Toda a crise no Observatório Social do Brasil se instalou quando Ariovaldo Costa Paulo tentou tirar o poder que a Rede detinha, através do Conselho da entidade, afastamento de técnico contratado e de um voluntário que vinha atuando no suporte aos Observatórios. Também pesou a ficha de alguns nomes de Maringá, sabidamente com negócios ligados a políticos, ferindo o princípio da entidade.
A entidade corre o risco de se ver envolta em pendenga jurídica, garante uma fonte, pois além do processo eleitoral ser inadequado ainda tem muitos assuntos ligados à verba da Finep, UEM e outras entidades para ser passado a limpo. Como a especialidade dos Observatórios é fiscalizar a aplicação das verbas públicas, nada poderá escapar da “lupa” desta gente. Só para lembrar, a maioria dos Observatórios não age como o Observatório de Maringá, que assessora o prefeito e só atua em licitações previamente escolhidas: atuam em todas. Daí porque os Maringá tenta frear a Rede, dizem os observadores, que contam com pessoas muito independentes e sem ligações com políticos.