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Maringá

Lixo: o que se viu foi um teatro

O Sismmar se retirou da audiência pública sobre o lixo, realizado nesta manhã no paço municipal, alegando que inúmeras irregularidades foram constatadas. O que se viu foi um teatro armado pela administração, manifestou-se o sindicato. Já no início, durante da leitura do regimento, observou-se que a reunião não estava sendo gravada, uma das premissas básicas para a realização de uma audiência pública, conforme segundo parágrafo, artigo 211, seção II da Lei complementar nº 632, que dispõe sobre o Plano Diretor de Maringá. Somente depois de providenciada gravação é que a sessão começou definitivamente, com mais de 20 minutos de atraso.Continue lendo ›

Política

Suplência

O senador Alvaro Dias (PSDB), que esteve em Maringá no final de semana, almoçou no sábado com o professor Wilson de Matos Silva (Cesumar). Tudo indica que ele não será mais suplente na chapa a ser aprovada pela convenção tucana no final do mês. Ainda sobre política: Alvaro demonstrou muita confiança na vitória de Aécio Neves. Ele acha que a presidente Dilma é quem vai eleger o senador mineiro.
PS – Conta Vandré Fernando que, além de participar do aniversário do procurador José Aparecido da Cruz, Alvaro Dias recebeu convite da Ordem DeMolay para uma palestra, visitou familiares, recebeu reivindicação dos criadores de passarinhos e recebeu do ambientalista Jorge Villalobos esta foto, registro da UEM em 1988.

Maringá

A ata da audiência pública


Eis a ata da audiência pública sobre o Contorno Sul Metropolitano, promovida pelo Dnit e realizada ontem à noite em Maringá. O primeiro a assinar foi o secretário Vagner Mussio; o megaempresário Ricardo Barros foi o oitavo a assinar; o professor Jorge Villalobos, o 15º.

Blog

Uma situação preocupante

oscilatoria
Uma das preocupações do professor Jorge Villalobos no relatório sobre a questão da água da Sanepar em Maringá, que será entregue amanhã ao Ministério Público, reside na repercussão do fato junto à saúde pública. De acordo com a própria companhia, as algas que apareceram no rio Pirapó e que causariam o gosto e cheiro ruins na água fornecida ao consumidor maringaense são “oscillatoriales”, que produzem cianotoxina (Anatoxina-a). Veja o que diz o parágrafo 4º do artigo 41 da portaria 2914, do Ministério da Saúde, de setembro de 2011, que dispõe sobre os procedimentos de controle e de vigilância da qualidade da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade: “Quando detectada a presença de cianotoxinas na água tratada, na saída do tratamento, será obrigatória a comunicação imediata às clínicas de hemodiálise e às indústrias de injetáveis”.

Estadual

Mulheres catadoras também dizem não à incineração

Encontro de catadoras
Terminou hoje, em Praia de Leste, Pontal do Paraná, o IV Encontro Nacional de Mulheres Catadoras, iniciado na última terça-feira. Maringá foi a primeira cidade a dizer não à incineração, ontem, durante a realização da oficina que discutiu o tema. O professor Jorge Villalobos fez palestra a respeito. A programação incluiu oficinas temáticas, como trabalho infantil, formação política, direito à moradia, formação de lideranças, biogás e compostagem, violência e saúde e tabagismo, além de atividades culturais e um evento paralelo de formação de técnicos municipais; hoje, no encerramento, aconteceu a última reunião do Fórum Lixo e Cidadania.

Cidades

Curitiba também deve proibir incineração

Pró-Catador
A Câmara de Maringá faz escola: na semana passada, em Curitiba, discutiu-se em audiência pública o projeto de lei que institui o Pró-Catador (aqui). A exemplo do que aconteceu em Maringá, depois de uma mobilização que impediu proposta do então prefeito Silvio Barros II (PP), o projeto proíbe tecnologias para a incineração no processo final dos tratamento de resíduos sólidos. Durante a audiência, a procuradora do Ministério Público Federal do Trabalho, Margaret Matos de Carvalho, defendeu a iniciativa no município de Curitiba, dizendo que “é preciso enfrentar a discriminação estrutural que sofre o grupo vulnerável dos catadores. Continue lendo ›

Maringá

Põe na pauta, Toffoli!

Cartaz
O professor Jorge Villalobos segura um cartaz que carrega o protesto de muitos maringaenses: cobra a retomada do julgamento do caso Pupin pelo TSE, parado há quase 50 dias, desde que o ministro Dias Toffoli pediu vista. Foto Valter Baptistoni.

Blog

Programa no ar

No programa Opinião & Notícias de hoje, além das informações da Região Metropolitana de Maringá, uma entrevista com o professor Jorge Villalobos. Para acompanhar, clique aqui.

Maringá

Incineração do lixo: programação da audiência

A programação da audiência pública da Comissão de Ecologia e Meio Ambiente da Assembleia Legislativa do Paraná, sobre a incineração dos resíduos sólidos urbanos gerados no Paraná, marcada para a próxima quinta-feira no Crea (avenida Bento Munhoz da Rocha), em Maringá, confirma a palestra de abertura pelo prefeito Silvio Barros II, que reassumiu o cargo depois de mais uma viagem ao exterior para “tratar do lixo”. Ele falará das 9h às 9h30, logo depois da abertura dos trabalhos pela mesa, presidida pelo deputado Luiz Eduardo Cheida e pela deputada Luciana Rafagnin.
A programação inclui, das 9h30 às 10h, a fala de Andre Abreu de Oliveira, da Fundação France-Liberté, sobre”A Incineração como forma de destinação dos resíduos sólidos urbanos em vários países”, seguido do professor Jorge Villalobos, da UEM, que fará apresentação de estudos realizados sobre a questão da incineração como forma de destinação final dos resíduos sólidos urbanos para o município. Das 10h30 às 11h, falará o engenheiro Álvaro Cabrini, do Crea; das 11h às 11h30, o presidente do IAP, Luis Tarcísio Mossato Pinto e o secretário de Meio Ambiente, Joel Iurk; das 11h30 às 12h15, os representantes do Ministério Público de Maringá, Centro de Apoio das Promotorias de Meio Ambiente do Paraná e Ministério do Trabalho (José Lafaiete Barbosa Tourinho, Saint-Clair Honorato Santos e Margaret Matos de Carvalho). Os debates estão programados para acontecer logo depois.
PS – A propósito, a Funverde disponibilizou os vídeos da audiência realizada na semana passada, contra a incineração.

Blog

Psicologia do lixo

A entrevista do secretário de Saneamento Básico de Maringá, Leopoldo Fiewski, ontem na CBN, mostrou um homem com raiva. O ex-funcionário da empresa que Silvio Barros II (PP) teve alguns anos antes de se mudar para Maringá tentou durante todo o tempo desqualificar o ambientalista Jorge Villalobos, que defende a compostagem do lixo e que, portanto, contraria os interesses da mesma turma que defendia o Biopuster e o plasma e que agora quer a incineração, por ele (Villalobos) ser professor de Geografia da UEM.

Logo ele, Fiewski, que é psicólogo…

Maringá

Pode ficar despreocupado, prefeito

Laudo - lixo
Recentemente o prefeito de Maringá, Silvio Barros II (PP), ao reagir aos opositores da incineração de lixo, disse que estava preocupado com as fraldas. O laudo acima, solicitado pela própria prefeitura quando quis implantar a finada Biopuster, mostra que fraldas também podem ser utilizadas no sistema de compostagem. O assunto foi abordado na manhã de hoje, na entrevista que Ronaldo Nezo fez com Jorge Villalobos.

Maringá

A defesa da compostagem

O professor Jorge Villalobos, em entrevista à CBN Maringá, critica a intenção da administração municipal de implantar um sistema de queima dos resíduos. Ele destacou que o método é poluente e ode ser prejudicial à saúde da população. A compostagem, segundo Villalobos, seria uma alternativa mais barata para a cidade. Saiba mais (link arrumado).

Estadual

Catadores contra a incineração


Uma audiência pública na próxima segunda-feira na Assembleia Legislativa do Paraná vai discutir os riscos e males causados pela tecnologia de incineração do lixo urbano no estado. Os catadores de materiais recicláveis discordam da adoção dessa prática, altamente nociva sob os pontos de vista socioeconômico e ambiental, mas que tem seduzido cada vez mais as prefeituras e os consórcios regionais de municípios, pois está sendo apresentada como alternativa fácil, embora fruto de um investimento muito caro, para a eliminação dos resíduos desde as pequenas até as grandes cidades paranaenses. Mas para funcionar e gerar energia, essas usinas de incineração precisam manipular um volume extraordinário de resíduos sólidos, o que vai além da produção do lixo que não pode ser reciclado, os tais “rejeitos”. A audiência foi proposta pelos deputados estaduais Luciana Rafagnin (PT) e Luiz Eduardo Cheida (PMDB) e vai contar com a participação também da procuradora do Trabalho e coordenadora-executiva do Fórum Lixo e Cidadania do Paraná, Margaret Matos de Carvalho, do procurador de Justiça e coordenador do Centro de Apoio às Promotorias de Meio Ambiente, Saint-Clair Honorato Santos, do integrante do movimento nacional de catadores, Carlos Alencastro Cavalcanti, do professor do Departamento de Geografia da UEM, Jorge Villalobos, e do integrante da Fundação France Libertés, André Abreu de Oliveira.Continue lendo ›

Homenagem

Defensores da natureza

Prêmio Observatório Ambiental
Foto de Heitor Marcon, defronte o Museu da Bacia do Paraná, na UEM, registrou em 12 de dezembro de 2007 os homenageados com o Prêmio Observatório Ambiental daquele ano, entregue por Jorge Villalobos, em Maringá: Ângelo Rigon, Vanda Munhoz, Andye Iore e o saudoso cartunista Lukas. Eduardo Cabrini, que não aparece na foto, também foi homenageado como defensor da natureza.

Maringá

Mais uma árvore seca

Mais uma árvore seca. Não sabemos as causas, somente temos à vista o resultado. No entanto faltam as medidas adequadas que até agora não foram providenciadas, o mesmo da outra, bens materiais e até morais, ao final a cidade não é essa Floresta Verde? Pois de verde esta árvore não tem nada.

Jorge Villalobos

Memória

Um marco do crescimento de Maringá

De Jorge Villalobos:

Se as primeiras rodoviárias haviam recebido as levas de migrantes gaúchos, catarinenses, paulistas, mineiros e estrangeiros que vieram colonizar a região, pela Estação Rodoviária Américo Dias Ferraz passaram os filhos destes pioneiros, que partiram para estudar na capital. Foi esta cobertura em abóbada de berço que recebeu os primeiros estudantes paulistas, mineiros e gaúchos atraídos pela qualidade do ensino da Universidade Estadual de Maringá. Foi também sob este portal com seu sugestivo luminoso de boas-vindas que passaram os exilados da zona rural, que vieram fazer crescer esta cidade, expulsos pela erradicação do café que sucedeu a geada negra e o grande incêndio de 1975, pela expansão das pastagens e introdução da mecanização agrícola da soja. Pode ter sido por esta estação que boa parte dos novos migrantes partiu em direção ao Mato Grosso e outros estados do norte do Brasil, na eterna busca do sempre novo Eldorado.
A originalidade do projeto é dada pela estrutura que suporta o trecho da marquise sobre as entradas das duas fachadas do saguão. O engenheiro Gubert utilizou o princípio estrutural das pontes de concreto, onde a via carroçável é atirantada em arcos, para obter um vão livre superior a 25 metros. Este vão, ainda hoje insuperado por obras de arquitetura na região, é cortado por duas juntas de dilatação, prevenindo a fadiga da estrutura pela ação da variação da temperatura.
A leveza da fina laje da marquise permitiu uma estrutura esbelta que apóia ainda uma casca em concreto armado. Esta casca serve de contraventamento da fachada, proporcionando acabamento à cobertura metálica do saguão.

(Fotos: Viação Garcia/Kenji Ueta)

Geral

O momento da prisão

O professor Jorge Villalobos flagrou o momento da prisão de Ledilson Ferrarezi da Silva, 27, que roubou uma corrente de ouro de uma mulher de 72 anos, na manhã de hoje, na esquina da rua Piratininga com Santos Dumont. Valdira Pereira Panaro andava pela calçada quando houve o roubo. Populares foram atrás do ladrão e conseguiram rendê-lo, segurando-o até que uma viatura da PM fez a prisão e levou-o até a delegacia de polícia.