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Verba de gabinete pode deixar 21 inelegíveis


Em setembro, o STJ negou recurso à vereadora Marly Martin Silva (DEM), ré no caso da verba de gabinete (a malfadada invenção da Câmara Municipal de Maringá em 2011), conforme registrou este blog, acrescentando: o trânsito em julgado estava mais perto para ela, que preferiu se defender de forma isolada, com tudo que a improbidade implica, como a suspensão de direitos políticos e a devolução do dinheiro recebido. Agora, o mesmo se aplica aos demais réus, pois no último dia 16 foi publicada a decisão acima, em que o STF nega seguimento a recurso dos demais réus – alguns deles, ao final do processo, terão que devolver cerca de R$ 1 milhão aos cofres públicos municipais. A ação foi proposta pela Associação de Estudos e de Defesa do Contribuinte. Três dias depois da publicação, o advogado de pafrte dos vereadores e ex-vereadores – Horácio Monteschio, ligado ao deputado Ricardo Barros – ingressou com embargos de declaração; outra petição, de parte do Legislativo, deu entrada na última sexta-feira.

São eles, correndo o risco de ficar de fora das próximas eleições, se, como tudo indica, forem enquadrados na Lei Ficha Limpa: Walter Luiz Guerlles, Antônio Carlos Marcolin, Dorival Ferreira Dias, Paulo Mantovani, Divanir Moreno Tozati, Aparecido Domingos Regini (em breve, prefeito da cidade), Altamir Antônio dos Santos, Belino Bravin Filho, Edith Dias de Carvalho, Edmar de Souza Arruda, Edson Roberto Brescansin, Geremias Vicente da Silva,  João Alves Correa, João Batista Beltrame, José Maria dos Santos, Manoel Alvares Sobrinho, Márcia do Rocio Bittencourt Socreppa, Mário Massao Hossokawa, Silvana Maria Ribeiro Borges e Valter Viana. A decisão do Tribunal de Justiça do Paraná, de 2007, mantendo sentença do juízo da 5ª Vara Cível, é esta.

Geral

Reunião discutiu segurança em Maringá

Empresários de postos de combustíveis, farmácias e supermercados se reuniram hoje com autoridades policiais para discutir o aumento da segurança em estabelecimentos comerciais, por niciativa do Programa Empreender, ligado à Associação Comercial e Empresarial de Maringá, onde foi realizada a reunião, e do Conseg. O presidente da etnidade, Antônio Tadeu Rodrigues, informou que o efetivo policial será ampliado em mais 70 homens. Já Paulo Sérgio Carstens, comandante do 4º BPM,  relatou que a Rotam Motos tem feito um trabalho de campana em postos de combustíveis, mas que o efetivo policial não é suficiente. “O grande problema que estamos enfrentando se refere ao tráfico de drogas, já que muitos dos marginais cometem delitos para sustentar o vício”.Continue lendo ›

Verdelírio

Foto antiga

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Atualizado –  A foto antiga da coluna de Verdelírio barbosa publicada ontem traz uma legislatura maringaense inteira: Tércio Hilário, Nereu Vidal Cezar, Ary Bueno de Godoy, Paulo Mantovani, Euclides Zago Alexandre da Silva, Lindolfo Júnior, Claudinei Vechi, Massao Tsukada, o saudoso José Alves, Jorge Vieira do Prado, Orides Angeli, José Maria Bernardelli, Edi Froeming,Valério Odorizzi e Miguel Grillo.

Verdelírio

Três vivos

Dos 12 ex-prefeitos de Maringá, incluindo-se os dois vices eleitos que assumiram, somente três continuam vivos: Ricardo Barros, Jairo Gianoto e João Ivo. Faleceram: Innocente Vilanova, Américo Dias Ferraz, João Paulino Vieira Filho, Luiz Moreira de Carvalho, Adriano Valente, Silvio Magalhães Barros, Said Ferreira, José Cláudio Pereira Neto e o vice Sincler Sambatti.Continue lendo ›

Maringá

Placas de bronze serão recolocadas

As placas de bronze defronte a prefeitura de Maringá não foram furtadas, como acreditava a Gerência de Patrimônio e Administração do Paço Municipal. As cinco placas – quatro com o registro das cidades-irmãs de Maringá: Leiria (Portugal), Kakogawa (Japão), General San Martín (Argentina) e Caserta (Itália) – foram retiradas por funcionários públicos que não fizeram a devida comunicação à chefia. Por determinação do gerente de Defesa Social, Paulo Mantovani, o suporte deverá estar pronto e recolocado até amanhã. A descoberta deu-se somente após a publicação pela manhã, neste site, sobre o sumiço das placas, que se creditava até então a vândalos, já que não era do conhecimento dos responsáveis pelo patrimônio público.