Escândalo em Maringá

A ponta do iceberg

Do blog de Zé Beto:
Do Goela de Ouro: Ricardo Barros classificou a história de sua interferência na licitação de agências de publicidade (elas, novamente) na Prefeitura de Maringá, onde reina seu irmão Silvio, como “guerra histórica”. Pode ser, mas quem circula entre os promotores e o pessoal do Gaeco acha que as agências são a “ponta do iceberg”. Barros sempre alardeou que nunca antes na história de Maringá alguém, no caso ele, levou tantos investimentos para a cidade.

Escândalo em Maringá

Experiência com crises

O prefeito em exercício, Carlos Roberto Pupin (PP), tem experiência com crises político-partidárias. Esta que seu coordenador-geral de campanha passa é apenas uma delas. Ele ingressou e presidiu o PST enfrentando a oposição de um grupo (do qual fazia parte Paulo Mantovani, por exemplo); depois, quando presidia o PRN, viu o grande nome do partido, Fernando Collor de Mello, ser cassado; quando era tucano, viu o então prefeito Jairo Gianoto ser obrigado a deixar a prefeitura, igualmente acusado de coisa errada. Só no PDT não viveu crise, a não ser o fato de o partido nunca mais ter conseguido eleger um vereador na Câmara de Maringá.

Variedades

Grande presença feminina

nite
No ultimo domingo quem passou em frente ao Nite Club, em Maringá, ficou surpreso com o número de mulheres que esperavam as portas abrir para ver a dupla residente Vinicius e Camargo e seus convidados, sucesso nas noites de domingo e em várias regiões do Paraná, segundo o organizador do evento, Adriano Gatto. A única reclamação da noite era a falta de uma quantidade maior de homens, pois a concorrência entre elas estava grande. Outras fotos no Facebook.

Akino

Não seria confissão de abuso de poder político?

A configuração do abuso do poder político ocorre quando há o manejo ilícito e excessivo de recursos públicos em prol de determinada candidatura, com forte impacto na normalidade e legitimidade do resultado do pleito.O Tribunal Superior Eleitoral já assentou que o abuso do poder político se evidencia quando resta demonstrado que o ato da administração pública, aparentemente regular e benéfico à população, tem como objetivo imediato o favorecimento de algum aspirante a cargo eletivo. Ao admitir que tem acompanhado, desde outubro do ano passado, todos os acordos da prefeitura de Maringá que possam influenciar no processo eleitoral deste ano – o grupo político de Barros lançou o vice-prefeito, Roberto Pupin (PP), à prefeitura. Que como coordenador do seu grupo político, desde o início do processo eleitoral passou a monitorar as ações que interessam ao processo eleitoral e a comunicação interessa muito ao processo eleitoral”, não teria Ricardo Barros confessado o crime eleitoral de abuso de poder político? Basta ver as recentes campanhas publicitárias da prefeitura, após a licitação vencida Meta, licitação esta, cuja licitude está posta em dúvida.
Akino Maringá, colaborador

Geral

José Ramos Martins

O médico José Ramos Martins, que foi chefe da UTI do Hospital Santa Rita, de Maringá, faleceu nesta madrugada. Seu corpo será velado a partir das 9h30, na sala 3 da capela do Prever. O hospital não passou informações sobre o ocorrido. José Ramos Martins foi um dos médicos que cuidaram do ex-prefeito José Cláudio Pereira Neto.

Akino

Nota de desagravo

A Associação Paranaense do Ministério Público considerou “levianas” e “infelizes” as acusações feitas pelo secretário de Indústria e Comércio Ricardo Barros contra os promotores de Maringá. Em nota, a associação defendeu o trabalho dos promotores afirmando que todas as denúncias que chegam ao conhecimento dos membros do MP “são apuradas com a mesma lisura e legalidade, tratadas todas com isenção, imparcialidade e isonomia”. A associação ressalta ainda que nenhum dos dois promotores citados por Barros “possui qualquer elo com algum agente ou partido político” e que desde 1992 todos os prefeitos de Maringá foram alvos de ações de improbidade administrativa propostas pelo MP.Continue lendo ›

Escândalo em Maringá

Ricardo Barros, o supersincero

De Rogério Waldrigues Galindo, na Gazeta do Povo:
Ricardo Barros não é mais prefeito de Maringá desde 1992. Pelo menos na teoria. Na prática, segundo mostram as gravações do Ministério Público reveladas por esta Gazeta, continua dando ordens a secretários municipais. Como só quem dá ordens a secretários é o prefeito, Ricardo Barros no mínimo está se metendo onde não devia. Mais estranho: não nega que tenha influência sobre a administração do irmão Silvio, pelo menos em alguns aspectos. E nem Silvio nega que o irmão participe da prefeitura. Leia mais.

Akino

Governador tomará medidas cabíveis

Segundo matéria da Gazeta do Povo, o governador Beto Richa (PSDB) disse ontem que espera ouvir explicações do secretário estadual da Indústria e Comércio, Ricardo Barros, sobre a investigação do Ministério Público do Paraná (MP) a respeito da suspeita de fraude na licitação de publicidade da prefeitura de Maringá. Após essa conversa, disse Richa, ele decidirá se tomará alguma atitude em relação ao seu secretário.
Richa disse ontem que conversou rapidamente com Ricardo Barros por telefone e que não tinha tomado conhecimento com profundidade das suspeitas do MP. “Estou aguardando as explicações do Ricardo Barros para tomar as medidas cabíveis em relação a isso.” Richa não adiantou que medidas poderia tomar, mas garantiu que são aquelas que tomaria em relação a qualquer secretário em uma situação semelhante.
Akino Maringá, colaborador

Cultura

“Bastião e Bastiana”

A ópera “Bastião e Bastiana”, adaptação do original de Wolfgang Amadeus Mozart, será apresentada em Maringá no dia 2 de outubro; no dia 6 será em Paranavaí, dia 9 em Loanda, dia 13 em Umuarama e dia 16 em Campo Mourão. O espetáculo é dirigido por Rafael Camargo, tem direção musical de Denise Sartori e seis cantores: Mariana Baggio Thomaz (soprano), Rubens Rosa Alves Filho (tenor), Paula Tessarolo (soprano) , Hildomar Oliveira dos Santos Silva (tenor), Marcos Roberto Fernandes (barítono) e Thiago Madruga Monteiro (barítono).Continue lendo ›

Akino

Do Caixa Zero

(…) Barros, que aparentemente era tão prefeito de Maringá quanto o irmão, Silvio Barros, dá ordens para um secretário municipal. A conversa não permite conclusões mais apressadas, mas uma coisa é certa: Barros estava interferindo para que a licitação ocorresse de determinada forma. (Texto de Rogério Galindo, do blog Caixa Zero, leia aqui.)
Meu comentário (Akino): Caro Rogério, discordo do trecho. Na verdade Ricardo é, de fato, quem dá ordens na prefeitura, ou seja, o prefeito. Certamente pretende continuar atuando numa eventual administrração de Pupin. Há quem diga que este não permitiria. Fica a dúvida. O que acha, Zago?
Akino Maringá, colaborador

Educação

Alunos da UEM em evento da UnB

delegação
Entre 23 e 27 últimos, aconteceu em Brasília a 15ª Edição da Simulação das Nações Unidas feita pela UnB, o Amun (Americas Model United Nations), o maior evento do gênero no Brasil. Maringá esteva bem representada no evento. Um time com 14 alunos foi formado, 11 alunos do curso de Direito da UEM (Amanda Alexandre Lopes, Andréia Fressatti Cardoso, Bianca Menegazzi, Bruna Bontempi Wernick, Guilherme Kenzo, Luiza Piedade Damasceno, Marina Folmann Mayer, Pedro Demori, Raul Belucio, Ramon Alberto dos Santos e Rafael Yukio Verri Nishita), dois alunos do curso de Direito da Faculdades Maringá (André Guerra e Larissa Tebinka) e mais uma aluna do Curso de Engenharia Ambiental da UTFPR (Tainara Campanini).Continue lendo ›

Verdelírio

Último mandato

O deputado federal Odilio Balbinotti, que em Barbosa Ferraz foi vereador, presidente da Câmara e prefeito por três mandatos, e que em Maringá foi candidato a prefeito e deputado federal, cumprindo sua quinta legislatura, não disputará reeleição. Ele até que gostaria de continuar na vida pública, mas vai atender sua esposa Ivaine, e encerrar a carreira no final do atual mandato.Continue lendo ›

Akino

Ficha Limpa

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou hoje uma resolução que estabelece a “ficha limpa” para os servidores que ocupem cargos em comissão ou funções de confiança no Poder Judiciário. A decisão usa como parâmetro as vedações previstas na Lei da Ficha Limpa, aprovada em 2010 pelo Congresso e considerada válida pelo STF (Supremo Tribunal Federal) no primeiro semestre deste ano. A partir de agora, os tribunais brasileiros não poderão contratar servidores que já tenham sido condenados, em decisão colegiada (por mais de um juiz), por improbidade administrativa ou crimes como corrupção e lavagem de dinheiro. Continue lendo ›

Geral

Levam carro em assalto

furto
No Facebook, Samarina Herrerias, de Maringá, divulgou que foi assaltado hoje por volta das 19h30, defronte a sua casa. “Dois garotos estilo sktastistas apontaram uma arma para mim e levaram o carro”, cotou.  Trata-se de um I30 novo, placa AHE-8900. Quem tiver informações deve informar à polícia,.

Blog

Ligações antigas

Não foi à toa que o secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa (PSDB), Ricardo Barros (PP), indicou a Trade Marketing, de Beto Diniz, para a campanha de Marcelo Belinati (PP), em Londrina. A reportagem da Gazeta do Povo diz que a empresa é “parceira” de RB, citando o trecho de uma conversa entre Francisco Maravieski, secretário de Propaganda de Maringá, e um rapaz chamado Rodrigo (seria de uma emissora de televisão). A parceria teria algo a ver com o que o blog ficou sabendo vir de Curitiba: lá, ainformação é de que foi esta a agência que fez a campanha de Ricardo Barros para o Senado, em 2010.

Eleições 2012

A juventude pede passagem!

Mayara
Mayara, candidata a vereadora de Maringá pelo PCdoB, passou por diversas entidades do movimento estudantil e demovimentos sociais, como Umes, Upes, Ubes, UNE, ANPG, Cuca, Cebrapaz, e nos Conselhos Municipais de Saúde e da Mulher. “A Juventude Pede Passagem” que traz como principal proposta, o passe-estudantil irrestrito (em relação às linhas e aos horários) e integrado (integração entre as linhas), entendendo que o atual modelo não contempla os contra-turnos, por exemplo, bem como eventos esportivos e culturais.

Blog

Barros diz que Richa está com ele e que não deixará o cargo

“O governador Beto Richa está comigo”, garantiu no início desta noite o secretário de Indústria e Comércio do Paraná, Ricardo Barros (PP), que autopromoveu um desagravo no escritório  político da mulher, a deputada federal Cida Borghetti. Lá estavam presentes de partidos que integram sua organização (partidária), ex-secretários, candidatos e cargos comissionados, além de algumas lideranças. Ele voltou a atacar o Ministério Público Eleitoral, disse não temer a imprensa e confirmou que nesta quarta-feira voltará a permanecer em Maringá, fazendo visitas a órgãos de comunicação. Barros colocou-se como um líder e articulador que está sendo perseguido de forma política, que, no fundo, visa atingir seu candidato a prefeito, Carlos Roberto Pupin (PP), que por sinal não estava presente.
O (ainda) capo disse que não vai deixar o governo, embora nos últimos meses raramente compareça à sua secretaria, e afirmou estar tranquilo.

Blog

Discursar é bom para o moral

A reunião serviu também para tentar levantar o astral dos aliados, que, nos bastidores, se verificou, continua baixo. Houve discursos emocionados, como o de Vagner Mussio – que admitiu fazer parte dos Três Porquinhos, ao lado de Leopoldo Fiewski (flagrado ao telefone tratando de um acordo em licitação de publicidade) e de José Luiz Bovo – e de Umberto Crispim, presidente do recém-adquirido PMDB, que elevou Ricardo Barros à condição de herói daquele exército probo e tão bem intencionado. As adversidades surgidas agora, alguém sugeriu, serão um ânimo para tentar eleger o representante de Barros já no primeiro turno.Continue lendo ›

Blog

De vilão a herói

O presidente do PMDB maringaense, Umberto Crispim, hoje um dos mais entusiasmados peões da organização partidária liderada por Ricardo Barros, tem um coração de ouro. Ao elevar o (ainda) capo à condição de herói, em seu discurso para levantar o moral da tropa, apagou de seu perfil as agressões sofridas pelo hoje superior hierárquico político. Há alguns anos, quando o PMDB tinha na defesa dos preceitos democráticos sua grande virtude, Crispim foi vítima de grampo telefônico ilegal, perpretado a mando de Ricardo Barros. Além dele, foram grampeados os telefones do promotor Cruz, do deputado federal Odílio Balbinotti, do então chefe de gabinete Reginaldo Dias e deste modesto blogueiro, então no jornal Hoje. Quis o destino que o ex-prefeito fosse notícia nacional justamente falando ao fio do telefone.

Eleições 2012

Menos 18 candidatos a vereador

Chega a 18 o número de pessoas que deixaram de ser candidatas a vereador em Maringá, de acordo com o site do TSE. Uma renunciou (Herbert, do PMDB) e outras 17 tiveram o registro indeferido. São elas: Antonio Vanderlei dos Santos (PMN), Arlindo Cardoso (PPS), Carlos Roberto Ferreira Barbosa (PTdoB), Djanira Maria de Jesus Fonseca (PHS), Gislaine Cristina Pereira (PRP), Gonçalo Barbosa (DEM), Ivone Santana Monarim (PRP), Leida Maria Rissardo (PTB), Letícia Lourenço Bento (DEM), Maria Cristina do Nascimento (PTC), Nicélia Maria Catalani (PPS), Oswaldo Justus Boso (PTB), Patrícia Rodrigues Infante Vieira (DEM) e Romilda Domingos Rubim (PPS).

Eleições 2012

Apenas uma candidatura pendente

O juiz eleitoral José Cândido Sobrinho deferiu todas as candidaturas a prefeito de Maringá, à exceção, até agora, do advogado Alberto Abraão Vagner da Rocha, do Partido Verde. No site da Justiça Eleitoral consta que seu caso ainda aguarda julgamento. Ao liberar a candidatura do vice-prefeito e prefeito em exercício por 100 dias Carlos Roberto Pupin (PP), o juiz considerou a tese de que não se pode confundir titularidade com exercício do mandato; em todo o texto, porém, referiu-se como se ele houvesse assumido seis meses antes das eleições somente neste mandato, embora ele também tenha assumido no semestre que antecedeu a eleição em 2008, no final do primeiro mandato, situação que não foi alegada nem pelo PSB, PSDC nem Ministério Público.

Akino

Saia para não deixar Beto numa saia justa

Li no blog do Cícero Cattani e reproduzo: ““Saia agora, Ricardo Barros, antes que a lama atinja um homem honesto, Beto Richa”, diz um político parafraseando Roberto Jefferson no episódio do mensalão apelando a José Dirceu que deixasse a Casa Civil, livrando Lula do escândalo. Depois de noticiado com exclusividade por este blog, o grampo que detonou o episódio de Maringá chegou às páginas da Gazeta. E, como previsto, arrisca abalar as candidaturas de outros aliados de Beto.”
Meu comentário (Akino): Acredito que ele pedirá uma licença, sob o argumento que precisa se dedicar às campanhas. Até as eleições teria um fôlego para ver como fica. No fundo o governador não tem lá muita autonomia para pedir que ele saia, pelo menos é o que parece, o que certamente o deixa numa saia justa. Mudando de assunto, houve alguma licitação na Secretaria da Indústria e Comércio na atual gestão?
Akino Maringá, colaborador

Blog

Um triste final de tarde

Um clima de tristeza desceu sobre o escritório político da deputada federal Cida Borghetti, na avenida Prudente de Morais, em Maringá. Mais um pouco e Ricardo Barros perde a condição de capo. Nunca se viu sua assessoria disparando tanto telefonema a tanto aliado, ex-aliado, conhecidos e principalmente assalariados (cargos comissionados). Teve gente que se sentiu lisonjeada pela lembrança, depois de tanto tempo, mas preferiu declinar. Assim, nem todos os convidados apareceram. Alguns estavam constrangidos, outros tão abatidos como Barros, caso do presidente do PSDB, Wilson Matos. Foi uma tarde como há muito não se via naquelas lados onde costuma imperar a arrogância.

Blog

Crise na SER pode piorar

Na próxima sexta-feira, às 17h30, acontece a assembleia geral extraordinária da Sociedade Eticamente Responsável de Maringá, que vive uma crise sem precedentes, que incluiu a exclusão do ex-presidente, o empresário Ariovaldo Costa Paulo, ex-presidente da Acim. Com a diretoria resumida a uma pessoa, o tesoureiro, e sem as funções mais midiáticas (o Observatório Social de Maringá, um braço da entidade, à frente), a SER corre o risco de dissolução. O episódio envolvendo os parceiros Silvio Barros II e Ricardo Barros pode ajudar no sepultamento da ONG, que com os dois mantinha relacionamento tal que incluía a indicação de um secretário municipal. Agora, com o escândalo da fraude na licitação da publicidade de R$ 7,5 milhões, ficou ruim até para quem passa perto dos fratelli.

Blog

Ele aproveitaria a deixa?

No paço municipal, em Maringá, o blog ficou sabendo, circula que o prefeito em exercício, Carlos Roberto Pupin, não bastasse as presepadas de seu coordenador-geral de campanha, está uma arara com o super-secretário Leopoldo Fiewski, que teria sido o verdadeiro mentor do reajuste de 100% para os advogados e 150% para os contadores da prefeiutura. Agora que o “Leo”, como diz o “chefe” Ricardo Barros, está com tudo na mídia, o pessoal torce para que Pupin aproveite a brabeza e dispense o secretário importado de Cascavel.

Akino

Tão difícil como

Explicar aquela conversa com o ‘Leo’ não é fácil, mas Ricardo Barros está tentando. Se colar, muito bem, alguns ingênuos pode até acreditar, mas que é uma tarefa díficil convencer aos que tenham, pelo menos, um pouco de vivacidade, não tenho dúvidas. Para usar uma expressão batida, e meio chula, é o mesmo que tentar justificar batom nas roupas íntimas. Como é difícil convencer que não é aquilo que o parceiro está pensando.
Akino Maringá, colaborador