Busca: "Silvio Barros II"

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Fogo amigo

Não será fácil a candidatura de Carlos Roberto Pupin a prefeito pelo PP, que em fevereiro deve assumir a Prefeitura de Maringá, com a renúncia de Silvio Barros II. O fogo amigo está mais intenso do que ele imagina, alcançando a direção local do partido e pessoas que cercam o capo Ricardo Barros.
Para se ter uma ideia, pepistas de grosso calibre (se é que um partido que obedece a um coronel pode abrigar alguém de grosso calibre) articulam um grupo que vai apoiar o candidato do PMN, deputado estadual dr. Batista. O ex-deputado sabe do ensaio de rebelião, mas faz cara de paisagem.

Maringá

Lixo: TJ-PR estabelece multa diária

Na última sexta-feira, a Prefeitura de Maringá divulgou sob o título “Tribunal de Justiça do Paraná autoriza o município a fazer recuperação energética”, mais decisão do desembargador João Leonel a respeito da polêmica questão do lixo da cidade, “esqueceu-se” de todos os itens do acórdão. O Ministério Público pedia que o município fosse proibido de adotar outras soluções tecnológicas para a destinação do lixo, como a incineração, nova meta do prefeito Silvio Barros II. O TJ-PR manteve a decisão da 2ª Vara Cível, mas agregou multa diária de R$ 500,00 “pessoalmente, ao sr. prefeito, a fim de que cumpra a sentença, segundo a melhor tecnologia possível, no prazo de seis meses”. A multa foi estabelecida porque o desembargador deu razão ao MP quanto à preocupação do cumprimento da sentença. “De fato, há anos o município a pretexto de que adotará tecnologia nova, vem postergando a execução daquela decisão judicial”, reconheceu o desembargador.
Há mais de 6 anos a questão do lixo arrasta-se sem avanços em Maringá, onde a tecnologia Biopuster já chegou a ser apresentada como a redenção. Os resíduos continuam sendio despejados na Pedreira Ingá, ao lado do antigo lixão, em área de passivo ambiental, que contraria regras do Conama.

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Após defender aumento para os políticos, prefeito de Maringá opta por menor salário para servidor

Depois de colocar a cabeça no travesseiro, o prefeito de Maringá, Silvio Barros II (PP), não deve gozar do chamado sono dos justos. É que, depois de apoiar o abusivo aumento de subsídio de vereadores, secretários, prefeito e vice, uma verdadeira afronta ao bom senso, ele optou por menores salários para o funcionalismo público municipal, o pessoal que faz a engrenagem da máquina pública funcionar.

SB II fez a afirmação ao receber a nova diretoria do Sismmar e falar sobre o PCCR, que garante que não aceitará o rebaixamento da proposta aprovada pela categoria e apresentada há quase um ano.

Maringá

A posse no Sismmar


A posse da nova diretoria do Sismmar, na noite de ontem, foi muito prestigiada. No palco, o vereador Humberto Henrique, o deputado Enio Verri e o prefeito Silvio Barros II; o deputado Evandro Junior, que ficou ponto tempo, Márcia Socreppa, Mário Verri e o vice Carlos Roberto Pupin também estavam lá. A nova presidente, Iraídes Baptistoni, disse que a diretoria resgatou a confiança dos servidores, passando de 1.700 filiados para 3.400 dos pouco mais de 9 mil funcionários municipais. Uma banda animou a madrugada, com repertório variado.

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Prefeituráveis à mesa

O cabeleireiro Canuto Dias Borborema, senhorio do prefeito Silvio Barros II (que é também garoto-propaganda da sua Stilo Cabeleireiros), reuniu em jantar na última segunda-feira três prefeituráveis de Maringá. Estavam à mesa Wilson Quinteiro (PSB), Vandré Fernando (PTC) e Carlos Roberto Pupin (PP), que devem disputar as eleições de 2012.

Também estava presente Nilson Santos, que já disputou a Prefeitura de Maringá e tem convite para disputar a Prefeitura de Presidente Castelo Branco, onde reside há alguns anos.

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Muito tempo depois…

O prefeito Silvio Barros II (PP) confirmou presença na posse da nova diretoria do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Maringá, nesta quinta-feira à noite na AFMM. Hoje, um dia antes da posse, ele encaminhou à direção do Sismmar uma cópia do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração Geral dos servidores. O pessoal está analisando – afinal, a peça era aguardada há apenas 13 anos.

Um dia depois da posse o prefeito receberá representantes do sindicato para discutir o PCCR, mas ele pode aguardar descontentamento.

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Preocupado com as fraldas

Em entrevista a Luciana Peña, da CBN Maringá, o prefeito Silvio Barros II (PP) mostrou-se preocupado com o destino das fraldas sujas da cidade. Ele reclamou que Maringá foi citada como um péssimo exemplo na recente audiência pública, realizada em Curitiba, sobre lixo e cidadania. No evento decidiu-se que um projeto de lei proibirá a incineração do lixo no Paraná, o que vai contra a nova destinação escolhida por SM Silvio II, depois do plasma e do Biopuster. O prefeito, depois de considerar que fralda não pode ser usada para compostagem, disse que a sociedade está sendo induzida, que aguarda que “eles” apresentem a fórmula mágica e que há um grupo que não quer contribuir para a solução do problema, pois teria “outras intenções”.

Bronca

Sobra lá, falta aqui


A Prefeitura de Maringá faz um barulhão com a inauguração do Ginásio de Esportes Chico Neto, o primeiro climatizado do sul do país. A notícia, boa, porém, esconde um atraso inaudito na obra, que deveria ter sido entregue há cerca de três anos.

O prefeito Silvio Barros II (PP), por sinal, poderia aproveitar, agora que o cofre da prefeitura está cheio, e além de pagar a trimestralidade que o irmão mais novo negou ao funcionalismo, nos anos 90, mandar arrumar o ar-condicionado da praça de atendimento localizada no paço municipal, no andar abaixo de seu gabinete. Com esse calor, sem climatização, contribuintes e funcionários sofrem muito. O ar estaria com problemas há apenas oito meses.

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Showmício de 2008: recurso no TJ-PR

A Primeira Câmara Cível do Tribunal de Justiça irá analisar o recurso apresentado pelo Ministério Público contra decisão do juízo da 2ª Vara Cível da comarca, que julgou improcedente em primeira instância a ação civil pública por improbidade administrativa contra o prefeito Silvio Barros II por ter, em 2008, ano eleitoral, pago com recursos públicos shows artísticos para (vejam só!) inaugurar o Pronto-Atendimento do Jardim Alvorada. Silvio II era candidato à reeleição e foi o único dos candidatos a participar de showmício, proibido pela legislação eleitoral.

Apresentaram-se naquela ocasião uma freira rapper de Paranaguá e a banda Herança, de Paranavaí. A banda recebeu R$ 25 mil pela apresentação, R$ 16 mil a mais do que havia recebido num show na mesma semana em Astorga.

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Ricardo Barros no governo Dilma

O secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa (PSDB), Ricardo Barros, tem afirmado em conversas nem tão reservadas assim que deixará o cargo em breve. Como a presidente Dilma sinaliza que, mesmo com a saída do ministro Mário Negromonte do Ministério das Cidades, a pasta ficará com o PP, ele, que é vice-presidente nacional da sigla, se prepara para voltar a Brasília. Mas não na condição de ministro, cargo que ultimamente está sob o foco intenso da imprensa, sempre levantando a vida pregressa da turma; Barros iria para Brasília para integrar o segundo escalão do Ministério das Cidades. Aliás, ministério de onde ele cavou milhões para Maringá, conseguindo verba até para desfavelamento, quando a cidade não tem favela.

O cargo no Ministério das Cidades teria sido oferecido ao prefeito Silvio Barros II, que não aceitou por questões familiares.

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Silvio II renunciaria em fevereiro

Com a volta do irmão mais novo para a capital federal, caberia ao títere Silvio Barros II ficar na cadeira de prefeito até fevereiro de 2012, quando renunciaria ao mandato para se mudar para Curitiba, onde assumiria a Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, hoje ocupada por Jonel Nazareno Iurk. SB já foi secretário de Turismo de Jaime Lerner, à época do escândalo dos Jogos Mundiais da Natureza.

Assim, o vice Carlos Roberto Pupin chefiaria o Executivo durante todo o ano, ficando com o controle da máquina para fazer sua campanha para prefeito. Com uma vantagem: não teria nenhum Barros por perto.

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Mais de uma campanha no ar

A Prefeitura de Maringá está nas paradas com mais uma campanha além da que estreou no domingo (“A gente vê melhorar”): voltou a ser veiculada a campanha de trânsito que propõe levar gentileza para as ruas, e que já tem alguns anos. Também está sendo veiculada a da dengue. Apesar disso, extra-oficialmente a prefeitura informa que não vai gastar R$ 3 milhões em propaganda até o final do ano; deve chegar a uns R$ 400 mil. Recentemente, o prefeito Silvio Barros II (PP) licitou R$ 7,5 milhões para gastar nos próximos 12 meses.

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Flávio Vicente deve pedir revogação do aumento dos subsídios

O vereador Flávio Vicente (PSDB) deve voltar atrás e apresentar um pedido para revogação do projeto que aumentou os subsídios dos vereadores, secretários, prefeito e vice-prefeito, a partir de janeiro de 2013. Ele integra a Comissão de Finanças e Orçamento, autora do projeto que num tempo recorde foi aprovado pelos vereadores e sancionado pelo prefeito Silvio Barros II (PP). A tendência de que ele pela a revogação é muito grande.

Neste caso, o pedido teria que ser votado em plenário. Até agora, a maioria dos vereadores faz ouvidos moucos aos protestos da população e prefere manter o aumento, que eleva os vencimentos para além de R$ 12 mil.

Maringá

Os políticos e os servidores

A presidente eleita do Sismmar, Iraídes Baptistoni, foi entrevistada hoje por Soares Manzzane no Tribuna da Massa (TV Tibagi/SBT). Ela fala sobre o aumento dos vereadores, que o prefeito Silvio Barros II sancionou em tempo recorde, e o PCCR dos servidores, há 13 anos aguardando encaminhamento..

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Como gastar uma fortuna com pouco esforço

Falta pouco mais de um mês para o 2011 acabar e o prefeito Silvio Barros II (PP), aquela sumidade, está disposto a entrar para o Livro dos Recordes de Maringá. Ele pretende torrar R$ 3 milhões com propaganda, dos R$ 7,5 milhões licitados dias atrás, e que beneficiou, coincidentemente, a agência que atende as campanhas eleitorais da família (as dele, do irmão mais novo e da cunhada). No ano que vem tem eleição municipal e ele pretende gastar o restante até a metade de 2012, prazo estabelecido pela legislação eleitoral.

Para legalizar o pagamento desta fortuna (20% de R$ 3 milhões é quanto mesmo?), planeja-se ser divulgada a campanha “Maringá, a gente vê melhorar” – que vem a ser exatamente a mesma campanha que a Meta Propaganda apresentou obrigatoriamente na comissão de licitação.

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Um novo sorvedouro de dinheiro público?

O arquiteto, ex-vereador e ex-secretário de municipal Claudinei José Vecchi, foi contratado para realizar as alterações na praça Cássio Vidigal, a praça da Catedral, de Maringá. Ele ocupava cargo de confiança na administração Silvio Barros II (PP) até julho último – era diretor administrativo da Secretaria de Controle Urbano e Obras -, quando saiu para montar escritório na avenida Anchieta. O prefeito Silvio Barros II contratou-o na semana passada, com dispensa de licitação. Vai receber R$ 278.857,68 pelos serviços, livres dos R$ 55.771,54 de INSS. Vecchi é o autor do projeto original da praça, que por sinal já foi mais bonita.

Além dos R$ 334.629,22 para o ex-assessor, o irmão mais velho está reservando outro tanto de dinheiro público para pagar a empreiteira que vai realizar os serviços. Amanhã vai fazer uma semana que o edital de licitação foi publicado mas não está disponível no tal Portal da Transparência (sinal de que estaria direcionada) e, portanto, não dá para saber qual o valor. A reforma na praça deveria ter sido feita há pelo menos três anos. com recursos federais viabilizados pelo ex-deputado federal Odílio Balbinotti, mas SM Silvio II preferiu desviar o dinheiro para o Parque do Japão.

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Área do novo estacionamento já está isolada


O terreno do Novo Centro de Maringá, que será temporariamente transformado em estacionamento (na cidade plana, o veículo em primeiro lugar), já está fechado, a partir de hoje. A prefeitura fechou as entradas por onde os motoristas colocavam seus veículos para dar início à terraplenagem e, depois, ao asfaltamento. Serão 700 novas vagas, que passarão a ser cobradas pelo EstaR. Resta saber se, como aconteceu no terreno da antiga Estação Rodoviária Municipal, a administração de Silvio Barros II vai desobedecer a legislação e não irá reservar área permeável.

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Culto às imagens e privilégio aos artistas manauaras

O prefeito de Maringá, Silvio Barros II (PP), não esquece os conterrâneos. Depois de trocar os animais de verdadeiro por cópias em durepóxi junto a artistas de Manaus (AM), ele já gastou mais de R$ 100 mil com uma artista da capital amazonense com a confecção de uma escultura e dois bustos do ex-prefeito Adriano Valente. Detalhe: tudo com dispensa de licitação, sem chance para os artistas locais (no caso do durepóxi, até hoje não se sabe quanto foi gasto). O neto de Valente é chefe de Gabinete do irmão mais velho e tem pretensões políticas.

Em julho do ano passado Silvio II mandou os cofres públicos pagarem R$ 66 mil a Rosimeire da Conceição Anjos, por aquela escultura de cimento, revestida de metal, em que o ex-prefeito aparece sentado num banco, colocado no Parque do Ingá. Agora, por mais R$ 40 mil, o prefeito mandou ela fazer dois bustos de Adriano Valente, que serão colocados no parque de exposições e na UEM, informa Murilo Gatti. Esta é, definitivamente, a administração do culto às imagens.

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Dnit faz aditivo e rebaixamento férreo fica R$ 2,6 milhões mais caro

As obras do prolongamento do rebaixamento da linha férrea em Maringá estão R$ 2.657.103,34 mais caras. O diretor-executivo do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, Tarcísio Gomes de Freitas, e o prefeito Silvio Barros II (PP) assinaram na última quinta-feira o terceiro aditivo do contrato original  de 2003, alterando o valor e prorrogando o prazo. Assim, o custo das obras, feitas pela CR Almeida, subiu de R$ 116.119.500,23 para R$ 118.776.625,57. Os recursos são do PAC. O prazo de vigência do contrato foi prorrogado em mais seis meses consecutivos, com previsão de término para 17 de junho de 2012.

Desde 2003 Maringá é a cidade brasileira mais beneficiada com recursos do Dnit, que recentemente esteve envolvido com denúncias de corrupção e superfaturamento. Na campanha eleitoral do ano passado, a CR Almeida declarou a doação de R$ 200 mil para a campanha da cunhada do prefeito de Maringá, Cida Borghetti (PP), e de R$ 250 mil para a senadora licenciada Gleisi Hoffmann, ministra-chefe da Casa Civil do governo Dilma Rousseff.

Maringá

Taxa de limpeza pública é considerada inconstitucional

O Tribunal de Justiça do Paraná publicou na última quinta-feira o acórdão em que os desembargadores do Órgão Especial, por unanimidade, julgaram parcialmente procedente a ação direta de inconstitucionalidade (Adin), com efeito ex tunc (retroativo), ajuizada pelo procurador-geral de Justiça do Paraná e que questionava artigos do Código Tributário de Maringá. As alterações, relacionadas à criação da taxa de limpeza pública, foram apresentadas pelo prefeito Silvio Barros II (PP) e aprovadas pelos vereadores em 20o7 e 2010. O TJ-PR declarou a inconstitucionalidade de cinco artigos da Lei Complementar n° 677/07, art. 6º – apenas em relação à expressão “taxa de limpeza pública” -, e anexo IX, da Lei Complementar nº 848/10, do município de Maringá. A ação foi proposta em dezembro do ano passado.  O relator foi o desembargador Paulo Cezar Bellio e o julgamento aconteceu no último dia 4. A Câmara de Maringá chegou a se posicionar pela continuidade da taxa que, segundo o relator, “foi exigida durante anos ao arrepio dos inúmeros pronunciamentos do Supremo Tribunal Federal”. A Justiça considerou que a taxa, cobrada no carnê do IPTU, afronta a Constituição do Paraná, além de ser um serviço inespecífico e indivisível. A cobrança não foi considerada legítima pois a limpeza de vias públicas é um “serviço beneficia a população em geral, sem possibilidade de individualização dos respectivos usuários”. Acórdão.

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Prefeito veta homenagem a pioneiro

O primeiro item da sessão de hoje da Câmara de Maringá é um veto que o prefeito Silvio Barros II (PP) fez a projeto da vereadora Marly Martin Silva (PPL), que denomina de Claus Paul Thonern a rua 41.105, da Zona 41. Thonern foi pioneiro em Maringá. A justificativa do prefeito: a Cocamar, financiadora de campanhas eleitorais da família Barros, pretende colocar na rua, que atravessa a cooperativa, o nome de um cooperado.

PS1 – A justificativa é absurda a ponto de o prefeito informar que o veto partiu do presidente da cooperativa. Ou seja, ao invés de encaminhar o projeto de lei aprovado à Procuradoria Geral do Município, ele enviou ao financiador de campanha, algo nunca visto na história político-administrativa da cidade.

PS2 – O veto, felizmente, foi rejeitado por unanimidade.

Akino

O esquema perfeito

Alertado pelo Cido José, busquei a edição extraordinária do OOM e, para minha surpresa, vejo a publicação da lei nº 9104, de autoria da Comissão de Finanças e Orçamento, que fixa o subsídio dos vereadores do Legislativo de Maringá para a próxima legislatura e dá outras providências. A lei sancionada pelo prefeito Silvio Barros II diz no artigo 1º que o subsídio dos vereadores para a próxima legislatura (2013-2016) “fica fixado, em parcela única, no valor mensal de R$ 12.025,40”. Além do prefeito, assinam a lei o chefe de gabinete Rodrigo Valente Giublin Teixeira e o secretário de Gestão José Luiz Bovo.

Meu comentário: Nunca na história de Maringá uma lei foi sancionada e publicada com tanta rapidez. Um esquema perfeito, coisa de profissional.

Akino Maringá, colaborador

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Óleo de peroba

Ouvi, na CBN Maringá, o prefeito Silvio Barros II (PP) em mais uma daquelas missões que detonam qualquer cristão: tentar justificar o injustificável, justificar a omissão diante do aumento absurdo que os vereadores de sua base aliada inventaram. “Não sou vereador”, disse, com a dureza de face que somente os que não possuem emoção costumam fazer. Afirmou que não poderia se imiscuir em direitos do Legislativo. Ora, logo ele, o chefete, o ténico da Turma do Amém, que dita as regras, que faz seus subordinados mudarem até de convicção para atender os interesses do irmão mais novo, como se viu no caso da mudança da lei de uso e ocupação do solo, casas geminadas, a antiga rodoviária etc…

A sociedade maringaense testemunha, mais uma vez, o lado mal, perverso, de se ter as conveniências de uma família dominar os poderes constituídos, se sobrepondo aos interesses da maioria.

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Risadas no salão

O senador Álvaro Dias (PSDB) foi no sábado arrumar a juba no cabeleireiro Canuto, que é senhoria do prefeito Silvio Barros II (PP). O secretário de Relações com a Comunidade, Wilson Quinteiro (PSB) foi um dos que se divertiram vendo a deputada federal Cida Borghetti (PP) “ajudando” a fazer a barba e a secar o cabelo do senador.

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Movimento contra aumento programa reunião para quinta-feira

Supersalários não!
O movimento $uper$alárionão! Veta Prefeito!, iniciativa independente criada pelas redes sociais em Maringá, programou para a próxima quinta-feira à noite uma plenária para discutir estratégias de ação para ampliar a mobilização para que o prefeito Silvio Barros II vete o aumento abusivo. Além disso, constam da pauta da reunião discutir a possibilidade da apresentação de um projeto de lei de iniciativa popular (uma das propostas é vincular o reajuste dos vencimentos dos vereadores e assessores ao reajuste dos servidores da câmara municipal e o vencimento dos secretários, vice e prefeito ao dos servidores da prefeitura) e aprofundar o movimento de assinaturas do abaixo-assinado que solicita ao prefeito o veto ao aumento abusivo dos salários dos políticos locais. A plenária será no Sinteemar, na rua Professor Itamar Orlando Soares, 357.

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In e out

Hoje na inauguração do Centro de Atenção Psicossocial Infanto-juvenil (que leva o nome da pastora Cenita Vargas Pinto, que tanto fez pelo Conjunto Santa Felicidade, em Maringá), obra construída com recursos federais, houve um “in” e um “out”, como diriam os colunistas sociais de antanho. O “in” foi o prefeito Silvio Barros II (PP), que falou cerca de 6 minutos; o “out” foi o secretário de Saúde de Silvio II, Antonio Carlos Nardi, que falou 26.