Geral

Uma cidade que já foi tranquila

De leitor:

Maringá já foi uma cidade tranquila e livre de assaltos a mão armada na luz do dia e sequestros relâmpagos. Ontem à tarde, um casal de amigos foi a um banco da cidade sacar uma quantia significativa em dinheiro para pagar uma conta. Saíram do banco, andaram cinco quadras quando uma motoclista parou do lado do carro deles, sacou uma arma e deu voz de assalto, levaram toda a grana e tudo que tinha dentro da bolsa. Claro, ninguém viu, ninguém sabe nada… E os policiais? Estão muito ocupados fazendo blitz para autuar motoristas com IPVA e seguro obrigatório vencido, extintores fora do prazo de validade entre outros. Com isso a bandidagem está agindo, é só abrir os jornais todos os dias para confirmar.

Política

Diplomados

O prefeito eleito de Tuneiras do Oeste, Luiz Antonio Krauss, e seu vice Ézio Ferreira, foram diplomados na última quarta-feira no fórum eleitoral de Cruzeiro do Oeste. Eleito no dia 8 de agosto, Luiz Krauss irá cumprir um mandato de pouco mais de dois anos. A posse está marcada para o próximo dia 20. Leia mais.

Akino

Maringá não tem problemas financeiros?

Uma afirmação do vereador Sabóia na célebre sessão em que o presidente do Sebrae nos deixou estupefatos. Disse o vereador que Maringá não tem problemas financeiros e mais, que R$ 1,1 milhão, que ano passado foram aplicados R$ 120.000,00, que só Ricardo Barros conseguiu R$ 250 milhões.
Minha opinião:  Caro dr. Sabóia, o senhor que foi muito gentil comigo, respondendo uma indagação, poderia responder mais uma: confirma tudo isso? Tem certeza que R$ 1,1 milhão é pouco dinheiro? Tem certeza que está sobrando dinheiro nos cofres da Prefeitura?

Akino Maringá, colaborador

Maringá

Hoje, no Novo Centro

Leitor que seguia pela manhã para trabalhar no Novo Centro, em Maringá, estranhou o congestionamento na avenida. Horácio Raccanello. “A fila estava no rumo do Shopping Avenida Center. Semáforo abria e fechava e quase ninguém saía do lugar. O motivo está nas fotos”.

Expressão

Migalhas

Não creio que na nossa linguagem política se diga que se transige com atos de imoralidade, com fatos criminosos. A isso chama-se corrupção, e não transação – José de Alencar

Akino

Feira do Sebrae: resposta a um empresário

Transcrevo literalmente o que saiu em uma das colunas de O Diário: “O ex-deputado Divanir Braz Pama está revoltado com os vereadores maringaenses  que – com os planfletos que fizeram – inviabilizaram a Eempreendedor em Maringá.  São os vereadores que pensam pequeno, que atrapalham o desenvolvimento da cidade, disse Braz Palma. Com uma empresa de  bom porte que viesse para a cidade, o retorno já seria muito maior, mas eles – demagogicamente – fazendo planfetinhos – foram contra o investimento por parte da prefeitura, prejudicando Maringá, falou”. E Braz Palma encerrou: “Se estes vereadores  acharem ruim o que falei e penso deles, podem me procurar que falarei a eles pessoalmente”.
Minha resposta: Prezado Divanir, não tenho procuração dos vereadores, mas não me contenho e vou tentar explicar. A feira seria para novos empreendedores. O público alvo seria  pequenos, desempregados, pessoas que já trabalham por conta e não para atrair grandes empresas, ou de bom porte como o senhor disse. Para isso já existe o Codem, Prodem, temos todo tipo de incentivo para atrair novas empresas. Os vereadores defenderam a não aplicação de tanto dinheiro, entendendo que há outras prioridades  Compreendo, mas não entendo, sua revolta que deve ser por conta da possível lotação do seu hotel com caravanas de outras regiões que viriam com  tudo pago (R$ 450 mil) . Não foi por demagogia que os vereadores fizeram os ‘panfletinhos’. A verdade foi a única forma de fazer chegar ao povão a notícia. Se as rádios, como do seu amigo Pinga Fogo, os programas de televisão e os jornais fossem realmente imparciais e abrissem espaços para discussão, talvez eles não precisassem fazê-los (planfletos). Espero ter explicado e desafio a qualquer um demonstrar como haveria retorno. Tenho certeza que seria má aplicação de dinheiro. Os planfletos não falavam do Sebrae e oficialmente foi o Sebrae quem cancelou a feira.
PS: Se eu fosse os três vereadores iria  discutir o assunto com o senhor e esclarecer, pois acredito que sua manifestação tenha sido passional e não racional.

Akino Maringá, colaborador

Blog

Fraude: bloqueados bens de prefeito de Santa Fé

O desembargador Leonel Cunha, do Tribunal de Justiça do Paraná, determinou a suspensão dos efeitos do concurso 001/2006, realizado pela Prefeitura Municipal de Santa Fé, diante dos fortes indícios de irregularidades. Ele determinou ainda o bloqueio dos bens do prefeito Fernando Brambilla (foto) e de mais de 20 envolvidos na possível fraude, entre eles a mãe do prefeito, Dulcilene de Fátima Rodrigues Brambilla, mulher de Pedro Brambilla, ex-prefeito de Santa Fé e ocupante de cargo de confiança da prefeitura de Maringá; Dulcilene foi uma das aprovadas no concurso. A decisão é resultado de ação popular movida pela vereadora Elislaine Aparecida da Silva (PPS) e pelo presidente do PSDB, João Mauro Simarde, e advogada por Helton Juvêncio da Silva (presidente do PPS local) e Hwidger Lourenço Ferreira.
A liminar suspendendo os efeitos do concurso, bem como o bloqueio dos bens dos investigados e a busca e apreensão de todos os documentos relativos ao concurso, foi tornada pública ontem, mas ainda não está publicada no site do TJ-PR.

Akino

Líder faz propaganda enganosa

O líder do prefeito, querendo dizer que Maringá e o prefeito estão com a bola toda, leu em plenário, logo após uma fala da vereadora Marly sobre a Feira do Empreendedor, uma carta que Silvio II recebeu da Fundação Getúlio Vargas informando que Maringá foi classificada com finalista para receber o Prêmio Municípios Que Fazem Render Mais. Pelo teor do discurso deu a impressão que a fundação teria estudado a gestão de Maringá e a considerou eficiente e eficaz na otimazação dos recursos públicos, em transparência, modernização, incentivo à iniciativa privada. Destacou que Maringá foi o único município do Paraná, com mais de 250 mil habitantes a se classificar. Que Londrina não se classificou.
Consultei o Google e encontrei o site e descobri que trata-se de um certamente em que todos os muncípios podem concorrer  e mandar as suas informações, uma espécie de currículo, e certamente o ‘ pavão’ foi enfeitado. Diversos pequenos municípios estão participando, inclusive Nova Aliança do Ivaí, o menor de todos. Pelo que entendi é um concurso igual àqueles que eram realizados nos anos 90, onde empresas vendiam diplomas de o melhor dentista, o melhor comerciante disto daquilo. Chegavam para o empresário e diziam que tinha pesquisado e apresentavam um custo.
Minha oponião: o líder fez uma propaganda enganosa.

Akino Maringá, colaborador

Akino

Ainda sobre pareceres

Para se ter uma idéia da importância dos pareceres das comissões da Câmara MunicipaMaringál de , em projetos que serão votados pelo plenário, compete à Comissão de Finanças e Orçamento manifestar sobre matérias de ordem financeira, tributária e orçamentária, e outras que, direta e indiretamente, alterem a despesa ou receita do Município, ou repercutam no respectivo patrimônio. Na votação do fatídico projeto que destinou R$ 1,1 milhão para a realização da Feira do Empreendedor o Presidente desta comissão disse que era favorável e questionado pela Vereadora Marly afirmou que tinha consultado o orçamento do município e que havia dotação. Foi desmentido pelo Vereador Humberto Henrique que garantiu que nem rubrica existe. Teria John faltado com o decoro parlamentar? Dá para acreditar nesses pareceres? Isto precisa mudar. O presidente Hossokawa, que é bem intencionado, não pode continuar cometendo o mesmo erro. Neste casos, primeiro precisaria apurar se a matéria e tão urgente que não pode esperar até a próxima sessão. Se confirmada, suspende a sessão, as comissões se reúnem e dão um parecer que pode ser provisório e na segunda votação teriam que apresentar por escrito e fundamentado, principalmente nos casos que envolver dotação orçamentária. Pareceres não podem ser mera formalidade.

Akino Maringá, colaborador

Akino

?Bravin dá parecer favorável em projeto que não leu

Para se ter uma ideia de como funcionam os pareceres das comissões da Câmara em projetos que são apresentados em regime de urgência, na sessão desta quinta-feira o vereador Bravin deu parecer favorável pela Comissão de Políticas Gerais num projeto que destina um terrreno de 20.000 metros para uma empresa que comercializa caminhões e logo em seguida confessou que passara batido e que se soubesse do que tratava votaria contra, aliás manifestou-se frontalmente contra. Ora, como pode levar em consideração em parecer nessas condições? Absurdo e isto acontece em quase todas as proposições do Executivo, o próprio presidente diz: “Cumprida a formalidade”. Os pareceres são tidos como mera formalidade.

Akino Maringá, colaborador

Opinião

Quatro vereadores vitoriosos

De Cezar Lima:

Não fora a ação corajosa de quatro vereadores da Câmara Municipal de Maringá – Marly, Mário Verri, Humberto Henrique e dr. Manoel Sobrinho -, a imprensa de Maringá e do Paraná não teria dado destaque à “apropriação” de 1 milhão e 100 mil reais dos cofres públicos municipais – para “doação” ao Sebrae-PR – instituição particular e que possui recursos próprios para “bancar” os eventos que quizer e para fazer aonde quiser. Depois da “desistência” oficial daquele órgão/instituição, “estão à procura de uma nova cidade” para realizar o evento. Fica a sugestão: Astorga, terra natal de seu Nogaroli e o prefeito de lá, seu Arquimedes, o”homem da alavanca”, gosta de “torrar” dinheiro público e igual ao prefeito de Maringá, responde a inúmeros processos em “crimes de responsabilidade” e outros e, espera-se sua cassação.

Andye Iore

Balada no lugar errado

“Dos três presos em flagrante, dois estavam com uma moto roubada. O terceiro é suspeito de ter cometido três estupros…” Ao ler a frase anterior você tem a impressão que a polícia fez uma operação num local perigoso, com alto índice de criminalidade. Essas prisões aconteceram em uma festa em um posto de combustíveis, na madrugada de hoje, em São Paulo. O quadro é bem comum em Maringá. Apesar da polícia fazer rondas e inibir essa situação ocasionalmente em postos com maior fluxo de pessoas, a situação ainda acontece em muitos bairros maringaenses. Além de incomodar a vizinhança com o barulho, é comum ver menores ingerindo bebida alcoólica e motoristas saindo embriagados do local.

Geral

Mulher denuncia assédio

Uma ex-funcionária da Secretaria de Obras, Viação e Serviços Urbanos de Marialva registrou denúncia no Ministério Público por assédio contra o chefe. A moça afirma que o acusado sempre a procurava com insinuações tocando-a fisicamente em várias partes do seu corpo e relatou ao MP momentos constrangedores que viveu no local de trabalho, como “brincadeiras pesadas”; ela disse ter chegado a apanhar de cinta. Há dois anos a jovem passou em um concurso público e começou a trabalhar no almoxarifado e afirmou que foi procurar o secretário de Administração para tomar providências, mas nada teria sido feito. Revoltada, pediu demissão e denunciou.

Blog

Educação nas ruas. Por um candidato

De leitor:

Como de costume dos maringaenses, quarta-feira é dia de Feira do Produtor, até aí tudo bem. Eis que nesta semana eu estava passeando pela feira aproximadamente às 17h15, quando me deparei com a equipe de coordenadoras e diretora de ensino da Seduc, fazendo campanha para um certo deputado. Fiquei pasma, como pode pessoas que se dizem tão preocupadas com a Educação se prestar a um papel desses!

Maringá

ITM adia data de licitação

Foi adiada para 18 de outubro a concorrência que a Incubadora Tecnológica de Maringá realizará para contratar empresa para adequar as instalações do armazém do extinto IBC para utilização pela ITM, com área de 18.067,97m², em regime de empreitada por preço global. O valor máximo da licitação é de  R$ 990 mil. Além da ITM alterou a metragem exigida do acervo técnico, substituiu um projeto arquitetônico e dados do memorial descritivo e planilha de custo.

Cidades

MP investiga denúncia em Paranavaí

O promotor de justiça de Paranavaí, Vilmar Antônio Fonseca, fala em entrevista ao repórter Pedro Artur sobre a investigação de supostos  pagamentos irregulares de horas extras a pessoas que prestam serviços no Pronto Atendimento Municipal. Segundo as denúncias, para viabilizar pagamentos de funcionários sem vínculos com o município, inclusive de médico já exonerado a bem do serviço público, eram feitos pagamentos de horas extras a funcionários vinculados à Secretaria de Saúde e esses recursos eram repassados a esses  prestadores de serviços no P.A. Entre médicos, enfermeiros e atendentes, nos últimos 20 dias, o MP ouviu cerca de 30 pessoas que estariam envolvidas nessas irregularidades. Aqui.

Maringá

Contratos e licitações

O INSS de Maringá prorrogou ontem, por mais 12 meses, a vigência do contrato com a GTS Pneus Ltda. (até setembro de 2011), com valor total de R$ 152.957,50.

Já a prefeitura de Maringá realizará no próximo dia 30 pregão para contratar empresa especializada para prestação de serviços de manutenção preventiva e corretiva no sistema mecânico e elétrico, funilaria e pintura, lubrificação, com fornecimento de mão de obra e peças novas e genuínas, dos veículos pesados, caminhões e cavalo mecânicos da frota municipal por um período de 15 meses. No dia 1º de outubro o pregão será para contratar empresa para fornecimento de peças em geral novas de primeira linha e/ou originais e acessórios novos de primeira linha e/ou originais, para veículos leves necessários para realização de manutenção da frota pelo período de 12 meses.

Política

O petista amigo

Trecho de comentário de Messias Mendes:

Ricardo [Barros] continua amigo do ministro Paulo Bernardo, que estaria contando com o esforço da família Barros para alavancar Gleisi para que ela fique em primeiro na disputa pelo Senado. Ganhar de Requião é tudo o que Bernardo, desafeto do ex-governador, deseja. Então, companheiros e companheiras, não se surpreendam se em 2011 Ricardo Barros, mesmo derrotado nas urnas, aparecer como diretor da Itaipu Binacional. Na íntegra.

Educação

Religião e educação

Foi realizado hoje o encerramento do Programa Educacional de Repressão às Drogas e Violência (Proerd), na Igreja Presbiteriana, em Maringá. A mãe de uma aluna diz que a filha, de 10 anos, não gostou, “pois um pastor fez uso da fala, orou e cantou com as crianças”. Haviam dito que a igreja seria apenas a sede do encontro. Apesar da idade, a garota é muito, tem sua igreja e o seu jeito de orar. “Sentiu-se usada e desrespeitada”, assinala.

Não é a primeira vez que a Secretaria Municipal de Educação mistura a igreja da secretária com atividades da secretaria.

Akino

Sejamos honestos com os três vereadores

Há uma nítida intenção de setores da imprensa em tentar crucificar os vereadores Humberto, Marly e Verri, acusando-os de serem os culpados pela não realização da Feira do Empreendedor em Maringá. Seria mera  ignorância se não beirasse a má fé. Em nenhum momento eles se posicionaram contra o Sebrae e a feira, apenas questionaram o valor. A Vereadora Marly até sugeriu uma emenda coletiva reduzindo. Foram derrotados no voto e a Câmara autorizou o repasse. Onde  impediram a realização da feira? Paremos de brincadeira. A feira não saiu porque o Executivo percebeu que o repasse que R$ 1,1 milhão seria ilegal e teria problemas judiciais e insistisse. Ou temendo um desgaste nas campanhas de Cida, Ulisses e Ricardo, após o panfleto. Ou ainda depois que publicamos que  já  tinham sido repassados R$ 208 mil para um programada chamado Bairro Empreendedor e outros R$ 55 mil para incentivar o artesanato, o que nos causou estranheza. Sejamos honestos com Humberto, Marily e Mário Verri. Se for o caso poupem o dr. Manoel que votou contra o repasse, visivelmente constrangido. 

Akino Maringá, colaborador

Akino

Para uma leitora muito especial

Falamos de uma pessoa que se identificou como Márica Arruda,  em pitacos raivosos nos chamando de câncer da sociedade. Prezada Márcia, espero sinceramente que você nunca tenha  esta doença terrível que leva tanto sofrimento, principalmente para aquelas pessoas que dependem da saúde pública. Este valor R$ 1,1 milhão seria muito bem aplicado para agilizar tratamentos quimioterapia ou rádio  não acha? Vejo que você, permita-me a intimidade, também  deu sua opinião no Caixa Postal de O Diário e se dirige a um vereador, sem dizer qual. Disse que já participa do Bairro Empreendedor, programa que tem R$ 208 mil de dinheiro do contribuinte maringaense, como eu, que não uso.  Não acha que já é suficiente? Chame as amigas, que disse ter convidado para feira, para o programa do bairro empreendedor, ou vá diretamente ao Sebrae, em último caso, faça uma caravana para Foz do Iguaçu, pois o transporte e hospedagem pode ser pago pelo Sebrae (pelo menos há informação de que aqui teríamos R$ 450 mil para caravanas de outras cidades). Aproveite, visite as cataratas, vá ao Paraguai. Que tenha muita saúde e, se me permite, um conselho: elimine do seu vocabulário está palavra canc*, não julgue as pessoas que têm opinião contrárias a você. No meu caso, pode crer, nada contra a feira, ao Sebrae, apenas o entendimento de que o repasse era exagerado, seria ilegal, não daria retorno e os recursos seriam melhor aplicado no tratamento de pessoas carentes, principalmente. Saúde para você e os seus. Sucesso na empresa.

Akino Maringá, colaborador

Akino

Vereadores da base fizeram papel de ‘otários’ ?

Está é a grande dúvida, se os vereadores que ficaram possessos com o anúncio do cancelamento da Feira do Empreendedor, como Sabóia e Zebrão, e todos os 8 que votaram a favor do projeto que autoriza o repasse de  R$ 1,1 milhão ao Sebrae sabiam que o cancelamento não foi do Sebrae, mas do Executivo e o sr. Jeferson Nogaroli apenas fez ‘um teatro’, dizendo que estava tirando a feira de Maringá e jogando a culpa em nos 3 vereadores que fizeram o panfleto de alerta à população. Não tenho dúvidas que o decisão do cancelamento partiu do Executivo e a confirmação veio lendo matéria de O Diário em que o prefeito disse: “O problema é que tentaram politizar o assunto em um momento eleitoral, tentaram gerar desgaste e personalizar o tema na pessoa do prefeito”.
Se os vereadores não sabiam, fizeram o papel de otários. Notem que o líder do prefeito pouco falou e quando falou disse que o prefeito havia dito que Nogaroli anunciaria o cancelamento da feira. Será que ele (líder) também foi enganado?  Será que John também não sabia? Dr. Manoel, pelo visto sabia, tanto que insistiu que o projeto não fosse votado e votou contra.  Será que todos os demais fizeram o papel de ‘otários’?  

Akino Maringá, colaborador