Recentemente dona Luiza Pupin se disse indignada com certas afirmações de candidata à Presidência, no horário eleitoral. O Diário, através do seu diretor presidente Franklin Silva, manifesta ,a cada edição, sua indignação com a não reabertura do Horto Florestal. No entanto não vejo, não sinto que eles, e a maioria dos maringaenses, demonstrem indignação com o verdadeiro desvio de recursos públicos que acontece na administração Pupin/Barros, onde, estimo, que cerca de R$ 20 milhões anuais são transferidos para contas de aproximadamente 300 comissionados desnecessários, atuando em secretarias sem nenhum razão de ser, muitos em desvio de função, como Adilson do Bar e Zebrão, que, nomeados para atuarem no Gapre, teoricamente trabalham na Semusp e Seac, e não se tem notícias de ação do Ministério Público. Estou indignado com a falta de indignação e ação de quem devia fazer esforços para coibir isto, como por exemplo a Câmara. O que acha P, presidente Ulisses? O que me dizem, vereadores Humberto Henrique, Mário Verri e Dr. Manoel? Por que não convocam os titulares da Seac, Sean, Serei para prestação de contas de suas atividades? Por que não questionam a atuação de Leopoldo Fieweski claramente sem função legal no cargo para o qual foi nomeado? Lembrem-se que a omissão, também é pecado, tanto quanto a ação pecaminosa.
Akino Maringá, colaborador