A propósito de uma postagem do Lauro Barbosa, que reproduzo: “Bateram que teria partido do irmão mais novo a ordem para votar ‘rapidão’ os projetos relacionados as casas geminadas e ao uso e ocupação do solo, aproveitando a ausência do irmão mais velho, que está de licença, e ao que parece não era muito favorável a votação. E como o que está interino não aguenta muita pressão, deu no que deu. E o povo ó…”
Meu comentário: Lauro, a informação de que tenho é que pela sua formação religiosa, Sílvio II, sempre que pode, evita fazer e ver o ‘mal feito’ (uma expressão criada por Dilma dos debates e repetida por Pagot no Senado, que quer dizer, desvios, corrupção, malandragem etc). Será que não foi justamente em função disso que ele tirou mais 10 dias de férias? Dizem que nosso prefeito, que falou para outros 3.500 colegas, numa reunião em Brasília, segundo a sua própria assessoria de imprensa, que antes de prestarem contas a Deus, eles, os prefeitos, prestarão contas a Deus, tem sérios problemas de consciência todas as vezes que um ‘mal feito’ acontece na sua administração, mas confia no perdão, pois aceitou Jesus como seu salvador.
Akino Maringá, colaborador