As notícias envolvendo o vereador W.Andrade, após ele ter manifestado intenção de assinar a CPI da Saúde, são sintomáticas. Primeiro foi a CBN que pegou no seu pé, com razão, diga-se de passagem. Agora, no blog do Milton Ravagnani, leio: ‘”O problema não é saber se tem ou não arma, mas no barraco armado. Pode ficar muito caro para o vereador Wellington Andrade (PRP) a confusão em que teria se envolvido num bar da avenida Bento Munhoz. Por enquanto nenhum vereador fala abertamente sobre o assunto, mas já há pelo menos dois deles estudando a possibilidade de apresentar um pedido para a instalação de processo de cassação por falta de decoro parlamentar. Confirmou que estava no local e que quando a coisa estourou ele foi embora. Nega que tenha sacado uma arma, como se comenta, e sustenta que não há nada contra si, já que nem boletim de ocorrências foi registrado.
Esquece que são necessárias apenas duas testemunhas para seu castelinho cair. Tem gente louquinha para botar um basta no rapaz.
Meu comentário: O faro de detetive aponta para algumas prováveis segundas intenções: Querem desviar o foco da CPI da Saúde, enquadrando W. Andrade que anda cobrando uma fatura alta. Uma cassação de mandato daria lugar a Ton Schiavone, homem de mais confiança de Silvio II, além de atingir John, “mestre de Andrade” e que anda se rebelando. Que nenhum vereador da ‘dita oposição’, como diz debochadamente o líder do prefeito, caia na armadilha de pedir a cassação do polêmico vereador.
PS – Acredito que o Milton Ravagani, cujo trabalho admiro, esteja sendo usado.
Akino Maringá, colaborador