Busca: "Ricardo Barros"

Política

Barros ameaça e impõe

Na prática, confirma-se: Beto Richa, por causa de tempo na televisão, tornou-se refém de Ricardo Barros. De Celso Nascimento:

Quase no último minuto do prazo para a inscrição de chapas no Tri­­­bunal Regional Eleitoral (TRE), apareceu ontem uma novidade na composição dos nomes da coligação de Beto Richa: um dos candidatos a senador, deputado Ricardo Barros (PP), conseguiu emplacar como seu suplente o nome de José Richa Filho, o Pepe, irmão do candidato tucano a governador. Foi uma mudança de última hora. Sofrida, dramática até. Barros, que até sexta-feira figurava confortavelmente como candidato único a senador na chapa de Beto Richa, viu-se de repente ameaçado pela inclusão do deputado Gustavo Fruet para disputar também uma vaga ao Senado pela mesma chapa. Leia mais.

Política

Condenado em 2º grau e livre das penas da lei

Condenado duas vezes por colegiado – uma, por contratação irregular de servidores e outra por dar descontos no IPTU para aliados sem existência de lei, o famoso caso da Tenda dos Milagres -, o deputado Ricardo Barros (PP) pode escapar da Lei Ficha Limpa, apesar de estar condenado transitado em julgado. A reportagem, da Gazeta do Povo, aborda somente uma das condenações.

Akino

Não pagar IPTU em dia era vantajoso

Houve uma época em que só os ingênuos, alguns diziam os ‘trouxas’, pagavam IPTU em dia. Havia sempre a possibilidade de, falando com o prefeito e secretários, geralmente próximo de eleições e fim de mandatos, se conseguir bons descontos, houve casos que, em Maringá,  que chegaram  97,78%. Vejamos trechos de um acórdão do TJ- PR, em que o ex Prefeito Ricardo Barros  e outros foram  condenados a devolver os valores dos descontos concedidos irregularmente, no ano de 1992 : ‘Os atos lesivos foram assim sintetizados na sentença: 1) As remissões concedidas com fundamento no Art. 254, inciso I, do CTM são  nulas, pois foram concedidas com base em artigo que contraria preceito constitucional; 2) as remissões concedidas com base na Lei 3.222/92, no período compreendido entre 07/07/92 a 08/09/92, que ultrapassaram o limite de 30%  previsto, são ilegais, devendo, portanto serem desconstituídas e ressarcidas ao erário público ( sic); 3. as remissões concedidas após 08/09/92, ou seja após  a vigência da Lei 3.222/92, também são nulas, posto que não havia  lei específica autorizando o perdão da dívida, seja total ou parcial. Ademais, não h´´a  que se falar que essas remissões foram concedidas  com base no art. 257 , incisivo I do CTM, a fim de justificar a concessão sem lei específica. Já fora mencionado que o referido artigo é inconstitucional’.
Nossa opinião: O processo está no STF, tendo como relator atual o ministro Dias Tófoli, com parecer do MPF pelo desprovimento do recurso do ex-prefeito, esperando julgamento desde 2007. Espera-se que o MP Eleitoral leve em consideração, em seu parecer, quando da análise do registro da candidatura ao Senado e, no mínimo, que pedida a preferência no julgamento, afinal são 18 anos de espera do contribuinte maringaense. Como ficam os que pagaram em dia e sem descontos? São trouxas mesmo? É preciso acabar com as espertezas na política, se isto não for abuso de poder político, é falta de capacidade administrativa e os incapazes não podem ser nossos representantes.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Outra versão

Fontes  da capital (Jornal da Massa)  informam que foi Ricardo Barros quem exigiu que o irmão de Richa fosse indicado para ser um dos seus suplentes, preocupado em não ser abandonado no meio da campanha que estaria se inclinando para Fruet. Pepe, como é conhecido na família, tem contra si a acusação de uma liberação suspeita, quando era diretor do DER na gestão Lerner, o que poderá dar munição para Requião, que foi o autor da denúncia, usar contra a candidatura de Barros. Acho que foi um erro de estratégia.

Akino Maringá, colaborador

Política

Efeito Ficha Limpa

Do blog Política em Debate:

O deputado federal Ricardo Barros (PP) estaria prestes a anunciar a desistência de disputar cadeira no Senado nas eleições de outubro. Pelas informações ainda não confirmadas, o pepista estaria disposto a jogar a toalha por conta da resistência de José Richa Filho, o Pepe – irmão de Beto Richa – de ser seu suplente de senador. Leia mais.

PS – Entenda o que houve, que pode ser o início de um racha na aliança pró-Beto.

Verdelírio

Papo furado

Esse negócio de que a campanha do Paraná vai se destacar pela renovação é puro papo furado. Beto Richa foi duas vezes deputado estadual, duas vezes prefeito e disputou o Governo do Estado uma vez, Osmar Dias foi duas vezes senador e uma vez candidato a governador. Paulo Salamuni foi seis vezes candidato a vereador, se elegendo duas.Continue lendo ›

Blog

O candidato de Beto Richa

Beto Richa está com o deputado federal Gustavo Fruet, fala-se. História. Beto está com Ricardo Barros. O presidente do PP enviou a papelada para o registro de sua candidatura no TRE-PR colocando como suplente José Richa Filho.

Se houver impugnação do registro, por conta das várias condenações do rapaz, o respingo não vai ser mais em Beto. Vai ser nele e em seu irmão.

Blog

O amor é lindo

Enquanto Rubens Bueno e Roberto Requião se envolviam em telecatch, em Campo Mourão, Odílio Balbinotti e Ricardo Barros pareciam antigos namorados. Pela desenvoltura demonstrada, Balbinotti não falava sobre o grampo do qual foi vítima, há alguns anos (junto com um jornalista, um presidente de partido, um secretário municipal e um promotor), nem das 19 denúncias feitas na Justiça Eleitoral na campanha de 2006, nem o lançamento do Pé Vermelho cover, nem do beijo na caminhonete, nem do anúncio n´O Diário do Gianoto pedindo votos, nem do panfleto de Said pedindo votos, nem… deixa pra lá.

(Foto: Mosca Roxa)

Akino

Gostaria de conhecer

O autor da Ação Popular 76/1994, cidadão José Antonio Francisco de Oliveira, e o advogado Walter Alexandrino, que em 25//1994 protocolaram o processo que resultou na condenação do ex-prefeito Ricardo Barros, juntamente com João Celso Sordi, Tércio Hilário de Oliveira, Alvaro Aparecido Monteschio, e o município de Maringá, por concessão de remissão tributária ilegal, obrigando-os a ressarcir  aos cofres públicos o prejuízo causado. Certamente o dr. Walter Alexandrino deve receber uma importância bastante expressiva em honorários, uma vez que  foi fixado em 20% os valor dos honorários. Espera-se que eles continuem lutando para que o Supremo Tribunal Federal julgue logo o recurso que está parado há 3 anos e faça com que os recursos voltem aos cofres de Maringá. Qual seria o valor atualizado? São 18 anos que os fatos aconteceram e 16 do ingresso da ação. Se justiça se fizesse mais rápido, talvez o sr. Ricardo Barros não tivesse causado tantos estragos em Maringá.

Akino Maringá, colaborador

Akino

Abuso do poder político

Tenho estudo as leis da inelegibilidades e uma das causas que podem pegar Ricardo Barros é  do abuso do poder político que pode ter viciado a sua primeira eleição para deputado federal em 1994 e por contaminado todas as  reeleições. Estou  lendo e relendo o  Acórdão do TJ- PR no processo 131.164-4, no caso que ficou conhecido como ‘tenda dos milagres’, onde eram concedidos descontos para pagamento do IPTU nos 6 meses finais da administração, a partir de 07/07/92, quando  foi promulgada  sancionada a lLei municipal 3.222/92, autorizando um desconto de 30%  até 08/09/92. Ocorre que abusando do poder político a administração Barros concedeu descontos de até 97,78% e não respeitou o prazo da lei. Óbvio que com os descontos ganhou apoio político, e obteve vantagens na próxima eleição (financiamentos para campanhas, votos dos beneficiados etc). O Acórdão do TJ- PR (decisão colegiada) é irretocável e não há com STF reformá-lo, é o que pensam conhecedores do direito. Logo o TRE- PR terá muitas dificuldades para deferir o registro da candidatura do parlamentar, sem provocar o Supremo para que decida de vez a questão e faça, pelo menos que a sentença, seja cumprida e o os cofres públicos ressarcidos. É a minha opinião. Esperamos que o MP Eleitoral tenha o mesmo entendimento e trabalho defendendo a sociedade maringaense.

Akino Maringá, colaborador

Política

O último grande prefeito

De JC Cecílio escreve, e há que se concordar diante de tanta malandragem na vida político-administrativa da cidade: Said Ferreira foi o último grande prefeito que Maringá já teve.

Entre os políticos que estão aí ocupando cargos públicos, o vereador Mário Hossokawa (PMDB) foi seu vice-prefeito e secretário municipal e Ricardo Barros (PP) seu diretor técnico na Urbamar, graças à dona Bárbara, por sinal.

Akino

Prestação de contas a Deus

A morte do dr. Said nos faz lembrar ( às vezes esquecemos) que todos morreremos um um dia, inclusive os prefeitos. Não me sai da memória aquela célebre frase de Sílvio Barros II numa reunião em Brasília; ‘Os prefeitos terão que prestar contas ( …) a Deus’. Dr. Saíd está neste momento, provavelmente, fazendo a sua  e não nos cabe especular o que tem para apresentar. Ao que sabemos não era  ostensivamente religioso. Não foi batizado com transmissão pela TV, não citava, muito, Deus nas suas falas, nem considera que ser prefeito é uma missão divina. Sílvio II sim. E se fosse  ele quem estivesse, agora, prestando contas? O que teria para apresentar? Diria que cumpriu a sua missão corretamente? Que foi correto e justo com o funcionalismo? Que afastou todos os secretários e auxiliares suspeitos de atos lesivos ao patrimônio público? Que lutou contra a influência do irmão? Que não cooptou vereadores com favorecimentos? Que não mentiu nas campanhas eleitorais? Enfim, que aplicou na administração municipal tudo o que aprendeu na igreja e cumpriu as leis. Há quem diga que teria problemas, também, com o ‘MP Divino’. Só sua consciência pode responder.  Da minha parte estou tentando fazer o máximo para ter o que apresentar  lá (sem pressa)  inclusive que ajudamos prefeitos, vereadores, e políticos em geral limparem suas fichas com o incorruptível ‘Judiciário Divino’. Dizem que lá Ricardo Barros não tem  a influência que diz ter por aqui.

Akino Maringá, colaborador

Blog

Meu diário

Um dos melhores uísques que tomei foi na casa do dr. Said Ferreira, acho que em 2002/03. Era época de Natal, fui entrevistá-lo, para fazer um balanço do ano, e ele ofereceu vinho para o fotógrafo e eu aceitei um uísque. Era por volta das 10h da manhã e nunca um scoth tinha descido tão bem pela garganta. Fui saber tempos depois que ele só bebia 21 anos. Esta é uma das lembranças que ficarão do relacionamento com o ex-prefeito.

Ele tinha fama de brabo, adversários o acusavam de ter mandado fazer coisas feias nas décadas de 70 e 80, mas quando elegeu-se pela segunda vez, no vácuo da administração-catástrofe de Ricardo Barros, com quase 70 mil votos (sem fazer um comício, diga-se), mudou. Um dia ele me telefona e, sem dar tempo para retrucar, foi avisando: “Aqui é o prefeito Said Ferreira, o sr. escreveu que houve problema na licitação de informática, o sr. vai ter que provar. Minha administração não é desonesta. Estou telefonando para dizer que vou processar o sr”, e, pá, desligou. Menos mal. Tive oportunidade de fazer com ele algumas boas entrevistas, de página inteira para jornais e para revistas. Ele gostava de uma foto que eu havia tirado na pré-campanha de 2000, quando resolveu apoiar Silvio Name Junior – apoio do qual recuou no decorrer da campanha. Ele tinha uma instabilidade política que lhe deu a fama de ser, politicamente, sem cintura. Por conta disso, travou antológicos embates com vereadores que antes eram aliados. A história política de Maringá, de qualquer forma, reservou o espaço para o dr. Said, que, junto com João Paulino, foi um dos prefeitos que mais realizaram pela cidade.

Akino

Expectativa

É grande a expectativa para sabermos quantos e quais serão os candidatos do PP no Paraná. Antonio Belinati, e Ricardo Barros conseguirão registro? Há quem acredite que não. Como ficará a situação de Barros, sem o registro? Será coordenador da campanha de Beto? Lembro mais uma vez que não é preciso votar nos dois candidatos a Senador, da mesma chapa. Quem votar em Fruet não precisa votar no outro candidato da mesma chapa, pode votar em Gleisi, por exemplo, ou em Requião, há outros candidatos, inclusive o combativo Cláudio Timossi, que é de Maringá, e que tem a ficha limpa.

Akino Maringá,colaborador

Blog

Venda simulada: ação no TJ-PR

Subiram para o Tribunal de Justiça do Paraná os autos de mais uma condenação do deputado federal Ricardo Barros (PP), candidato ao Senado pela coligação que apoia Beto Richa e José Serra. A ação civil pública 3.461 é de 2001, movida pela Promotoria de Defesa do Patrimônio Público a partir de denúncia feita pelo ex-vereador e ex-ouvidor do município Euclides Zago Alexandre da Silva. A sentença condenatória é de março do ano passado; Barros recorreu em agosto de 2009 e no último dia 28 os autos seguiram para o TJ-PR.

Em 1991, quando Barros era prefeito, a administração simulou a venda de coletores e compactadores de lixo para a Prefeitura Municipal de Luiziana, mas os equipamentos nunca chegaram lá: ficaram com um dos integrantes da comissão de avaliação nomeada pelo prefeito (leia mais). O valor a ser ressarcido ainda não é conhecido.

Política

PP do Paraná fechou com Serra

Do Panorama Político, d´O Globo:

O PP concluiu ontem a contabilidade sobre a posição de seus diretórios regionais nas eleições presidenciais. Vinte estados apoiam Dilma Rousseff. José Serra ficou com MG, PR [presidido por Ricardo Barros], RS e SE. Ficaram neutros os diretórios de SP, SC e RN.

Akino

Caso John: Influência nos cartórios? De quem?

O processo 465.638-0, pelo qual o vereador John foi condenado no caso dos laptops, teve o seu julgamento adiado em 10 meses. Estava pronto para julgamento em 24/8/2009, quando a desembargadora pediu pauta (que fosse marcado o dia), geralmente um semana, no máximo um mês. No entando o julgamento só foi marcado em 17/3/2010, para o o dia 30/3, data em que foi adiado para 11/5/ e novamente adiado para 28/6/2010. O que aconteceu? Há quem diga que seja influência de Ricardo Barros junto aos cartórios. Outros que seria influência do próprio John. A verdade é que se esticaram ao máximo os prazos. Resta saber agora se a publicação do acórdão vai demorar (recentemente um caso de Silvio II ficou três meses sem publicação)  e qual será a sequência dos fatos. Ao contrário do que escreveu o Messias, acho que John vai recorrer até onde puder e tentará terminar o mandato. Pelo  que se viu no atraso do julgamento, não é impossível que isto aconteça, embora o MP deva estar mais atento e o próprio TJ-PR, depois da inspeção do CNJ, provavelmente  mais cuidadoso.

Akino Maringá, colaborador

Verdelírio

Os coordenadores de campanha

Os dois principais candidatos ao Governo do Estado do Paraná, já estão com seus coordenadores definidos. O ex-governador João Elísio Ferraz de Campos, que foi vice do saudoso governador José Richa, vai coordenar a campanha de Beto Richa. Já Mário Pereira, que foi vice do governador Roberto Requião, vai coordenar a campanha de Osmar Dias. Tanto João Elísio, como Mário Pereira, foram governadores.Continue lendo ›

Blog

Barros nega veto a Maria Iraclézia

Sober a postagem “Ricardo Barros veta Maria Iraclézia”, a assessoria do deputado informou que na noite de ontem, os democratas foram ao comitê do candidato Beto Richa e anunciaram o nome de Iraclézia como possível suplente de Gustavo Fruet. “Por conhecer Iraclézia, sobrinha de Moisés Carolino que, como presidente do PFL, deu a ele a oportunidade de disputar a prefeitura de Maringá há mais de 20 anos, Ricardo Barros elogiou a escolha do nome da presidente da Sociedade Rural de Maringá que “vem fazendo um brilhante trabalho em defesa da agropecuária”. O comentário foi feito por Ricardo Barros diante de diversos nomes da política como Nelson Justus, Durval Amaral, Plauto Guimarães, Hélio Rusch, Luciano Pizzato, Eduardo Sciarra, entre outros. Barros declarou que esse assunto “cabe ao PSDB e DEM e não requer a opinião do PP, mas Maringá se sentiria honrada com a atuação de Iraclézia na política”.

Blog

Pela mudança da capital

Se conseguir o registro de sua candidatura ao Senado na Justiça Eleitoral (ele tem condenação transitado em julgado por improbidade administrativa), Ricardo Barros (PP) vai enfrentar a desconfiança dos curitibanos digamos mais puristas. É que um velho sonho do parlamentar ficha suja é transformar a pequena Pitanga em capital do Paraná, empreendimento que  demandaria muita empreiteira construindo prédios públicos.

Blog

Carreira política interrompida

Ontem, conversando com colegas vereadores, João Alves Corrêa (PMDB) comentou sobre a derrota sofrida no Tribunal de Justiça do Paraná na última segunda-feira, onde foi condenado por unanimidade no caso dos laptops (cível, já que na criminal, apesar de estar condenado em primeira instância, livrou-se no TJ-PR). Ele tem ciência de que a carreira política foi reduzida, já que não poderá disputar as próximas eleições, por causa da Lei Ficha Limpa.

A vitória do Ministério Público nesta ação – foi o promotor Cruz quem ajuizou a ação – fez arrepiar correligionários do deputado Ricardo Barros.

Política

À mesma mesa

Na coletiva de hoje à noite, além da ausência do PPS percebia-se o trio à direita (Flávio Arns, Alfredo Kiefer e Gustavo Fruet), que recentemente questionaram a aliança com Ricardo Barros, que está à esquerda.

Política

Coletiva atrasada

Anunciada para as 18h, a coletiva de Beto Richa ainda não começou. A demora de mais de uma hora já provoca burburinho e comentários maliciosos de adversários.

PS – A coletiva começou às 19h20. Se recepção calorosa marcasse pontos, Ricardo Barros começaria devendo; deu-se a impressão de que foi aplaudido de forma constrangida pelos presentes.

Akino

Teria a mão dele?

Há quem suspeite que a indicação de Álvaro Dias para vice na chapa de Serra foi ideia de Ricardo Barros que tudo fará para ter a companhia de Osmar Dias na disputa para o Senado. Parece contraditório, mas o deputado quer Osmar como uma espécie de muleta para se apoiar. Ficaria na sombra, de olho nos votos de Osmar, colocando-se como a segunda opção dos eleitores deste. Blogs especializados na capital informaram que Álvaro se ofereceu para ser o candidato.
Minha opinião: Conhecendo o jeito de fazer política do deputado, é bastante provável que teria mesmo suas digitais na manobra que, mais do enfraquecer o palanque de Dilma e fortalecer o de Serra, visa fortalecer a sua própria candidatura. Ou será que devemos acreditar que ele está preocupado com Maringá, com o Paraná e o Brasil? A grande preocupação de Ricardo é consigo mesmo.

Akino Maringá, colaborador

Akino

Influência de Barros?

Pela terceira vez foi retirado de pauta  processo 592.603-6, pelo TJ-PR, cujo julgamento estava marcado para ontem,que tem como uma das partes a Urbamar Urbanização de Maringá S/A, que envolve a contratação de um escritório de advocacia de Curitiba, a peso de ouro, numa causa ganha em primeira instância.  Pode ser coincidência, mas há quem suspeite que seja influência do deputado Ricardo Barros. A Urbamar não tem interesse neste julgamento, e estaria esperando que o caso caia no esquecimento e quem sabe até trabalhando para ‘perder’ o recurso e assim justificar o pagamento dos honorários. Acredito que o MP e os senhores vereadores, principalmente a vereadora Marly que tem bastante acesso ao Tribunal, poderiam questionar o que está acontecendo.

Akino Maringá, colaborador

Akino

Por que tanta demora?

O processo 601/2001, uma ação civil pública, na 2ª Vara Cível de Maringá, que resultou em mais uma condenação para Ricardo Barros em março de 2009, ainda não foi aoTJ- PR. Por que tanta demora? Grande volume de serviços do cartório, ou a tão falada influência do deputado?

Akino Maringá, colaborador

Política

Só falta aprender a respeitar a lei

O advogado Ulisses Maia (PP) volta hoje ao programa do ex-deputado federal Pinga Fogo de Oliveira, sócio do pré-candidato ao Senado Ricardo Barros, na TV maringá (Band). Vai falar sobre legislação eleitoral, assunto do momento, muito empolgante.

Pré-candidato a deputado estadual, Ulisses ganha mais espaço por lá do que quando era chefe de Gabinete da administração do irmão mais velho. Falta agora o programa e a emissora aprenderem a respeitar a legislação eleitoral, já que são campeões de multa por crimes eleitorais em Maringá.

Akino

Qual é a música?

Para esta novela Osmar Dias a música da trilha sonora poderia ser uma  de sucesso com José Augusto, que começa assim: ‘É  mais um dia sem você, mais uma noite que eu te espero (…)”, cantada por PT e PSDB.
Previsões de vidente: Osmar não será mesmo candidato a governador. Álvaro é o vice de Serra. Beto Richa, o futuro governador do Paraná, ou Pessuti . Maringá poderá ter três senadores: Wilson Matos, Ricardo Barros, e Osmar Dias, ou nenhum. A disputa à Presidência ficará polarizada entre Dilma e Serra, Marina chega em terceiro. As próximas eleições serão realizadas no dia 3 de outubro de 2010.

Akino Maringá, colaborador