Busca: "iluminação pública"

Akino

Uma licitação

01. Da licitação:1.1. Objeto: O presente Edital tem por objeto a contratação de empresa especializada para execução de obras no sistema de distribuição de energia elétrica (iluminação pública) para atender a pista de caminhada do Parque Florestal dos Pioneiros (Bosque II), localizada no quadrilátero das avenidas Itororó, Nóbrega, Joaquim D. Moleirinho e Juscelino Kubitschek de Oliveira, Zona 4, nesta cidade de Maringá – PR, englobando o fornecimento de materiais, mão-de-obra e de todos os equipamentos necessários para a perfeita execução dos serviços, de acordo com as condições e especificações contidas neste Edital e em seus Anexos, que o integram:1.2. Modalidade: tomada de preços.1.9. Valor máximo da licitação: R$ 314.772,96 (trezentos e quatorze mil, setecentos e setenta e dois reais e noventa e seis centavos), sendo que os valores máximos de cada item constam do Anexo.
Meu comentário: Gostaria que o Observatório Social e os vereadores interessados na fiscalização analisassem esta licitação.

Akino Maringá, colaborador

Akino

Assessor jurídico pode advogar contra quem lhe paga?

Na última edição do OOM há a publicação de um ato da Proge autorizando o pagamento de honorários advocatícios no processo 1544/2008 (execução de sentença iluminação pública) ao advogado Eduardo Santos Hernandes. Tudo normal se, salvo engano, ele não fosse assessor jurídico da prefeitura, depois exonerado por decisão judicial e depois nomeado assessor jurídico da Câmara. Pode um assessor jurídico da Prefeitura e da Câmara advogar contra o município? Isto é legal? Se for legal, no mínimo é imoral, principalmente considerado que atua em tempo integral.

Akino Maringá, colaborador

Akino

Observatório de Londrina é diferente

Leio no blog do Milton Ravagnani que o Observatório Social de Londrina conseguiu impedir uma licitação para o calçadão. Outro dia tinha ouvido na CBN que uma grande  licitação rebaixamento de iluminação pública, algo em torno que R$ 50 milhões, também foi cancelada por intervenção do Observatório.  Lembrando que o Observatório de Londrina foi inspirado no de Maringá, conclamamos ao nosso a mudar de postura e atuar efetivamente de forma independente do Executivo e nas grandes licitações. Vamos verificar este caso do Contorno Sul Metropolitano. Será que está tudo certo? Ou será que isto não interessa? Vamos discutir a utilidade da Urbamar. Teriam independência para tal?

Akino Maringá, colaborador

Maringá

TJ-PR mantém liminar contra loteamento irregular

É uma  vitória do meio ambiente. A desembargadora Maria Aparecida Blanco de Lima, do Tribunal de Justiça do Paraná, negou agravo de instrumento interposto pela Prefeitura Municipal de Maringá contra decisão do juiz William Artur Pussi, da 3 Vara Cível, que em março último atendeu ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público do Meio Ambiente e concedeu liminar determinando que o município se abstenha de executar ou autorizar a terceiros quaisquer obras no loteamento industrial Parque Bandeirantes 5ª Parte, bem como que suste a expedição de alvarás para fins de construção no referido local até que seja efetivado o licenciamento ambiental do empreendimento. Em função da irregularidade do loteamento, também chamado de Cidade Industrial, o IAP autuou o município de Maringá, já que a licença prévia para tal empreendimento estava vencida desde 24 de março de 2000; mesmo com a licença prévia vencida, a administração municipal expediu alvará para proceder o loteamento industrial da área , aprovou-o, em seguida, pelo decreto n.º 846/2000, oportunidade em que ainda determinava que as obras de infraestrutura urbana deveriam ser realizadas no prazo máximo de 24 meses, mesmo sem exigir licença devida ao órgão ambiental. Continue lendo ›

Cidades

O fim do Mutirão

O prefeito de Sarandi, Carlos Alberto de Paula (PDT), reuniu-se com moradores do Mutirão e propôs aos mesmos a possibilidade de receber novas casas populares, do programa Minha Casa, Minha Vida, que estão sendo construídas no Residencial Mauá e que beneficiarão 343 famílias. As casas são de 37 metros quadrados, contendo ainda um aquecedor solar cada uma, além de reservatório de água, iluminação pública, galerias pluviais e asfalto. Leia mais.

Akino

Cancelada licitação milionária

Ouvi na CBN numa entrevista de Ronaldo Nezo com o jornalista Fábio Cavazoti  que integra o Observatório Social de Londrina  a informação de que uma licitação de mais de R$ 50 milhões, para mudanças na iluminação pública naquela cidade, foi cancelada atendendo sugestão da ONG, por suspeitas de superfaturamento.
Imediatamente veio à mente o caso do rebaixamento da iluminação em Maringá, que custou mais de R$ 14 milhões e é alvo de demandas judiciais. Tenho sérias dúvidas se este processo resistiria uma auditoria séria, sem que se constatassem irregularidades. Teriam sido sugestão de Ricardo Barros os serviços de Londrina? Há quem suspeite que sim.

Akino Maringá, colaborador

Cidades

“A ponte vai cair”

Marcos Soares, morador das Chácaras Eldorado, envia as fotos da ponte no final da avenida João Marangoni, em Sarandi. Há alguns dias, conta, funcionários da prefeitura mexeram na estrutura da ponte, retiraram terra da cabeceira e ela começou a desabar. O calçamento foi feito por moradores e pelo proprietário da Faculdades Unissa, sem um centavo da prefeitura (na época Cido Espada), que inclusive nunca fez manutenção no local. Caminho para faculdade, rota do transporte coletivo, a avenida sequer tem iluminação pública, com mato nas margens. “Uma manutenção agora na referida ponte pouparia transtornos a moradores e estudantes e com certeza ficaria bem mais barato ao município  do que  reconstruí-la novamente. Somos órfãos nesta cidade, não temos a quem apelar”.Continue lendo ›