Busca: "Ricardo Barros"

Akino

Declaração de bens

Já está disponível no site do TSE a declaração de bens do candidato Gustavo Fruet. Semana passada tínhamos postado, estranhando o fato de apenas as dele de Ricardo Barros não aparecerem e recebemos a informação de sua assessoria  imprensa de que já havia entregue ao TRE. Quanto à de Barros, nada até agora. Aparece sem declaração de bens.

Akino Maringá, colaborador

Política

Peemedebista inaugura comitê

Na inauguração do comitê de Odílio Balbinotti (PMDB), hoje em Maringá, havia a presença de muitas lideraças de cidades da região. Balbinotti provocou constrangimento em seu companheiro de dobrada, Enio Verri (PT), ao convidar para a festa seu ex-adversário Ricardo Barros (hoje, os dois são praticamente compadres). É que a coligação que Balbinotti e Verri integram apoiam Gleisi e Requião.

(Foto: Agnaldo Vieira)

Akino

Sem declaração de bens

Ainda não foram disponibilizadas no site do TSE as declarações de bens dos candidatos ao Senado, pela coligação Richa, Ricardo Barros e Gustavo Fruet. Será que eles não apresentaram?

Akino Maringá, colaborador

Blog

Numa velocidade…

O tráfego judiciário entre Maringá e Curitiba deve estar congestionado pra caramba.

Ontem fez um mês que os autos da ação civil pública em que o deputado federal Ricardo Barros foi condenado em primeira instância por ter simulado uma venda de coletores de lixo para o município de Luiziana saíram de Maringá, com destino ao Tribunal de Justiça do Paraná. Acredite: até agora eles não chegaram lá. Mas nada que uma denúncia ao CNJ não possa resolver…

Akino

Improbidade administrativa: tolerância zero

Digamos que cansado de ser condenado, envergonhado com os adjetivos usados no último acórdão, o prefeito Sílvio Barrros resolvesse mudar completamente o rumo de sua administração e instituísse o “programa tolerância zero contra atos de improbidade administrativa”. Que medidas tomaria? Em primeiro lugar chamaria o seu irmão Ricardo Barros e diria: “A partir de hoje você não terá mais qualquer influência no meu governo. Não indicará comissionados, não influenciará vereadores, enfim não mandará mais. Eu serei o prefeito, de fato e de direito. Não conversaremos mais sobre a administração municipal. Não aceitarei nem conselhos seus. Vou preparar um conjunto de medidas e anunciarei em seguida”. Que medidas seriam essas?

Akino Maringa, colaborador

Blog

Uma promessa ou uma ameaça?

O ímprobo deputado federal Ricardo Barros promete fazer pelo Paraná o que fez por Maringá – mas, peraí!, só durante o tempo em que seu irmão mais velho tem sido prefeito, já que na época de Said Ferreira, Jairo Gianoto, José Cláudio e João Ivo Caleffi ele simplesmente trabalhava contra a cidade em que nasceu, impedindo que Brasília mandasse recursos federais para Maringá, daí seu apelido (um deles,claro) de “empata-obras”.

“Eu sei como conseguir esses investimentos”, diz ele. Na época de Collor, ele dava canetas Mont Blanc para o terceiro escalão; agora, no probo governo Lula, que quase não foi marcado por escândalos, o preço deve ter sido outro.

Verdelírio

Eleição em Tuneiras do Oeste

No dia 8 de agosto a população de Tuneiras do Oeste estará elegendo o prefeito daquela cidade. O maringaense Edmar Arruda, que é candidato a deputado federal pelo PSC, está apoiando a candidatura de Nilson Polícia, que é vereador e pertence também ao PSC. Nilson Polícia conta também com os apoios de:Orlando Pessuti, Osmar Dias e Gleisi Hoffmann.Continue lendo ›

Geral

Fraude contra a Previdência faz 4 anos

Fará aniversário de quatro anos a um dia famosa Operação Campo Fértil, que envolveu políticos do noroeste do estado e uma rede de pessoas ligadas à Previdência Social, um golpe que teria produzido milhões em prejuízo para os cofres públicos. Até agora, pouco se sabe do andamento das investigações (que incluiram escuta telefônica|) e dos depoimentos, que começaram a ser tomados apenas no ano passado. Um grupo de 21 pessoas chegou a ficar preso, mas só bagrinho. O organograma da operação, feito pela Polícia Federal (aqui, com exclusividade) envolve o deputado federal Ricardo Barros (PP), que teria recebido R$ 400 mil para, através de uma indicação de cargo, abrir a porteira para a fraude. Também o atual prefeito de Jandaia do Sul, José Borba, aparece no levantamento da PF. No entanto, nenhum dos dois foi indiciado. No ano passado, um secretário municipal de Maringá foi citado num depoimento. A divulgação da relação de envolvidos chegou a ser proibida.

A operação antecedeu a súbita mudança de Ricardo Barros, que de oposicionista de Lula virou seu vice-líder. Há quem veja relação entre os dois episódios. O andamento-tartaruga do caso também pode explicar a candidatura do maringaense a senador, pois, se eleito, aí que a coisa não andará mesmo.

Verdelírio

Duas do Verdelírio

Gravando – O deputado federal Odílio Balbinotti, que é candidato à reeleição pelo PMDB de Maringá, estará hoje em Curitiba. Vai para fazer gravações para os programas eleitorais de rádio e televisão. À noite estará na sua Rádio Banda 1 em Sarandi, reunido com Antonio Santos, gerente da emissora e com lideranças daquela cidade.

Novo local – O deputado estadual Luiz Nishimori, que agora é candidato a deputado federal pelo PSDB de Maringá, está atendendo em novo local. Nishimori instalou o seu escritório e comitê na rua Fernão Dias,347 pertinho do Atacadão.Continue lendo ›

Akino

De campana

Assim está o deputado Ricardo Barros junto ao TRE-PR para saber do resultado do julgamento do seu pedido de registro de candidatura e as impugnaçãoes. Surpreende que o Ministério Público Eleitoral não tenha comparecido e a tarefa ficasse para dois cidadãos. Mas as expressão de campana pode ser aplicada à ‘assessoria de imprensa’ do candidato. Fala-se que ele tentou Ruth Bolognese (ela disse no Jornal da Massa que ele ligou para ela no sábado, na hora do JN, preocupado com as atenções mais para Fruet), mas ficou com Fábio Campana, de cuja leitura do blog se percebe um espaço grande dado a ele. Justiça seja feita o nome de Barros foi um dos destaques de toda a imprensa, nos últimos dias, a bem da verdade, mais pela ficha do que pelas propostas. Há quem diga que mesmo confirmado o registro da candidatura sua ficha não mudará. Que os eleitores fiquem, também, ‘de campana’, literalmente.

Akino Maringá, colaborador

Blog

Calma, que tem mais

Para quem reclamou da disparidade das pesquisas eleitorais publicadas nos últimos dias no Paraná, um aviso, que não é um alento: calma que daqui a pouco a DataBarros divulga a sua, com Ricardo Barros em segundo para o Senado…

Akino

Qual é a minha intenção?

Levantar questões para que pensemos, discutamos, reflitamos, analisemos, nos informemos, esta é a principal intenção de muitos temas que levantamos neste espaço, que nos é concedido pelo Rigon. Os mais atentos percebem que na maioria dos nossos textos há um ponto de interrogação, que significa que não estamos afirmando nada. Quando emitimos nossa opinião, quase o sempre deixamos bem destacada, sob o título. Para deixar bem claro: nada pessoal contra a família Barros. Nem os conheço, nunca tive qualquer contato profissional ou político direto. Apenas discordo da forma de fazer política e entendo que pelo passado, principalmente de Ricardo Barros, eles não fazem bem para a cidade e, como contribuinte, preferiria que não fossem meus representantes. Tenho absoluta convicção de que estou certo nesta opinião, embora reconheça que não sou o dono da verdade. Os fatos, os processos, as condenações, as atitudes falam por si só.

Akino Maringá, colaborador

Akino

Os Barros odeiam Maringá?

Há uma teoria, que me foi contada em conversa informal, de que na verdade Sílvio e Ricardo odeiam Maringá, talvez inconscientemente. Este ódio teria sido gerado pela situação em que a família se viu após o fim do mandato do pai, que teria sido passado para trás por laranjas e ficado em situação bastante ruim. No fundo o desejo seria que e o povo maringaense se exploda, querem se vingar, repito, talvez de maneira inconsciente.
Minha opinião: Sem conhecimentos  de psicologia, não descarto totalmente esta hipótese, principalmente no tocante a Ricardo Barros. E o povo, na sua grande maioria, parece hipnotizado. Não queremos condenar, pois a psiquiatria explica que muitas vezes é uma questão patológica, provocada por um trauma e que tem tratamento.

Akino Maringá, colaborador

Akino

Seria o começo do fim do império?

Há quem diga que as eleições de outubro podem marcar o começo do fim do império Barros em Maringá. Com a não eleição de Ricardo, uma possível derrota de Cida, a confirmação das vitórias de Osmar e Dilma, o cacique perderia a força. Os processos contra Silvio II, no máximo permitiriam a conclusão do seu mandato, mas às duras penas.Como seria Ricardo Barros sem poder político? Teria tantos ‘amigos’? Seria idolatrado pela imprensa? E Silvio II? Tenho sérias dúvidas se algumas pessoas de inteligência, os formadores de opinião, são fãs ou comparsas.

Akino Maringá, colaborador

Akino

Pesquisa Datafolha para o Senado

Acabo de ver na RPC o resultado da primeira pesquisa Datafolha para o Senado: Roberto Requião aparece com 50%; Gleisi Hoffman 28%; Ricardo Barros 19%, empatado tecnicamente com Gustavo Fruet  que tem 16%, em terceiro lugar.
Minha opinião: Tudo indica que a disputa pelo terceiro lugar será bastante acirrada. Há quem diga que Fruet deve reverter a situação.

Akino Maringá, colaborador

Akino

Há outros bons candidatos

Por uma questão de justiça é preciso divulgar que Maringá tem outras  boas opções de candidaturas a deputado. O PPS, por exemplo, tem João Oficial para Estadual e Willy Taguchi para Federal. O PV conta com Alberto Abraão, sem falar de Flávio Vicente, que é do PSDB e não está no convite  do ‘condomínio Barros’, isto é bom sinal. Por que Evandro está e Flávio Vicente não? Esquecimento? Incompatibilidade? Deve haver outros, lembro de Edmar Arruda, com as restrições de proximidade com os Barros, mas que também ficou de fora do convite. João Ivo Caleffi, que deve ser respeitado. Enio Verri, em que pese o ‘amolecimento’ na última campanha para prefeito. Um pouco fora do contexto, uma observação: ‘ Só espero que o PT amoleça, mais uma vez, para Ricardo Barros e o prestigie num eventual governo Dilma’.

Akino Mariná, colaborador

Akino

Quinteiro: estranho no ninho?

Recebemos convite para participar do lançamento das candidaturas de Cida, Dr. Batista, Evandro, Ulisses Maia e Quinteiro, hoje às 20h, o mesmo que foi publicado em O Diário, em que aparecem, além dos 5 candidatos acima, Ricardo Barros, Fruet, Beto e Serra.  Pequenos detalhes indicam para  quem efetivamente o grupo Barros está pedindo votos. Os números de Ulisses Maia, Evandro e Cida, aparecem em azul, bem destacados. O de Quinteiro é ilegível. O do Dr. Batista consegue-se ler com esforço, assim como de Gustavo Fruet. Já os de Ricardo, Beto e Serra, apesar de serem outra cor, aparecem bem legíveis. Conclusão: Como Ulisses e Evandro são da mesma coligação, o voto em qualquer um dos dois vale o mesmo e para Ricardo, em que pese Ulisses ser do PP, uma eleição de Evandro é ‘ bom também’. Dr. Batista é mais chegado. Fruet, eles não fazem questão de divulgar e para Quinteiro  não pedem voto de jeito nenhum. Quinteiro é um estranho no ninho, que só serve para pedir votos para Richa, Serra, Ricardo e Cida, só isto eles querem e em troca ajudam financeiramente na campanha, provavelmente com ‘recursos não contabilizados’. Estranho no ninho? Nem tanto, Quinteiro sonha, fala-se, em ser, uma vez reeleito, o ungido de Ricardo, em 2012, até por falta de opções do grupo. Esta é a minha opinião.

Akino Maringá, colaborador

Verdelírio

Quase vizinhos

Beto Richa, candidato ao Governo do Paraná pelo PSDB, e Osmar Dias, que disputa o Governo do Estado pelo PDT, escolheram a mesma rua e o mesmo bairro para instalarem seus Comitês. Beto ficará na avenida Mauá, na Vila Operária, no antigo Moinho de Trigo Maringá; e Osmar ficará na avenida Mauá, na Vila Operária, na antiga Cerealista Suzuki.Continue lendo ›

Blog

Qual a pasta mesmo?

O clima entre os defensores das principais candidaturas a governador esquenta. Depois de Osmar Dias afirmar que Beto Richa é privativista (bem, ele está com Ricardo Barros, que queria privatizar o Porto de Paranaguá…) e Lula insinuar que só a vitória do irmão de Álvaro garantirá a continuidade do Bolsa Família no Paraná, a tucadana pergunta: qual secretaria mesmo ocupará João Pedro Stédile em caso de vitória do senador?

Akino

Juntas eleitorais apuradoras

A propósito das postagens do Rigon sobre a composição das juntas eleitorais apuradoras, ressalto a importância serem constituídas por pessoas isentas de interesses, especialmente que não sejam funcionários comissionados, vinculados à administração municipal. Antes do TRE aparelhar seus cartórios e contratar, por concurso, funcionários efetivos e bem remunerados, boa parte do serviço era executada por funcionários comissionados pagos pelo município e há quem diga que havia muita influência. Fala-se, não sabe até que ponto é verdade, que fraudes teriam acontecido. Todo cuidado é pouco, sobretudo diante dos comentários da influência  que teria o candidato ao Senado, Ricardo Barros, em todas as instâncias do Judiciário, até no STF.

Akino Maringá, colaborador

Maringá

Protesto no Contorno Norte

Leitor informa que está ocorrendo um grande protesto na obra (suspeita) do Contorno Norte, entre os conjuntos Ney Braga e Thaís.

E acrescenta: o Conjunto Thaís – inaugurado por Fernando Collor de Mello, na tumultuada administração Ricardo Barros -, agora sem retorno, virou um distrito de Mandaguaçu.

Blog

Por via das dúvidas

Consta que as gravações entregues por Divanir Almenara ao Ministério Público não seriam as mesmas apresentadas antes a algumas pessoas. Uma reunião no escritório do deputado Ricardo Barros teria decidido que as gravações a serem entregues só envolveriam o presidente do PHS paranaense, Valter Viana, poupando um vereador, um ex-secretário-candidato-a-deputado-estadual e um ex-diretor-geral. Bem, é o que correu hoje em Maringá, ou seja, que Viana assumiria o papel de boi-de-piranha.

Eu, cá do meu lado, não acredito.

Akino

Curiosidades das declarações de bens de candidatos

Continua aparecendo, no site do TSE, sem declaração de bens os registros das candidaturas de Ricardo Barros e Gustavo Fruet ao Senado. Para os candidatos ao Governo do Paraná, Beto Richa, que declarou um patrimônio de R$ 4.238.118,72, tem cerca de R$ R$ 3.500.000,00 em aplicações financeiras e ações, ou seja, dinheiro realizável a curto prazo. Já Osmar Dias, para um patrimônio de R$ 5.191.343,92, possui apenas  cerca de R$ 930.000,00 em aplicações financeiras, a maior parte do patrimônio e de bens imóveis. Não é possível acessar a declaração de Beto, referente 2008. Dá erro. Curioso é que a de Osmar é possível acessar normalmente.
PS – O único registro de candidatura deferido até agora foi o de Osmar Dias.

Akino Maringá, colaborador

Blog

Comitê do condomínio

No próximo sábado será inaugurado em Maringá o que parece ser um comitê-condomínio eleitoral. No mesmo local, em frente ao escritório do deputado Ricardo Barros, funcionarão os comitês de dr. Batista (PMN) – que em tese foi adversário do irmão mais velho em 2008 -, o de Ulisses Maia (PP), ex-chefe de Gabinete, Cida Barros e outros da coligação.

Blog

Discurso e cia.

“Copel, Sanepar e Porto de Paranaguá voltarão a ser referência e orgulho dos paranaenses”, disse Beto Richa hoje, ao passar por Paranavaí. O discurso não combina com a companheirada: o candidato a senador que Beto apoia, Ricardo Barros (PP), foi acusado há alguns anos pelo ex-governador Roberto Requião de lutar pela privatização do Porto de Paranaguá, episódio que envolvia uma licitação supostamente superfaturada para obras. O episódio aconteceu quando Barros atendia como vice-líder de FHC.

Política

Futuro indefinido

D´O Estado do Paraná:

Entre as candidaturas majoritárias, o MPE também não emitiu parecer sobre o pedido de registro do deputado federal Ricardo Barros (PP), candidato ao Senado pela coligação Novo Paraná. A candidatura de Barros recebeu uma notícia de inelegibilidade [na verdade, duas]. O advogado de Barros, Horácio Monteschio, pediu vistas à impugnação da candidatura. Os autos foram retirados na quinta-feira passada e ainda não foram devolvidos. Por essa razão, segundo a assessoria do TRE, o MPE não emitiu parecer. Leia mais.