Busca: "Silvio Barros II"

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Ex-procurador auxiliou prefeito

Estranha-se que Silvio Barros II tenha omitido a condição de prefeito por ocasião do processo que tramitou em São Paulo, tanto ao ser interrogado na fase indiciária quanto ao apresentar a defesa preliminar. É que, conforme registrado por este blog na ocasião do infausto, a primeira pessoa a quem ele telefonou, logo após o acidente, foi justamente o advogado Paulo Lemos, que foi o  primeiro procurador-geral de sua gestão. Lemos viajou até Cerqueira Cesar para auxiliar o prefeito – mas parece que foram acometidos de esquecimento.
Não é a primeira vez que o prefeito tem esquecimento. Um dos mais conhecidos foi ter anunciado que a ideia das Academias da Terceira Idade era sua, até que a revista Época revelou que a ideia partiu de Aluízio Marques Junior, ex-vendedor de livros e ex-dobrador de tubos, hoje diretor da Ziober.

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Parentes de Silvio II serão inelegíveis para 2012

O advogado Moacyr José de Oliveira, em comentário publicado em postagem de ontem, explica que mesmo que o prefeito Silvio Barros II renuncie seis meses antes, os parentes são inelegíveis, de acordo com a nova legislação. Logo, todos os seus parentes (Cida, Ricardo, filhos, sobrinhos, cunhadas e esposa do prefeito) serão inelegíveis para 2012. Os parentes ou afins até segundo grau poderão candidatar-se a todos os cargos eletivos da circunscrição, inclusive à própria chefia do Executivo até então por ele ocupada, desde que esse pudesse concorrer à sua própria reeleição. Segundo a orientação do TSE, o cônjuge, os parentes e afins são elegíveis para o mesmo cargo do titular (chefe do Executivo), quando este for elegível (tiver direito à reeleição) e tiver renunciado até seis meses antes do pleito eleitoral. A tese foi referendada pelo STF em 2003. “Se no caso o prefeito estiver no segundo mandato, fruto de reeleição, ou seja, sem direito a candidatar-se novamente ao cargo, mesmo que renuncie seis meses antes, os parentes são inelegíveis”, reforça.

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Preservação da espécie

Leitor jura que a informação saiu da boca do presidente do PP de Maringá, Marco Antonio Rocha Loures, na semana passada, quando alguém lhe perguntou se ele seria candidato a prefeito: a deputada federal Cida Borghetti seria a arma dos fratelli para enfrentar Enio Verri (PT) em 2012. Ela não esquentaria a cadeira em Brasília, assim como fez Verri no primeiro mandato em Curitiba. Para tanto, Silvio Barros II renunciaria nos próximos dias, iria cuidar dos muitos processos que responde por improbidade, abrindo caminho para Cida se candidatar no ano que vem. Pupin tocaria a prefeitura até o final de 2012.

A turma sempre aparece novidades – ainda mais quando estão passando por apertos políticos e administrativos.

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Sessão prestigiada

A sessão de hoje da Câmara de Maringá, que começa às 16h, será bem prestigiada. Estarão presentes representantes de entidades, de partidos políticos, lideranças diversas e populares, entre eles moradores do Atenas e pessoas que aguardam há anos na fila da casa própria. Pegou muito mal o barulho envolvendo o prefeito Silvio Barros II, repassando terrenos públicos para familiares, enquanto tem gente sendo despejada.

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Doadora de campanha

A relação de doadores da campanha da deputado federal Cida Borghetti (PP), que declarou ter recebido mais de R$ 1,4 milhão na campanha passada, parece uma relação de prestadores de serviços da Prefeitura de Maringá e de CCs nomeados pelo cunhado prefeito. Oportunamente o blog voltará à lista.
Entre os doadores está Dulce Barros Perioto, a tia do prefeito Silvio Barros II, cuja permuta de terras com o município é objeto de investigação pelo Ministério Público. Ela doou R$ 2 mil em 24 de agosto do ano passado.

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Os viajantes

Como o prefeito Silvio Barros II (PP) viaja muito, ele já andou trombando por aí, mais de uma vez, com a secretária da Mulher, Terezinha Pereira, que lidera o ranking das diárias na administração cidadã. Hoje certamente não se cruzarão: enquanto ele foi para o Rio de Janeiro, lamentar a reportagem da RPC, ela seguiu para Curitiba.

Por falar em viagens, circula no paço municipal que um dos assessores do prefeito costuma ir ao Paraguai comprar uisque para revenda. E não é com carro particular.

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“Não tenho para onde ir”

Foto de Douglas Marçal (via Blog do Linjardi) mostra uma criança apelando ao juiz Belchior Soares da Silva, que determinou a reintegração de posse de casas populares invadidas no Moradias Atenas, em Maringá. Hoje pela manhã tentava-se uma composição, com a participação do vereador Humberto Henrique (PT), Avanilson Araújo e de Cláudio Timossi (PSTU).

Surgiu uma proposta interessante: o pessoal toparia sair, apesar do frio intenso, desde que fosse para construir suas casas no terreno que o prefeito Silvio Barros II permutou com uma tia, ou então um dos terrenos permutados com o irmão de um secretário municipal.

http://youtu.be/xPVxFcpFq0w

Aqui, uma reportagem do Maringá Manchete sobre a suspensão temporária da reintegração.

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Silvio II vai à Globo

O prefeito de maringá, Silvio Barros II (PP), cuja administração entrou num verdadeiro corredor polonês nos últimos tempos, viajou hoje, possivelmente com o nosso dinheiro, para o Rio de Janeiro. A agenda prevê uma visita à Central Globo de Jornalismo. Deverá chorar as pitangas em relação à reportagem veiculada no final de semana sobre a permuta de terrenos que sua administração fez e que estão sob suspeita, incluindo a que realizou com uma tia. A matéria foi exibida depois de ser autorizada pela RPC em Curitiba.

Toda a vez que é criticado em reportagens veiculadas pela Globo (cá entre nós, até raras porque TV exige muita investigação), Silvio corre para Curitiba chorar. Repreender e penalizar os que fazem coisas erradas em sua administração, nem pensar…

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Município havia desistido da reintegração

O contrato foi assinado em 21 de outubro de 1996, referente ao lote de terras 1/1-1/1-A a D/1, no valor de R$ 20.000,44, vendido por 20% de seu valor para a implantação de uma unidade industrial, com construção total de 5.500 m2. No local seria implantada uma indústria para fabricação de kit-rodoar (protetor de pneus), cinemáticos, flanges, eixos, prisioneiros e afins, devendo para tanto levantar 10.000,00 m2 de construção em 24 meses, com a contratação total de 140 funcionários. Em abril de 1997 o município constatou que termos do contrato não haviam sido cumpridos; a empresa, além de não realizar as obras devidas, ainda alugou o imóvel para terceiros (um depósito de estofados). Em 2 de junho de 2002, na gestão José Cláudio Pereira Neto, foi proposta a ação de reintegração de posse com perdas e danos, já que a empresa não compareceu à prefeitura para formalizar o distrato nem para a entrega formal do imóvel.
Na gestão Silvio Barros II, um acordo chegou a ser firmado entre as duas partes e o município requereu a suspensão do processo em função dele. O Ministério Público constatou porém que o acordo não tratava da reparação ao poder público pelos alunos de uso indevido (cobrança de aluguel de terceiros). Mesmo assim, o juízo extinguiu o processo, mas o MP recorreu; a administração, então, se manifestou no sentido de que desistia da ação somente no que se refere a reintegração de posse e não quanto aos prejuízos, e então a sentença que extinguiu o processo foi anulada.

Akino

Memorex Akino

Veja postagem que fizemos em 18.2.09 , com o titulo “Meu vereador” :
Que decepção com Paulo Soni! Recuou e pediu o arquivamento de um requerimento tão importante quanto aquele sobre o destino da arvores e quais empresas executam. Pressão? Vai ficar ruim para a administração municipal. Se eu fosse o prefeito Sílvio Barros II, mesmo com o requerimento arquivado, responderia. Mandaria publicar nos jornais e nos blogs, afinal ele diz que faz uma administração transparente, e neste caso não haveria o que esconder. O será que tem? Seria verdadeiro aquele ‘buchicho’ que a empresa seria de Ricardo e o Negri seria laranja? Eu não acredito, mas já ouvi dizer.
De qualquer forma o vereador redimiu-se ao apresentar outro requerimento sobre a possível indústria de multas, no qual eu só acrescentaria uma pergunta: Quantas multas de ‘peixes`, amigos, correligionários e outros foram canceladas, por interferência política, nos últimos 4 anos? – Akino Maringá, colunista
Meu comentário: O vereador Paulo Soni estava no ínicio do seu mandato e certamente foi pressionado a desistir de exercer o seu papel de fiscalizador, neste caso.

Akino Maringá, colaborador

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Oposição vence no Miosótis

A oposição venceu as eleições para a associação de moradores do Conjunto Hermann Moraes Barros, o Miosótis. A eleição transcorreu das 9h às 14h. A chapa 2 venceu a situacionista com quase 200 votos de diferença. A chapa 1 tinha o apoio do time do prefeito Silvio Barros II.

Nivaldo Martins de Oliveira foi eleito presidente e Adilson de Jesus Cintro, vice-presidente.

Maringá

Gaeco investiga o corte e venda de árvores

Reportagem de Murilo Gatti publicada hoje em O Diário confirma que o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Maringá investiga as podas e os cortes de árvores realizados a partir de contratos feitos em 2009 entre a Prefeitura de Maringá e três empresas que realizavam os serviços. Cerca de dez pessoas, entre elas dois servidores municipais [há informações de que teriam sido três], já foram ouvidas pelo Gaeco e novos depoimentos devem ser tomados no decorrer desta semana.
Este blog havia se referido (dia 15) a busca e apreensão de computadores e documentos com uma das empresas, a Líder Administração e Recursos Humanos, que dominou o corte de árvores no primeiro mandato do prefeito Silvio Barros II. A empresa pertence a Joaquim Negri, ex-assessor do atual secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa, Ricardo Barros. Policiais também estiveram atrás de deocumentos na própria Secretaria Municipal de Serviços Públicos. A denúncia envolveria a venda de madeira, o corte de árvores sadias, superfaturamento e subempreitada de serviços.

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Falando pelo chefe

A TV Cultura (RPC/Globo) tentou entrevistar o prefeito Silvio Barros II (PP), na quarta-feira à tarde, mas não conseguiu. Ele designou Luiz Carlos Manzato, o procurador-geral, para falar em seu lugar.

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O petecão

Durante alguns meses, o empresário maringaense Carlos Walter Martins Pedro, presidente da Incubadora Tecnológica de Maringá, do Sindimetal e membro do Codem, visitou alguns municípios, apresentando-se como candidato a presidente da Fiep. Havia sido escolhido pelo chefe Ricardo Barros, que lhe conseguiu, com a intervenção de Beto Richa, até avião para andar pra lá e pra cá pedindo votos para enfrentar o candidato da situação.

Eis que Barros, como já era esperado por quem o conhece, comunicou esta semana a Carlos Walter que sairia candidato. Reduziu o empresário a um mero joguete, um joão bobo, como de resto faz com boa parte da turma de executivos maringaenses protegidos pelos fratelli. Uma verdadeira falta de consideração, pois Ricardo, no final das contas, tratou Carlos Walter como se Carlos Walter fosse da família, um simples títere como seu irmão mais velho, Silvio Barros II.

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Clima tenso no paço

Quase aconteceu um telecatch na Prefeitura de Maringá, hoje à tarde. Mário Alexandre, o poderoso ex-motorista do prefeito Silvio Barros II (PP), foi até Aparecido Baptista, conhecido servidor de carreira e que já foi candidato a vice-prefeito pelo condomínio partidário da família, e disse cobras e lagartos. Falou-se até em registro de queixa na delegacia de polícia. Interessante é que a Turma do Deixa Disso não apareceu durante a altercação.

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Enquete

Tem enquete nova no blog. A anterior perguntou: Em sua opinião, a administração Silvio Barros II é:” e teve os seguintes resultados: Ótima 17.89%; Boa 10.54%; Regular 13.42%; Ruim 14.7%; Péssima 43.45%.

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Tititi na seara peemedebista

O atual presidente do PMDB de Maringá, Umberto Crispim, teria procurado William Gentil, assessor do prefeito Silvio Barros II e candidato a vice-presidente do diretório, em 17 de julho. Gentil teria sido responsável por uma considerável perda na ala situacionista do partido: Rosa Gomes Sobrinho, a conhecida Rosa do Requião. Detentora de cerca de 50 votos na convenção peemedebista, ela também vem sendo disputada pela outra chapa oposicionista, liderada por Mário Hossokawa.

Há quem fale que Crispim já fez acordo com William e que Cláudio Ferdinandi, cabeça na chapa de Gentil, desistiria para continuar vice. É aguardar pra ver.

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Dívida de Maringá cresceu R$ 6,6 milhões em abril

A dívida do município de Maringá junto ao Tesouro Nacional e ao Sistema Financeiro Nacional cresceu R$ 6.692.058,38 em abril último, fazendo os juros ultrapassarem os R$ 23 milhões somente nos quatro primeiros meses do ano. As informações são do Banco Central e se referem à dívida contratual interna, não incluindo a dívida externa, mobiliária e junto ao INSS.
Em abril, a dívida da administração direta do município chegou a R$ 360.025.996,89 e outros R$ 2.966.726,13 da administração indireta, totalizando R$ 362.992.723,02. O valor foi levantado pelo Bacen junto a instituições financeiras cadastradas no Cadip – Sistema de Registro de Operações de Crédito com o Setor Público. Quando o prefeito Silvio Barros II assumiu a prefeitura, em janeiro de 2005, a dívida pública de Maringá era de R$ 150.582.147,35. A dívida é, proporcionalmente, uma das maiores do país e o município discute judicialmente o valor da dívida desde a gestão Gianoto.
A dívida pública de Curitiba em abril foi de R$ 403.984.885,10; a de Londrina, R$ 302.187.050,19; Cascavel, R$ 30.643.421,61; Ponta Grossa, R$ 29.254.845,39; Campo Mourão, R$ 5.971.064,32; Paranavaí, R$ 11.755.026,10; Astorga, R$ 2.143.979,54; Mandaguari, R$ 3.499.379,07; Mandaguaçu, R$ 1.720.657,77; Umuarama R$ 32.731.438,97; Nova Esperança, R$ 3.188.042,19; Sarandi, R$ 5.78.363,28; e Paiçandu, R$ 2.226.771,48.

Má-ringá

Exterminador

Ouvido de um profissional da área, ontem:

– O prefeito que mais cuidou do Plano Diretor de Maringá foi João Paulino Vieira Filho, que era promotor de Justiça. Foi preciso alguém da área (Silvio Barros II é engenheiro) para que o Plano Diretor fosse desfigurado.

Akino

Dois discursos

Li no blog do José  Pedrali e reproduzo: ‘”Aquele que corrompe, aquele que pega os 5%, que pega os 10%, é o remédio que falta no posto, é a hora extra que não deu para pagar para o médico trabalhar, é a falta de oportunidade às vezes de emprego, é o buraco nas ruas, é a falta de vagas na creche ” (Homero Barbosa Neto, prefeito de Londrina) .
Meu comentário: Lembrei de outro discurso: “Os prefeitos, antes dos Tribunais de Contas, terão que prestar contas a Deus” (Sílvio Barros II, prefeito de Maringá)

Akino Maringá, colaborador

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Plano de Carreira do Legislativo será votado hoje

O Plano de Cargos e Salários dos funcionários da Câmara Municipal de Maringá vai entrar na sessão de hoje do Legislativo. E em regime de urgência. Fala-se que os servidores do Legislativo – considerado o Primo Rico do funcionalismo – terão um reajuste médio de 25%, o que não é pouca coisa. Estranha-se que o presidente Mário Hossokawa (PMDB) sequer apresentou o projeto ao Sismmar, para discussão.

Pior ainda: enquanto isso, o Primo Pobre – o funcionalismo que trabalha na prefeitura municipal – espera há 122 dias o prefeito Silvio Barros II (PP) cumprir a promessa de encaminhar o Plano de Carreira para ser votado. O líder do prefeito, Heine Macieira (PP), disse há mais de um mês atrás que em 30 dias o projeto seria enviado ao Legislativo. Ah: o reajuste médio para a pobreza será de 5%.

Maringá

Terra dos toris

Parque do Ingá
Maringá ganhou três toris na administração Silvio Barros II. Tori é o portal-símbolo dos santuários xintoistas (o xintoismo é a religião de 90% dos japoneses). O tori representa a divisão entre o mundo comum e o mundo divino, é a porta de entrada, feita de madeira, sem telhado, formada por duas colunas ligadas por duas vigas; as colunas representam os alicerces que sustentam o céu, enquanto que as vigas simbolizam a terra. Até a administração Silvio II, havia apenas o tori móvel da Acema, utilizado no tradiciomal festival da associação. Hoje existem três fixos: uum no Aeroporto Silvio Name Junior (construído para receber o príncipe japonês), outro no Parque do Japão e, o mais recente, no Parque do Ingá.

(Fotos de Hideki Nak, Tabajara Marques e PMM)

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Um time de ex-vereadores

Chico Caiana, Ulisses Maia, Valdir Pignata, Altamir dos Santos, Walter Guerlles, Norma Deffune, Edith Dias, Shudo Yasunaga, Paulo Mantovani, Dorival Dias, Valter Viana… só com auxiliares, o prefeito Silvio Barros II (PP) já tem uma câmara municipal.

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Destino nada público

Nem alguns mais chegados sabem onde o prefeito Silvio Barros II (PP) curte suas mais recentes férias (vão até o próximo dia 12). Desconfia-se que seja na França. Apesar de ter sua vida privada, por ser homem público não custaria muito sua cara assessoria divulgar para onde ele viaja, pois as informações não oficiais acabam sendo alimentadas, às vezes por boatos.
Por exemplo, circula que este ano ele esteve esquiando no Canadá e que, em dezembro passado, foi a Cartagena, norte da Colômbia, na megafesta de aniversário de 50 anos do empresário Carlos Amastha (Aspen Park/Maringá Park). Foram 500 convidados do Brasil, com tudo do bom e do melhor pago – com direito a carruagens para levar aos hotéis – que durante a festa “Piratas do caribe” ouviram que Amastha ganhou de presente uma viagem ao espaço, que custará US$ 200 mil e deve acontecer em novembro deste ano.

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MP investiga permuta de imóveis desde 2000

A Promotoria de Defesa do Patrimônio Público da comarca solicitou à Câmara Municipal de Maringá cópias de todos os projetos relacionados a imóveis apresentados pelo Executivo e votados no Legislativo desde 2000. O presidente Mário Hossokawa (PMDB) tem cerca de 20 dias para entregar todo o material solicitado, e que abrange todas as transações de imóveis (desafetações, desapropriações e permutas) realizadas com o município nas gestões José Cláudio Pereira Neto, João Ivo Caleffi e Silvio Barros II.

A solicitação veio na trilha de uma investigação iniciada há alguns meses sobre suspeitas na permuta de imóveis realizadas pela administração Barros e que envolveriam parentes de secretários e do próprio prefeito. O MP deverá realizar uma minuciosa investigação em relação aos valores dos imóveis cedidos ou permutados, pois há indícios de irregularidades. Seria, na opinião de quem tomou conhecimento das investigações, “o centro da corrupção” na prefeitura.

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Neto ausente

Lauro Barbosa escreveu que todos os vereadores de Maringá notaram, na quinta-feira, que na hora da votação do projeto do dr. Manoel autorizando a instalação de uma estátua do saudoso Adriano Valente na entrada do Parque do Ingá e mais dois bustos, um na UEM e outro no parque de exposições, o neto do ex-prefeito, Rodrigo Valente, chefe de Gabinete de Silvio Barros II, que esteve na sessão com o secretário Leopoldo Fiewski, foi embora. “Vai ver que não sabia do projeto ou achou sem grande importância sua presença”, complementou.

Política

Universitários lançam manifesto contra ‘perseguição’

“Até quando vamos ser enxotados e tratados como animais por um prefeito que tem várias condenações judiciais, inclusive por improbidade administrativa, e que, a rigor, sequer pode ser candidato, porque se enquadra no conceito de “Ficha Suja”? Qual a moral tem um ímprobo para adjetivar negativamente qualquer classe de pessoas, principalmente aquelas que representam mais de 10% da população local, e que movimentam mais de 20% da economia da cidade?”. Este é o trecho de um manifesto assinado pela Associação Universitária de Maringá (Assuma), disponível no Facebook, criado há menos de 24 horas, em resposta ao que chamam de perseguição do prefeito Silvio Barros II aos estudantes oriundos de outras cidades. O grupo propõe a todos os estudantes de outras cidades que estudam em Maringá que transfiram o Título de Eleitor para a Cidade Canção, para votar aqui em 2012.
“Estamos cansados de falar e não ser ouvido, e quando falamos tapam os ouvidos e nos chamam de baderneiros generalizadamente, só por sermos estudantes, sem separar o joio do trigo. É como se chamássemos todos os políticos de corruptos só por serem políticos. Chega gente, é hora de darmos nosso grito, é hora de sermos ouvidos, e se estão se valendo da política para nos prejudicar e para nos oprimir, vamos usar da mesma arma para nos libertar, vamos soltar nossa voz.”

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Boeira apoia Crispim

O respeitado José Jair Boeira, que foi secretário da primeira gestão Said Ferreira, é peemedebista e está apoiando a chapa liderada por Umberto Crispim. Ele é irmão de Jurandir Guatassara Boeira, que foi secretário de Silvio Barros II (PP).

Maringá

Rodoviária velha: edital é publicado

Foi publicado hoje, no Diário Oficial da União, o aviso de licitação para a concorrência do empreendimento no terreno da antiga rodoviária de Maringá, assinado pelo exterminador Silvio Barros II (PP). O prefeito, que não consegue terminar obras em andamento e sequer reabrir o Parque do Ingá e o Horto Florestal, quer dar o valorizado terreno central para empresários, e, como circula há anos, preferencialmente para financiadores de campanha da famiglia. De acordo com a concorrência, trata-de de doação com encargo, “objetivando a realização de um empreendimento de interesse público, por conta e risco da donatária, com todos os encargos decorrentes”. Os envelopes serão abertos em 31 de agosto e a garantia da proposta deve ser feita até o dia 29 daquele mês. Os interessados devem achar a documentação no site da prefeitura.
Escrevam: esta é mais uma herança da administração que será arcada futuramente pelos cofres públicos.