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Verdelírio

Três vivos

Dos 12 ex-prefeitos de Maringá, incluindo-se os dois vices eleitos que assumiram, somente três continuam vivos: Ricardo Barros, Jairo Gianoto e João Ivo. Faleceram: Innocente Vilanova, Américo Dias Ferraz, João Paulino Vieira Filho, Luiz Moreira de Carvalho, Adriano Valente, Silvio Magalhães Barros, Said Ferreira, José Cláudio Pereira Neto e o vice Sincler Sambatti.Continue lendo ›

Akino

Inacreditável!

Lendo a postagem do Rigon sobre o adivo de mais  R$ 48.867.262,18 para as obras do Novo Centro, não acreditei. Fui ao DOU e encontrei a seguinte publicação, que transcrevemos em resumo. (edição de 17/5/10)
Extrato de termo aditivo –   Unidade Gestora – Dnit – Ente federado beneficiado: Prefeitura Municipal de Maringá, representada pelo seu Prefeito Silvio (…) Finalidade:  alterar o valor  total do termo vigente (…) acrescentando a parcela de R$ 48.867.262,12, alterando o valor de R$ 63.630.830,41, para R$ 112.498.092,59, sendo  R$ 89.998.474,07 do DNIT e R$ 22.499.618,52 contrapartida da Prefeitura de Maringá. Fundamento Legal:  Lei 8666/93, art. 65 , Ar. 3º a 7º da Lei 11.758/07, bem como decretos correlatos. Eficácia: a partir da data da publicação. Data da assinatura; 12/05/2010.
Nosso comentário: É inacreditável. Se não estamos enganados o valor desta obra era, no final da gestão José Cláudio/ João Ivo, R$ 44 milhões. Em 8 anos o valor quase triplicou. O TCU e a CGU apontam indícios de superfaturamento e logo em seguida assina-se um aditivo  no valor acima. Este pessoal, definitivamente perdeu o senso de responsabilidade. Gostaria de ver matérias sobre o caso n´ O Diário, na  RPC, e em todos os órgãos.  Por favor entrevistem o prefeito, o deputado Ricardo Barros, chamem o Fantástico. Socoroooo, como diria Umberto Becker.

Akino Maringá, colaborador

Maringá

MP ganha recurso no TJ

O Tribunal de Justiça do Paraná reformou sentença do juízo da 6ª Vara Cível de Maringá, acatando apelação do Ministério Público. Em primeira instância, ao analisar ação civil pública sobre ilegalidades na contratação de servidores, o juízo reconheceu a decadência e extinguiu no processo com julgamento do mérito o espólio do ex-prefeito José Cláudio Pereira Neto. A 4ª Câmara Cível do TJ entendeu que a ação visa ao ressarcimento de danos ao erário, que é imprescritível. Acórdão na íntegra.

Blog

Memorex

Ainda da postagem de Akino sobre a revelação de Carlos de Paula – de que José Borba, prefeito de Jandaia do Sul “ofereceu” verba de Brasília para o ex-prefeito de Sarandi, Milton Martini: a última “verba de Brasília” oferecida pelo mensaleiro ao então prefeito de Maringá, José Cláudio Pereira Neto, foi para o rebaixamento da linha férrea – a que esticou o rebaixamento até a avenida Tuiuti.

O que resultou, todos sabem: um superfaturamento, constatado pelo TCU, de “apenas” 98,56% e a suspensão do repasse de recursos às empreiteiras CR Almeida e Vega Engenharia.

Blog

As obras do Novo Centro, uma história

Lendo a reportagem de Hélio Strassacapa sobre o superfaturamento das obras do Novo Centro de Maringá, me lembrei de uma passagem envolvendo o ex-prefeito José Cláudio Pereira Neto (PT). Fiquei sabendo, por volta de 2001, primeiro ano de seu curto governo, que ele não aguentava mais, quase fugia do então deputado José Borba (à época, do PMDB e líder da bancada paranaese) lhe propondo trazer de Brasília uma verba de R$ 17 milhões para continuar as obras, dinheiro que viria do Ministério dos Transportes – cota do PMDB. Era coisa de fazer brilhar os olhos de petista querendo mostrar serviço, mas Borba, atual prefeito de Jandaia do Sul e ex-parlamentar do mensalão, estaria exigindo um pedágio de fazer corar Jaime Lerner. Era essa segunda parte da história que fazia José Cláudio empurrar com a barriga o “sim”; devia ser uma espécie de peso na consciência.
Num debate na TV Cidade, ainda na avenida Humaitá, cheguei a perguntar ao prefeito, em pleno embate de consciência, se ele denunciaria uma eventual tentativa de pedágio na hora de trazer recursos federais. Ele deu uma engolida em seco, e a muito custo disse que denunciaria. Mas ele acabou cedendo. O PT, então, nem se fala.