Bateram um bolão, no final
No futebol, em jogo de decisão ou de estreia, muitas vezes o jogador começa travado, nervoso. Aos poucos vai se soltando, ficando mais à vontade e às vezes uma provação, ou uma jogada especial o faz crescer.
Senti isto em relação a Quinteiro e Iraclézia. Após o pedido de tempo, digo, direito de resposta de Pupin, que se sentiu injuriado só porque foram lembrar que Ricardo Barros que disse que seu interesse na verba de publicidade era eleitoral, logo beneficiar a candidatura de Pupin, ambos bateram o bolão nos últimos minutos do debate, quase aos 45 minutos do segundo tempo. Mais uns minutos e teriam complicado de vez o ‘nervoso zagueiro Pupin’. Só faltou a torcida gritar, como faziam nas fazendas, antigamente; Pupin, pede pra c* e não volta. Foi mal o atleta de Ricardo.
Akino Maringá, colaborador
Jingle de campanha
http://youtu.be/J82LQW_0CBc
Jingle de Ednelson Cardoso, candidato a vereador pelo DEM de Maringá. Ele havia desistido em junho, mas depois mudou de ideia.
Espalha rodinhas
O (cada vez menos) capo Ricardo Barros acompanhou o debate da Band, ontem à noite, em Curitiba. Sintoma de sua ida para o cadafalso – levado por um torvelinho – foi a reação das pessoas quando chegava perto. A confirmação oficial de sua saída do governo estadual é aguardada para as próximas horas.
Reflexos do debate
Depois do debate de ontem, em função do desempenho de cada candidato, eliminei das minhas opções de votos, Hércules Ananias, Débora Paiva e Roberto Pupin. Quanto ao Hércules, boa pessoa, estou com a impressão de sua candidatura é laranja mesmo, só para tumultuar o processo. Diria que é candidato de aluguel, que servirá, muitas vezes sem saber de, para suspender pesquisas, melar debates, fazer futricas. Claramente o seu roteiro foi preparado com esta finalidade. Continue lendo ›
Quem ganhou o debate
Dentro de uma avaliação verdadeira de minha parte, digo quem perdeu foi minha querida Maringá. Nos momentos em que tive coragem e estômago para assistir, fiquei primeiramente envergonhado diante de meus filhos e depois impressionado com a falta de preparo, de capacidade e a mediocridade da maioria dos candidatos. Maringá não merece ver pessoas despreparadas, sem conhecimento algum de políticas públicas, se intitulando preparados para governar nossa cidade, não podemos aceitar tão baixo assim os níveis de opção nos apresentada. Continue lendo ›
Desmentido
Parece que não é bem assim
A saída de Ricardo Barros (PP) do secretariado de Beto Richa está realmente decidida e parece que não tem essa história de férias nem de 90 dias. Ele não retornará mais ao primeiro escalão do governo estadual, segundo o que corre nos bastidores palacianos. Beto Richa inclusive estaria já procurando o nome do substituto.
A saída de Barros estaria em código, na página 18 da Gazeta do Povo desta sexta-feira: a matéria sobre ele está na parte de cima, embaixo está uma do governador e, no meio, uma cama quebrada.
Obituário/Maringá
Aqui.
Governador afasta Ricardo Barros
Joyce Hasselmann informa que, sem conseguir convencer o governador Beto Richa de sua inocência, Ricardo Barros está fora do governo, pelo menos por enquanto. Beto confirmou o afastamento do secretário de Indústria e Comércio hoje. Ele fica, em princípio, fora do governo por 90 dias. “Trocando em miúdos, até acabar a eleição. Barros foi flagrado em gravação feita pelo Ministério Público sugerindo um acordo entre duas empresas de Maringá num processo de licitação de publicidade. O afastamento teoricamente é para que ele consiga explicar essa história cabeluda. Mas não vai ser tão fácil assim, até porque tem uma outra história ainda mais cabeluda que essa, que corre em segredo de justiça, que pode explodir a qualquer momento e envolve o mesmo secretário”, acrescenta.
Confissão ganha repercussão
A afirmação de Ricardo Barros de que usa a máquina pública em favor de seus interesses eleitorais – que será a base do pedido de impugnação da candidatura de Carlos Roberto Pupin, de cuja campanha ele é o coordenador-geral – ganhou novamente a mídia nacional. Leia reportagem no portal Terra.
A dinâmica da colheita
Ontem, no debate da Band, o deputado estadual Enio Verri disse em tom lamentoso que a Construtora Sanches Tripoloni custeou apenas uma parte de sua campanha à reeleição – e não ela toda, como quis fazer parecer a candidata do PSol, Débora Paiva. E pensar que no primeiro turno, em 2000, a candidatura de José Cláudio Pereira Neto viabilizou-se financeiramente com a venda de bottons, camisetas e estrelinhas. Definitivamente, Verri não vai vender camisetas.
Idosa é encontrada morta
A senhora de 88 anos, de Paiçandu, desaparecida desde o final de julho, foi encontrada morta agora há pouco. Chama a atenção o fato de que o corpo foi encontrado num rio, numa área que já havia sido vasculhada antes do oferecimento de recompensa e R$ 10 mil. Leia mais.
Migalhas
Onde impera a justiça, as armas são inúteis – Amyot
O vencedor do debate
Ontem, no encerramento do debate, o mediador Milton Ravagnani disse: “Fiquem agora com o Jornal da Noite”. Na audiência, Marcos Valêncio soltou: “Achei que era o Jornal da Manhã”.
Dado ao adiantado da hora, quem ganhou o debate, para alguns, foi mesmo o sono.
Formação de quadrilha?

De Carlos Ohara, na Gazeta do Povo:
Ao admitir que orienta ações na administração da prefeitura de Maringá, chegando inclusive a dar ordens ao secretariado municipal, o secretário estadual da Indústria e Comércio, Ricardo Barros, violou normas jurídicas no âmbito penal, civil e administrativo. A opinião é de juristas ouvidos pela Gazeta do Povo, que criticam a ingerência de um secretário estadual na administração de um município. Essa atuação de Barros poderia, em tese, caracterizar ato de improbidade administrativa e até mesmo crime de formação de quadrilha. Leia mais. Foto: Henry Milleo/GP
Trocando os quiosques
A Prefeitura de Maringá vai adquirir novos quiosques metálicos para o sistema EstaR. A licitação para contratar uma empresa de engenharia para executar as obras acontecerá no próximo dia 22.
Aguardando a duplicação

O deputado estadual Douglas Fabrício (PPS) reuniu-se ontem com o presidente da concessionária de rodovias Viapar, Marcelo Machado, em Maringá. Entre os assuntos discutidos esteve o projeto de duplicação da rodovia entre Campo Mourão e Floresta. “Estamos trabalhando junto ao governo do Estado para que a obra seja retomada a partir de Campo Mourão”, reforçou o parlamentar. O presidente já sinalizou que isso é possível e que depende de autorização do governo estadual.Continue lendo ›
Passando por reforma
O prédio onde ficam as promotorias de justiça de Maringá vai passar por reparos. A concorrência prevendo a reforma foi publicada hoje pela Subprocuradoria-Geral de Justiça para Assuntos Administrativos e acontecerá no dia 5 de setembro, em Curitiba. O valor da licitação não consta do aviso.
Quem te viu, quem te vê…
Tem petista reclamando nas redes sociais das perguntas feitas sobre os gastos com o Contorno Norte e a publicidade no debate de ontem, na Band. E pensar que o Partido dos Trabalhadores um dia de orgulhou de ser uma atalaia fiscalizadora neste país…
A campanha de Carlos Sica

O professor Carlos Sica, que diz fazer política por convicção, é candidato a vereador pelo PSB de Maringá e realiza uma campanha modesta “em todos os sentidos”. Acima, o santinho da campanha, detalhada no site do candidato – aqui.
Mudando de assunto
Carlos Roberto Pupin (PP), que apareceu no vídeo com cara de brabo, deu um susto na audiência e principalmente nos muitos assessores presentes ao responder a primeira pergunta do debate. Hércules Ananias de Souza (PSDC) perguntou o que ele faria na área da educação; Pupin, certamente nervoso, respondeu o que faria na área da saúde, deixando a todos atônitos. Hércules, no entanto, por causa do tempo curto, não conseguiu terminar a frase informando que o prefeito em exercício havia dado uma de Franco Montoro e trocado as bolas.
Bastidores do debate
Alberto Abraão Vagner da Rocha era o único candidato homem sem gravata no debate da TV Maringá. Todos tiveram problemas com o tempo, curto, dado para perguntas e respostas. Wilson Quinteiro (PSB) foi o último a chegar, quando todos já estavam sentados em suas cadeiras. Dr. Batista, que teve um branco no meio de uma pergunta, foi o primeiro a falar da vice, e isso já no quinto bloco. Não citaram o nome do vice: Carlos Roberto Pupin (PP), Débora Paiva (PSol), Hércules Ananias de Souza (PSDC) e Wilson Quinteiro (PSB). Maria Iraclézia (DEM), ao fazer intervenção, sempre dava um exemplo prático do que estava falando. Hércules ficou todo o tempo se balançando na cadeira. Silvio Barros II (PP), prefeito licenciado mas nem tão licenciado assim, fazia anotações usando um iPad e uma pasta da Meta Propaganda.
Jorge Arruda
Representante sem ser
Uma banca de três pessoas decidia, no debate de ontem, sobre pedidos de direito de resposta. A de Pupin, por exemplo, que resultou numa invertida dolorida, foi pedida pelo prefeito licenciado e sua cunhada. Um dos integrantes da bancada era Marcos Luchiancenkol, representando a Sociedade Eticamente Responsável, embora ele não seja mais integrante do Conselho Fiscal da entidade. A SER, que tem o Observatório Social como um de seus braços, é parceira da administração Barros/Pupin (indica até secretário) e vive uma crise sem precedentes: hoje, apenas o tesoureiro Hélio Sato responde pela ONG. Por falar em hoje, a assembleia geral extraordinária que vai tratar da convocação das próximas eleições acontecerá hoje à noite na Acim – e num clima de divisão.
Estou menos indeciso
Após o debate de ontem, que assisti com a máxima atenção, diminui minha indecisão sobre em qual candidato votar para prefeito. Três foram eliminados após análise dos seus desempenhos, e mais Alberto Abraão, que era uma das minhas opções, e teve sua candidatura indeferida. Restaram quatro opções. Detalhes sobre os eliminados, e os que seguem no jogo, na minha visão, logo mais.
Akino Maringá, colaborador
Torcida organizada

Na chegada dos candidatos à TV Maringá, manifestantes pró-PT e pró-PP dominavam a avenida Carlos Borges. Terminado o debate, no início da madrugada, quem tinha energia para gastar eram os partidários de Maria Iraclézia de Araújo (DEM), que, em sua primeira participação em debate eleitoral, não ficou a dever aos mais escolados.
Sem muita novidade

O debate da Band, em Maringá, foi longo, cansativo, teve poucos momentos marcantes mas, como primeiro evento do gênero este ano, serviu como um teste para todos os candidatos. Enio Verri (PT) vinha se saindo até bem até que Wilson Quinteiro (PSB) destacou-se ao ao obter o direito de resposta a um direito de resposta de Carlos Roberto Pupin (PP). Saiu por cima com categoria, demonstrou firmeza e não deixou de dar seu recado; sua postura chegou a incomodar muita gente, incluindo petistas e o prefeito Silvio Barros II e a deputada federal Cida Borghetti, que ficaram espantados quando ele tocou no momentoso assunto da publicidade. No mais, tudo muito igual e previsível, cum um ou outro lampejo. Por mais que o formato tenha sido diferente, reunir oito candidatos de uma só vez mostrou-se terrivelmente contraprodutivo.
Fogo no debate
Lançamento
Sylvio Sebastiani, um cara extraordinário que sabe tudo da política paranaense, e que hoje está completando 83 anos de idade com a lucidez dos 50, quando o conheci no MDB velho de guerra, vai lançar hoje às 19 horas na Sociedade Thalia o livro “Sylvio Sebastiani – um nome e muitas histórias”.Continue lendo ›
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