Busca: "Silvio Barros II"

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Esperando a fumacinha branca

O prefeito Silvio Barros II (Maringá), Vanderlei Santini (Ivatuba) e Marcos Mello (Colorado) estão reunidos neste momento na sede da Amusep, tentando um acordo para que não haja a disputa pela presidência da entidade. Nesses últimos dias, até o governo estadual, através do secretário de Indústria e Comércio, Ricardo Barros, tem tentado interferir no resultado, em favor de Mello, porque Silvio II faz parte de sua chapa. Se o prefeito de Colorado vencer a parada, são aguardadas mudanças na administração da Amusep.

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Secretário queixa-se do MP

O secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa, Ricardo Barros (PP), decidiu denunciar o Ministério Público do Paraná ao Conselho Nacional do Ministério Público, por conta de notícia crime apresentada contra ele no último dia 5. A alegação é de que ele ainda não teve acesso ao processo (nº 863549-8), que, de acordo com o acompanhamento no site do Tribunal de Justiça do Paraná, está desde o último dia 7 com vista à Procuradoria Geral da Justiça. Por causa do final de ano, os documentos só estariam disponíveis na segunda semana de janeiro.

A denúncia contra Barros envolve gravação de conversa telefônica que o secretário manteve com o secretário de Saneamento Básico de Maringá, Leopoldo Floriano Fiewski, braço direito de seu irmão mais velho, Silvio Barros II. Não se sabe o teor da conversa, que versaria sobre uma licitação milionária.

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Fratelli versus promotores

Os fratelli Barros, que colecionam condenações na justiça, inclusive por improbidade administrativa, têm um histórico de encrenca com promotores. Quando deputado federal, Ricardo Barros representou contra o promotor José Aparecido da Cruz, da Promotoria de Defesa do Patrimônio Público, pelo menos duas vezes. Seu irmão, em 2006, anunciou representação contra o promotor Rodney André Cessel, autor de ação por causa da questão do lixo; ambos, Ricardo e Silvio, moveram processo contra o promotor Robertson Fonseca de Azevedo, por uma declaração feita em sala de aula; em 2009, durante um evento do MP em Santa Catarina, Silvio Barros III disse que havia “psicopatas” no MP.

A maioria do histórico dos fratelli contra o Ministério Público ocorreu durante a gestão de Maria Tereza Uille Gomes, que foi presidente da Associação Paranaense do Ministério Público e procuradora de Justiça por dois mandatos, e que atualmente é secretária de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, portanto, colega de trabalho de Ricardo Barros.

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Balanço anual

Os vereadores de Maringá, que foram manchete no decorrer do ano por conta do aumento abusivo dos subsídios de vereadores, prefeito, vice e secretários, e pela quantidade enorme de projetos enviados pelo prefeito Silvio Barros II (PP) aprovados em regime de urgência, sem discussão com a comunidade, marcaram entrevista coletiva com a imprensa hoje às 14h30. Preocupados com as eleições do ano que vem – afinal, eles escolheram ficar com apenas 15 cadeiras, número equivalente ao que existia na década de 50 -, fazer balanço das atividades é uma oportunidade para aparecer na mídia e, quem sabe, ficar na cabeça do eleitor.

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Ricardo confirma saída do governo

Matéria de Vinícius Carvalho, publicada hoje em O Diário, confirma o que os leitores deste blog já sabiam: Ricardo Barros (PP) deixará o governo Beto Richa no início do ano e seu irmão Silvio Barros II deve assumir uma secretaria estadual (e, para tanto, terá que renunciar). A informação havia sido anteriormente desmentida pelos fratelli. Ricardo ficou numa situação difícil no governo depois de perder a eleição na Fiep de forma acachapante. De acordo com a reportagem, ele teria indicado cinco prefeitos do PP para assumir a Secretaria de Indústria e Comércio, além do próprio irmão.

O ex-deputado federal valorizou toda a situação ao dizer que recebeu convite para voltar a Brasília, quando, na verdade, ele não sai da capital federal em busca de um cargo de segundo escalão no Ministério das Cidades, único ministério que está nas mãos do PP. O problema é que ele conspirou para assumir o lugar do ministro Mário Negromonte e, apesar de ser vice-presidente nacional do partido, enfrenta resistências.

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Sentado à beira do caminho

Uma cena chama a atenção numa esquina da Zona 2: o prefeito Silvio Barros II (PP), sozinho, sentado sobre o meio-fio, usando um notebook. A cena, que inspira interpretações, já se estende por quase uma hora.

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Homem dos sete instrumentos

Desde que veio de Cascavel, Leopoldo Fiewski suplantou em brilho os até então astros da administração municipal de Maringá, como a dupla Vagnerr Mússio e Mário Alexandre. O ex-funcionário de Silvio Barros II foi assessor especial, chefe de Gabinete, agora é secretário de Saneamento Básico – meta principal dos fratelli restando pouco menos de um ano para a eleição – e, dizem, futuro sucessor de José Luiz Bovo nas secretarias de Gestão e Fazenda.

Mas, acredite, ainda há tempo para Fiewski tratar de outros assuntos – como a nomeação de sua mulher para um cargo de confiança no governo Beto Richa e, definido recentemente, o controle do Cerimonial da prefeitura.

Política

Hossokawa será prefeito em janeiro

Os vereadores de Maringá aprovaram ontem decreto legislativo concedendo férias ao prefeito Silvio Barros II (PP). Em função das novas férias do prefeito e também do vice-prefeito Carlos Roberto Pupin, o presidente do Legislativo Mário Hossokawa (PMDB) assumirá a prefeitura entre 13 de janeiro e 3 de fevereiro de 2012. Nesse período o primeiro vice-presidente Zebrão (PP)  irá assumir a presidência da câmara.

Maringá

Ato pela valorização do servidor

Ato pela valorização do servidor
Acontece defronte o paço municipal de Maringá o ato pela valorização do servidor, realizado pelo Sismmar. Foram distribuídos panfletos sobre a má remuneração dos servidores e os altos salários do prefeito Silvio Barros II e de sua equipe.
Ato pela valorização do servidor

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Ação e reação

O prefeito de Maringá, Silvio Barros II (PP), que anda muito nervoso ultimamente, telefonou para o padre Francisco Gecivan Garcia Vieira, vigário da Paróquia de São José Operário. Quis Sua Majestade repreender o religioso por ter, durante uma homilia, criticado o sistemade incineração de lixo que os fratelli pretendem implantar na cidade o mais breve possível. SB II disse que o padre não deveria falar sobre este tipo de coisa em sua igreja.

Na tentativa de censurar o padre Gecivan, o prefeito teria provado da terceira lei de Newton (“À toda ação corresponde uma reação de mesma intensidade, mesma direção e em sentido contrário”). Teria ouvido que naquela comunidade há um respeito pelo futuro das pessoas e lá se discute sim temas que podem implicar na coletividade.

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Silvio II pode renunciar à renúncia

Os últimos acontecimentos podem levar o prefeito Silvio Barros II (PP) a rever o compromisso assumido com o irmão mais novo, Ricardo, e desistir da renúncia programada para fevereiro de 2012. O acordo previa a posse do vice, Carlos Roberto Pupin, para consolidá-lo como candidato do grupo. A renúncia à renúncia é cada vez mais plausível, especialmente pela reviravolta na questão da destinação do lixo. Mais do que nunca, Silvio II precisará de defender das ações judiciais, e fazer isso fora do paço municipal pode ser impossível.

Aliás, lixo, lixo e lixo são os três temas mais em voga na administração nos últimos dias; prefeito e secretariado respiram (a questão do) lixo. É uma fissura…

Maringá

Prefeitura convoca audiência pública

A Secretaria de Planejamento disponibilizou ontem no site da prefeitura edital de convocação para a audiência pública de implantação do Parque Industrial Cidade de Maringá. A audiência será realizada no dia 23 de janeiro, a partir das 9h, no Auditório Hélio Moreira, no térreo do paço municipal. Cerca de 80 alqueires na Gleba Ribeirão Pinguim foram adquiridos pela prefeitura, na região dos shoppings de confecções, com acesso pela Estrada Pinguim.

Um projeto enviado pelo prefeito Silvio Barros II ao Legislativo, criando o parque, chegou a ser votado em primeira discussão até se descobrir que feria o Plano Diretor. O erro ao pedir regime de urgência teria sido do procurador Luiz Carlos Manzato. Agora, o município decidiu respeitar a legislação que ele mesmo criou.

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Mússio é secretário

Site PMM
A vontade do prefeito Silvio Barros II ter seu amigo Vagner Mússio no comando da Secretaria de Serviços Públicos é tão grande que pelo menos no site da Prefeitura de Maringá é ele ainda que está secretário. Afastado por decisão judicial há mais de dois meses, Mússio tenta voltar ao cargo. Enquanto não voltar, até por uma questão de respeito a quem o subtituiu, seria interessante a administração atualizar no site.

Por sinal, alguém sabe o nome do substituto na Semusp?

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Ação deve obrigar inclusão do Abrigo Municipal no orçamento

Uma nova ação civil pública (esta, de obrigação de fazer) poderá ser ajuizada nos próximos dias contra a administração Silvio Barros II (PP), desta vez proposta por setores ligados à defesa dos direitos da criança e do adolescente. Esta semana, confirma o conselheiro Carlos Bonfim, o Conselho Tutelar vai se reunir com o Núcleo Jurídico de Defesa da Infância, na UEM, para discutir a não inclusão no orçamento de 2012 de recursos para a construção do Abrigo Municipal. A ação é uma das alternativas a serem consideradas.

Existe jurisprudência neste sentido: a construção do abrigo foi decidida pelo CMDCA juntamente com o Conselho Tutelar e a destinação de recursos para esta área é privilegiada, de acordo com o ECA. Será a primeira vez que uma ação como esta será proposta em Maringá, em razão do desrespeito que o setor é tratado pela administração.

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Barros deve deixar governo Richa

O maringaense Ricardo Barros (PP) dificilmente ficará de fora da reforma que o governador Beto Richa (PSDB) fará em seu secretariado no início de 2012. Barros hoje é quase uma unanimidade no governo paranaense: é difícil encontrar quem não lhe faça restrições – sem contar que sua aventura à presidência da Fiep queimou-o junto aos industriais. Mas, como é presidente estadual do PP, o partido permanecerá com uma fatia no governo Richa.

Neste caso, a vaga será do irmão mais velho, Silvio Barros II (PP), que vive turbulentos momentos pessoais e precisa voltar a residir em Curitiba. Ele deverá assumir a Secretaria do Meio Ambiente, como antecipado pelo blog há algumas semanas, e incinerar o Paraná.

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Secretários ficaram atônitos

Presentes à sessão de hoje da Câmara de Maringá, o chefe de Gabinete de Silvio Barros II, Rodrigo Valente Giublin Teixeira, e o secretário de Saneamento Básico, Leopoldo Floriano Fiewski, não acreditaram quando viram que o projeto da PPP do lixo não passou pelo crivo dos vereadores, apesar de a Turma do Amém ter maioria na casa. Saíram do prédio estupefatos e certamente com a sensação de dever não cumprido. Vã0 se juntar ao procurador Luiz Carlos Manzato, pivô da retirada do projeto que criaria o Parque Industrial Cidade Maringá, que havia sido aprovado apesar de contrariar o Plano Diretor. Foram duas derrotas da administração nesta terça-feira. O líder do prefeito, Heine Macieira, teve papel preponderante em pelo menos uma das derrotas, ao fazer pilhéria do vereador Flávio Vicente.

Terminada a sessão, houve altercação entre o presidente Mário Hossokawa e Macieira, com direito a palavras pesadas. Não foi a primeira vez que MH e HM se estranharam.

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Projeto da PPP do lixo não passou

O projeto de lei que autorizava a Prefeitura de Maringá a contratar PPP para a destinação final dos resíduos sólidos da cidade por 30 anos, prorrogáveis por mais cinco, não foi aprovado, há pouco, na câmara municipal. Antes, tentou-se o adiamento da votação por uma sessão, que foi rejeitado por 8 a 6. Na hora da votação eram precisos pelo menos 10 votos para aprovação, mas o resultado foi 8 a 6, o que representa uma derrota ao prefeito Silvio Barros II. Antes da votação, Humberto Henrique e Flávio Vicente mostraram-se preocupados com o pouco tempo para estudar assunto tão importante e que vai mexer com o futuro da cidade.

Para variar, o líder do prefeito bateu em quem questionou a exiguidade de tempo para debater o tema, chegando a ironizar por diversas vezes o vereador Flávio Vicente (PSDB).

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Projeto retirado

Como previsto, o líder do prefeito na Câmara de Maringá, Heine Macieira (PP), pediu a retirada para arquivamento do projeto enviado (e aprovado em primeira discussão) na semana passada criando o Parque Industrial Cidade de Maringá. É mais um projeto irregular encaminhado pelo prefeito Silvio Barros II, atropelando a legislação municipal. O alerta foi feito pelo vereador Humberto Henrique (PT). A audiência pública deverá ser convocada para o dia 23 de janeiro.

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Era tudo balela

Os interesses dos fratelli no caso da destinação do lixo de Maringá são tão fortes que fica difícil não vê-los. Eles querem incinerar o lixo, preferencialmente com a tecnologia francesa; o sistema é tido como ultrapassado e altamente poluidor. Acreditando que o maringaense é antes de tudo um idiota, o prefeito Silvio Barros II acrescentou na semana passada mais um capítulo na novela da dissimulação, promovendo um debate que, em tese, era para discutir as tecnologias disponíveis. Três dias antes, porém, a verdadeira intenção já havia sido confirmada no papel: a administração solicitou ao IAP licença para a utilização da tecnologia do incinerador, e agora, com a formalização da PPP, dá mais um nó para amarrar o esquema, digo, sistema.

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PPP para o lixo entrará em regime de urgência na sessão de hoje

Entre os projetos enviados pelo prefeito Silvio Barros II (PP) para votação em regime de urgência hoje na Câmara de Maringá está o que estabelece a Parceria Público Privada para a destinação final de resíduos sólidos da cidade. A iniciativa prova que era realmente uma farsa a disposição de SM SB II de discutir com a comunidade o processo do lixo e reforça a informação, antecipada por este blog, de que ele deve renunciar ao mandato no início de 2012 – afinal, o negócio do lixo é milionário e ele quer sacramentá-lo antes de deixar o poder.

A PPP concede à iniciativa privada terá duração de 30 anos. O projeto, além de ofender a legislação específica e a própria Constituição, aponta as cartas marcadas que viciam todo o processo, pois a administração inverterá a ordem: primeiro, faz a concessão, aproveitando os votos da Turma do Amém, depois realiza audiência pública e então faz a licitação, que sacramentará o incinerador do lixo na cidade. Mais detalhes em instantes.

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Parque industrial na “geladeira”

O item 2 da pauta da ordem do dia da sessão de hoje da Câmara de Maringá, que na última sessão acabou sendo retirado, após a revelação de que feria o Plano Diretor recentemente aprovado pelos próprios vereadores, deverá ir para o arquivo. O líder do prefeito vai pedir o arquivamento do projeto do prefeito Silvio Barros II, que criava o Parque Industrial Cidade Maringá sobre os lotes 110, 110-A, 110-A-1, 110-B, 110-D, 111, 111/1, 192/93 e 210-C, todos na Gleba Ribeirão Pinguim. Os lotes foram adquiridos há algumas semanas pela prefeitura e a transformação em parque industrial demandaria tempo, pois tem trâmites a seguir, como audiência pública e apreciação pelo Conselho Municipal de Planejamento e Gestão Territorial.

De qualquer forma, sendo arquivado ou retirado temporariamente, o certo é que alguém muito conhecido embolsou uma gorda comissão no negócio, que beira os R$ 2 milhões. Esse não perde, nunca.

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Mandando bala

Para não perder o costume, o prefeito Silvio Barros II (PP) enviou cerca de dez projetos para serem votados em regimne de urgência – ou seja, sem discussão com a comunidade – neste final de ano pela Câmara de maringá. Como ele tem a Turma do Amém, deverá fazer um arraso, visto que normalmente são encaminhados projetos que, se discutidos, criariam polêmica.

Maringá

“Vai ter que ter uma taxa”

Do prefeito de Maringá, Silvio Barros II, ao participar do debate sobre o lixo, na semana passada: “Vai ter que ter uma taxa. O melhor mecanismo de educação pra redução é preço. (…) Na base da educação vai levar muitos anos”.

Maringá

Versão local

Na audiência pública que discutiu alternativas para o lixo em cidades de porte médio e regiões metropolitanas, na semana passada em Maringá, a cada intervenção dos especialistas convidados o prefeito Silvio Barros II fazia seus comentários, emitia sua opinião, deixando o debate prejudicado. Até que apareceu uma questão de ordem levantada por Carlos Mariucci, numa espécie de versão local do famoso “por qué no te callas?”.

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Leitura

O prefeito Silvio Barros II (PP) recebeu nesta manhã exemplares de um novo livro sobre a história de Maringá. Foi confeccionado em Pinhais.

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Questão fechada

Além de apostar no tempo e na falta de memória do eleitor maringaense para não voltar atrás e manter o alto salário de R$ 12 mil para a próxima legislatura, os vereadores da cidade não querem sequer dar ar de moralidade à casa. O projeto de lei do vereador Carlos Eduardo Saboia (PMN), que implanta a ficha limpa como condição para a nomeação de assessores, está criando teia de aranha, parado numa gavetas das comissões permanentes, tratamento bastante diferente do que é dado aos projetos do prefeito Silvio Barros II (PP), inclusive os ilegais, como o que criava o Parque Industrial Cidade Maringá, aprovado em primeira discussão e retirado em seguida após a constatação de que era absurdamente irregular.

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Interpelação

(Atualizado) Depois do término da audiência pública sobre “Destinação Final dos Resíduos Sólidos Urbanos para municípios de médio porte e Regiões Metropolitanas, Médias Cidades”, promovida ontem pela Prefeitura de Maringá, o prefeito Silvio Barros II (PP) interpelou Orlando Bruno Neto, que foi representante da Biopuster e integrou a Maringá Lixo Zero, a penúltima aventura dos fratelli pelo mundo do lixo e que não deu certo. O prefeito, nervoso, falou bastante; dois auxiliares, receosos com o tom da conversa, ficaram de prontidão.

A tecnologia Biopuster, não custa recordar, foi adotada pelo PP do irmão mais novo, e integrou o programa de governo do partido no Paraná. O relacionamento, outrora intenso, acabou com o desmantelamento da MLZ, que deixou muitas dívidas por aí.