É tabu
A situação do deputado federal Ricardo Barros (PP) perante a Justiça Eleitoral – com chances de ter seu registro indeferido, ou, no popular, “no bico do urubu” -, conta um amigo, é assunto proibido na imprensa maringaense.
A situação do deputado federal Ricardo Barros (PP) perante a Justiça Eleitoral – com chances de ter seu registro indeferido, ou, no popular, “no bico do urubu” -, conta um amigo, é assunto proibido na imprensa maringaense.

Não bastassem as pesquisas que lhe dão queda na intenção de votos, o deputado Ricardo Barros (PP) enfrenta a indefinição do registro de sua candidatura. É, hoje, entre os candidatos ao Senado, o único alcançado pela Lei Ficha Limpa, com notícia de inelegibilidade. A liberação do registro do ex-governador Requião deixou-o, ao lado Valmor Venturini (PSol), que aguarda julgamento de seu registro, os únicos ainda sem o ok final da Justiça Eleitoral – e olha que sua assessoria espalhou que o TRE havia liberado a candidatura, numa clara demonstração que a situação o assusta. Para quem tem o ego do tamanho do dele, é realmente de assustar.
Do leitor:
Como ex-prefeito de Maringá, Ricardo Barros, o ficha-suja, responde a várias ações judiciais, tendo sido condenado em duas instâncias por improbidade administrativa, o que legalmente o impediria de tomar posse caso seja eleito como senador, uma hipótese muuiiito remota. Na condição de deputado federal, Ricardo Barros exerceu seu mandato de uma forma muito intere$$sada. Ou intere$$ante, o que dá na mesma.
Nos meios políticos, Ricardo é conhecido como “leitão-vesgo” (mama numa teta e já está de olho na outra). Até o jingle de sua capanha ao Senado parece não cheirar bem. Ao insistir na memorização de seu número – 111 -, o som musical que parece chegar aos ouvidos é… pum… pum… pum… Que coisa mais mal cheirosa desde a origem!
Candidato a deputado estadual pelo PSDB, o vereador maringaense Evandro Júnior, que é neto de Hermas Brandão, ex-presidente da Assembleia Legislativa do Estado e atual conselheiro do Tribunal de Contas do Paraná, vai lançar oficialmentle sua candidatura. Será na terça-feira, dia 17, às 20 horas, na Unifamma.Continue lendo ›
Dorival Dias, que foi secretário de Administração, vereador, presidente do PSDB e da Associação dos Funcionários Municipais de Maringá e agora é chefe do Procon, está apoiando Wilson Quinteiro que disputa reeleição na Assembleia Legislativa. Ele justifica seu apoio a Quinteiro para deputado estadual: “Eu acompanho a liderança de Ricardo Barros e Cida Borghetti e agora o Quinteiro está no mesmo grupo”.Continue lendo ›
Na nova pesquisa Datafolha/RPC, a diferença entre Beto Richa e Osmar Dias é considerável – são 12 pontos, quando há menos de um mês eram 5. Na mão contrária, porém, os dois candidatos ao Senado que apoiam Beto desceram alguns degraus: Ricardo Barros, o ficha-suja que pode ficar sem o registro da candidatura, caiu de 19 para 15%, enquanto Fruet caiu de 16 para 13%. Leia mais.

Pelo Twitter, respondendo ao Nandé do Magna Curitiba, o deputado federal Ricardo Barros (PP) disse que é “inconsistente” a notícia de que sua candidatura está pendente, conforme comentou ontem Akino Maringá. Em respeito ao Nandé e aos leitores, faço a reprodução acima. Aliás, o parlamentar tem informado desde a semana passada que sua candidatura foi deferida pelo TRE-PR, o que é uma inverdade, como percebe qualquer alfabetizado que acompanhar o processo de registro no site da Justiça Eleitoral. Ele pode eventualmente ter o registro deferido, pois, afinal, tem influência em vários tribunais, como se percebe pela lentidão com que caminham os processos contra sua pessoa (um deputado federal que foi citado num organograma da PF em investigação sobre fraude na Previdência há quatro anos e sequer indiciado foi, é um sinal dessa influência).
Oscar Batista de Oliveira, diretor geral da Câmara Municipal de Maringá, está em gozo de férias. Oscar já foi vereador e quase presidente do Poder Legislativo, tendo sido chefe do Detran e presidente do Maringá Futebol Clube.Continue lendo ›
Políticos estariam envolvidos no esquema que desaguou na Operação Audácia, realizada por uma força-tarefa formada pela Polícia Federal, Ministério da Previdência Social e Ministério Público Federal na última segunda-feira, com o cumprimento de mandados de busca e apreensão em sindicatos de trabalhadores rurais de Maringá, Paiçandu e Floresta. Um dos envolvidos seria um vereador, já envolvido em outros crimes. Novos documentos teriam sido resgatados de dentro da agência da Previdência Social de Maringá nesta terça-feira. O esquema teria sido descoberto em Paiçandu, onde livros e arquivos foram apreendidos para aprofundamento da investigação. Provas também foram colhidas em escritórios de contabilidade possivelmente envolvidos na fraude.
Há quatro anos – exatamente no dia 1º de setembro -, foi deflagrada a Operação Campo Fértil, que mobilizou 220 policiais federais e 32 servidores da Previdência Social, e que prendeu 21 pessoas acusadas do mesmo tipo de fraude. Os presos eram de 14 cidades, como Maringá, Jandaia do Sul, Campo Mourão, Goioerê, Marialva e Nova Olímpia – cujo então prefeito era Luiz Sorvos, hoje secretário do prefeito Silvio Barros II. As investigações da PF apontaram o então deputado José Borba (na época, no PMDB) como um dos beneficiados, além do maringaense Ricardo Barros (PP) como beneficiário de R$ 400 mil para permitir a ocorrência da fraude. Nenhum dos dois foi indiciado pela Justiça Federal. Um dos presos foi o ex-prefeito de Marialva Onésimo Bassan, que reelegeu-se vereador dois anos depois da operação policial.
[Quer saber mais sobre a Operação Campo Fértil, que só pegou bagrinhos? Visite meu antigo blog e digite “Campo Fértil” no campo de pesquisa]
O prefeito de Jandaia do Sul, o ex-deputado federal José Borba (PP), que recebeu mais de R$ 2 milhões de mensalão, faz campanha para seu amigo e vizinho de prédio, Ricardo Barros (PP), e para Gleisi Hoffmann (PT), informa Cícero Cattani. Dizem que os dois, Gleisi e Barros, têm dobradinha informal em alguns setores. Ou seja, todos em casa – isso se Barros não naufragar por causa dos antecedentes.
Está marcada para o dia 15 de setembro, uma quarta-feira, a posse de Luiz Antonio Krauss, do Partido Trabalhista Brasileiro, no cargo de prefeito municipal de Tuneiras do Oeste. Luiz Antonio Krauss ganhou de Nilson Barbosa de Souza, do PSB, por uma diferença de 86 votos.Continue lendo ›

Eis que o caso Tenda dos Milagres – um dos maiores escândalos administrativos de Maringá, somente comparável ao verificado na gestão Gianoto – teve um movimento no Supremo Tribunal Federal, 26 meses depois que a Procuradoria Geral da República deu parecer pelo desprovimento do recurso do deputado federal Ricardo Barros (PP), em maio de 2008. De lá pra cá, houve apenas a substituição do relator, em virtude da morte do ministro Menezes Direito, substituído por Dias Toffoli, em outubro do ano passado. O movimento verificado no processo, que causaria a perda do mandato de Barros se ele fosse eventualmente eleito senador, verificou-se no final do mês passado: no dia 29 de julho o advogado de Barros, Horácio Monteschio, solicitou cópia da documentação; no dia seguinte, seu cliente prestou informações e requereu a juntada de documentos. Em época de angústia por conta da possibilidade de deixar de ser candidato por causa da Ficha Limpa, o político maringaense de ficha suja resolveu mexer no baú de ações.
Para entender o escândalo ocorrido na época em que Barros era prefeito, leia o acórdão da condenação no TJ-PR e da condenação no STJ.
Rose Machado, jornalista e co-apresentadora do Programa RIC Rural, se inscreveu no Concurso de Telejornalismo Rural promovido pela Ocepar – Central de Cooperativas do Paraná. Rose participou mais por participar, e sem maiores aspirações, e ainda assim garantiu o segundo lugar do concurso.Continue lendo ›
O vereador Mário Celso (PSB) aceitou ser o segundo suplente do candidato ao Senado Ricardo Barros (PP) na chapa do candidato tucano a governador Beto Richa (PSDB). O suplente que havia sido inscrito, Bento Batista, teve que desistir por problemas na documentação levada ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Falta agora o TRE liberar a candidatura de Barros. O caso deve ser julgado até o fim da semana.
O deputado federal Ricardo Barros (PP), que tenta aparentar impassibilidade, intensifica a campanha na mídia amiga para posar de ficha limpa, a um dia do julgamento de seu caso (notícia de inelegibilidade).
Como diria o matuto: se ele é ficha limpa, o que nós vamos fazer então com aquelas condenações (inclusive transitado em julgado) e com os processos que ainda tramitam na Justiça por improbidade administrativa? Não há caminhão carregado de Bombril que dê jeito…
Não pensem que Ricardo Barros está quieto, no aguardo do voto de Minerva da presidente do TRE-PR, que pode tirá-lo da disputa por uma vaga no Senado por causa da Lei Ficha Limpa. A desembargadora Regina Afonso de Oliveira Portes, que tem familiares no governo do estado e na Assembleia Legislativa, é hoje motivo de preocupação extrema do parlamentar, que começou a mexer os pauzinhos.
No plano político, estima-se que, se o TRE decidir pelo indeferimento do registro, a campanha de Beto Richa deverá ser abalada. Vale ressaltar que o parecer do Ministério Público Eleitoral foi a favor do deferimento, o que coloca o MPE numa situação no mínimo estranha nessa altura dos acontecimentos.

O senador Osmar Dias (PDT) ao lado do ex-prefeito Onésimo Bassan (PDT), vereador em Marialva, e do prefeito Edgar Silvestre (PSB) – partido que, oficialmente, está com Beto Richa -, na inauguração do comitê em Maringá. Bassan foi um dos 21 presos da Operação Campo Fértil, da Polícia Federal, em 2006 – da qual escapou Ricardo Barros, acusado no organograma da PF de receber R$ 400 mil para abrir as portas para a fraude na Previdência Social, que teria superado R$ 7 milhões em aposentadorias frias. O processo, na Justiça Federal, ainda não teve um fim e não indiciou o parlamentar.
(Foto: Hilário Gomes)
A desembargadora Regina Helena Afonso de Oliveira Portes, presidente do TRE, que decidirá a sorte do ficha suja Ricardo Barros na próxima terça-feira (vai ou não disputar a tão sonhada vaga para o Senado?), é a mesma que recentemente acatou recurso do Ministério Público e cassou os direitos políticos do irmão mais velho, Silvio Barros II, por conta da contratação irregular de cargos comissionados na administração cidadã, mantendo sua condenação por improbidade administrativa. Em 2007, ela negou recurso à prefeitura, que havia perdido ação civil pública proposta pela Promotoria de Defesa do Patrimônio Público por causa do recebimento de honorários sucumbenciais pelos advogados do município, considerando com a afirmação de que os cofres do município de Maringá vinham sendo lesados.
Ela é a mesma desembargadora que manteve a sentença condenatória do vereador João Alves Correa (PMDB) por descumprir ordem judicial e não instalar a CPI dos Laptops, condenando, entre outras coisas, ao pagamento de uma multa que hoje beira os R$ 350 mil. A desembargadora foi revisora do caso que anulou a decisão dos vereadores de Paiçandu, que cassaram irregularmente o ex-prefeito Moacyr José de Oliveira. Na área eleitoral, ela foi voto vencido no julgamento que liberou Mário Hossokawa (PMDB) e dr. Batista (PMN) de se tornarem inelegíveis por conta da doação de verba de fonte vedada (Unimed), nas últimas eleições; por ela, a lei seria aplicada contra os dois, mas a decisão foi revertida em plenário. Ou seja, pelo conjunto de decisões anteriores e pelo seu comportamento no tribunal, pode-se confiar que são consideráveis as chances de se fazer justiça e tornar a prática da política algo menos podre e interesseira.
Se tem alguém que duvida dos números do Ibope – que ontem deu Beto Richa com 13 pontos à frente de Osmar Dias -, este alguém chama-se Ricardo Barros, ficha-suja companheiro de Betinho.
Para Barros, “o Ibope é comprado“. Neste caso, resta saber quem comprou.
De acordo com o TSE, dos 12 candidatos a senador pelo Paraná, apenas seis tiveram os registros de candidatura deferidos até agora; cinco estão aguardando julgamento e um está com denúncia de inelegibilidade – o maringaense Ricardo Barros. Regulares estão o sargento Pedroso (PRTB), Cláudio Timossi (PSTU), Gilberto Carlos de Araújo (PCB), Irineu Fritz (PT do B), Luiz Romeiro Piva (PSol) e Rubens Hering (PV). Aguardam julgamento Roberto Requião (PMDB), Gleisi Hoffmann (PT), Gustavo Fruet (PSDB), Valmor Venturini (PSol) e sargento Jensen (PRTB).
Ricardo Barros foi recebeu duas impugnações, baseadas em três fatos: o ex-vereador e ex-secretário municipal Euclides Zago Alexandre da Silva pediu o indeferimento do registro baseado em certidões expedidas pela Justiça Federal e cartório distribuidor da comarca de Maringá e pela reprovação de suas contas quando prefeito de Maringá, enquanto Aloir Tadeu Marchesine apresentou pedido de inelegibilidade fundado em decisão colegiada (Tribunal de Justiça) em ação que o condenou por improbidade e abuso do poder político). Apesar das alegações, o procurador Alexandre Melz Nardes emitiu parecer pelo deferimento do registro, ainda não julgado pelo TRE-PR.
A pesquisa Ibope, encomendada pela RPCTV, apontou o candidato Beto Richa (PSDB) liderando a preferência de votos, com 46%. Osmar Dias (PDT) tem 33% das intenções. Brancos e nulos somam 4% e não souberam ou não opinaram somam 16%. Já a pesquisa feita para o Senado apontou o candidato Roberto Requião (PMDB) na preferência, com 48%. Gleisi Hoffmann (PT) aparece em seguida, com 32%. Ricardo Barros (PP) aparece com 15% e Gustavo Fruet (11%). Brancos e nulos somam 11% e não souberam ou não opinaram somam 43%. Leia mais.
De Willy Taguchi:
Avanilson Alves Soares e Osmar Dias, candidatos a governador, Cláudio Timossi e Ricardo Barros, candidatos a senador, vêm se somar a Álvaro Dias, atual senador, espelhando uma atividade política incomum para nossa cidade e região, que ganha projeção política no cenário estadual.
O jornal Gazeta do Povo, de Curitiba, resolveu regionalizar suas edições e em conseqüência baixar os preços. Em Maringá as edições de domingo baixaram de R$ 3,50 para R$ 2,50 e as semanais de R$ 2,00 R$ 1,80.
O Ministério Público Eleitoral opinou pelo deferimento do registro da candidatura ao Senado do deputado federal Ricardo Barros (PP), que tem condenação em segunda instância e por improbidade administrativa transitado em julgado, além de ter condenações em primeira e segunda instância, também por improbidade, no TJ-PR e no STF. O parecer foi encaminhado ontem à noite ao relator, desembargador Irajá Romeo Ingelberg Prester Mattar. O parecer, cujo teor ainda não foi disponibilizado na internet, é do procurador Alexandre Melz Nardes. Contra Barros haviam dois pedidos de impugnação de registro.
Ricardo Barros foi relator do projeto que aumentou os vencimentos de juízes e promotores, na Câmara Federal, quando era um dos vice-líderes do presidente Lula. Ele “segurou” o projeto o quanto pôde. Se bem que uma coisa nada tem a ver com outra, claro.
O deputado federal Ricardo Barros (PP), preocupado com o crescimento de Gustavo Fruet (que deve ultrapassá-lo na próxima pesquisa), faz de tudo para não ficar na lanterna na disputa do Senado.
Vai para o vale-tudo. Não se surpreendam se ele prometer a volta de Cristo para logo depois das eleições.
Tem gente falando por aí que o ingresso do deputado estadual Wilson Quinteiro, do PSB, no grupo que apoia a candidatura de Ricardo Barros, do PP, para o Senado, teria acontecido em razão de um compromisso para que Quinteiro fosse o candidato a prefeito de Maringá com o apoio dos Barros. Não existe nenhum compromisso, principalmente pelo fato de que Quinteiro não confia nos Barros, e os Barros também não acreditam em Quinteiro.Continue lendo ›
A revista Você S/A do mês passado publicou um levantamento realizado pela Fucape, escola de negócios com sede em Vitória, no Espírito Santo, revelando as 100 melhores cidades brasileira para fazer carreira. Maringá é a 33ª no Brasil e ficou em terceiro lugar no Paraná. Na pontuação das cidades com maior recorde de empregos, Maringá é a sexta no sul do Brasil e a terceira no Paraná.Continue lendo ›

Olhando o teto, como sempre, Ricardo Barros não percebe o olhar de dona Ivaine – que deve ter se lembrado de 1994 e do beijo que o presidente do PP lascou no rosto de seu marido, Odílio Balbinotti, em cima de uma caminhonete, que, por sua vez, está na frente de Enio Verri, que, presidente estadual do PT, parece ter como candidatos ao Senado Gleisi e Requião.
(Foto: Agnaldo Vieira)
Li no blog do Lauro Barbosa uma postagem falando de um acordo político, feito por dois pesos pesados da política paranaense e que não estaria sendo cumprido. Lauro acredita que pode sobrar até para a ‘chefia’. Fiquei curioso. Do que se trata? Algo a ver com Fruet, Flávio Vicente, Ricardo Barros? Quem? Falando em enigma, como será que anda o caso Almenara? O Lauro sempre tem boas informações.
Akino Maringá, colaborador