Mobiliário urbano

Esta lixeira fez parte do paisagem maringaense entre os anos 70 e 80. É um dos objetos que integraram o mobiliário urbano da cidade resgatados em fotografia por no blog de JC Cecílio.

Esta lixeira fez parte do paisagem maringaense entre os anos 70 e 80. É um dos objetos que integraram o mobiliário urbano da cidade resgatados em fotografia por no blog de JC Cecílio.

No blog de JC Cecílio, o anúncio da Crush, chegando à Brasília, em 1963. E tem ainda a propaganda da Grapette, nos anos 70, no Fim da Picada.

JC Cecílio – que ama Maringá e, por isso, não pode ser prefeito da cidade – postou no blog MPB oito flâmulas representativas e históricas da cidade e região. Entre elas, uma do bicampeonato do Grêmio Maringá, do Festival do Cinema Nacional de 58 e outra que traz o desenho da rodoviária, prédio de linhas ímpares no interior do Paraná e dizimado pela desadministração municipal. Flâmulas eram objeto de coleção até o início da década de 70; lembro as dos meus tios, Nicanor e Angelim.


O IG seguiu a BBC Brasil e utilizar “enterrar” ao invés de “sepultar”, observa JC Cecílio, que ontem, acompanhando a Band News, ouviu o repórter se referir algumas vezes à morte de “Obama bin Laden”.

O casal João Antonio Correia Jr., o Zitão, dança no Salão de Ouro do Grande Hotel, em Maringá, durante a eleição da Miss Brotinho 1961. O regsitro está na revista Hintelândia, resgatada por JC Cecílio em seu blog. A vencedora foi Sidney Ribarolli (abaixo), que casou-se depois com Alcides Parizotto, fundador do Atacadão (hoje pertencente ao Carrefour).


Esta é uma das fotos que JC Cecílio disponibilizou em seu blog, aproveitando que acontecerá a cerimônia de sepultamento dos restos mortais do padre Sidney Zanettini na cripta da Catedral de Maringá, que ele ajudou a construir. A foto é de um livreto da então diocese, no início dos anos 80. Leia mais.

JC Cecílio foi conferir a exposição “O Mundo Mágico de Esher, em São Paulo. Dedicada ao artista gráfico holandês Maurits Cornelis Escher (1898-1972), a mostra reúne 94 obras, entre gravuras originais e desenhos, incluindo todos os trabalhos mais conhecidos do artista. Escher ficou mundialmente conhecido por representar construções impossíveis, preenchimento regular do plano e explorações do infinito. Leia mais.

Esta é uma das imagens “mais ou menos raras” das catedrais de Maringá coletadas por JC Cecílio em seu blog. Há inclusive uma que mostra flores e a finada fonte da praça da Catedral.

JC Cecílio faz o resgate da infância no Maringá Velho e entorno, aqui no “subidão do Maringá Velho”, como diziam nos comerciais das rádios de Maringá.” Destaque para o Bazar Kosmos, que ficava na avenida Brasil 5.126, onde recordo a decoração de Natal dos anos 60/70 (alguém saberia qual a família (da colônia japonesa) proprietária do bazar?). O resgate com um exemplar do mesmo brinquedo (funcionando!) que decorava e animava a todos que passavam pela loja, tanto as crianças quanto os adultos”.

A foto mostra a entrada do Horto Florestal de Maringá (que continua desativado na atual administração, apesar de sentença judicial em contrário) no ano de 1952, num anúncio da Companhia Melhoramentos Norte do Paraná veiculado na revista “A Pioneira”, de Londrina. Esta é uma das postagens de mais um blog voltado para a preservação da memória da cidade, já que exigi-la do cérebro de nossos políticos é impossível. Trata-se do MPB – Maringá, Paraná, Brasil (adorei a sacada do nome), de JC Cecílio, o maior pesquisador – e defensor – da história desta jovem cidade.

De JC Cecílio:
Este cartão postal retrô (velho mesmo, todo amarelado pelo tempo) voltou a ser vendido numa banca de revistas da praça Raposo Tavares. Eu comprei, claro. Por R$ 1,00 cada. Uma miragem? Uma relíquia? Coitado do turista, vai procurar o monumento histórico e não vai achar! Ninguém merece!!!
PS – Lá também vende muitos cartões postais do Parque do Ingá. Putz!!!

Mais um achado de JC Cecílio: “Eu te amo, Maringá!…”, primeiro livro de poesias do mineiro Galdino Andrade, um dos fundadores da Academia de Letras de Maringá, publicado em 1968 pela Editora Gráfica Ipê, com 61 páginas e apresentação de Ary de Lima. Na capa, uma foto da antiga rodoviária derrubada pelos Barros, jardins e os “arranha-céus” ao redor. “A rodoviária era o maior e mais importante referência da cidade, antes da conclusão da Catedral”, lembra Cecílio, que foi aluno de Galdino no Gastão Vidigal.

JC Cecílio flagrou a passagem da aeronave especial Embraer 195 “Rosa e Azul” por Maringá, ontem. Desde dezembro o avião que foi pintado de rosa, em parceria com a Embraer, em prol da campanha da Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio a Saúde da Mama (Femama), está em operação. A aeronave voa por tempo indeterminado e por trechos aleatórios, com esta pintura. No entanto, durante os dez primeiros dias de dezembro ele teve um diferencial nos trechos voados: toda a tripulação foi feminina (três comissárias, piloto e co-piloto).
A Azul é praticamente uma empresa feminina. Dos 2,5 mil funcionários, 1,7 mil são mulheres.

JC Cecílio visitou Londrina e recomenda a exposição fotográfica que o Museu Histórico de Londrina realiza até abril com o acervo de José Juliani, o “lambe-lambe” do Bosque, fotógrafo contratado pela Companhia das Terras do Norte do Paraná para registrar imagens da cidade durante 10 anos. Intitulada “Expressão visual de um autodidata: José Juliani, o colono-fotógrafo” a mostra contém imagens de Londrina feitas de 1933 a 1943. A entrada é gratuita. Veja mais.

Passando por Salvador (BA), na semana passada, JC Cecílio teve sua atenção chamada pela revista IstoÉ Dinheiro Rural de fevereiro, que traz o presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini, como tema de reportagem de capa. A matéria, intitulada “Ele fez a Coamo decolar”, escrita pela jornalista Viviane Taguchi, mostra como a cooperativa se transformou num dos grandes empreendimentos da atualidade sob o comando de Gallassini, que aparece acima num comercial da Bolsa de Chicago, de 1998, veiculado em vários veículos de comunicação do mundo (aqui, em melhor resolução).
Já Marta, a maior jogadora de futebol do mundo, aparece na capa da edição internacional da revista Newsweek de fevereiro.

De JC Cecílio:
Foi reaberta no último dia 25, aniversário da cidade de São Paulo, uma das maiores bibliotecas do Brasil, totalmente restaurada e revitalizada, após quatro anos. Fui dar uma espiada rápida no último sábado, registrei algumas imagens discretas, fora das salas de leitura. Na próxima semana, estarei de férias e lá irei conferir o interior e o fabuloso conteúdo desta magnífica casa de livros. Há visita guiada para os setores de obras raras. Veja mais.

De JC Cecílio:
Após mais de um ano, baixando apenas edições de pouquíssimos jornais brasileiros (O Globo, do RJ e mais quatro de SC e RS), alguns livros e apenas a Wikiipedia em inglês, agora foi liberada para o Brasil, finalmente, a pesquisa no Google, e por aí, via link de pesquisa, acesso muitos sites, inclusive o teu. Isso facilita consultar os vários sites e blogs, e a custo zero, pois não pago pela conexão 3G embutida no meu discreto Kindle.

De JC Cecílio:
Garimpando pela Estante Virtual, encontrei e comprei um livro publicado pelo meu antigo professor de português, Agostinho Baldin, lá do Colégio Estadual Dr. Gastão Vidigal, nos anos 1970s. Foi o professor mais culto que já tive em minha vida escolar, nossas aulas eram verdadeiras viagens culturais, a classe calava-se para ouvir sua experiência e conhecimento de múltiplos assuntos, então, as aulas eram muito mais que gramática e/ou literatura. Pesquisei sobre ele no buscador e o encontrei como colaborador do jornal Gazeta do Povo, de Curitiba. Trata-se de “Esteira de Esperança”, de 1982. Escolhi o poema “Catedral” (a capa e pequena biografia com foto). O livro traz contos, crônicas e poemas. O prefácio é de A. A. de Assis.

JC Cecílio garimpou esta raridade em Curitiba: um exemplar da revista Hinterlândia – A Revista do Norte do Paraná, de julho/setembro de 1961 (trimestral). A revista foi fundada em abril de 1958, por Alfredo Dobrucki, tendo Oliveira Júnior como diretor responsável. A publicação tinha redação e administração em Londrina e era impressa em Cambé.
Na capa do número 14 aparece Idalvina Guissoni, eleita “Rainha do Algodão” de Paranavaí.

De JC Cecílio:
Testemunhei neste último sábado a remoção dos últimos escombros da velha rodô. Os caras deram ordem para não deixar pedra sobre pedra, raspou-se tudo, inclusive a manta asfáltica, calçadas, guias etc. A demolição em tempo recorde mostra o grande ranço, a obsessão pela exterminação da história o do bem público.
Desde o início, observei como era grande a ira em acabar com tudo, nem separando os bens dos condôminos, nem separando os materiais nobres, como metais e outros artigos recicláveis.
Fico pensando nas placas de bronze comemorativas, nos arcos e colunas ícones (trademarks da cidade), agora apenas entulho espalhado no solo de algum aterro por aí. Acho que apenas algumas centenas de cidadãos realmente têm a noção do crime cometido por estes invasores bárbaros, atropeladores da memória.
Agora sobrou apenas a inútil paisagem, que deve ser explorada por flanelinhas oficiais, e no seu entorno o crack e marginalidade continuará correr livre leve e solto como tem sido há tempos, pelo desgoverno local. Um panorama desolador!
[Em melhor resolução]
De JC Cecílio:
Ao folhear a revista de bordo da Gol de outubro/2010, me deparei com mais uma versão da maluquete internacionalmente maringaense autodeserdada dizendo agora que nasceu em Campo Mourão. No Programa do Jô (Soares), ainda neste ano, ela comentou que foi concebida em São Paulo mas acabou nascendo em Maringá. Na seção Perfil, com o título “O Rio das Cariocas” assinado por Bibi da Pieve, que destaca as protagonistas da minissérie global que vai ao ar neste mês de novembro.“A revista da Gol aproveitou para perguntar a quatro das dez protagonistas onde elas se sentem mais cariocas (mesmo que não tenham nascidas no Rio) e o que destacariam no bairro correspondente ã sua personagem”. Aí me surpreendo ao ler:
Sônia Braga (60 anos – campo-mourense)
Revista da Gol: Em qual lugar do Rio você se sente mais carioca?
SB: Sou do Paraná [de Campo Mourão], acho difícil o “me sentir carioca”, mas me sinto muito bem na Pedra Bonita [no Parque Nacional da Tijuca]. É um ótimo local para uma boa caminhada, só dispenso o salto de asa-delta.
Pelo que sei, o seu irmão nasceu em Campo Mourão, outros em outras cidades, pois seu pai era um comerciante de terras e viajava levando sua familia por muitas regiões afora. A titia Sônia está ficando gagá ou quer tirar a urucabaca de ter nascido em Má-ringá?

De JC Cecílio:
Ao visitar Maringá no mês passado, fiquei muito triste ao ver a cidade mais abandonada ainda, sem parques abertos, praças e ruas sujas e calçadas quebradas, muito lixo na rua, muitos tocos de árvores no caminho. Cidade rica e bonita, para quem? Até o maior símbolo da cidade está com sérios problemas de estrutura: A Catedral pede ajuda aos dizimistas, assim como foi feito durante a construção desta, eram outros tempos, mas agora… Na minha opinião, os governos teriam a obrigação de realizar as devidas reformas no maior monumento e única atração turística de Maringá!
[Foto do mural na entrada do templo católico. Aqui, em melhor resolução]
De JC Cecílio:
Elegemos hoje, a primeira mulher presidente do Brasil, fato inédito e histórico. Agora, esperamos um novo olhar para a nação brasileira. Apesar do povo brasileiro ser ainda muito machista, as mulheres são a maioria no eleitorado brasileiro. Leia mais.
A dica é de JC Cecílio: na música What´s a Woman, do grupo belga Vaya Con Dios, há uma construção com arcos que lembra um prédio bem conhecido de Maringá e que o prefeito de-tes-ta. Aqui.

De JC Cecílio, depois de ler esta postagem e enviar a foto da árvore (de dezembro de 2007), na antiga Faculdade de Filosofia, antes da UEM – também foi o Colégio de Aplicação, onde ele estudou por dois anos:
Na época a gente admirava na hora do recreio, uma árvore muito comentada, por ser um símbolo da Pátria. O prédio também é um dos poucos ainda preservados, ainda, ainda… (meu Deus!!). Caso seja esta, não tem perdão! Cada dia mais esta cidade me decepciona, o que acontece? Algum vírus da destruição da vida e da história tomou conta das pessoas dai? La-men-tá-vel!