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Política

Osmar defende Ficha Limpa este ano

O senador Osmar Dias defende que o projeto Ficha Limpa, aprovado nesta semana pelo Congresso Nacional, seja válido para o pleito de outubro.  “Aprovamos um projeto que vai mudar os rumos da política brasileira. Com a nova lei, quem vai se candidatar não pode ter condenação judicial definida por um colegiado de juízes. Este projeto, que teve origem na sociedade, foi aprovado por unanimidade. Defendi a urgência na aprovação porque quero que valha já para as eleições de 2010”, afirmou o líder pedetista.
Na opinião de Osmar, é necessária a eliminação das candidaturas daqueles que têm condenações na justiça. “Com isso faremos uma limpeza que vai melhorar a qualidade na política. Quem vai ganhar é a sociedade”, finalizou. A postura do senador, pré-candidato a governador, demonstra que ele continua irritado com o presidente estadual do PP, Ricardo Barros, que o deixou na mão há alguns meses, trocando-o pelo PSDB.

Akino

Zebrão ou Bravin?

Há uma disputa ferrenha para saber que ficará com o ‘dote ‘de ser escolhido como candidato a Deputado Estadual pelo dono do PP, em Maringá, Ricardo Barros. Zebrão disse que foi o escolhido. Bravin falou que a convenção é quem vai decidir. John e Hossokawa concordam que quem decide é a convenção, mas quem manda nos convencionais é Ricardo Barros. Bravin disse que não desiste e só perderá as esperanças quando o dono do partido lhe disser olhos nos olhos que o velho amor acabou e ele não tem chances. Aguardem os próximos capítulos. Zebrão ou Bravin? Por quem bate mais forte do coração de Ricardo.
Minha opinião: Se o ficha limpa valer para este ano, os três chorarão abraçados.

Akino Maringá, colaborador

Akino

Começou pela Urbamar

Relembrando o célebre discurso de Heine Macieira falando da proeza do dr. Eli Diniz, na defesa do patrimônio público de Maringá, que estava ameaçado nos idos de 1987, por irresponsabilidade a administração municipal da diretoria da Urbamar, que concordaram de devolver terrenos do Novo Centro para a Companhia Melhoramentos, veio à mente que o diretor técnico da Urbanização de Maringá S/A era Ricardo Barros, um jovem com seus 27 anos que iniciava ali ( 1986) uma carreira de muitas  conquistas pessoais. Qual seria a participação dele neste episódio que resultou num prejuízo de mais de R$ 3,5 milhões no pagamento de honorários advocatícios? Quem eram os outros diretores?

Akino Maringá, colaborador

Akino

Sem mágoas ou rancor

Ainda sobre o episódio Heine/Marly, John disse que não guarda mágoas ou rancor da vereadora, pelos desentendimentos que tiveram. A propósito, há poucos dias, em pitaco numa postagem em que comentamos a força que ele tem no Tribunal de Justiça, leitor que se identificou como John disse que nós queremos prejudicá-lo.
Meu comentário: Também não guardamos mágoas e apesar de todos os males que a maneira do vereador fazer política taz para a sociedade como um todo, do caso dos laptops, da parceria com Ricardo Barros, reconhecemos qualidades políticas, inteligência, capacidade para o desempenho de cargos, e fidelidade aos seus companheiros (beneficia muita gente). De maneira nenhuma queremos prejudicá-los, mas não podemos permitir que com o seu jeito de fazer política prejudique a maioria. Que a justiça se faça, mas de maneira nenhuma desejamos nada mais que mereça dentro das  humana e divina. Não guardar mágoas e rancor é uma qualidade e um passo para a regeneração.  E mais uma vez: ‘eu não sou o Humberto Henrique, vereador’, mas sou seu admirador.

Akino Maringá, colaborador

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Quem mais perde

Se a Lei Ficha Limpa entrar mesmo em vigor nestas eleições, o PP maringaense será o maior prejudicado. Dois dos três pré-candidatos a deputado estadual terão a candidatura barrada; escapa apenas Ulisses Maia (que, por sinal, está perdendo pontos junto aos servidores municipais por conta de uma espécie de “assédio eleitoral” que a máquina pública municipal está fazendo junto aos CCs e FGs; quem não admitir fazer campanha pra ele é “ameaçado” de perder a boquinha na administração cidadã).

Belino Bravin e Zebrão, dois nomes tidos como possíveis candidatos, estariam enlinhados com a lei em vigor, pois têm condenações por improbidade em segunda grau. Mesmo assim, estariam em situação melhor que seu grande chefe, Ricardo Barros, que tem até condenação transitado em julgado pelo mesmo motivo.

Akino

Seria muita ingratidão…

Se depois de tantos recursos que o governo Lula tem liberado para a administração Barros, especialmente os R$ 180 milhões  para o Contorno Norte e os R$ 102 milhões para o rebaixamento da linha férrea, ainda assim Ricardo Barros apoiar Serra e não Dilma, será muita ingratidão. Já pensaram o que significa 10% de R$ 292 milhões? Um prêmio dos bons da Mega Sena.

Akino Maringá, colaborador

Política

Vereador tenta, e não consegue, homenagear cunhado

O vereador Juliano Borghetti (PP), de Curitiba, apresentou projeto dando título de cidadania honorária da capital ao deputado federal Ricardo Barros (PP), que pode não disputar nenhum cargo eletivo este ano se a Lei Ficha Limpa entrar em vigor. A homenagem cairia como uma luva na sua pré-campanha para o Senado – mas esbarrou na legislação c uritibana, que proibe título a detentores de mandato público. Ah: Juliano é cunhado de Barros. Leia mais.

Akino

Inacreditável!

Lendo a postagem do Rigon sobre o adivo de mais  R$ 48.867.262,18 para as obras do Novo Centro, não acreditei. Fui ao DOU e encontrei a seguinte publicação, que transcrevemos em resumo. (edição de 17/5/10)
Extrato de termo aditivo –   Unidade Gestora – Dnit – Ente federado beneficiado: Prefeitura Municipal de Maringá, representada pelo seu Prefeito Silvio (…) Finalidade:  alterar o valor  total do termo vigente (…) acrescentando a parcela de R$ 48.867.262,12, alterando o valor de R$ 63.630.830,41, para R$ 112.498.092,59, sendo  R$ 89.998.474,07 do DNIT e R$ 22.499.618,52 contrapartida da Prefeitura de Maringá. Fundamento Legal:  Lei 8666/93, art. 65 , Ar. 3º a 7º da Lei 11.758/07, bem como decretos correlatos. Eficácia: a partir da data da publicação. Data da assinatura; 12/05/2010.
Nosso comentário: É inacreditável. Se não estamos enganados o valor desta obra era, no final da gestão José Cláudio/ João Ivo, R$ 44 milhões. Em 8 anos o valor quase triplicou. O TCU e a CGU apontam indícios de superfaturamento e logo em seguida assina-se um aditivo  no valor acima. Este pessoal, definitivamente perdeu o senso de responsabilidade. Gostaria de ver matérias sobre o caso n´ O Diário, na  RPC, e em todos os órgãos.  Por favor entrevistem o prefeito, o deputado Ricardo Barros, chamem o Fantástico. Socoroooo, como diria Umberto Becker.

Akino Maringá, colaborador

Akino

Nada contra

Deixo bem claro que nada tenho contra o fato do dr. Eli Diniz e a dra. Cleuza receberem os honorários que foram fixados em decisão judicial. O que estou questionando, no sentido de querer saber, é qual foi a origem da demanda contra a Urbamar. Um leitor disse que o município lucrou, gostaria de saber de que forma. O que a Urbamar estava fazendo de errado? Qual a participação do prefeito da época, salvo engano, Ricardo Barros? E mais:  esta é uma oportunidade ímpar para se discutir a utilidade da existência da Urbamar. O que estou sugerindo é que a Câmara abra o debate.

Akino Maringá, colaborador

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A teoria e a prática

O grupo suprapartidário de políticos maringaenses que apoia a pré-candidatura de Beto Richa ao governo do estado reuniu-se ontem com um dos representantes do ex-prefeito de Curitiba, que estava na região. Willy Taguchi, do PPS, acabou sugerindo que nesta campanha o PSDB adotasse a mesma estratégia de seu partido e não lançasse candidatos ficha suja. A sugestão até foi bem aceita.

Engraçado que, logo depois, a mulher o representante de Richa recebeu um presente do grupo maringaense. O presente foi entregue pela secretária municipal de Educação, Márcia Socreppa, ex-vereadora tucana e rival sem igual na disputa política dos fichas sujas. Além das condenações que teve e das ações que responde como ex-legisladora, ela comanda a secretaria que mais gera denúncias de corrupção na máquina administrativa de Silvio Barros II, que já cansou de falar nos bastidores que a não demite porque o cargo é do seu irmão mais novo, Ricardo Barros, outro ficha suja que tem moral no esquema de Beto Richa.

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Ato falho

Enviado há pouco pela Assessoria de Comunicação Social da UEM (o erro é plena e reconhecidamente perdoável):

– Caros editores/produtores, queiram nos desculpar: no release anterior, sobre a festa dos 40 anos da UEM no Teatro Calil Haddad, o nome do prefeito de Maringá saiu grafado como Ricardo Barros (citado corretamente no mesmo texto). O correto é Sílvio Barros II.

Akino

Cancelada licitação milionária

Ouvi na CBN numa entrevista de Ronaldo Nezo com o jornalista Fábio Cavazoti  que integra o Observatório Social de Londrina  a informação de que uma licitação de mais de R$ 50 milhões, para mudanças na iluminação pública naquela cidade, foi cancelada atendendo sugestão da ONG, por suspeitas de superfaturamento.
Imediatamente veio à mente o caso do rebaixamento da iluminação em Maringá, que custou mais de R$ 14 milhões e é alvo de demandas judiciais. Tenho sérias dúvidas se este processo resistiria uma auditoria séria, sem que se constatassem irregularidades. Teriam sido sugestão de Ricardo Barros os serviços de Londrina? Há quem suspeite que sim.

Akino Maringá, colaborador

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Objetivo difícil

Ontem, na Expoingá, questionado sobre a possibilidade de aliança com o PDT do senador Osmar Dias, Beto Richa disse: “Acho que podemos estar festejando essa aliança com o PDT. Juntos, somos mais fortes”. Depois, com a insistência dos repórteres, o tucano revelou: “Novas alianças poderão ser anunciadas em breve, com o PDT e o PP”.

Trazer os dois partidos será tarefa difícil. Hoje, o principal empecilho para que o senador Osmar Dias desembarque de vez na campanha de Beto Richa chama-se Ricardo Barros. Dias ainda não teria engolido a traição do pepista.

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Richa e Barros negociam

Nesta manhã, no Golden Ingá, o pré-candidato do PSDB a governador, Beto Richa, conversa com o deputado federal Ricardo Barros, presidente do PP paranaense e pré-candida ao Senado (se a Lei Ficha Limpa não vigorar nestas eleições).Em jogo, a cabeça do deputado federal e ficha limpa Gustavo Fruet.

Richa passou a noite em Maringá, depois de visitar a Expoingá. Hoje ele retoma as visitas no Vale do Ivaí.

Akino

Estrelas do PP

Bravin e Zebrão são as novas estrelas no horário eleitoral do Partido Progressista do ex-vice líder dos governos FHC e Lula e candidato ao mesmo cargo no futuro, seja quem for eleito, Ricardo Barros. Ambos falam como se estivessem na Câmara, com naturalidade, com destaque para Bravin.

Akino Maringá, colaborador

Akino

Um caso intrigante

Aprovado em primeira discussão pela Câmara de Maringá um crédito adicional de R$ 1,2 milhão para a Urbamar que seria para pagamento de honorários aos advogados Eli Pereira Diniz e Cleuza Aparecida Valério que patrocinaram uma ação popular no ano de 199l, contra a Urbamar, na gestão Ricardo Barros. A ação seria a 1090-1991 e autora seria Neiva Barbieri. Envolveriam os processos 537183-1 no TJ- 628/2005 na 5ª Cível de Maringá e 542/1991. Confuso, muito confuso. Pelo que pudemos concluir a ação popular não deu em nada, mas os honorários foram altos. Por favor senhores vereadores, especialmente a vereadora Marly, que é advogada por formação, apure o que ocorreu. Esclareça-nos.

Akino Maringá, colaborador

Verdelírio

Jovem permanece internado

Vítima de um acidente de trânsito na Perimetral JK, quase esquina com a avenida Itororó (onde dezenas de acidentes já foram registrados por defeito na pista), está internado há mais de 30 dias no Hospital Santa Rita de Maringá o jovem Carlos Alexandre Masson, que é filho do pioneiro Luiz Carlos Masson, que agora integra a equipe da Sandri Imóveis.

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Akino

Como seria o senador?

É certo que o deputado Ricardo Barros tem verdadeira obsessão para tornar-se senador. Como seria sua atuação? Há quem diga que  entraria no grupo de senadores como Sarney, Renan, Efrain Morais; Jader, ACM,  e outros, especialmente do norte de nordeste. Seria bom para Maringá?  Sou daqueles que entendem que não basta ser de Maringá, é  preciso que o candidato tenha demonstrado comprometimento com o interesse público como Gustavo Fruet, por exemplo. Dá para confiar em quem está sempre do lado dos seus interesses? Que, vice-líder do Governo Lula, abandona a sua candidata; que, comprometido com Osmar Dias, flerta com Beto Richa. p.p, no sentido daquela expressão popular chula. Será que o povo não enxerga? Pinga Fogo, Frank, Canário, Verdelírio, CBN e tantos outros formadores de opinião, os senhores ainda terão que prestar contas do que estão fazendo. Ou estão sendo enganados também?

Akino Maringá, colaborador

Política

Mais dado do que mulher de zona

Do Paçoca com Cebola:

O PP do Paraná, presidido pelo itinerante deputado federal Ricardo Barros (PP), está jogando todas as fichas para ter fortes aliados nas eleições. Desde que, é obvio, lhe seja reservada a vaga para concorrer ao senado. Só nesta semana, Barros tomou café com o PSDB, almoçou com o PDT, lanchou com o PT e jantou com o PMDB. E tudo continua na estaca zero. Tem pepista de alto coturno sugerindo até o nome de José Janene (PP) para continuar nas articulações.

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Bom senso extrapolado

“Buscou-se saber como obter estas mudas e o custo das mesmas. A prefeitura informou que deveríamos entrar em contato com o engenheiro Jacir A. Boeira [ex-assessor do deputado Ricardo Barros e irmão do secretário de Planejamento, Jurandir Guatassara Boeira], o qual nos forneceu um orçamento da B&F Ambiental, datado de 8 de março de 2010, onde o valor dos serviços é de R$ 15 mil”, explica, pedindo que o conselho ratificasse a informação verbal de fornecimento da ATI para a Apae e desconsiderasse o fornecimento das mudas, “que extrapolam aquilo que de bom senso nos foi informalmente informado”.

No final de abril, respondendo à consulta, o Conselho de Planejamento e Gestão Territorial reafirmou à empresa que o acordado era a doação de mudas, e que não precisavam necessariamente serem adquiridas da empresa do irmão do presidente do conselho. A B&F, que emite relatórios de impacto de vizinhança, laudo geoambiental, licenciamento ambiental e plano de gerenciamento integrado de resíduos sólidos e líquidos, pertence a Guilherme Vargas Furlaneto e Jacir Amâncio Boeira, que têm realizado trabalhos para a prefeitura, inclusive para obras financiadas pelo PAC.

Akino

Urbamar, mais um caso polêmico

Este caso da dívida da Urbamar para os Advogados Eli Pereira Diniz e Cleuza Aparecida Valéria, que atualizada  passaria dos R$ 3,5 milhões está nos intrigando. Qual foi o motivo da ação popular movida contra a Urbamar,  em 1991, na gestão Ricardo Barros? Houve algum erro da administração da época? Por que o contribuinte deve arcar?  Gostaria que alguém nos explicasse e que os vereadores, fiscais das ações do Executivo, apurassem.

Akino Maringá, colaborador

Verdelírio

Prioridade não é Maringá

Não vem – O senador Osmar Dias, do PDT de Maringá, e que comemora mais um ano de vida amanhã, não virá para os festejos de aniversário da cidade. Ele tem um outro compromisso marcado.

Maringá de fora – O deputado federal Wilson Picker, que pertence ao PDT do Paraná, e é sócio do maringaense Ercílio Santinoni, em um ano de mandato liberou recursos de R$ 2 milhões para 14 municípios da região de Maringá. Mas, para Maringá não liberou nenhum tostão.

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Câmara: mudança na Imprensa

Vai mudar o comando da Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal de Maringá. Henri Jean Viana cumpre sua última semana à frente do departamento na gestão Mário Hossokawa (PMDB), para onde foi indicado pelo deputado federal Ricardo Barros (PP), de quem foi secretário municipal de Comunicação Social, cargo que também ocupou nas gestões Jairo Gianoto e Silvio Barros II.

Na próxima semana deve assumir o novo assessor de Imprensa do Legislativo maringaense. Quer dizer, nem tão novo assim: Antonio Roberto de Paula, que assessorou John Alves (PMDB), deve ser o substituto de Francês.

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Direitos políticos suspensos e Ficha Limpa

Material a imprensa local e regional tem para pintar e bordar, na semana em que se aprova o projeto Ficha Limpa:

1 – A Justiça de Sarandi comunicou ao TRE-PR que foram suspensos os direitos políticos do prefeito Carlos de Paula (PDT) e de pelo menos três vereadores, por conta de uma perda de prazo numa ação de improbridade administrativa, que transitou em julgado. Mais no blog do Hilário Gomes.

2 – O Ministério Público Estadual comunicou ao TRE-PR que o deputado federal Ricardo Barros (PP) foi condenado por improbidade administrativa (contratação irregular de funcionários), transitado em julgado, pelo STJ, em setembro do ano passado. Ele se livrou de ressarcir os cofres públicos, mas a improbidade foi mantida; o parlamentar responde a outras ações do tipo. Desta forma, pelo jeito, nem será preciso da Lei Ficha Limpa para negar registro a uma eventual candidatura ao Senado, já que tal dispositivo está na legislação atual.

3 – Se a lei Ficha Limpa estivesse em vigor em 2008, dos atuais com mandato, quem não seria vereador, prefeito nem deputado por Maringá?