Busca: "Ricardo Barros"

Verdelírio

Teruo Kato presidiu sessão

Aconteceu um quiprocó na sessão solene da Assembleia, realizada na Câmara Municipal de Maringá, na noite de sexta-feira [para enttrega de título ao empresário João Noma]. Um ofício indicava a deputada Cida Borghetti para presidir o ato, até pelo fato de que ela integra a Mesa Diretora da Assembleia. Como o deputado Luiz Nishimori queria presidir a solenidade, o jeito foi o tértius, e o deputado Teruo Kato, autor da homenagem acabou presidindo.Continue lendo ›

Política

A escolha lamentável dos tucanos

De Messias Mendes:

Ricardo Barros está sendo tratado pelo colunismo político de Curitiba como uma espécie de estranho no ninho tucano. Sua candidatura ao Senado é mal vista por 9 entre 10 analistas sérios, pela simples razão de que trata-se de um político invertebrado (leia mais). Ele refere-se a um comentário do site Hora H News, de Curitiba, que diz em certo trecho: “Ricardo Barros representa aquele tipo de político com falta de convicção em qualquer coisa que não seja o próprio interesse e as vantagens mais rasteiras. O eleitor não é visto como um cidadão, mas como um cliente que precisa ser agradado com vistas à próxima eleição apenas”.

Política

PSB oficializa apoio a Beto Richa

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O PSB formalizou ontem à noite, em convenção estadual realizada em Curitiba, apoio à pré-candidatura de Beto Richa (PSDB) ao Governo do Estado. O pré-candidato ao Senado Ricardo Barros (PP) também participou do evento. “O Paraná que queremos é aquele proposto por Beto Richa. Estamos juntos nessa caminhada”, disse Barros. Também participaram da convenção os deputados estaduais do PSB Reni Pereira e Wilson Quinteiro e os vereadores Mário Celso Cunha, Tico Kuzma e Dona Lourdes.

Blog

A decisão do PDT e a Lei Ficha Limpa

A quinta-feira foi marcada por dois fatos que podem alterar o quadro eleitoral paranaense. Primeiro, a decisão do PDT de adiar a convenção estadual e seguir a orientaçãon nacional na hora de fazer aliança, o que já descarta o abraço com o DEM e o PSDB e confirma a notícia surgida ontem de que o senador Osmar Dias (PDT) deve mesmo encarar a disputa estadual. Segundo, a Lei Ficha Limpa vigorando nestas eleições, o que, nas próprias palavras de Osmar Dias, muda o cenário político paranaense “inviabilizando inclusive algumas candidaturas”.

Uma delas é a de Ricardo Barros, até então pré-candidato ao Senado. Com condenação transitado em julgado por improbidade no STJ e aguardando pronunciamento do STF a respeito de uma condenação em segunda instância  (Tenda dos Milagres, a festa com o IPTU), além de uma terceira, no TJ-PR, prestes a se concretizar (ele pagou a fiscalização de uma obra que não havia sido iniciada), apesar de seus áulicos propalarem suposta influência no Judiciário, tornou-se desde a noite de ontem uma missão quase impossível obter o registro de sua candidatura.

Akino

Sonho por sonho

Ouvi na CBN o comentário do Gilson Aguiar de que Alvaro Dias seria o vice de Serra, o que gerou a seguinte projeção do comentarista: Serra eleito, Alvaro seria o vice-presidente, em seu lugar assumiria Wilson Matos. Osmar Dias e Ricardo seriam os senadores eleitos em outubro, então os três do Paraná seriam de Maringá. Um sonho  para muitos, segundo o Gilson. Dizemos nós: existe outro sonho de muitos – Ricardo tem o registro impugnado ou concorre e não é eleito. Cida vai para federal e também não é eleita. Sílvio II perde o mandato em função das condenações por improbidade, em seu lugar assume o presidente da Câmara, já que o Pupin renunciará para assumir o mandato de deputado. O presidente da Câmara é Humberto Henrique, eleito depois de um racha da ‘base’. Humberto termina o mandato de Sílvio e  é eleito prefeito, faz uma administração espectacular que o credencia para ser o próximo Governador. É meu caro Gilson, sonho por sonho também temos  nosso, e cá prá nós, qualquer sonho que envolva a continuação do mando de Ricardo Barros é um pesadelo para Maringá. A Maringá que queremos: Transparente, sem corrupção, sem pegadinhas. (Eu não sou Humberto, ele não sabia desta postagem e deve estar tão surpreso quanto eu, quando ouvi o comentário do Gilson)

Akino Maringá, colaborador

Akino

‘Corja aquiniana’

Leitor que se identifica como Almofariz, ao comentar postagem sobre a adesão do PSB à candidatura Ricardo Barros, escreveu: ‘Rigon ainda você não percebeu que  você e sua ínfima corja aquiniana é a única oposição em Maringá’ (sic).
Nossa resposta: Corja, segundo os dicionários, significa multidão de pessoas desprezíveis. O que seriam pessoas desprezíveis, na política? Aquelas que lutam pela ética e pela defesa do patrimônio público? Numa inversão de valores, para os condenados por improbidade e que se beneficiam de desvios de recursos, os que lutam contra isso talvez sejam pessoas desprezíveis. Hoje mesmo a OAB pretende juntar, no dizer do Almofariz, uma ‘corja de pessoas’ para protestar contra os desmandos na Assembleia. Quem comporia, em Maringá, a ‘corja aquiniana’? Caro Almofariz, eu poderia dizer que você pertence à ‘cambada barrenta’, mas estaria nivelando, por baixo, o debate. Prefiro entender que está redondamente engando, mas defendo o direito que tem de expressar suas opiniões.

Akino Maringá, colaborador

Blog

Para emoldurar e colocar na parede

Decisão, transitado em julgado, para Beto Richa, Rubens Bueno e Severino Araújo, caso fechem mesmo o apoio a Ricardo Barros para o Senado, imprimir, emoldurar e pendurar na parede. Esta é a mais recente condenação de Barros por improbidade administrativa, por ter feito contratações irregulares quando prefeito. Pelo menos outras duas grandes ações – ambas provocando um rombo no erário parecido com o estrago feito por Jairo Gianoto  – estão tramitando no TJ e STF.

Blog

Cidadania, improbidade, PP, PSB e PPS


Voltou ao ar o comercial do governo federal, com Ronaldo Nazário, divulgando a importância, para a cidadania, do registro de nascimento gratuito, o que foi garantido pela lei 7.844, de outubro de 1989. Apenas um deputado federal do Paraná votou contra a gratuidade, fechando com o lobby dos cartórios – que, felizmente, não vingou. Chama-se Ricardo Barros (à época, no PFL), pré-candidato ímprobo apoiado pelos éticos PPS e PSB, que falam muito em cidadania.

Akino

A vez de Quinteiro

Li no blog do Messias Mendes que o PSB também vai de Ricardo Barros para o Senado. O acordo foi feito com o presidente do partido, Severino Nunes de Araújo. Na foto aparecem sorridentes, dentre outros, Ricardo e Quinteiro. Alguns diriam que Quinteiro aceitou a contragosto, como Willy Taguchi, outros que era questão de tempo a união com os Barros. Já ouvi que ele pode até ser o candidato de Ricardo a prefeito. Resta saber se a candidatura ao Senado será mesmo registrada, por problemas de ficha. Dizem que o interesse de partidos como o PPS e PSB, nesta aliança, deve ser mais financeiro do que ideológico ético. Por interesse financeiro, entenda-se financiamento de campanhas.

Akino Maringá, colaborador

Política

PSB também vai de ficha suja

Depois do PPS, outro partido joga no lixo sua história política e passa a defender o nome de um ficha suja para o Senado. O PSB, que tem entre outros o maringaense Wilson Quinteiro, informa Messias Mendes, fechou apoio a Ricardo Barros, que tem uma coleção de condenações em segunda e terceira instâncias por improbidade administrativa.

Blog

Julgamento adiado

O julgamento de mais um recurso protelatório do vereador Anísio Monteschio Junior (PP), de Paiçandu, no STJ, por desvio de dinheiro público (peculato), foi adiado para o próximo dia 16, às 14h, pela corte especial. Não é preciso falar, mas em Paiçandu corre que o adiamento ocorre novamente por influência do deputado federal Ricardo Barros, presidente do PP paranaense. Anisinho está condenado, transitado em julgado, desde o ano passado, mas sair do cargo que é bom…

O Observador

O dono é o município

Cine Plaza, para os que estavam esquecendo, foi adquirido em 1992, pelo então prefeito de Maringá Ricardo Barros, irmão do atual SilvioII . Está localizado na zona central e abandonado. Até há pouco tempo se falava de precárias condições de uso. Ele está de frente para a praça Raposo Tavares e praticamente encostado com a Rodoviária Velha. Esse foi dinheiro público.

Verdelírio

Representação

A maior representação de Maringá na Assembleia Legislativa, com cinco deputados, foi eleita quando o saudoso Silvio Magalhães Barros era prefeito da cidade. Naquela época Maringá elegeu os deputados estaduais: Antonio Facci, Gabriel Sampaio, Jorge Sato, Renato Bernardi e Valter Pietrângelo. Na Câmara Federal o primeiro representante eleito foi o saudoso Renato Celidônio, em 1963, e nossa maior bancada federal foi de quatro parlamentares, na Legislatura 1971 a 1973, com Ary de Lima, Tulio Vargas, Ardinal Ribas e Silvio Barros.Continue lendo ›

Akino

Fichas limpas do PPS

Há três lideranças do PPS, da nossa região, que merecem da minha parte o maior respeito, pois até prova em contrário são fichas limpas, comigo pelo menos, e aqui falo de pessoas  contra as quais não tenho informações que as desabone. Referimo-me Walbinho Guimarães, Willy Taguchi e João Oficial. Certamente há outros, mas esses merecem destaque,  porque respondem prontamente os nossos comentários e tentativas de análise da política.  Este feedback é muito importante. Confesso que talvez tenha sido meio sarcástico na postagem PPS na TV, que mereceu pronta resposta do Walbinho. Caro Walbinho, entendo perfeitamente sua posição e pelo que pude deduzir, me corrijam se estiver errado, já está certo o acordo com Ricardo Barros, o que para mim é lamentável. Fico preocupado com a situação do Willy, mas acredito que ele digerirá, até porque  não pode deixar a política engolido pelo ex vice líder de Lula.  Agradeço as boas referências, continue repercutindo através do rádio e nos seus contatos as coisas aproveitáveis, na sua visão, que escrevemos. Por enquanto acredito que  sou mais útil sem participar  diretamente dentro de partidos. Prefiro continuar como cidadão. Quem sabe um dia, depois de uma reforma política que acabe com a influência do poder econômico, até me anime a tentar. Para contato direto deixo meu emaill nokiaganrima@gmail.com. Boa sorte a todos, continuem firmes. Precisamos de pessoas como vocês três citados, o Fuji , Humberto, Marly, Mário Verri, e outros (paro por aqui, para não cometer injustiças) como nossos representantes.  Enquanto o Rigon permitir continuarei como humilde colaborador deste blog.

Akino Maringá, colaborador

Política

Será que é pra valer?

O senador Osmar Dias (PDT) teria desistido da candidatura ao governo e topado disputar a reeleição para o Senado, fazendo dupla com o ficha suja Ricardo Barros (PP), ambos apoiando Beto Richa (PSDB).  É um vai-não-vai que oficialmente ainda não foi confirmado.

Akino

PPS na TV

Assistimos,ontem, no horário eleitoral do PPS diversas inserções enfatizando  que é o partido de gente decente, e fomos chamados, todos que nos consideramos assim, para filiar-se. Rubens Bueno, Douglas Fabrício e Walbinho Guimarães apareceram ressaltando as qualidades da legenda e nos convidando. Sobre a coligação com o PP e apoio à candidatura de Ricardo Barros, nenhum palavra.

Akino Maringa, colaborador

Akino

Será que Deus existe mesmo? Uma oração

Confesso que às vezes penso como o Luiz Modesto, que Deus não existe. Se Deus existe, por que permite tantos desmandos em Maringa? Como é possível que prevaleça a ditadura, os interesses financeiros e a maioria das pessoas, com que anestesiadas, acreditam que tudo está bem? Por que o Pinga Fogo tem tanta força no convencimento de que a administração municipal é extraordinária, que o prefeito é uma espécie de enviado do altíssimo? Por que a maioria da imprensa, empresários, políticos, e a chamada ‘elite’ acreditam que Ricardo Barros faz bem para a cidade? Como tantos ainda acreditam que o Observatório Social de Maringá faz um trabalho de interesse público, independente do grupo Barros? Vejam que criaram até o Observatório do Brasil e a deputada Cida Borghetti quer que ele dê um atestado de idoneidade para a Alep. Como pode tudo isso? O que está fazendo Deus que não muda isso? Quero orar: Senhor, perdoe-me, se duvido da sua existência. Faça com que eu volte acreditar, mudando este estado de coisas. Não permita que mais desvios de recursos públicos. Abra os olhos dos eleitores, através dos santos, anjos, para que saibam votar e não reeleger este pessoal. Faça com que Nossa Senhora Aparecida mude o Pinga Fogo, ele deve estar sendo enganado, também. Baixa no O Diário o ‘Santo’ que baixou na RPC, no caso da Assembleia. Enfim, afaste toda a influência do capeta, pois tudo o que está acontecendo só pode ser obra dele.

Akino Maringá, colaborador

Política

Tempo quente

Da coluna Panorama Político, de O Globo:
O deputado Gustavo Fruet (PSDB) se recusou ontem a conversar com o deputado Ricardo Barros (PP) e disse que vai questionar sua escolha para disputar o Senado na chapa de Beto Richa. “Minha conversa agora é com o Sergio Guerra (presidente nacional do PSDB). Houve erro de método e de princípio”, disse Fruet. Antes, Barros conversou longamente com o senador Flávio Arns (PSDB), também preterido.

Blog

PPS admite esquecer discurso ficha limpa

O PPS, que outrora carregou a bandeira em favor dos políticos de ficha limpa, está prestes a apoiar um ficha suja de peso ao Senado. A conversa entre Ricardo Barros e Rubens Bueno, na segunda-feira, em Curitiba, deve ter sido constrangedora, já que ambos se detestam. O PPS, que um dia já foi o velho PCB, nesta eleição pode entrar para a história política do Paraná como avalista das velhas práticas nada republicanas e de um dos nomes mais associados à improbridade administrativa no estado, tendo condenação transitado em julgado e pelo menos outras duas em segunda instância, afrontando o espírito da Lei Ficha Limpa.

Akino

PPS negocia mesmo com ficha suja

O deputado Ricardo Barros está mesmo em conversação com o PPS visando apoio à sua candidatura ao Senado. Se isto acontecer Willy Taguchi ficará numa situação delicada, já que saiu do PMN, segundo informações, por ter levado uma ‘rasteira’ de Barros. O PPS, partido do voto limpo, que não admite entre os seus filiados pessoas com ficha suja, também ficará desmoralizado.

Akino Maringá,colaborador

Blog

O peso da ficha suja

O PP em Maringá busca uma solução mágica. Os nomes colocados como pré-candidatos a deputado estadual ainda não saíram do traço nas pesquisas internas que o deputado Ricardo Barros tanto gosta de fazer. Em baixa também aparece o vereador Belino Bravin, que na eleição de 2006 teve uma performance surpreendente.

Por isso, o parlamentar chegou a admitir mexer no time, pois não quer perder a vaga que hoje pertence à mulher, Cida.

Akino

Barros conversa com o PPS

Vi no Pinga Fogo a notícia de que o deputado Ricardo Barros busca apoio do PPS para sua candidatura ao Senado. Na matéria apareceu a foto de um encontro do Rubens Bueno. Como se sabe, é dos partidos que disseram não admitir candidaturas de fichas sujas.

Akino Maringá, colaborador

Blog

Uma cena da administração cidadã

Se o procurador Luiz Manzato não conseguiu ficar entre os 100 primeiros colocados no concurso para procurador da prefeitura de Maringá, melhor sorte teve outro integrante da tropa conhecida por advogar há tempos para Ricardo Barros. Giovani Brancaglião, que estava entre os CCs que ocupavam irregularmente a função de procurador, e que gerou uma bonita ação civil pública, cuja sentença foi mantida no STF, com direito a barriga jornalística, passou em recente concurso (prova objetiva) realizado na administração. E, apesar de ter saído da sala de provas afirmando que tinha ido muito mal e que não conseguiria passar dos 19 pontos, ficou em segundo lugar – com 65 pontos. Brancaglião é genro de Paulo Lemos, primeiro procurador jurídico da gestão Silvio II e um dos principais nomes do time do deputado federal cuja ficha nem a força de Omo dá jeito.

Alias, dentro da prefeitura, corre que ele é o responsável por uma situação que pode fazer o médico Paulo Soni (PSB), integrante de primeira hora da Turma do Amém, passar para a oposição. Soni responde  a uma execução do município e a conta corrente de sua mulher foi bloqueada; o advogado do vereador, também ligado aos Barros, tentou o desbloqueio, mas encontrou intransigência e não conseguiu.

Blog

A que ponto chegamos…

O novo capítulo da obsessão dos Barros em reduzir a pó a história de Maringá – como se ela não tivesse existido antes deles – deixa claro a fragilidade do jurídico da prefeitura. Permitir que se chegasse a esse ponto (e o que ainda virá, complicando certamente ainda mais os cofres públicos) é uma falha dolorida, ainda mais para quem bate no peito e diz que faz o que quer, independente de Justiça.

O procurador geral dos Barros, Luiz Manzato, como se sabe, prestou concurso para o departamento que dirige, meritoriamente (prestou muitos serviços ao deputado Ricardo Barros, defendendo-o em ações por improbidade, especialidade da casa), mas, infelizmente, não ficou entre os 100 primeiros colorados. Ruim, mas não tão ruim assim, porque chefia os aprovados. Um governo que num Estado de Direito não se sustenta num jurídico pelo menos razoável tem tudo para fechar uma conta muito cara para a sociedade que deveria, em tese, promover.

Política

Listas de fichas sujas estão desatualizadas

Circulam pela internet listas e listas de candidatos com problemas na Justiça, e até aquele indefectível hoax informando que alguns querem o fim do FGTS. A maioria das lista dos fichas sujas da política está desatualizada. Por exemplo, na maioria delas consta que Ricardo Barros (PP) responde por execução fiscal; isso foi no século passado, é coisa da finada Metropolitana FM e, como se percebe, não pagar os impostos à União fez com que ele chegasse a ser vice-líder de quem manda na União. Mas, além disso, Barros, o ficha suja preferido de Beto Richa (PSDB), tem condenação em segundo grau por improbidade administrativa (duas) e está prestes a ter mais uma, em terceira instância. As listas, em boa parte dos casos, portanto, são inconfiáveis. O Ednelson Cardoso linkou uma delas em seu blog.

Akino

O que anda fazendo W. Andrade?

Gostaria de saber notícias do vereador W. Andrade, que está de licença para dar oportunidade da Ton Schiavone de sentir o gostinho de ser edil por 4 meses, num acordo, segundo dizem, patrocinado por Ricardo Barros. Por anda, o que está fazendo Andrade? Alguém esta pagando os seus salários de vereador? Ele tem outra atividade empresarial? Estaria fazendo campanha para Edmar Arruda? E aquela viagem a Araçatuba, onde foi ver um projeto revolucionário para Maringá, no que deu?  E o projeto de legalização da atividade dos flanelinhas? Está fazendo falta aquela voz de locutor e o sotaque carioca, com os erres forçados.  A atuação do substituto tem sido decepcionante.

Akino Maringá, colaborador