Chico Dois mil, e Adriana Conceição Beraldo Santana, possuem o mesmo número: 43123. Clique para ampliar.
Mato a cobra e mostro a arma
Veja clicando neste link, uma das maiores “comida de barriga” da imprensa local, provocada por uma informação de Ricardo Barros.
Akino Maringá, colaborador
Migalhas
A tragédia começa quando os dois acham que têm razão – Shakespeare
Cena maringaense
STF ou TSE?
A assessoria de imprensa da coligação “A mudança continua” divulgou release, ontem, sob o título “Decisão do STF garante candidatura de Pupin – Caso é idêntico ao de Geraldo Alckmin que foi confirmado pelo Supremo Tribunal Federal – STF”. No meio do texto fala:”Os advogados de Roberto Pupin ingressarão com recurso ao TSE, que garante automaticamente sua permanência na corrida eleitoral (….)”. Leia aqui.
Meu comentário (Akino): Mas se o recurso é para o TSE, e só pode ser para o TSE, como o STF pode garantir a candidatura de Pupin? Se eles já estão imaginando que vão perder no TSE e apelar para o STF (tenho dúvidas se cabe recurso), isto só vai demorar e muito, e Pupin já disputar sub judice. Esta manchete está me lembrando uma que foi dada por O Diário, há uns três anos, dando conta que o STF tinha revogado uma liminar que mandou Silvio II exonerar 17 assessores jurídicos, comissionados que ocupavam lugares de concursados. Consta que Ricardo Barros conversou com o então presidente do Supremo, Gilmar Mendes, e acertado a revogação, isto às 17:00. Ligou para a redação de O Diário que estampou como manchete principal, na edição do dia seguinte. O Pinga Fogo deu destaque, outros órgãos da imprensa amiga idem. Quando saiu a decisão, houve a confirmação da liminar e eles tiveram que se retratar. Ficou feio para todo mundo.
Akino Maringá, colaborador
Obituário/Maringá
Aqui.
Engana que eu gosto 1
O tom messiânico e jim joniano da direção da campanha da coligação “A mudança continua” ganhou novos contornos, diante da impugnação do candidato a prefeito Carlos Roberto Pupin. Ontem, na reunião com a turma, onde promotores e juízes foram colocados no pelourinho, a deputada federal Cida Borghetti (PP) usou o nome de Deus para tentar limpar a barra, cada vez mais suja, da coligação. Ricardo Barros, que por precaução tem evitado acompanhar Pupin nas andanças pela cidade, apresentou uma “pesquisa” da DataBarros e pediu que o pessoal fosse o vetor, divulgando os números aparentemente suspeitos. E tem que acredite.
Engana que eu gosto 2
No caso de Ferdinandi, Barros foi na base do “Deixa comigo” – e Fernandi foi impugnado. Assim aconteceu com Pupin – o registro indeferido depois do “Deixa comigo”. Nas eleições de 2008 também foi assim: Ricardo Barros garantiu que a montagem das coligações iria beneficiar os mais dedicados da turma, mas não foi o que se viu. Edith Dias, Dorival Dias e Norma Deffune que o digam; da mesma forma, em 2010, com Ulisses Maia.
O “Deixa comigo” não cumpre o que promete, mas ainda há quem acredite nos números de “pesquisas” que ele faz com o objetivo de animar a tropa, que ultimamente tem poucos motivos para tal.
Tufão
Quem acompanha a novela Avenida Brasil vê o boa gente, personagem de Murilo Benício, Tufão, ser traído por Carminha, dentro da própria casa, sem perceber, é claro. Tufão ingenuamente acredita que Carminha é boa esposa, de família, religiosa e a elogia, nem desconfiando que é chamado, pela costas e corno, bobão. Mas não é só Tufão que está sendo enganado, Ivana, Murici, Jorginho, enfim toda a família e a turma do Divino, barro, digo, bairro fictício do Rio de Janeiro. Nestas eleições, em determinada cidade da região noroeste, com um candidato a prefeito, estaria acontecendo o mesmo. Traído na própria casa, ele ainda não teria percebido e vive elogiando os ‘carminhas’. E não só ele, centenas de candidatos a vereadores, CCs, e puxa sacos de toda ordem, também não perceberiam a traição. Na novela não se sabe a reação de Tufão, como souber a verdade. Pode ser que queira vingar-se e acabar com Carminha. No caso do candidato, pode acontecer o mesmo. Elementos para acabar com ‘os carminhas’, não lhe faltam. Temas de novelas quase sempre são ficcção, mas últimamente a globo tem procurado retratar a realidade. Que nessa cidade, que pode ser imaginária, a política está virando uma novela dramática, é fora de dúvidas. Se for verdade, vai ser o max, digo máximo.
Akino Maringá, colaborador
STJ nega recurso a Forini
O ministro Marco Aurélio Bellizze, do STJ, negou no último dia 13 agravo de instrumento para Luiz Cavicchioli Forini, que em 2009 foi condenado a 6 anos de reclusão em regime semiaberto por envolvimento no atropelamento e morte da garota Fabíula Regina Coalio, 12, durante um racha na avenida Colombo, em Maringá, junto com Marcos Jesus da Silva. Forini, que depois de apelação do Ministério Pùblico teve a pena aumentada para 7 anos e 6 meses, ingressou com recurso depois que o Tribunal de Justiça do Paraná não admitiu o processamento do recurso especial. “É inviável o agravo do artigo 545 do CPC que deixa de atacar especificamente os fundamentos da decisão agravada”, destacou o ministro ao não conhecer do agravo.
Candidatura indeferida

Carlos Roberto Ferreira Barbosa, o Beto, da área de publicidade de Maringá, teve o registro de sua candidatura a vereador indeferido ontem pelo Tribunal Regional Eleitoral. Filiado ao PTdoB, ele seria candidato pela coligação “A mudança continua”, junto com o PRB e o PPS. Foi o segundo candidato da coligação indeferido pela Justiça Eleitoral, na mesma sessão. No caso de Beto, sua inelegibilidade deu-se porque ele não possuía quitação eleitoral, por ausência às urnas.
Dois candidatos a vereador a menos
Arlindo Cardoso, o Arlindo Gaúcho, filiado ao PPS, teve o registro de candidatura a vereador indeferido ontem pelo TRE do Paraná. O registro havia sido indeferido pelo juízo da 66ª Zona Eleitoral, por ausência de quitação eleitoral ante a ausência às urnas. Ele recorreu e ontem, por unanimidade de votos, o TRE seguiu parecer da relatora Andrea Sabbaga de Melo, negando-lhe provimento.
Também na sessão de ontem prevaleceu o relator Marcos Roberto Araújo dos Santos e foi negado recurso a Letícia Lourenço Bento Soria Martos Peris, do DEM, que teve sua candidatura indeferida por problemas relacionados à filiação partidária.
Só sobram os centavos
Além dos problemas em pedir voto para os candidatos majoritários, ambos rejeitados pela legislação eleitoral, a maioria dos candidatos a vereador pela coligação “A mudança continua”, em Maringá, enfrenta outras dificuldades. Por exemplo: dizem que o dinheiro levantado pelos arrecadadores dos fratelli Barros está beneficiando pouquíssimos candidatos da cidade – mais especificamente, quatro candidatos. Os demais, por causa disso, são chamados de “candidatos flanelinhas”, aos quais só sobram centavos.
Mas o volume mais forte da arrecadação não fica em Maringá. Vai mesmo para candidatos do PP em outras cidades da região.
Guarda-volumes
Um comitê eleitoral localizado no Jardim Alvorada, em Maringá, está sendo chamado de “Guarda-volumes”.
Só tem mala.
Uma prova de amor
Vídeo produzido pelo Kaltoé mostra o amor entre mãe e filho, através de carta escrita em 1978; no caso, dona Candida Briguenti e João Miguel Quintilhano (João do Espeto).
Para debate em sala de aula
Continua ou contínua?
Primeiro, o candidato a vice. Agora, o candidato a prefeito. Não se pode reclamar que a mudança não é contínua.
Perseguidos pela Justiça

A reunião da coligação Barros-Pupin neste domingo teve a participação de pouco mais de 600 pessoas – embora os mais empolgados com o discurso messiânico espalhem que foram 1,5 mil pessoas. Realizado num auditório do Cesumar, reduto do vice impugnado, o encontro teve uma batida: Ricardo Barros, ainda apresentado como secretário da Indústria e Comércio de Beto Richa (o governador, gelatina como o outro, finge que não é com ele), falou que ele, o irmão – ambos condenados por improbidade administrativa – e, agora, o pupilo Carlos Roberto Pupin, são perseguidos por promotores e juízes. Em resumo, que a Justiça é o inimigo número 1 da coligação. Embora ninguém tenha ido em cana, como aconteceu com Antonio Belinati, a dupla (ou, agora, o trio) posa de perseguidos. Como Jim Jones, já que há quem acredite.
Campo livre para Verri
De Cícero Cattani:
Sem candidato a prefeito em Maringá, parece estar dando tudo certo para Ricardo Barros, finalmente, deixar campo livre para Enio Verri, do PT. Desde o ano passado que se especula uma aliança do PP com o PT em Maringá, sob as bênçãos de Paulo Bernardo. Barros chegou perto de um acordo, recebendo em troca um emprego no alto escalão da república. O escândalo do Contorno Norte acabou com o acerto. Barros que chegara a anunciar sua ida para Brasília, tratou de se recompor com o governador Beto Richa. Consta que tentou emplacar o irmão, o atual prefeito Silvio Barros, no secretariado. Outro escândalo, porém, abalou a pretensão: Barros foi flagrado em uma escuta telefônica. Restou a ele se licenciar da secretaria da Industria, Comércio e Mercosul, à qual não deve retornar. Negando registro de Pupin, o TRE pode levar Richa a apoiar Wilson Quinteiro e se livrar de vez do indesejado “companheiro”.
Cena do trânsito maringaense
Missão quase impossível
Coloque-se no lugar de um dos 170 candidatos a vereador pela coligação “A mudança continua”, e que daqui a dois dias vai aparecer na televisão, no horário eleitoral gratuito, pedindo votos do eleitorado maringaense. Amanhã continuará a campanha, indo às ruas e visitando casas e comércio. Só que os seus candidatos a prefeito e a vice estão com os registros indeferidos junto à Justiça Eleitoral. Qual será seu ânimo, qual será o ânimo da tropa? Fosse um jogo, seria como um time entrar em campo já perdendo de 1 a 0. Em política nada é imutável, mas a questão vai além da política – é essencialmente jurídica. E, até aqui, o resultado não foi nada animador para a turma, apesar do tom messiânico empregado pelos fratelli na cruzada contra as leis.
O “Deixa comigo” não virou
A coligação “A mudança continua” realizou reunião agora à tarde no Cesumar. A reunião estava agendada antes da decisão do TRE do Paraná de cassar a candidatura de Carlos Roberto Pupin (PP), cujo vice, professor Claudio Ferdinandi, diretor da instituição, havia sido cassado na última quinta-feira. Para os candidatos a vereador – são cerca de 170 – tentou-se passar a impressão de que está tudo bem, de que nada aconteceu e de que, apesar da decisão por goleada (seis votos a zero), existem chances de reverter a sentença em Brasília. O TSE tem até o próximo dia 7 para definir situações como essa e julgar o recurso que a coligação prometeu apresentar.
Só para lembrar: a situação de Ferdinandi e a do próprio Pupin era, óbvio, de conhecimento da assessoria jurídica da coligação da organização chefiada por Ricardo Barros. Pupin tinha a questão do terceiro mandado e Ferdinandi, as contas reprovadas no TCE. Para os dois casos, Barros deu a mesma “solução”: afirmou a todos que ele resolveria as questões junto à Justiça Eleitoral. “Deixa comigo, não se preocupem”, disse ele – mas, isso, antes das duas derrotas no Tribunal Regional Eleitoral.
TRE confirma De Paula e Luiz Aguiar
O TRE do Paraná negou hoje provimento a recurso apresentado pelas coligações “Sarandi Pode Mais” e “PT/PCB Por Você Por Sarandi” e manteve as candidaturas de Carlos Alberto de Paula (PDT) e Luiz Carlos de Aguiar (PPS) a prefeito e vice daquela cidade. O advogado Cássio Prudente Vieira Leite fez sustentação oral e o relator Luciano Carrasco teve o parecer votado por unanimidade. A juíza eleitoral Elaine Cristina Siroti, no início do mês, havia deferido a chapa, diante da improcedência das impugnadas apresentadas, o que gerou o recurso,m julgado hoje. A Justiça Eleitoral considerou que o prefeito Carlos de Paula e seu vice Luiz Aguiar ainda não foram condenados por órgão judicial colegiado, conforme determinada a Lei da Ficha Limpa, o que poderá ocorrer quando o julgamento da apelação cível for retomado, “ou seja, quando não mais estiver pendente de julgamento o referido incidente de inconstitucionalidade”.
PT divulga cassação de Pupin
A assessoria do deputado estadual Enio Verri, candidato do PT a prefeito de Maringá, divulgou há pouco o sucesso de seu recurso junto ao TRE e que cassou a candidatura de Carlos Roberto Pupin (PP). Diz o release: “O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) indeferiu, em sessão extraordinária realizada na tarde deste domingo (19), a candidatura de Carlos Roberto Pupin (PP), da Coligação “A Mudança Continua”, à Prefeitura de Maringá. Por unanimidade (6 votos a zero), o TRE acatou o recurso apresentado pelo Ministério Público Eleitoral e pela Coligação “Maringá de Toda A Nossa Gente”, que apontou a inelegibilidade de Pupin por ter substituído o atual Prefeito de Maringá nos seis meses anteriores às eleições deste ano, desrespeitando os termos do artigo 1º, §2º, da LC nº 64/90. Nesta quinta-feira, o TRE já havia cassado a candidatura do vice de Pupin, Claudio Ferdinandi (PMDB), pela desaprovação das contas de gestão de recursos do Cesumar, onde é diretor, pelo Tribunal de Contas do Paraná”.
Coligação diz que vai recorrer
A coligação “A mudança continua” divulgou nota há pouco informando que vai recorrer ao TSE da decisão tomada hoje, por unanimidade, pelo TRE paranaense, e que indeferiu o registro da candidatura do vice-prefeito Carlos Roberto Pupin. A tese dos advogados do ex-secretário Ricardo Barros é de que o caso envolvendo Pupin é igual ao do então vice-governador de São Paulo Geraldo Alckimin (PSDB), em 2002. “Roberto Pupin segue normalmente sua campanha assim como seu vice, professor Claudio Ferdinandi, também alvo de interpretação equivocada da legislação pelo TRE do Paraná”, diz o texto, acrescentando que os candidatos “esperam que a eleição de Maringá seja resolvida pela consciência de seus cidadãos eleitores”.
Seguindo o estilo Barros, os advogados da coligação defendem atacando e dão como exemplo o caso de Alckimin, que assumiu com a morte do governador Mário Covas – algo diferente do que aconteceu em Maringá, já que, até onde se sabe, Silvio Barros II está muito vivo. Eis a íntegra da nota, sob o título “Decisão do STF garante candidatura de Pupin”:Continue lendo ›
Registro deferido
O TRE reformou decisão do juiz Jacobucci Rueda Junior, de Campo Mourão, e concedeu o registro para a candidatura a vereador de Amadeu Anadison Ferreira, pela coligação “Campo Mourão para todos 2” (PSL/PSD). O registro havia sido negado por falta de quitação eleitoral (irregularidade na prestação de contas por apresentação extemporânea). O relator Rogério Coelho deu parecer pela concessão do registro, no que foi acompanhado pelos demais integrantes; houve sustentação oral do advogado Cássio Prudente Vieira Leite.
Guerra dos farrapos
De Claudio Humberto:
Os gaúchos Humberto Ávila e Luiz Edson Fachin ambicionam uma das vagas de ministro do Supremo Tribunal Federal. O paranaense Luiz Régis Prado, especialista em Direito Penal, também entrou na disputa.
PS do Blog do Rigon – Luiz Régis Prado foi promotor em Maringá e professor da UEM.
Por unanimidade, Justiça Eleitoral do Paraná tira Pupin da disputa
O TRE do Paraná publicou há pouco a súmula do julgamento que cassou o registro de Carlos Roberto Pupin (foto) como candidato a prefeito de Maringá pelo PP. Por unanimidade de votos, foi dado provimento aos recursos interpostos pelo Ministério Público Eleitoral e pela Coligação “Maringá de Toda Nossa Gente”, nos termos do voto do relator, Rogério Coelho. Houve sustentação oral dos advogados. Guilherme de Salles Gonçalves pela coligação “Maringá de Toda Nossa Gente” (Enio Verri) e de Horácio Monteschio por Carlos Roberto Pupin. Com isso, a coligação “A mudança continua” está sem candidato a prefeito e a vice, já que o professor Claudio Ferdinandi (PMDB) havia sido impugnado na semana passada. A Justiça Eleitoral do Paraná, ao contrário do juiz local, entendeu que o fato de Pupin ter assumido no período de seis meses anterior às eleições em 2008 e 2012 faria dessa candidatura a busca do terceiro mandato, o que é vedado por lei. Ambos podem recorrer, apesar da decisão unânime de hoje, mas o estrago…
Esperando o resultado do julgamento, o coordenador-geral da campanha de Pupin e Ferdinandi, que reúne onze outros partidos políticos, marcou uma reunão geral no Cesumar às 17h deste domingo para discutir a estratégia dos impugnados.
Oposição, inócua, fraca, ineficaz?
Li no site do Paulo Vergueiro e reproduzo: “Antes de qualquer outra coisa, porque não tem identidade. Não dá para o eleitor dizer “ela é assim” ou “assado”. A chamada oposição senta-se a mesa cotidianamente e faz companhia a situação, faz oito anos. Interagem como parceiros. Os motivos são diversos; vão desde a necessidade de manter-se “vivo” na mídia até os mais íntimos e talvez impublicáveis interesses. O que se constata com mais certeza de errar menos é de que, cabe ao “peão de política” o serviço sujo de brigar em defesa de siglas que em verdade não expressam sentimento algum no eleitor a não ser o da indiferença. Leia mais.
Meu comentário (Akino): Se o Vergueiro estiver certo, e pode estar, só nos resta confiar na possibilidade de Pupin fazer o que prometeu para o Zago,Continue lendo ›
TRE indefere registro de Pupin
O resultado ainda não foi disponibilizado no site do tribunal, mas o blog ficou sabendo que o recurso contra a candidatura de Carlos Roberto Pupin a prefeito de Maringá foi aceito por unanimidade no TRE do Paraná – seis votos a zero. Detalhes em instantes.
O que aconteceu com o projeto?

A matéria está no arquivo de alguns jornais e no site da prefeitura: em fevereiro de 2010, o então secretário de Desenvolvimento Econômico, Valter Viana, apresentou para os membros do Codem, os projetos da administração municipal para ampliar o número de parques industriais de Maringá. Anunciou-se que o prefeito Silvio Barros II assinou decreto tornando um área de 77 alqueires de interesse público para a implantação de parques industriais lotes da Estrada Gleba Ribeirão Colombo. A justificativa era de que 121 empresas estavamo cadastradas no município aguardando a possibilidade de instalação, que seria suprida em 40 alqueires. Ou seja, atender-se-ia a demanda e haveria uma reserva. Leitor quer saber o que aconteceu com esse parque industrial, que foi trocado por um outro, desapropriado há pouco tempo, com suspeitas de ter beneficiado o ex-secretário Ricardo Barros, e que deve consumir nos próximos anos cerca de R$ 100 milhões só com infraestrutura. Aqui, em tamanho maior.
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