Lei do plebiscito descumprida?
Vejam postagem do Lauro, que reproduzimos: “Não sei se procede, mas o bochincho é muito grande. Dizem que o irmão renunciaria para a cunhada poder concorrer. Seria a única forma de tentar desbancar a candidatura oposicionista, que a cada dia cresce mais. Se isto acontecer, seria o maior casuísmo já visto na história política desta cidade, comparável só com os tempos da ‘dita cuja’.”
Meu comentário: Ainda bem que o Rigon descobriu a lei que proíbe a instalação de Usina Atômica, em Maringá, sem plebicisto. Mas ao que parece estão querendo fabricar bombas descumprindo a lei. De fato, se a informação do Lauro se confirmar seria uma bomba atômica, mas tenho dúvidas sobre os efeitos. Primeiro acho que o irmão não largaria o seu último ano de mandato (dificilmente terá outra chance). Segundo, salvo engano, há controvérsias se a cunhada poderia ser candidata (faltaria amparo legal). Terceiro, acho que não há tanto temor quanto à vitória da ‘oposição’.
Akino Maringá, colaborador
*/ ?>












