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Túnel do tempo

Sessão na 7ª legislatura

Vereadores participando de sessão na legislatura 1973-1977. Aparecem (da esq. p/ a dir.): Tércio Hilário de Oliveira, Carlos Alberto de Paula (pai do atual prefeito de Sarandi), Eli Diniz e Jesus Hernandes, todos eleitos pelo MDB. O prédio, na avenida Tiradentes, é hoje uma farmácia.

Verdelírio

Missa

Hoje às 10 horas, na Paróquia Santa Maria Goretti, será celebrada missa pelo saudoso Carlos Coelho, empresário maringaense que foi presidente do Grêmio Esportivo Maringá.


“Porque Deus há de trazer a juízo toda obra e até tudo o que está encoberto, quer seja bom, quer seja mau” (Eclesiastes 12-14)
TAMOS MAUS
Quando até o Papa Francisco perde a linha e se irrita pelo fato de uma fiel tê-lo puxado pelo braço, é sinal de que a coisa está realmente muito ruim. É verdade que depois ele pediu desculpas, e não perdão. E, depois falam que o Bolsonaro é que é grosso.
MUITO INJUSTO
O deputado federal Sargento Fahur está sendo muito injusto ao criticar a imprensa nacional e a Federação Nacional dos Jornalistas. Toda a imprensa sempre divulgou só o lado bom o Sargento Fahur.
VAI DECIDIR
O apresentador de televisão José Luiz Datena vai decidir na semana que vem se topa encarar disputar a Prefeitura de São Paulo. Datena disse que quer fazer um programa de rádio com o apresentador Ratinho.
FÉRIAS
O prefeito Ulisses Maia entra em férias amanhã, e o vice Edson Scabora assume a chefia do Poder Executivo de Maringá.
NOVA ELEIÇÃO
A nova eleição presidencial na Bolívia será no dia 3 de maio. Ela acontecerá seis meses depois daquela reeleição de Evo Morales que gerou uma onda de protestos e acabou com a sua renúncia.
É MUITO FEDOR
Tem muita reclamação contra o fedor provocado por uma empresa que seria de parentes do senador Álvaro Dias e de Osmar Dias, filiado no PDT de Ulisses Maia. Mas tem fedor também provocado pela política maringaense e pela administração municipal.
COMPENSAÇÃO
O presidente Jair Bolsonaro sugeriu que uma alta mais acentuada no petróleo poderá ser compensada com reduções na alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, o ICMS.
VISITA
Temir Ribeiro, diretor da Aki Diesel, localizada na avenida Kakogawa, 1084 esteve visitando o JORNAL DO POVO. O Temir está sendo incentivado para ser candidato a vereador no grupo do deputado federal Luiz Nishimori.
SEM PEDIR NADA
Um assessor do prefeito Ulisses Maia disse que a esperança é de que o governador Ratinho Júnior apoie a reeleição do prefeito sem pedir nada, pois Ulisses ficou contra Cida Borghetti e apoiou Ratinho Júnior sem pedir nada.
FÉRIAS NO NORDESTE
O competente advogado Edalvo Garcia, presidente do Centro Português de Maringá, segue hoje com a esposa Cida e com os filhos, nora e genro, par temporada de férias no Recife, e depois em João Pessoa. Edalvo já foi vereador, mas não volta a disputar porque eu e a Cida não deixamos.
JÁ DECIDIU
Tauílio Tezzeli, prefeito municipal da cidade de Campo Mourão, anunciou oficialmente sua decisão. Vai ser candidato a reeleição.
MESTRE CUCA
O advogado Eli Diniz, que proporcionalmente foi o vereador mais votado de toda história política de Maringá, agora tem uma nova paixão. Sua nova paixão é ser mestre cuca. Na véspera do Ano Novo fez um bacalhau, e no dia do novo ano fez um porco assado. Quem experimentou disse que estava excelente.
ACIM MULHER
Paula Buosi Fabre, a empresária e agropecuarista vai ser o homenageada com o Prêmio Acim Mulher, que foi criado em 2004. Diretora de Bebidas Virgínia e Alimentos Virgínia, Paula é esposa do Neri Fabre, que foi presidente da Sociedade Rural de Maringá.
CONTA PRÓPRIA
O Supremo Tribunal Federal pretende analisar ainda em janeiro o pedido para que seja admitida candidaturas avulsas. Nem sempre o político tem afinidade com partidos, daí a reivindicação para candidaturas sem partido.

                          ANIVERSÁRIOS

Estão aniversariando hoje:
Ení de Simone Nogarolli, José “Nenzinho” Dias, Nori Dias, Julieta Fernanda de Lima Bastos, Patrícia Ramos Martins, Zaquel Gonçalves e Silva, Eurides Linhares de Almeida, Demilson Rodrigues Martins, Maria Fernanda Matias Cezar e Aldemar A. Ferreira.

Amanhã(6) estarão aniversariando:
Ana Cantadori, Maria Pereira “Albani” de Souza, Gabriela Cristinelli , Rodrigo José Rocha Rubio, Lourdes Catarina Marion Carvalho, Gilberto Gaspar dos Reis e Izabella D´Áurea Mora.

Blog

Pagando os honorários

Vereadores e ex-vereadores de Maringá, condenados a devolver a malfadada verba de gabinete, estão com uma despesa a mais: os honorários do advogado Eli Diniz, da Aedec, autora da ação civil pública.
O Ministério Público não concordou que o Legislativo pagasse os R$ 14,5 mil e passou essa conta também para a turma condenada.

Akino

CCs na Proge, uma irregularidade gritante

[Repostagem] Eis as relação de comissionados que estão irregularmente atuando na Procuradoria Geral do Município de Maringá: Alessandro Benatti, assessor II; Antonio Arnóbio de Barros Lisboa, assessor III; Daniel Romaniuk Pinheiro Lima, subprocurador geral; Débora Dagues Sanches, assessor IV; Dionilson da Silva Filho, assessor II; Edno Fernando Albertoni Correa, assessor II; Eduardo Esteves Pinto de Souza, gerente administrativo; Jader Mascarenhas Dias Dourado, assessor IV; João Luiz Agner Regiani, diretor do Procon; Luis Guilherme Vanin Turchiari, liquidante extrajudicial e subprocurador imobiliário; Reginaldo Ferreira Dias, assessor IV; Ricardo Eli Diniz, assessor II; Roberta Maria Barreto de Carvalho, subprocurador administrativo; Thiago Rodrigues Burim, assessor III; e Vanessa Karla Landi Oliveira de Lima, assessor II.
Segundo o TCE-PR, e por decisão judicial, somente o procurador geral pode ser comissionado não concursado. A administração Barros Pupin zomba do Judiciário, do MP e da Corte de Contas.
Akino Maringá, colaborador
PS do Blog: Consta ainda Rosangela Dorta de Oliveira, auxiliar administrativo estatutária,ocupando o cargo de gerente de Planejamento.

Maringá

Sama: funcionalismo de olho na ação

Um mês depois que o blog publicou a respeito de uma ação da Aedec, que busca na justiça a suspensão do repasse de recursos para o Sama, serviço de saúde dos servidores municipais de Maringá, o Sismmar destaca a notícia em sua página na internet. O assunto foi abordado no final de semana, durante assembleia que recusou proposta da administração. Em respeito aos servidores, uma informação que possivelmente eles ainda não saibam: por trás da ação estaria a administração Barros/Pupin, que quer se ver livre do repasse de recursos para o Saúde Maringá (Sama). O advogado da Associação de Estudos e de Defesa do Contribuinte e do Consumidor (Aedec) é o ex-vereador Eli Diniz, que atuou na campanha de Hércules Ananias de Souza (PSDC), hoje cargo comissionado de Carlos Roberto Pupin (PP), enquanto quem fornece os serviços médicos ao funcionalismo é a Associação Beneficente Bom Samaritano (Hospital e Maternidade Santa Rita), cujo superintendente é Hiran de  Moura Castilho Filho, que tem antigos laços com Ricardo Barros. O caso está na 1ª Vara da Fazenda Pública.

Maringá

Ação pede o fim de repasse para o Sama

logosamaritanoA Associação de Estudos e de Defesa do Contribuinte e do Consumidor (Aedec) ingressou com ação civil pública para que o município de Maringá deixe de contribuir com a assistência à saúde dos servidores públicos municipais. A entidade, presidida por Débora Santos de Oliveira, pediu liminar ao juízo da 1ª Vara da Fazenda Pública para que seja declarada a inconstitucionalidade da lei municipal 687/2007, que criou o sistema de atenção à saúde dos servidores municipais. A lei foi assinada numa das interinidades de Carlos Roberto Pupin (PP). O advogado da entidade, Eli Diniz, alegou que a administração municipal, ao disponibilizar plano de saúde exclusivo a seus servidores, o faz em flagrante violação ao princípio da isonomia, já que beneficia não toda a comunidade, mas apenas parte dela. Ele questiona os valores gastos pelo Saúde Maringá (Sama) com a Associação Beneficente Bom Samaritano (Hospital e Maternidade Santa Rita) e exemplifica que, em 2013, a administração gastou R$ 91.358.669,26 com a saúde de toda a população, o que dá R$ 255,85 com cada munícipe, enquanto em 2013, com cada servidor municipal, com os vários aditivos feitos ao contrato, o gasto chegou a R$ 507,84. A ação é de agosto do ano passado e até agora o juízo não se decidiu sobre a liminar.

Maringá

Verba de gabinete: esperando a execução

Caberá ao Ministério Público Estadual pedir a execução da pena contra 21 políticos maringaense, incluindo ex e atuais vereadores, condenados a devolver dinheiro ao erário por conta da famigerada verba de gabinete criada na câmara municipal no início do século. A ação transitou em julgado e baixou para execução em fevereiro. Quem deveria executar é a Aedec – Associação de Estudos e de Defesa do Contribuinte -, ligada ao ex-vereador e advogado Eli Diniz, e que ajuizou a ação civil pública em 2001. Mas o blog soube que Ricardo Barros (sempre ele), secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa, não permitiu que a entidade peça a devolução do dinheiro aos cofres públicos, como forma de manter o controle político sobre os apenados, a maioria gente aliada. Assim, caberá ao MP determinar o cumprimento da decisão, uma vez que a sentença comprovou lesão ao erário.

Akino

É fria

A informação do Rigon de que Quinteiro não apoiará Pupin me fez lembrar de outra que obtive. Ricardo Barros teria dito que aceitava qualquer um, menos Quinteiro. Não é demais lembrar que houve uma ação de impugnação contra a candidatura de Quinteiro, patrocinada teoricamente pelo partido de Hércules Ananais, que tinha como advogado Eli Diniz, parceiro dos Barros, que ganhou bastante dinheiro numa ação contra a Urbamar, que fez o acordo vantajoso.
Quinteiro teve uma experiência desagradável quando se aproximou de Ricardo e certamente não vai querer se queimar de vez, agora que tem dois anos de mandato como deputado, pode se reeleger tranquilamente e em 2016 voltar com força, sem a pressão de ficar sem mandato, candidatar-se novamente a prefeito. Apoiar Pupin agora é fria.
Akino Maringá, colaborador

Blog

Partido teria recebido 40 mil dólares para entrar na coligação de Barros

Folha de Londrina
Por esta reportagem de quase meia página da página 4 da Folha de Londrina, em 21 de maio de 1992, dá para ter uma ideia do trabalho que deu ao capo Ricardo Barros montar uma coligação com 12 partidos para apoiar seu candidato a prefeito de Maringá nas eleições deste ano. No último ano de sua administração como prefeito, ele foi acusado de comprar o apoio do PRN (o partido do então presidente Fernando Collor de Mello) por US$ 40 mil (cerca de R$ 81 mil). O acordo com o PRN incluiu a nomeação de funcionários fantasmas – isso lembra a aquisição do PMDB neste ano, que incluiu a contratação de 18 cargos comissionados? O presidente do PRN era o odontólogo Ricardo Benedito de Oliveira, mas a sigla chegou a ser presidida por Carlos Roberto Pupin. Oliveira contou que recebeu a proposta de US$ 40 mil de Ricardo Barros numa gravação feita por Miguel Grill0 (hoje secretário de Meio Ambiente) e pelo ex-vereador e advogado Eli Diniz. A reportagem pode ser lida aqui.

Blog

Grupo quer Hossokawa candidato a prefeito


O vereador Mário Hossokawa, o vice-presidente do PMDB de Maringá, Cláudio Ferdinandi, e o advogado e ex-vereador Eli Diniz participaram ontem à noite de uma reunião para tratar da recomendação formal da executiva estadual do partido, tomada na segunda-feira, de que haverá candidato próprio para a disputa da prefeitura em 2012. O ex-chefe da Ciretran Ideval de Oliveira e o ex-vereador Nereu Vidal Cézar também participaram do encontro, realizado num restaurante. Hossokawa e Ferdinandi lideraram chapas para a disputa da convenção do partido, que foi anulada por decisão da mesma executiva estadual. O consenso do grupo é lançar o presidente do Legislativo candidato a prefeito.

Blog

A decisão do ministro Fux

Esta é a decisão do ministro Luiz Fux negando recurso para 21 políticos maringaenses que, quando vereadores, utilizaram a chamada verba de gabinete criada pelo ex-presidente Walter Luiz Guerlles. A verba foi considerada ilegal pelo Tribunal de Justiça. A decisão é em ação da Associação de Estudos e de Defesa do Contribuinte (Aedec), tendo como advogado o ex-vereador Eli Diniz.

Especialista acredita que, com a finalização do processo, todos os outros vereadores que utilizaram a verba de gabinete até sua alteração – ela foi criada por resolução, o que é irregular, pois criava cargos e despesas, e somente anos depois, na primeira gestão do presidente Mário Hossokawa, foi regularizada – podem ser enquadrados no crime de improbidade administrativa. Ou seja, se o Ministério Público quiser, a lista de inelegíveis poderá aumentar.

Akino

Sobrenome conhecido

Vejamos a nomeação de um comissionado na Prefeitura:

Decreto Nº 215 / 2011-  ‘ Fica nomeado(a)  Ricardo Eli Diniz, a partir de 1º de Fevereiro de 2011, no cargo de provimento em comissão de Assessor II, símbolo CC2, com lotação na Procuradoria Geral do Município – Proge.

Akino Maringá, colaborador

Geral

Caso Lô: morre ex-funcionário do hotel

O tintureiro Silvio Gonzaga de Souza, uma das 13 pessoas que deram seu testemunho sobre a morte do maringaense Clodimar Pedrosa Lô ao documentário sobre o caso, faleceu no último dia 11, em acidente de trânsito em Jarinu (SP). A informação é de um leitor. Silvio Gonzaga de Souza era funcionário do Palace Hotel, onde Clodimar trabalhava e foi acusado de furtar um hóspede; posteriormente, foi torturado e morto por policiais. O acidente ocorreu quando ele se deslocava de Jundiaí para São José dos Campos. O filme – 23.11.1967: Documentos do Caso Clodimar Pedrosa Lô -, dirigido por Eliton Oliveira, deve ser lançado em março do ano que vem.

Na produção foram ouvidos, além de Silvio Gonzaga de Souza, Oésio de Araújo Pedrosa (tio de Clodimar), o advogado Eli Diniz, Olinda Rosa dos Santos (prima de Clodimar), os jornalistas Messias Mendes e Walter Poppi, o historiador João Laércio Lopes Leal, o coronel Antonio Tadeu Rodrigues, Manoel Ramos Toscano de Brito, Amilkar Souza Pedrosa (primo de Clodimar), Shirley Pedrosa Moscardi e Oscar Bastista de Oliveira (testemunha do assassinato de Atílio Farris).

Trailer do filme.

Akino

Urbamar: o herói

Paulista de Águas da Prata, criado em Poços de Caldas-MG, João Antonio Corra Junior, o Zitão, chegou em Maringá em 1953. Jornalista, escritor, este é o verdadeiro herói, que segundo interpretação do líder do prefeito na Câmara, ao lado do dr. Eli Diniz, conseguiu evitar que o município de Maringá tivesse um prejuízo ‘monstruoso’. Escreveu dois livros Maria Fumaça e o Trem de Ferro. Li o segundo, que conta a história da ação popular que gerou honorários milionários arcados pelos contribuinte maringaenses. Esta história precisa ser bem esclarecida. Será algum vereador da época lembra bem? Ao que parece ao presidente Hossokawa era vice-prefeito. Willy Taguchi também.

Akino Maringá, colaborador

Akino

Dr. Manoel foi afoito

Não posso deixar de registar as palavras do vereador dr. Manoel, em aparte, só cedido depois de um mal educado; ‘ só for rápido, pois tenho muito que falar’ ( Macieira) quando do célebre e emocionado discurso de Heine Macieira defendendo os honorários pagos pela Urbamar e transformado dr. Eli Diniz em herói. Disse o vereador: ‘ Tenho tranqulidade do votar neste projeto, porque o povo de Maringá não é caloteiro, se deve tem que pagar’. Dr. Manoel: O povo tem que pagar por erros de políticos como Said e Ricardo? Sem questionar? Cuidado vereador, confiamos muito no senhor, mas é preciso cautela, senti o  o nobre  vereador muito afoito.

Akino Maringá, colaborar

Akino

Outros dois heróis

Se o líder Heine Macieira ficou emocionado e considerou o dr. Eli Diniz um herói por ter patrocinado  uma ação popular que evitou  que o município ressarcisse a Companhia Melhoramentos por terrenos no Novo Centro, que dirá de José Antonio Francisco de Oliveira, autor, e Walter Alexandrino, advogado que também, com  uma ação popular, cujo recurso do TJ- PR tem o número 131.164-4, obtiveram a condenação do ex-prefeito Ricardo Barros, João Celso Sordi e  outros a devolverem aos cofres públicos valor de descontos que concederam, indevidamente, no pagamento de impostos por alguns privilegiados contribuintes? Será que se  emocionaria da mesma maneira? Tiraria cópia do acórdão e passaria para o seu assessor, jovem advogado, como um exemplo a ser seguido?

Akino Maringá, colaborador

Akino

Urbamar, a verdadeira história

Encontramos no livro O Trem de Ferro – Fatos Verídicos, do jornalista J.A.Corrêa Jr., o Zitão, a história da Urbamar e como os cofres públicos de Maringá seriam  saqueados. A propósito vejamos, em resumo, o prefácio do livro assinado pelo dr. Eli Pereira Diniz:  “A literatura de denúncias sempre me fascinou. Meus tempos colegiais foram marcados por ‘O Cortiço’, ‘ Capitães de Areia’ (…), tantas outras obras que representam o inconformismo (…). Neste contexto e nesse estágio da vida recebi grato o convite para prefaciar o ‘O Trem de Ferro’, obra complementar de ‘A Maria Fumaça’  uma obra-denúncia, mas não se contentou e não se exauriu no abstrato da denúncia. O autor, intrépido e persistente, denunciando e acreditando na solução transformou a sua obra em uma luta judicial na Comarca de Maringá contra vilões, assaltantes do dinheiro público, para os quais jamais se defendeu a pena de morte reservada somente para os miseráveis no apanágio dos moralistas por conveniência.
O Trem de Ferro (…) uma prestação pública de contas do autor, onde esclarece aos seus leitores as medidas que tomou para conter a maior sangria que estava por se cometer contra os cofres públicos da cidade de Maringá, em toda a sua história.
Era o pagamento de uma indenização tão indevida quanto astronômica, em quantia superior a um orçamento anual da cidade, em favor da Cia. Melhoramentos. Esse fato somente pode ser contido através de uma ordem judicial, tal era  a ganância estranha por pagar e por receber com que se deparou o autor. O autor optou pelo instrumento jurídico da ação popular, investindo-se na condição de defensor do erário. Tive a honra, de, como advogado, patrocinar juntamente com minha colega de banca, Cleuza A. Valério, a sua nobre causa, justa, legítima e, sobretudo, exemplar”.
Minha opinião: Como vemos o verdadeiro herói da história é o Zitão, já falecido. Sua atuação de fato impediu um grande prejuízo aos cofres públicos de Maringá, como reconhece o próprio dr. Eli Diniz ao prefaciar o livro. Reconhecemos o trabalho dos advogados, que estão regiamente reconhecidos financeiramente, mas os verdadeiros causadores do prejuízo no pagamento dos honorários, não podem ser esquecidos.

Akino Maringá, colaborador

Akino

Começou pela Urbamar

Relembrando o célebre discurso de Heine Macieira falando da proeza do dr. Eli Diniz, na defesa do patrimônio público de Maringá, que estava ameaçado nos idos de 1987, por irresponsabilidade a administração municipal da diretoria da Urbamar, que concordaram de devolver terrenos do Novo Centro para a Companhia Melhoramentos, veio à mente que o diretor técnico da Urbanização de Maringá S/A era Ricardo Barros, um jovem com seus 27 anos que iniciava ali ( 1986) uma carreira de muitas  conquistas pessoais. Qual seria a participação dele neste episódio que resultou num prejuízo de mais de R$ 3,5 milhões no pagamento de honorários advocatícios? Quem eram os outros diretores?

Akino Maringá, colaborador

Akino

‘Emoção’ de Heine levanta suspeita

Houve quem quase fosse às lágrimas ao ouvir a fala do líder do prefeito defendendo a suplementação de recursos à Urbamar para pagamento de honorários ao dr. Eli Diniz. Heine considerou o advogado um herói, disse que ficou profundamente emocionado ao ler o voto do desembargador. Embargou a voz, quase chorou. Vale a pena ouvir toda a fala  no site da Câmara (gravação da sessão de ontem).  A grande emoção de Heine levantou suspeita, mesmo entre os integrantes da ‘base’. Um deles teria dito “aí tem esquema”. Votaram contra Humberto, Marly, Mário Verri e Ton Shiavone.
Minha opinião:  Pelo que entendi até agora os grandes causadores do prejuízo foram a Urbamar, a administração Said (a primeira) e a Companhia Melhoramentos. Os advogados estão no seu papel, mas há suspeitas de que há muito interesse de membros da Urbamar e atual administração em pagar tudo, inclusive os juros. Repito, nada contra o dr. Eli, ele está no seu papel e defendendo um direito. Há outros heróis que não foram citados por Heine. Perguntem para o Cézar Lima.

Akino Maringá, colaborador

Akino

A César o que é de César

Graças à colaboração do jornalista Cézar Lima, que nos enviou por email páginas digitalizadas  de um livro sobre o assunto, começamos a entender a história da ação popular que deu origem ao pagamento, agora, dos honorários advocatícios, pela Urbamar, o que gerou muitas discussões a partir de dúvidas que levantamos. Os autores da ação foram João Antonio Correa Junior (o Zitão) e Marco Antonio da Silva e os advogados Eli Pereira Diniz e Cleuza Valério. A César o que é de Cesar: a ideia e a inciativa foram dos autores e os advogados fizeram a parte jurídica, brilhantemente, por sinal. Esta postagem é apenas a ‘manchete’, analisaremos  toda a história, nos próximos dias, mas desde já parabenizamos os autores e os advogados Eli Pereira Diniz e Cleuza Valéria pelo trabalho que fizeram em defesa do Patrimônio Público. São exemplos assim, trabalhos como do Rigon, que comecei a conhecer no caso dos laptops, do Cézar Lima que sofreu ainda sofre as consequências de fazer um jornalismo investigativo, que nos encorajam a continuar fazendo a nossa parte. Quem sabe no futuro, alguém na Câmara se emocione, como se emocionou o vereador Heine ao enaltecer o trabalho do dr. Eli Diniz. Quem sabe o Rigon, Cézar Lima, Messias Mendes, Lauro Barbosa, Marta Bellini e tantos outros blogueiros e jornalistas, promotores como dr. Cruz e tantos outros, juízes como o dr. Airton Vargas, dr. Siladelfo e outros sejam homenageados com defensores do erário e do patrimônio. Quem sabe até se lembrem do Akino Maringá.
Akino Maringa, colaborador

Akino

Urbamar já começou causando prejuízos

Ouvindo a exposição do líder do prefeito na defesa da suplementação de recursos para a Urbamar, visando o pagamento de honorários advocatícios resultantes de Ação Popular de 1991, chego à conclusão que a Urbamar, que foi criada em 1985,  já começou causando o prejuízo que o pagamento desses honorários representa aos contribuintes,uma  vez que bastava um pouco de diligência  para que a ação popular fosse  desnecessária. Os fatos ocorreram no período 87 a  91. Oportunamente comentaremos a participação dos advogados, mas podemos adiantar que para Heine Macieira o dr. Eli Diniz é um herói, um grande defensor do patrimônio público e foi graças à sua atuação que o município não teve um grande prejuízo na época.

Akino Maringá, colaborador

Akino

Urbamar: ainda não entendi

Leitor que usa o forte pseudônimo de ‘O Justiceiro’ tenta explicar, em pitaco, que o município lucrou com a ação popular que resultou em honorários milionários para o dr. Eli Diniz, afirmando que ele impediu que a Cia Melhoramentos obtivesse a reversão da posse dos terrenos no pátio de manobras da Rede Ferroviária. Ainda não entendi. Por que a ação foi proposta contra a Urbamar? Por que a Urbamar e o município brigaram para não pagar os honorários, chegando ao ponto de transferirem os imóveis, o que foi entendido como postura de má fé para pelo Tribunal de Justiça. Se foi bom para o município, foi bom para a Urbamar, não entendo tanta ingratidão do grupo Barros. Gostaria que os senhores vereadores questionassem.

Akino Maringá, colaborador

Akino

Nada contra

Deixo bem claro que nada tenho contra o fato do dr. Eli Diniz e a dra. Cleuza receberem os honorários que foram fixados em decisão judicial. O que estou questionando, no sentido de querer saber, é qual foi a origem da demanda contra a Urbamar. Um leitor disse que o município lucrou, gostaria de saber de que forma. O que a Urbamar estava fazendo de errado? Qual a participação do prefeito da época, salvo engano, Ricardo Barros? E mais:  esta é uma oportunidade ímpar para se discutir a utilidade da existência da Urbamar. O que estou sugerindo é que a Câmara abra o debate.

Akino Maringá, colaborador