Busca: camara maringá reduz vereadores

Verdelírio

O terceiro

Luiz Moreira

Ulisses Maia é o terceiro vereador maringaense a se eleger prefeito da cidade. O primeiro foi Luiz Moreira de Carvalho [na foto, na primeira fila, ao lado de Carmino Donato Junior e José Carlos Rosa], o segundo foi Silvio Magalhães Barros (pai) e agora Ulisses Maia.Continue lendo ›

Verdelírio

Reforço

José Roberto Ruiz

José Roberto Ruiz, que não conseguiu garantir sua reeleição na Prefeitura de Floresta, é o novo e importante reforço na equipe de coordenação da campanha de Silvio Barros II, na disputa em segundo turno. Zé Roberto assumiu ontem.Continue lendo ›

Akino

Não sou filiado…

… a partido político e não posso disputar eleição para vereador.
Nunca disse que seria candidato, pelo contrário. Mas sou candidato a atuar na Câmara de Vereadores, num dos cargos de Assessor de Vereador, de preferência como Chefe de Gabinete, cujo salário mais vale alimentação é de R$ 7.982,78. Mas aceito ser Assessor Parlamentar cujo incluindo a vantagem é de R$ 6.510,43.Continue lendo ›

Verdelírio

Limpeza

Um dos principais veículos de comunicação da cidade fez uma verdadeira limpeza em sua equipe, mandando de uma só tacada 25 funcionários embora, com a justificativa de que era rapa para cortar despesas. Ainda com relação a empresa de comunicação recebi a informação de que a emissora de televisão de Guarapuava agora passou a atuar apenas como estação retransmissora.Continue lendo ›

Verdelírio

Pai e filha

O empresário Francisco Carlos da Silva, o conhecido “Chico” diretor do jornal Hoje Notícias, e sua bonita filha Luana Vieira da Silva, escolheram curso superior idêntico, embora em escolas diferentes. “Chico” está cursando o terceiro ano de Direito, na Faculdade Maringá, e Luana está cursando o terceiro ano de Direito na PUC.Continue lendo ›

Verdelírio

Ordem da mulher

Conhecido maringaense foi convidado para ocupar um cargo público e até havia desistido de disputar uma cadeira na Câmara Municipal para aceitar o convite. A nomeação não aconteceu, com a justificativa de que a mulher escolheu um outro nome para o cargo.Continue lendo ›

Maringá

Um ex-vereador na Acim

Cuca

O futuro presidente da Associação Comercial e Empresarial de Maringá, engenheiro José Carlos Valêncio, deverá ser o primeiro mandatário da entidade, que tem 63 anos de fundação, que já cumpriu mandato político eletivo. Ele assume o cargo ainda este mês.
Cuca, como é conhecido, foi vereador em Maringá na 10ª legislatura (1993-1996), tendo sido eleito com 1.118 votos pelo extinto PDS (hoje, PP), partido ao qual filiou-se em 20 de setembro de 1980. Continue lendo ›

Geral

Funcionalismo decide denunciar administração ao MP

Sismmar

No 42º dia da campanha salarial 2016, e ainda sem qualquer contraproposta do prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) às reivindicações da categoria, os servidores públicos de Maringá realizaram ontem à noite assembleia geral para definir novas ações de mobilização.
Entre elas, a categoria deliberou por apresentar uma denúncia no Ministério Público contra a administração municipal.Continue lendo ›

Verdelírio

Aguenta pressão

Ao contrário dos vereadores de Maringá, os vereadores de Altônia aguentam pressão popular. Apesar de um abaixo assinado popular com 1.300 assinaturas, pedindo que os vereadores reduzissem seus salários dos atuais R$ 5.200,00 para R$ 880,00 que é o salário mínimo nacional, os edis votaram pelo arquivamento do pedido e mantiveram o salário de R$ 5.200,00.Continue lendo ›

Maringá

Caiana tenta justificar aumento de 25% no orçamento do Legislativo

No final de novembro, o Observatório Social de Maringá cobrou da câmara municipal o reajuste de 25% no orçamento daquele poder para 2016. Dos 15.440,00 deste ano saltará para R$ 19.315,601,00.
O presidente Chico Caiana (PTB), condenado no caso do nepotismo, respondeu a correspondência dias atrás e justificou a não redução do valor. Preferiu jogar a culpa na administração anterior, que, ao contrário dele, devolveu dinheiro ao Executivo nos dois últimos anos.Continue lendo ›

Opinião

Cultura da letra morta

De Pery de Canti:
peryDecorridos mais de 10 anos de constituição da Lei 6.411/03, que estabeleceu a criação da Lei de Incentivo Cultural de Maringá, a mesma é ceifada na base por uma par de sorte e contra movimentos – sejam eles emanados pelo poder público, ou por representantes condignos da esfera cultural – de diversos setores. Até este ponto, a coisa vai, uma vez que os direitos de manifestações – contrários e/ou a favor e democráticos estão assegurados pela Carta Magna, a Constituição Federal de 1988. Entretanto, a Lei virou letra morta.
Mas ademais, e independente do gestor que esteja – ou esteve nesta condição, à frente da Secretaria de Cultura, a cultura local – tanto privada e pública enfrenta uma série de episódios dissonantes e que se confrontam com os reveses ditos afirmativos de fomento, democratização de acesso, e estímulo ao saber da cultura produzida pelos artistas de nossa cidade. Continue lendo ›

Akino

Pelo fim das leis municipais e estaduais

Após a constatação de que para uma proposta de lei municipal, do vereador Edson Luiz, que considerei muito boa (recolhimento de medicamentos usados), já existia uma lei estadual, ocorreu um pensamento, talvez uma inspiração divina, de sugerir o fim das atribuições legislativas (de fazer leis), de vereadores e deputados estaduais, ficando exclusivamente com a função de fiscalização do executivo. As leis seriam todas federais. As câmaras municipais e estaduais seriam reduzidas para um terço de integrantes. Em Maringá, em vez de 15 teríamos 5 vereadores. No estado em vez de 54 deputados estaduais, seriam 18. Todos, repito, exclusivamente com função de fiscalização do Executivo. A condição primordial para ser vereador e deputado estadual seria não ser filiado a partido algum, logo não existiria base do prefeito ou do governador. As leis seriam feitas pelos deputados federais e senadores. Seria implantado o voto distrital e todas as regiões dos estados teriam representantes. O prefeito governaria, no essencial, por decreto-lei (nomes de ruas, situações urgentes), sempre fiscalizados pelos vereadores. Governador idem. Gostaria que a discussão sobre o assunto fosse aprofundada. Pediria ao meu amigo PV, que muitas vezes tem inspirações como esta, que aprimorasse. Acho, modéstia à parte, que seria uma revolução no Brasil. Já pensaram 5 vereadores independentes, preparados, cada um com 3 assessores de nível superior (dois concursados e 1 CC), independentes, sem rabo preso, ganhando bem, para fiscalizar, fiscalizados pelo MP, fiscalizando cada ato do Executivo, cobrando tudo, em nome dos contribuintes?
Akino Maringá, colaborador

Maringá

Pedido de Comissão Processante contra Pupin é lido no Legislativo

Por não reduzir a tarifa do transporte coletivo e ignorar as recomendações da CPI que apurou irregularidades no sistema, o prefeito de Maringá, Carlos Roberto Pupin (PP), poderá perder o cargo. Um requerimento pedindo instalação de uma Comissão Processante foi protocolizado na câmara municipal na tarde de hoje. O documento foi assinado por lideranças dos movimentos sociais que acompanharam os trabalhos da CPI do Transporte Coletivo no ano passado. O pedido tem como base o relatório final da CPI. De acordo com as investigações, a passagem em Maringá está mais de R$ 0,20 acima do valor real. Continue lendo ›

Maringá

Veja como eles zelam pelo seu IPTU

A favor da farra da propaganda
A maioria obediente a Ricardo Barros (PP) rejeitou na sessão de hoje da Câmara de Maringá a proposta feita inicialmente pelo vereador Manoel Álvares Sobrinho (PCdoB), e assinada por outros vereadores, que reduziria os gastos da publicidade de 5% para 1% da receita corrente do município. Foram favoráveis à continuidade da gastança de R$ 30 mil por dia com propaganda, usando o dinheiro do IPTU do maringaense, os vereadores acima: Carlos Eduardo Saboia (PMN), Carmen Inocente (Pros), Negrão Sorriso (PP), Belino Bravin (PP), Chico Caiana (PTB), Adilson do Bar (PSB), tenente Edson Luiz (PMN), Márcia Socreppa (PSDB) e Luiz Pereira (PTC). Via site Manchete.
PS – Menos mal: os vereadores rejeitaram, em discussão única, o veto parcial do Executivo ao projeto do próprio Executivo que autoriza o município a realizar concorrência para a concessão de direito real de uso do parque de exposições. A administração havia vetado artigo elaborado pelo Legislativo estabelecendo que antes da abertura do processo de licitação tanto o edital quanto a minuta do contrato sejam encaminhados para a aprovação dos vereadores.

Blog

Bravin deixa a UTI; família descarta licença do Legislativo

Bravin
O vereador Belino Bravin (PP), hospitalizado desde o início do mês, após uma sessão itinerante da Câmara de Maringá, deixou a UTI nesta segunda-feira. Ele agora se recupera num quarto do Hospital Santa Rita.
A família do vereador, líder do prefeito licenciado, rechaçou uma investida que tentaram fazer para que ele se licenciasse, para continuar o tratamento médico, e em seu lugar assumisse o médico e ex-vereador Heine Macieira, ex-líder fiel dos fratelli Barros. Um vereador da base aliada foi quem levou a proposta à família, que avisou: a hipótese de licença médica está descartada. Pelo Regimento Interno do Legislativo, Bravin pode ficar até 120 dias afastado para tratamento de saúde sem que precise ser necessariamente substituído pelo suplente. O capo Ricardo Barros busca há meses reduzir o número de vereadores independentes na câmara municipal, tendo obtido sucesso com a licença de Ideval de Oliveira (PMN) para assumir a Setrans e tenta levar Adilson Cintra (PSB) para outra secretaria municipal.

Maringá

Saboia não falou da volta dos 21

Em entrevista à RPC TV, hoje pela manhã, o médico Carlos Eduardo Saboia (PMN), que ganha vaga na Câmara de Maringá graças a Ideval de Oliveira, não fez referência a apresentar projeto elevando o número de vereadores da cidade como uma de suas prioridades nesta nova passagem pela casa. Na mesma emissora, o novo secretário da Setrans afirmou que pretende mesmo reduzir o valor da tarifa. Recentemente, para lembrar, ele disse a Lauro Barbosa que se arrependeu de ter votado pela redução do número de vereadores e que corrigiria o erro assim que pudesse.

Maringá

Tarifa: reunião analisará nova proposta

Amanhã às 9h, na câmara municipal, os vereadores de Maringá voltarão a se reunir para tratar da tarifa do transporte coletivo. No início desta noite o prefeito Carlos Roberto Pupin comunicou que fará uma nova proposta. O presidente Ulisses Maia convidou todos os vereadores para o encontro, na sala de reuniões do Legislativo, com a presença de um representante da prefeitura. De qualquer forma, está descartada a entrada em vigor, no próximo domingo, de uma tarifa com valor reduzido.

Opinião

Morte de ciclista: saiba que a culpa não é (só) dos políticos…

De Christian Fausto:
Diferente de mim, o senhor de 47 anos que morreu na manhã desta terça-feira (21 de maio de 2013), em Maringá, não conduzia sua bicicleta para se exercitar. Sim, sou um apaixonado por bicicletas, mas posso me dar ao luxo de evitar, ao menos parcialmente, o trânsito selvagem da Cidade Canção quando vou de casa até o trabalho. A escolha que faço, toda manhã, entre o carro de 1 tonelada e a bicicleta de 10 quilos se dá por conta da experiência, de quase morte, que tive ao tentar chegar, pedalando, ao trabalho. Sim, sou apaixonado pela bicicleta, mas eu e minha esposa optamos por pedalar em Maringá após as 20hrs, quando a maioria dos carros da cidade repousam em suas jaulas, digo, garagens. Entretanto, sou consciente do fato de que, para uma parcela esmagadora da população maringaense, pedalar até o trabalho é uma questão de sobreviver até o fim do mês com algum alimento na geladeira e despensa.Continue lendo ›

Akino

Há quatro anos

Vejam postagem do dia 4.5.09: “Campanha ‘Veta Silvio’ –  Nas últimas eleições tivemos a campanha ’Volta João’. Agora estou pensando iniciar a campanha, com apoio da Acim, da SER e do Observatório Social, “Veta Silvio”. Estamos falando do veto à Lei Heine Macieira, que criou os cargos de Assessores de Segurança na Câmara.”
Na época fora aprovada a lei que denominamos Lei Macieira que, a pretexto de ser uma reforma administrativa na Câmara de Maringá, reduzia de 83 para 73 os cargos comissionados só da Mesa, fora os dos gabinetes dos vereadores. Coincidência  ou não, nossa campanha acabou sendo encampada pela sociedade organizada que pressionou os vereadores que acabaram desistindo da Lei Macieira e criado a Lei Saboia, que reduziu para 29 o número de cargos (nós defendíamos redução para 10). Hoje este número de cargos é de 7 (chefe de Gabinete da Presidência; procurador jurídico; coordenador de Comunicação Social; diretor geral; diretor legislativo; diretor administrativo; e assessor de Gabinete da 1ª Secretaria)
PS: Volta João era mote de campanha de João Ivo. Heine Macieira dizia que a Cãmara pararia com uma redução tão grande. Era um crime contra o erário. A Câmara tinha até ouvidoria , com 5 comissionados. Coisas de gestões anteriores, que a atual continua corrigindo. Na nossa luta, a participação decisiva da Promotoria do Defesa do Patrimônio Público.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Obrigado, Ulisses

Sou um crítico do uso de apelidos e títulos por vereadores, no painel e em documentos oficiais. Entendo que devem usar o nome do RG, que é o mesmo pelo qual foram diplomados. A propósito, vejam comentário do presidente Ulisses Maia, em postagem nossa: “Todas as correspondências oficiais da Câmara terão o nome completo, o nome de registro civil do vereador. Em relação ao painel ainda estamos em dúvida. O painel é para o público presente na sessão acompanhar o resultado das votações. Penso que ali o nome político seria mais conveniente, pois facilitaria o entendimento. O que você acha Akino?”
Minha resposta: Caro presidente Ulisses Maia, agradeço a elegância de considerar a nossa opinião quanto o uso do nome completo do vereador em documentos oficiais. Continue lendo ›

Verdelírio

Sem data

Ainda não existe data marcada para o procurador do Ministério Público do Paraná, Sergio Luiz Kukina, ser empossado no cargo de ministro do Superior Tribunal de Justiça. Ele vai ocupar a vaga do ministro Hamilton Carvalho, que se aposentou em maio.Continue lendo ›

Blog

A volta, 24 anos depois

O retorno do médico Marco Antonio Rocha Loures, presidente municipal do PP, à disputa por um cargo eletivo, que deve acontecer em caso de o TSE confirmar a inelegibilidade do vice-prefeito Carlos Roberto Pupin, acontecerá 24 anos depois de sua estreia nas urnas. Em 1988 ele foi eleito vereador com 1.261 votos. Em 1992, no auge de sua carreira política (presidia a câmara municipal), ele disputou a Prefeitura de Maringá e fez 1.989 votos – 728 a mais que para vereador. Foi o sexto mais votado, entre oito candidatos a prefeito que disputaram aquela eleição.Seu partido, o PL, que havia feito quatro vereadores em 88, teve a bancada reduzida pela metade – e graças a um estreante: o médico Manoel Batista da Silva Junior, que fez 991 votos, cuja votação levou Nereu Vidal Cezar, que fez 814,

Eleições 2012

Opinião do Rizzo

Concordo com o jornalista Luiz Carlos Rizzo. No artigo “E a democracia, padre Orivaldo?, ele diz ser contra a proposta de reduzir número de candidatos a prefeito e a vereador. Evidente, com menos vereadores na Câmara, o prefeito pode manipular mais. Sem dizer que em nosso arcaico sistema político só consegue se eleger quem tem dinheiro para investir na campanha. Imagine, se reduzirem as cadeiras de vereador. Ficaria pior. Portanto, quanto mais vagas, mais candidatos e mais diversidade. Bom tempero para a democracia.
Quanto às considerações sobre a candidata Débora Paiva, basta fazer uma reflexão dos problemas de Maringá. As propostas dela vão direto ao ponto. Para mudar, de verdade, certas coisas, é preciso ir ao cerne da questão. Sem rodeios.
Donizete Oliveira

Blog

Convicção sobre a redução

A sessão de ontem da Câmara de Paiçandu serviu para a votação definitiva da manutenção de nove vereadores, depois de aprovarem o aumento para 13. A redução é para enganar a galera, já que os gastos não serão reduzidos e continuarão sendo divididos por um número menor de representantes do povo. Carlos da Creche fez uma defesa veemente da redução, disse que seria uma afronta ao povo paiçanduense se as cadeiras aumentassem, embora ele tenha sido um ardoroso defensor do aumento até há poiucos dias. Segundo leitor, outra coisa interessante da sessão de ontem foi ver o discurso do vereador Milson Monteiro Tele (PPS), o Tancredo, elogiando os vereadores maringaenses que visitavam o Legislativo. “Ele sempre foi um dos mais críticos em relação aos vereadores da cidade vizinha, mas quando está na frente deles é um cordeirinho”, diz o leitor, que não acredita que o eleitor paiçanduense vai deixar maringaenses comandarem a cidade.

Verdelírio

Não gostou

O PTB de Maringá aceitou mas não gostou da mais recente nomeação na equipe adminiostrativa. É que Rogério Mello vai assumir na terça-feira a chefia da Guarda Municipal, único cargo que o PTB tinha na administração, ocupado por Paulo Mantovani.Continue lendo ›

Akino

Pegadinha dos malandros II

Li no blog Café com Jornalista e reproduzo: “Integrantes do movimento “Supersalários Não” amanheceram eufóricos, comemorando nas redes sociais a suposta vitória conquistada na sessão ordinária de quinta-feira (24). Surpreendentemente, a Câmara aprovou em primeira discussão, em regime de urgência, o subsídio de R$ 6,9 mil para os vereadores – em sobreposição ao valor de R$ 12 mil, aprovado às pressas e novembro do ano passado.
Mas há realmente motivos para comemorar? Apesar de o resultado da votação dar a impressão de que trará economia para os cofres públicos, na prática, não foi isso que aconteceu.Continue lendo ›

Akino

Há vagas

Com esta manchete O Diário, edição de domingo, trouxe interessante matéria de Murilo Gatti, falando das 15 vagas de vereadores, para Maringá, a serem preenchidas em outubro deste ano, observadas as seguintes condições: Pré requisitos: Ser alfabetizado (basta saber ler e escrever, nem é preciso ter concluindo o ensino fundamental); ser filiado a um partido político ( de preferência de um dos condomínios, o maior é o Barros); ter votos; não ter condenação, no casos explicitados na Lei da Ficha Limpa; expediente obrigatório terças e quintas das 16 às 18 horas, sujeito a ter que chegar, algumas vezes, um pouco antes e outras ficar até um pouco mais das 18h; salário de R$ 12.025,00, mais R$ 16.900,00, para contratar 4 assessores da sua livre escolha (para esses há exigência de terem pelo menos o ensino fundamental, com salários de R$ 5.586,80, R$ 4.516,28 e R$ 3.412,30).
Mas há outras vagas. Continue lendo ›

Akino

A “firmeza” do Legislativo

Li no blog do Luiz Fernando Cardoso: “Em regime especial de urgência, a Câmara Municipal aprovou nesta quinta-feira (22), por 9 votos a 4 (em primeira discussão), o projeto do poder Executivo que autoriza o município a repassar R$ 106.972,80 à Associação de Profissionais de Propaganda de Maringá (APP) para realização do “Concurso de Beleza Miss Paraná 2012?.O evento será realizado entre os dias 3 e 5 de abril. Saiba mais no site do evento.
A proposta, que será apreciada em segunda discussão na próxima terça-feira, é a segunda tentaria do Executivo em colaborar com o evento. Anteriormente, a Câmara havia rejeitado projeto similar, que previa o repasse de R$ 120 mil para a realização do evento. Uma redução que causou estranheza em alguns vereadores.Continue lendo ›

Verdelírio

Concurso

O Ministério Público do Paraná está com inscrições abertas até o dia 15 para o processo de estagiário em Direito para o Auxiliar da Comarca de Nova Esperança. Inscrições na Sala do Ministério Público daquela Comarca das 13 às 17 horas.Continue lendo ›

Blog

Mesmo com protesto popular, Paulo Soni permanece irredutível

Populares encontram-se na Câmara de Maringá, aguardando o início da sessão, portando cartazes e máscaras de alguns vereadores e do prefeito da cidade. O movimento $uper$alários não! Revogação já!, no entanto, recebeu uma má notícia: embora o vereador Flávio Vicente (PSDB), membro da Comissão de Finanças e Orçamento, tenha se mostrado favorável à sugestão de outro projeto, reduzindo o valor dos subsídios de vereadores, secretários, prefeito e vice, o vereador Paulo Soni (PSB) permanece irredutível: não quer assinar o projeto, o que, em tese, inviabilizaria a redução.