Redemoinho
Redemoinho flagrado por JC Cecílio em Vargem Grande Paulista.
Redemoinho flagrado por JC Cecílio em Vargem Grande Paulista.
O sempre atento JC Cecílio aponta que duas atrizes maringaenses estiveram no Programa do Jô na semana passada: Sônia Braga e Fernanda Machado. A primeira acompanhou a entrevista de seu marido, o fotógrafo Marcelo Faustini (dia 11), enquanto La Braga contou (dia 12) que nasceu em Maringá, mas descobriu, muito depois, que foi concebida em São Paulo. Mostrou fotos da infância, dos pais e dos irmãos. Contou que gosta de costurar e que sua mãe fazia vestidos. Disse que deixou o Brasil em direção a Nova Iorque na década de 80 não para tentar uma carreira internacional de atriz, mas porque viu “uma oportunidade para aprender o idioma”. Elogiou Alice Braga, sua sobrinha, filha de Ana Braga, sua irmã mais nova. E falou que não é parente de Ana Maria Braga. Contou também que tem sonhos com o número sete. Explica JC Cecílio:Continue lendo ›

Placa de bronze colocada em maio de 1984 na Estação Rodoviária Municipal de Maringá, quando o ex-prefeito Said Ferreira reformou e ampliou o prédio (foi colocada uma cobertura de metal ao redor e foi a queda de parte desta cobertura que fez brilhar os olhos da administração, que espalhou a inverdade de que o prédio estava caindo). A foto é de JC Cecílio.
De JC Cecílio escreve, e há que se concordar diante de tanta malandragem na vida político-administrativa da cidade: Said Ferreira foi o último grande prefeito que Maringá já teve.
Entre os políticos que estão aí ocupando cargos públicos, o vereador Mário Hossokawa (PMDB) foi seu vice-prefeito e secretário municipal e Ricardo Barros (PP) seu diretor técnico na Urbamar, graças à dona Bárbara, por sinal.

JC Cecílio resgata a história de “Maringá na Copa do Mundo”, livro de Altino Borba, editado em 1967, um ano depois do fiasco da seleção brasileira na Inglaterra. Aqui.

O Observatório das Metrópoles da UEM, por meio de uma equipe composta por Deprá, Veroni, João, Malu, Pupim, JC Cecílio e Ana, está realizando um documentário sobre a antiga Estação Rodoviária Municipal de Maringá. O objetivo é contar a história com o registro das memórias das pessoas. Assim, os interessados em contribuir com a preservação da história desse importante símbolo de Maringá, hoje quase totalmente demolido, mande um relato de uma história de sua vida relacionada à rodoviária.
Os relatos com identificação e contato para observatorio@uem.br

A irmã carmelita Pilar Sánchez (Pillar Sanchez Fernandez), fundadora e ex-diretora do Colégio Santa Cruz, de Maringá, faleceu ao final da tarde de ontem. Recentemente, ela recebeu JC Cecílio e narrou a chegada das irmãs fundadoras, desde a Espanha até Maringá, em 1952. em seu blog, ele disponibiliza o texto, escrito e lido por ela. Irmã Pilar tinha 85 anos e estava internada na Santa Casa desde o último dia 2.
PS – O velório ocorre na Capela Santa Cruz. O sepultamento será no Cemitério Rainha da Paz, em horário ainda não divulgado.

Foto feita no domingo pelo maringaense JC Cecílio, que reside em São Paulo e possui o maringaísmo que toda a equipe da administração municipal não tem. É uma das últimas lembranças que levou para a capital paulista, um dia antes de a Justiça conceder liminar suspendendo a demolição.
Acho que durante um bom tempo, se a liminar for mantida, como deveria, tudo poderia ficar como está, os entulhos servindo como um monumento à arrogância e da intolerância de certos políticos. Seria como um exemplo de como as novas gerações não devem ser.
Atualizado – A Justiça atendeu agora à tarde pedido dos condôminos da Estação Rodoviária Américo Dias Ferraz e determinou a paralisação da demolição iniciada pelo prefeito Silvio Barros II (PP), na última quinta-feira, antecipando-se a uma manifestação da sociedade organizada, realizada na sexta-feira. A informação é do Sismmar, via Twitter. O desembargador Xisto Pereira, do Tribunal de Justiça do Paraná, entendeu o argumento de desvio de finalidade da desapropriação. Leia mais.
PS – Mais tarde colocarei fotos feitas por JC Cecílio, que possui o maringaísmo que falta em todos os áulicos da administração municipal, no final de semana. Imperdíveis.

A irmã carmelita Pilar Sanches está internada desde o último dia 2 na Santa Casa, em Maringá, e seu estado não é nada bom. Irmã Pilar foi uma das primeiras freiras espanholas fundadoras do Colégio Santa Cruz, no Maringá Velho e exerceu o cargo de diretora por muitos anos.
No início do ano JC Cecílio esteve com ela e conta que a irmã “estava superbem e muito lúcida, e me descreveu toda a viagem da Espanha até Maringá. Gravei o depoimento por voz e fiz algumas fotos na casa em que vivem próximo ao Colégio e Capela Santa Cruz”. Na foto, la é a terceira, da esquerda para a direita, de vestido florido, com pouco mais de 80 anos de idade. “É uma pessoa muito querida e especial para Maringá”, testemunha JC Cecílio.

Do blog de JC Cecílio, que, embora residindo em São Paulo, é mais maringaense que muita “autoridade” por aqui.

Fachada do prédio Pauliceia, em São Paulo, um dos exemplares fundamentais da arquitetura moderna de São Paulo, que junto com o São Carlos do Pinhal, localizados na região central da avenida Paulista, são agora patrimônio histórico do Estado, observa JC Cecílio, maringaense de bom coração que reside por lá. Os dois edifícios foram tombados pelo Condephaat (órgão estadual de preservação), em decisão publicada no “Diário Oficial” no último dia 15. O despacho cita “a importância dos projetos da arquitetura moderna para a constituição da paisagem resultante do cosmopolitismo assumido pela cultura urbana em São Paulo, a partir da década de 1950”. Leia mais.
Por aqui, precisou-se de um engenheiro chegar à prefeitura para que o caipirismo desabrochasse de vez e a história passasse a ser um mero detalhe, menos importante que os compromissos com os financiadores de campanha.
(Danilo Verpa/Folha Imagem)
Imagens e textos da Folha da Noite, de São Paulo, no longínquo ano de 1947, sobre o que acontecia no norte do Paraná e no mundo, outro levantamento de JC Cecílio.

A foto do compositor Joubert de Carvalho – que nunca bebeu nem foi boêmio, tem seu busto em praça pública (praça Raposo Tavares) e empresta seu nome a uma das mais importantes ruas da “Cidade Canção” – está no blog de JC Cecílio.

Atualizado – Foto da inauguração da praça Napoleão Moreira da Silva, em Maringá, em 1962. O garoto parece ser Alex Valente, pré-candidato a deputado federal pelo PT, ao lado de Lúcia Moreira Ferreira Lopes e Adriano Valente. O de terno verde é Haroldo Leon Peres. Colorizada por Brasilino Nelli, a foto foi garimpada por JC Cecílio, que também resgatou uma foto da praça Rocha Pombo nos anos 70 e um anúncio da Companhia Melhoramentos Norte do Paraná oferecendo terras na região de Londrina.

JC Cecílio garimpou e publicou em seu blog bonitas fotos das quatro estações rodoviárias de Maringá. A de cima foi a primeira.
Nossa memória de criança/adolescente vai se esvanecendo. Morreu Fess Parker, ator que fazia o seriado Daniel Boone. JC Cecílio observa que somente neste mês se foram Pernell Roberts (o Adam de Bonanza), Peter Graves (Missão Impossível) e, agora, Parker.

A foto é do Maringá Velho em 1952, de autoria do renomado cineasta francês Jean Manzon e publicada na revista norte-americana The Saturday Evening Post (edição de 22 de novembro daquele ano). O mesmo Hotel Maringá está retratado numa pintura de Edgar Werner Osterroht. As duas imagens estão no blog de JC Cecílio, um apaixonado pelo Maringá Velho.

A primeira Maria Fumaça que chegou em Maringá, em 1953, fotografada por Kenji Ueta, postada em seu blog por JC Cecílio.

A foto, muito representativa do que foi a colonização no norte do Paraná, é de Peter Scheier e está no livro “Paraná Brasil – O Paraná no Seu Centenário”, de 1953. Agora, leia o texto de JC Cecílio.

No blog de JC Cecílio, foto de 1972 do Posto 7 de Setembro, no Maringá Velho. Dois de meus tios trabalharam lá, na Sociedade Comercial Yoshida. Aliás, foi neste barracão, numa festa de casamento, que experimentei (e na época não gostei) sushi.

EM seu blog, JC Cecílio destaca um dos personagens mais marcantes da história da região: o pioneiro e empreendedor Waldemar Gomes da Cunha, ou simplesmente Waldemar “Barbudo”. Aqui.