Busca: paranaguá

Cidades

Cidades paranaenses multiplicam empregos entre 2018 e 2019

Nove das dez cidades com maiores saldos de emprego no Paraná em 2019 registraram evoluções significativas no mercado de trabalho em relação a 2018, segundo balanço do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia.

Curitiba, Maringá, São José dos Pinhais, Cascavel, Pato Branco, Fazenda Rio Grande, Cornélio Procópio, Pinhais, Foz do Iguaçu e Toledo foram as cidades paranaenses com maiores saldos absolutos. Elas responderam, juntas, por 36.603 novos empregos em todo o ano no Estado.

Nove desses municípios oscilaram positivamente entre um ano e outro na balança de contratações e demissões e apenas Foz do Iguaçu sofreu impacto negativo no comparativo dos dois anos.

Se observados apenas os municípios com maiores saldos de emprego, os crescimentos mais significativos foram registrados em Pato Branco (mais de 3.000%, levando em consideração o balanço negativo de 2018), Toledo (1.280%), Cornélio Procópio (1.049%), Pinhais (377,9%) e Fazenda Rio Grande (96,2%). Cascavel e Maringá evoluíram 76,4% e 22,4% respectivamente.

Segundo o Caged, das 60 cidades paranaenses com mais de 30 mil habitantes, apenas oito registraram indicadores negativos em 2019. Para o governador Carlos Massa Ratinho Junior, esses números mostram que o Estado conseguiu crescer regularmente no ano passado em todas as regiões. “Estivemos entre os maiores empregadores do País, mas o mais importante foi o crescimento orgânico em diversas áreas: construção civil, comércio, indústria de transformação e serviços”, afirmou o governador.

Suelen Glinski, economista do Departamento do Trabalho da Secretaria de Justiça, Família e Trabalho (Sejuf), diz que a geração de empregos formais foi alavancada nos centros urbanos, na Região Metropolitana de Curitiba e em cidades em franca expansão no interior. “Comércio e serviço foram os maiores empregadores, mas um destaque é a construção civil, que voltou a contratar”, explicou. “Esse foi um setor impulsionado por investimentos privados, obras de longo prazo, com tendência de manutenção dos empregos nos próximos meses, e investimentos públicos em rodovias, saneamento e infraestrutura”.

CRESCIMENTO – Pato Branco, no Sudoeste do Estado, recuperou patamar de empregabilidade de 2017 e registrou evolução principalmente na construção civil (saldo de 754 novas vagas). Sozinha, a cidade de pouco mais de 80 mil habitantes respondeu por 12,4% de todo o balanço positivo do Estado (6.036) nesse setor. A recuperação do mercado imobiliário foi um dos principais indicadores da melhora no emprego em 2019.

Toledo, na região Oeste, cresceu em decorrência dos investimentos da indústria de transformação (411) e do setor de serviços (539), que engloba hotelaria, educação, saúde e atividades financeiras. Mesmo o setor agropecuário apresentou alta na cidade (79 novos empregos), em contraste com os índices estaduais. Toledo é a maior produtora da suinocultura do Paraná.

Cornélio Procópio, no Norte, alcançou saldo superior a mil vagas abertas pela primeira vez na sua história. O crescimento na cidade também foi puxado pelo setor de serviços (859 novas vagas).

Outras grandes cidades apresentaram evoluções significativas nos saldos nos doze meses de 2019 no comparativo com o mesmo período de 2018, como Campo Largo, Londrina, Colombo, Francisco Beltrão, Rolândia, Umuarama, Arapongas e Mandaguari. Na contramão, Guarapuava, Ponta Grossa, Campo Mourão, Almirante Tamandaré, Cianorte, Irati, Jaguariaíva e Palmas oscilaram negativamente entre 2018 e 2019.

ADMISSIBILIDADE – Curitiba, Maringá, Cascavel, São José dos Pinhais, Foz do Iguaçu, Toledo e Pinhais também estiveram entre as dez cidades que mais empregaram no Estado em 2019, junto de Londrina, Ponta Grossa e Colombo. Esse índice mede exclusivamente os admitidos e é importante para o termômetro da economia. As contratações variam de 342.158 em Curitiba a 18.942 em Colombo, e todos eles encerram com saldos positivos.

Segundo o Caged, 121 das 399 cidades do Paraná contrataram pelo menos mil pessoas em 2019. Mesmo cidades pequenas como Altônia, Nova Aurora e Salto do Lontra entraram nesse índice. Os municípios que mais contrataram foram Curitiba, Maringá, Londrina, Cascavel, São José dos Pinhais, Ponta Grossa, Foz do Iguaçu, Toledo, Pinhais, Colombo, Araucária, Guarapuava, Pato Branco, Arapongas, Apucarana, Paranaguá, Umuarama, Campo Largo e Francisco Beltrão, todos com pelo menos 10 mil novos empregos.

“O Paraná vive um novo clima, é um Estado parceiro dos empresários e de quem quer investir. Estamos gerando empregos também por meio do trabalho proativo das Agências do Trabalhador, ajudando o paranaense a conquistar uma vaga na iniciativa privada com maior rapidez”, acrescentou o secretário de Justiça, Família e Trabalho, Ney Leprevost.

SALDO ESTADUAL – O Paraná encerrou 2019 como um dos quatro Estados que mais geraram emprego no País. O índice geral foi o melhor dos últimos seis anos, com crescimento de 24,28% em relação a 2018. O Estado também fechou o ano com o quarto maior estoque de carteiras assinadas do País, com 2.655.253 de pessoas empregadas. (AEN)

Curitiba tem o melhor desempenho em sete anos

Curitiba fechou 2019 com saldo de 19.325 novos postos de trabalhos, melhor desempenho dos últimos sete anos e crescimento de 41,2% em relação ao mesmo período de 2018, com 13.681 empregos. Dentre todos os 5.570 municípios brasileiros, Curitiba ficou na 3ª colocação em geração de postos de trabalho, atrás apenas de Belo Horizonte (22.703) e São Paulo (80.831).

O comércio cresceu 325% no município em 2019, no comparativo de 4.272 novas vagas no ano passado contra saldo de 1.003 em 2018. O setor de serviços e a construção civil também apontaram crescimento regular durante todo o ano, encerrando o ano em alta.

Evolução do emprego em 2019 em relação a 2018 nos municípios com maiores saldos

Curitiba – 19.325 x 13.681
Maringá – 3.781 x 3.090
São José dos Pinhais – 3.158 x 3.122
Cascavel – 2.265 x 1.284
Pato Branco – 2.159 x -73
Fazenda Rio Grande – 1.381 x 704
Cornélio Procópio – 1.161 x 101
Pinhais – 1.134 x – 408
Foz do Iguaçu – 1.121 x 2.620 (única oscilação negativa)
Toledo – 1.118 x 81

Cidades

Portos do Paraná intensificam ações de prevenção ao coronavírus

A empresa pública Portos do Paraná intensificou as medidas sanitárias e práticas de controle de tripulação para minimizar os riscos de infecção pelo novo coronavírus. Seguindo regulamentações sanitárias internacionais, a autoridade portuária segue um protocolo diferenciado para embarcações e tripulantes vindos das áreas epidêmicas.

As exigências aos navios seguem orientações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e estão publicadas na Ordem de Serviço 12/2020. A empresa pública também estabelece um regime ainda mais intensivo de limpeza nos controles biométrico de acesso às áreas alfandegadas.

Cartazes com orientações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde já estão afixados nos diversos ambientes dos portos do Paraná, em três idiomas: português, inglês e mandarim.

Todos os dias quase 3 mil pessoas acessam as áreas primárias do Porto de Paranaguá, incluindo colaboradores, parceiros, terceiros e visitantes. “Nossos terminais são porta de entrada e saída de produtos e pessoas para o mundo. Enquanto autoridade portuária, estamos alinhados com as orientações das organizações nacionais e internacionais de saúde”, afirma o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Na última semana, de 22 a 28 de janeiro, foram registrados 960 visitantes, sendo 410 tripulantes.

Este ano, entre os 156 navios que atracaram nos portos paranaenses, somente dois eram procedentes de portos chineses.

PROTOCOLO – O diretor de Meio Ambiente da Portos do Paraná, João Paulo Ribeiro Santana, explica que os vírus podem entrar no ambiente portuário por duas formas. “Primeiro via mar, ou seja, algum tripulante vindo de região afetada que esteja embarcado, outra, por terra, na troca de tripulação dos navios”, diz.

Por isso, o protocolo estabelece que o agente marítimo deve comunicar a autoridade portuária sobre navios que estejam vindo de regiões em epidemia, publicamente noticiadas. “Nestes casos, deverá ser cumprido um mínimo de quarentena de 21 dias, entre a saída do porto anterior até a chegada aqui”, afirma o diretor.

Se a embarcação chegar à região antes de cumprir esse prazo, a Portos do Paraná pedirá que aguarde fundeada em local estabelecido pela Diretoria de Operações. “Esse é o tempo que, segundo as autoridades de saúde, permite com que o vírus que estiver incubado se manifeste”, acrescenta Santana.

TRIPULAÇÃO – Ao tripulante que venha de avião aos Portos do Paraná, proveniente da região epidêmica, para assumir jornada de trabalho em navios que estejam atracados, será solicitado a apresentação de um atestado médico, confirmando não apresentar nenhum dos sintomas do novo vírus.

No acesso às áreas alfandegadas dos portos, a Diretoria de Meio Ambiente intensificou limpeza dos acessos biométricos. “A transmissão, assim como a gripe, acontece pelo ar e pelo contato. Por isso, reforçamos também o pedido para que as pessoas higienizem as mãos antes de fazer a biometria. Estamos disponibilizando álcool 70% para o uso de todos”, diz o diretor.

Se surgir qualquer caso suspeito, a Portos do Paraná está alinhada com os órgãos estaduais e municipais de saúde e com a Anvisa quanto aos procedimentos e encaminhamentos a serem adotados.

VIGILÂNCIA – O chefe do posto da Anvisa em Paranaguá, Roberto Busato, confirma essa articulação e diz estar em contato direto com a Diretoria de Meio Ambiente, principalmente com a Seção de Segurança e Medicina do Trabalho.

“É muito importante que o Porto continue fazendo o trabalho de orientar, esclarecer e acalmar a comunidade portuária e a população em geral. Essa ação complementa a nossa. Enquanto autoridades locais, estamos sensíveis, atentos e preparados a uma eventual emergência sanitária, o que felizmente ainda não ocorreu”, diz.

COMUNICAÇÃO – A comunicação com os tripulantes, trabalhadores portuários e prestadores de serviços que acessam às áreas dos Portos do Paraná está sendo feita através de cartazes. Afixados nos principais acessos, os materiais trazem informações básicas sobre as medidas individuais simples que podem ser adotadas para minimizar os riscos de infecção por esta ou outra doença viral.

Coronavírus: o que é, sintomas e cuidados

Não há nenhum caso confirmado de coronavírus no Brasil, mas existem muitas especulações sobre a doença. A identificação do vírus surgiu na província de Hubei, na China, em janeiro deste ano, depois do alerta de diversos casos de pneumonia na cidade de Wuhan, no final de 2019.

Desde então a Organização Mundial da Saúde monitora a doença na China e no mundo. Segundo o último relatório da OMS (nº9, de 29/01/2020), até o momento são 6.065 casos confirmados da doença; 5.997 só na República da China. De acordo com o informativo, não há casos na América do Sul.

TRANSMISSÃO – A contaminação pelo coronavírus ocorre pelo ar e pelo contato com pessoas contaminadas, pelas secreções (gotículas de saliva; espirro; tosse; catarro; contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão; contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos).

Os sintomas são febre, tosse e dificuldade para respirar. Entre os cuidados básicos podem reduzir o risco de infecção, estão:

Evitar contato próximo com pessoas que sofrem de infecções respiratórias agudas;

Lavar frequentemente as mãos, especialmente após contato direto com pessoas doentes ou com o meio ambiente;

Utilizar lenço descartável para higiene nasal;

Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir;

Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;

Higienizar as mãos após tossir ou espirrar;

Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas;

Manter os ambientes bem ventilados;

Evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas da doença;

Evitar contato próximo com animais selvagens e animais doentes em fazendas ou criações.

Maringá

TCE-PR aprova regularidade do Procidades

O Pleno do Tribunal de Contas do Estado do Paraná aprovou relatório de auditoria que indicou a regularidade da execução do Programa de Mobilidade Urbana (Procidades) de Maringá em 2017. A iniciativa objetiva promover a melhoria da qualidade de vida da população local por meio da realização de obras nas áreas de mobilidade e transporte urbano.

O Procidades de Maringá é parcialmente financiado com recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento que somam US$ 11,4 milhões (aproximadamente R$ 47,5 milhões). A importância é complementada por uma contrapartida de US$ 13 milhões (cerca de R$ 54,2 milhões) de responsabilidade da administração pública municipal. Ao todo, o investimento corresponde a US$ 24,4 milhões, em torno de R$ 101,7 milhões.A auditoria, que integrou o Plano Anual de Fiscalização de 2018 do TCE-PR, teve como meta avaliar a regularidade dos pagamentos efetuados no âmbito da iniciativa em 2017; a conformidade dos processos de licitação e de seleção com as políticas do BID e a legislação nacional; e a adequabilidade das demonstrações financeiras e das notas explicativas do programa.

Como resultado, a equipe de auditoria da Caud concluiu pela regularidade das demonstrações financeiras, do controle interno e das licitações realizadas pelos responsáveis pela execução do Procidades de Maringá. Segundo a unidade técnica, não foram constatadas situações que poderiam motivar a instauração de procedimentos específicos de fiscalização. Por fim, também não foram auditadas amostras de obras de engenharia, já que nenhuma foi realizada naquele exercício.

Em seu voto, o relator do processo, conselheiro Ivan Bonilha, manifestou-se pela aprovação do Relatório de Auditoria. O Ministério Público de Contas adotou o mesmo entendimento em seu parecer sobre o documento da Caud.

FINANCIAMENTO – A auditoria no Procidades de Maringá faz parte da fiscalização realizada pelo TCE-PR em projetos que recebem financiamento de organismos internacionais de fomento. Em 2019, a Caud auditou R$ 900.807.468,43 em recursos investidos por meio de dez contratos de financiamento externo com o Estado do Paraná e os municípios de Curitiba, Maringá, Cascavel, Paranaguá e Toledo. Os recursos financiados foram obtidos pelos entes junto ao BID, à Agência Francesa de Desenvolvimentoe ao Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (Bird), com a finalidade de possibilitar a realização de programas ambientais, sociais e de mobilidade urbana, entre outros.

(Foto: Aldemir de Moraes)

Matéria

Pratos típicos do litoral atraem turistas

Herdadas da população caiçara, o barreado e a cambira estão entre as mais populares dos restaurantes locais

O litoral do Paraná possui dezenas de pratos típicos que contam um pouco da história dos imigrantes europeus e dos povos nativos. Durante todo o ano, as cozinhas dos restaurantes se debruçam sobre essas especialidades, mas o verão é a época de maior saída por causa do volume de turistas que circulam pelas sete cidades da região – Guaratuba, Paranaguá, Morretes, Guaraqueçaba, Antonina, Pontal do Paraná e Matinhos.

O barreado e a cambira, por exemplo, são receitas herdadas da população caiçara que estão entre as mais populares dos restaurantes locais, assim como o caranguejo, que conta com um festival próprio em Pontal do Paraná durante janeiro. As variedades incluem, ainda, frutos do mar e dois produtos típicos do Estado, como a banana da região serrana e a mandioca. As cachaças típicas também são destaques e merecem uma degustação.

Segundo Patricia Assis, diretora da Agência de Desenvolvimento do Turismo Sustentável do litoral do Paraná (Adetur), entidade que representa comerciantes e empresários, a culinária típica do litoral é um passeio pelas características simples do estilo de vida caiçara, e as influências portuguesa e africana.

“A culinária caiçara é uma forma de expressão artística do Paraná. Cada prato revela cultura e sabores únicos, e em cada município é possível identificar características próprias na manipulação dos pratos. Mesmo que eles tenham o mesmo nome, as formas de preparo mudam de um lugar para outro”, explica a diretora. “Parte desse passeio é justamente experimentar os mesmos pratos em lugares diferentes. É sempre uma experiência nova”.

Conheça oito pratos típicos do litoral

BARREADO – Carne desfiada, banana, farinha de mandioca, muito aroma e história. O barreado é a principal marca do litoral paranaense e já virou uma atração turística, principalmente em Morretes, Antonina e Paranaguá. A receita é feita com carne bovina de segunda e magra, entre elas paleta, maminha ou patinho, e o preparo segue um lento processo de cozimento até a carne se desmanchar, sendo servido tradicionalmente com farinha de mandioca e banana.

O fundo da panela, tradicionalmente de barro, é forrado com bacon e, no cozimento, a panela é lacrada com farinha, o que evita que a carne queime no fundo e que o vapor evapore. O processo é chamado de barrear a panela, o que dá origem ao nome do prato.

CAMBIRA – Esse prato típico é encontrado em Pontal do Paraná. A receita mistura o sabor do peixe seco e defumado com a banana-da-terra. A Cambira é um prático típico feito a base de filé de peixe salgado – os portugueses introduziram o sal na região, o que introduziu a conservação do peixe. O nome (Cambira) remete a um cipó abundante no litoral, conhecido por sua flor de cor roxa, que era a base de um varal usado para a defumação. Uma vez seco, o peixe vai para a panela de barro com água e especiarias (tomate, pimentão, coentro, pimenta e bananas), e vira um caldo grosso. Ele é servido com pirão, salada e arroz.

ARROZ LAMBE-LAMBE – Essa iguaria é muito saboreada em Paranaguá e Guaratuba. A receita é uma espécie de risoto e leva arroz, mariscos (com as conchas), alho, cebola, pimentão e temperos. O lambe-lambe é o nome do ato de comer: a tradição diz que se deve lamber a concha para retirar o marisco e o arroz. Dessa maneira, a concha vira o talher.

OSTRA GRATINADA E MARINADA NO LIMÃO – As ostras são iguarias que podem ser servidas de inúmeras maneiras e as mais tradicionais são as gratinadas (com ervas finas, creme de queijo, queijo parmesão, queijo de búfala, gorgonzola ou requeijão cremoso), marinadas no limão ou ao bafo. A ostra é um alimento muito nutritivo, rico em proteínas, vitaminas e minerais como zinco, ferro, magnésio e cálcio. Elas costumam ser servidas com as conchas. Os formatos e os tamanhos são bem variados.

CARANGUEJO – A captura do caranguejo é permitida apenas no período de 30 de novembro a 15 de março, e é um prato encontrado em todas as praias do litoral durante o verão, mas especialmente no Festival do Caranguejo, em Pontal do Paraná, que atrai cerca de 30 mil pessoas. Ele costuma ser servido inteiro depois de cozido com especiarias. Os acompanhamentos são caldo de feijão, vinagrete e farinha de mandioca branca. O preço da dúzia varia em torno de R$ 45 a R$ 60.

CALDEIRADA DE FRUTOS DO MAR – As caldeiradas de frutos do mar são preparadas e servidas em tachos grandes, muitos deles de barro, em respeito à tradição caiçara. As receitas levam camarão, lula, mariscos, peixe e siri, e, ainda, pimentões, cebolas, tomates, cheiro verde, alfavaca e tempero do chefe. As caldeiradas se assemelham a uma moqueca. São servidas com arroz branco.

CAMARÃO À GREGA – O camarão à grega é empanado na farinha de rosca e depois frito, e é servido no arroz à grega com passas brancas e escuras, cenoura, pimentão, ervilha e cubos de queijo. Ele costuma ser servido com batata palha e banana à milanesa. É um prato de muitas cores e, como leva camarões grandes, costuma ter um preço um pouco mais salgado.

LINGUADO À ROMANA – O linguado é empanado no ovo, na farinha de trigo e no queijo parmesão ralado antes da fritura. Os acompanhamentos são batata frita, arroz, banana à milanesa e legumes. Camarões também são adicionados no prato em alguns restaurantes. (AEN)

Cidades

Dengue: cidades com epidemia agora são 24

O boletim semanal divulgado nesta terça-feira (21) pela Secretaria de Estado da Saúde registra 7.618 casos confirmados de dengue no Paraná – 1.550 a mais do que na publicação anterior (6.068 casos), um aumento de 25,54%. Os números referem-se ao acumulado desde agosto de 2019. Na comparação com o mesmo período do ano passado, o crescimento chega a 4.846%. Foram 154 confirmações em 2018.

De acordo com o secretário estadual da Saúde, Beto Preto, o Paraná está combatendo a doença com o envolvimento dos órgãos e secretarias do Governo, por meio do Comitê Intersetorial de Controle da Dengue, que desenvolve ações em todos os municípios.

“São atividades de orientações sobre as medidas preventivas para a dengue e de remoção técnica dos criadouros do mosquito transmissor da doença. Sabemos que a eliminação dos criadouros é a forma mais eficaz de reduzir os casos de dengue e contamos com a participação da população neste combate. A dengue mata e cerca de 80% dos focos estão nos domicílios”, destacou o secretário.

Ainda segundo o balanço oficial, são 24 municípios em situação de epidemia, dois a mais do que a semana passada: Bandeirantes (região Norte) e Ivaiporã (Vale do Ivaí). Os outros municípios que já haviam atingido este patamar são Braganey, Juranda, Nova Cantu, Peabiru, Quinta do Sol, Douradina, Diamante do Norte, Guairaçá, Inajá, Paraíso do Norte, Paranavaí, Santa Isabel do Ivaí, Tamboara, Ângulo, Colorado, Doutor Camargo, Floraí, Paranacity. Uniflor, Florestópolis, Sertaneja, Guairá.

Outros 27 municípios estão em situação de alertar para a dengue e, juntos, somam 990 casos autóctones, quando a pessoa não contraiu a doença na cidade onde vive.

Apresentam casos de dengue grave, com pacientes em tratamento, Paranaguá, Foz do Iguaçu, Nova Cantu, Quinta do Sol, Cianorte, Colorado, Santa Fé, Florestópolis, Ibiporã, Londrina, Porecatu, Cornélio Procópio e Sertaneja.

As cidades com maior número de casos confirmados são Inajá (577), Nova Cantu (569), Paranavaí (549) e Quinta do Sol (440).

GABINETES DE CRISE – Nesta quarta-feira (22), o Comitê Intersetorial da Dengue promove videoconferência sobre a instalação e o funcionamento de gabinetes para situação de emergência. Será na sede da secretaria, com transmissão para as 22 Regionais de Saúde Estado, que convidaram prefeitos e representantes de órgãos públicos e da sociedade civil para o encontro. O capitão Romero Nunes Filho, chefe da Divisão de Gestão de Desastres da Defesa Civil estadual, vai abordar o tema, com informações sobre quando e como os municípios devem decretar situação de emergência.

ALCANCE – A importância do envolvimento da população na eliminação dos criadouros do mosquito da dengue foi um dos temas da palestra do secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, nesta terça-feira (21), na sede do Senac, em Curitiba. Em videoconferência para mais de 30 unidades, cujo alcance foi de cerca de 10 mil pessoas, alunos de cursos técnicos de saúde da entidade e colaboradores receberam orientações sobre os perigos da doença e formas de prevenção.

“Temos que falar com as pessoas em todos os lugares e ocasiões sobre o problema da dengue. É muito importante que a gente consiga eliminar os focos e, por isso, a participação e o engajamento de todos os paranaenses é essencial neste momento”, disse Beto Preto.

O secretário ressaltou a missão do Estado de mobilizar todos os setores da sociedade. “Estamos falando de uma doença que podemos prevenir. É na mobilização técnica, de campo, com um olhar diferenciado sobre possíveis focos. Precisamos esmiuçar qualquer local onde pode ter água parada”, ressaltou.

TRABALHO DE CAMPO – Além de chamar a atenção sobre o preocupante cenário de epidemia em 24 municípios paranaenses, Beto Preto destacou ainda os mutirões em localidades mais críticas têm ajudado a diminuir os índices de infestação. “Temos atuado fortemente, com equipes do Estado, dos municípios, e isso tem reduzido os focos em algumas cidades. Temos que continuar com os arrastões, porque somente assim teremos resultados positivos nesta verdadeira guerra”, afirmou.

As características e hábitos do mosquito da dengue também foram apresentados no encontro, como a capacidade de autonomia de deslocamento de até cinco quilômetros, a possibilidade de reprodução em água suja e voo em silêncio. “O mosquito tem um jeito muito próprio e por isso mesmo temos que saber exatamente como ele se comporta. Inclusive é resiste a produtos químicos. Por isso, a melhor forma de combate é a eliminação de criadouros”, ressaltou a coordenadora de Vigilância Ambiental da Secretaria de Estado da Saúde, Ivana Belmonte. (AEN)

Paraná

Polícia previne desaparecimento de crianças

A Polícia Civil trabalha intensamente para prevenir o desaparecimento de crianças e adolescentes nesta época do ano, no litoral do Paraná. Desde o início das ações preventivas até o momento, não houve nenhum registro de Boletim de Ocorrência referente a criança desaparecida na região.

De acordo com a delegada Patrícia Conceição Nobre da Paz, todas as situações em que pais e responsáveis acabaram, eventualmente, perdendo-se de crianças na areia da praia, estas foram rapidamente encontradas pois portavam pulseiras de identificação que estão sendo distribuídas pela Polícia Civil em ações preventivas.

“Essas pulseiras contêm nome completo e contato dos responsáveis legais da criança. Isso facilita que sejam localizadas e pais e responsáveis sejam comunicados sem que haja a necessidade de registro de Boletim”, afirma Patrícia.

Além da distribuição das pulseiras, os agentes da orientam pais e responsáveis sobre cuidados que podem adotar quando estão com crianças para evitar que as percam de vista.

Os policiais civis também distribuem cartilhas educativas e conversam com as crianças a fim de conscientizá-las sobre os perigos que podem correr ao se distanciarem de pais e responsáveis.

AÇÃO COMUNITÁRIA – A Policia Civil participou de uma ação comunitária promovida pela Secretaria estadual da Justiça, Família e Trabalho nesta sexta-feira (17). O evento, que conta com atividades e serviços gratuitos para a população, teve início às 15 horas e acontece na Avenida Paranaguá, esquina com a Avenida Brasil, na PR-412.

A Policia Civil está atuando na realização de registros de Boletim de Ocorrência de extravio ou perda de documentos de todos cidadãos que necessitarem do serviço. A intenção é facilitar a solicitação de segunda via, sem que haja a necessidade de locomoção do interessado até uma delegacia.

Além disso, policiais civis do núcleo especializado em proteção à criança e adolescentes vítimas de crimes estão orientando famílias sobre o cuidado com seus filhos, fornecendo informações sobre crimes violentos contra vulneráveis e distribuindo material educativo para crianças.

Os agentes também distribuíram cartilhas educativas e panfletos a fim de orientar a população sobre cuidados com proliferação do mosquito da dengue na região.

Diversos outros serviços estão sendo oferecidos pelo Departamento de Trânsito do Paraná, Nota Paraná e Tribunal de Justiça durante o evento, além de oferta de empregos e diversas recreações e brincadeiras para crianças. (AEN)

Cidades

Paraná tem 753 casos de sarampo confirmados

O primeiro boletim epidemiológico do sarampo emitido pela Secretaria de Estado da Saúde em 2020 informa que são 753 casos doença registrados no Paraná desde o início de agosto. Há pacientes com meses de vida e de até 59 anos. A maior incidência continua no grupo de jovens adultos, com idade entre 20 e 29 anos.

São 105 novos casos desde o último informe divulgado em 10 de dezembro.

Os dados mostram que estiveram ou estão com a doença 12 bebês com idade entre zero a seis meses; 15 pacientes de seis a 12 meses; oito crianças na faixa etária de um a quatro anos; três de cinco a 9 anos; 199 com idade de dez a 19 anos; 395 pessoas entre 20 e 29 anos; 82 com idade entre 30 a 39 anos; 28 de 40 a 49 anos; e 11 na faixa de 50 a 59 anos.

O secretário estadual da Saúde, Beto Preto, reforça o alerta para a vacinação. “Estamos buscando a parceria da população para reduzir doenças que são evitáveis. O sarampo é uma das doenças em que o engajamento das pessoas é essencial para que todos sejam vacinados. Somente dessa forma teremos a tranquilidade em falar que estamos livres do vírus do sarampo novamente”, ressalta.

Ele faz um chamado à população para que vá até uma unidade de saúde e coloque a carteira de vacinação em dia. “Além do sarampo há outras doenças que podem ser evitadas com a imunização”, destaca.

VACINA – O esquema vacinal do Ministério da Saúde recomenda que a população com idade entre um a 29 anos deve receber duas doses da vacina tríplice viral e de 30 a 49 anos, uma dose. As crianças que têm entre seis meses e 11 meses e 29 dias também devem ser vacinadas. Acesse aqui mais informações sobre o calendário de vacinação.

SURTO – Paranaguá, Rio Azul e Sarandi entram para a lista de municípios com casos da doença confirmados. No Paraná, 41 cidades estão em surto por causa do sarampo, considerando que o Ministério da Saúde classifica como situação de “surto ativo” todo município em que tenha ao menos um caso confirmado.

Confira a incidência de sarampo por município:
Curitiba e outros 19 municípios que integram a 2ª Regional de Saúde (RS Metropolitana) somam 681 pacientes com sarampo:
Curitiba: 459
Almirante Tamandaré: 20
Araucária: 7
Balsa Nova: 2
Campina Grande do Sul: 6
Campo do Tenente: 3
Campo Largo: 24
Campo Magro: 9
Colombo: 52
Fazenda Rio Grande: 10
Itaperuçu: 1
Lapa: 2
Mandirituba: 1
Pinhais: 30
Piraquara: 15
Quatro Barras: 3
Quitandinha: 1
Rio Branco do Sul: 8
Rio Negro: 1
São José dos Pinhais: 27

No litoral, que integra a 1ª Regional de Saúde (RS Paranaguá), há três registros em três municípios:
Antonina: 1
Matinhos: 1
Paranaguá: 1

Interior:
Na 3ª Regional de Saúde (RS Ponta Grossa), são três casos em dois municípios:
Castro: 2
Ponta Grossa: 1

Na 4ª Regional de Saúde (RS Irati) há confirmação de 10 casos em três cidades:
Irati: 5
Mallet: 4
Rio Azul: 1

5ª Regional de Saúde: não há casos confirmados.

A 6ª Regional de Saúde (RS União da Vitória) tem 27 registros em 5 municípios:
Cruz Machado: 3
General Carneiro: 1
Paula Freitas: 5
São Mateus do Sul: 1
União da Vitória: 17

7ª, 8ª, 9ª, 10ª, 11ª, 12ª, 13ª e 14ª regionais de Saúde não têm confirmação de casos de sarampo.

Na 15ª Regional de Saúde (RS Maringá) foram confirmados quatro casos em dois municípios.
Maringá: 3
Sarandi: 1

16ª Regional de Saúde (RS Apucarana): não há casos confirmados.

A 17ª Regional de Saúde (RS Londrina) registra nove confirmações em duas cidades:
Londrina: 8
Rolândia: 1

Na 19ª Regional de Saúde (RS Jacarezinho) são 12 casos em dois municípios:
Carlópolis: 6
Jacarezinho: 6

A 20ª Regional de Saúde (RS Toledo) tem quatro casos confirmados em duas cidades:
Marechal Cândido Rondon: 1
Toledo: 3

21ª e 22ª regionais não registram casos confirmados.

Apenas duas regionais, 11ª RS (Campo Mourão) e 18ª RS (Cornélio Procópio), não têm casos notificados de sarampo, ou seja, não existem pacientes em investigação nem confirmações. (AEN)

Cidades

Ferroeste tem lucro depois de 23 anos

A Ferroeste (Estrada de Ferro Paraná Oeste S.A.) fechou 2019 com lucro operacional de R$ 453 mil (expurgada as depreciações), faturamento bruto na casa dos R$ 30,5 milhões e mais de 1,1 milhão de toneladas de produtos transportados na malha ferroviária que liga Cascavel a Guarapuava. Desde o início da operação da empresa estatal, em 1996, é a primeira vez que um ano termina no azul.

Planejamento estratégico, redução de custos e uma série de outras medidas explicam o desempenho. A Ferroeste registrou faturamentos mensais na casa de R$ 3 milhões em 2019 e alcançou R$ 30,5 milhões no acumulado dos doze meses. Esse montante é 49% superior a 2018, com R$ 20,5 milhões, e 75% maior em relação a 2017, ano de R$ 17,4 milhões de faturamento. O resultado de dezembro também foi satisfatório, com crescimento de 105% em relação ao mesmo mês do ano retrasado.

O volume total de cargas transportadas também foi recorde no ano passado, com 1,1 milhão de toneladas, contra 780 toneladas de 2018, crescimento de 46%. A melhor marca anterior havia sido registrada em 2016, com 826 toneladas.

Ainda de acordo com a demonstração de resultados da Ferroeste, os custos operacionais caíram no acumulado do ano, o que permitiu a transformação de um faturamento recorde em lucro operacional e EBITDA (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) com margem positiva.

“O desempenho altamente positivo da Ferroeste é uma demonstração da importância que o nosso governo dá ao modal ferroviário, dentro da estratégia global de ampliar e aprimorar a infraestrutura e logística do Paraná”, afirmou o governador Carlos Massa Ratinho Junior. “Temos já encaminhados novos projetos, de médio e longo prazos, que visam atender a crescente demanda do agronegócio paranaense para estruturar o Paraná como centro logístico da América do Sul”.

MEDIDAS – André Luiz Gonçalves, diretor-presidente da Ferroeste, explica que a empresa montou um planejamento estratégico com 21 ações a partir das necessidades dos clientes e que os resultados obtidos em 2019 já respondem a alguns deles. “Tínhamos três grandes metas e contamos com apoio integral do governador Carlos Massa Ratinho Junior para alcançá-las: transportar mais de um milhão de toneladas, passar de R$ 30 milhões de faturamento bruto e fechar o ano com EBITDA positivo”, destacou. “Assumimos a missão de restruturar a companhia e fizemos esse trabalho inicial voltado aos resultados financeiros”.

Gonçalves também citou a restruturação da equipe, renegociações com fornecedores, novos acordos judiciais, apoio das cooperativas e atendimento personalizado aos clientes como fatores que renderam os frutos alcançados em 2019.

Segundo o diretor-presidente da Ferroeste, o balanço positivo do ano passado é importante para atrair investidores para a operação logística ferroviária do Estado, que será ampliada nos próximos anos. “Buscamos valores adequados para a empresa pela representatividade que ela tem para o Paraná, principalmente no escoamento das safras do Oeste, o que movimenta o Produto Interno Bruto. Transportamos mais de um milhão de toneladas, mas o Porto de Paranaguá recebe mais de 20 milhões. Temos que ampliar essa participação”, complementou.

CRIATIVIDADE – Sandro Alex, secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, afirmou que os resultados foram alcançados com criatividade e projeções realistas. “O lucro operacional é mais uma confirmação da eficiência da Ferroeste, que tem um histórico de quase 30 anos com números deficitários”, disse. “Conseguimos apresentar, mesmo diante do quadro de crise, número positivo, saindo do vermelho para o azul. Estamos otimizando ainda mais a sua estrutura e projetando boas parcerias e aumento da movimentação da carga rumo ao Porto de Paranaguá para os próximos anos”.

Modal ferroviário será ampliado no Estado

Em paralelo ao aumento da eficiência da Ferroeste, a Secretaria de Infraestrutura e Logística discute alternativas para o crescimento da malha ferroviária do Estado, com foco na ligação entre a malha atual e o Mato Grosso do Sul. São discutidos modelos de concessão e parcerias público-privadas.

O Governo do Estado contratou em 2019 o EVTEA-J (Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica, Ambiental e Jurídica) dos projetos da Nova Ferrovia (Paranaguá a Maracaju, no Mato Grosso do Sul) e do ramal ferroviário Cascavel a Foz do Iguaçu. Uma vez que confirme todos os requisitos, a empresa terá doze meses para a elaboração do estudo, que contemplará 1.370 quilômetros.

Os investimentos do Governo do Estado nessa modelagem somam R$ 6 milhões, como parte do contrato de financiamento do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

CORREDOR INTERMODAL – Para dar conta da crescente demanda do agronegócio e da necessidade de estruturar o Paraná como centro logístico da América do Sul, os investimentos a médio prazo preveem um corredor intermodal entre Cascavel e Foz do Iguaçu, com previsão de lançamento do edital em 2021. A ligação está orçada em cerca de R$ 1,6 bilhão.

O projeto prevê transporte por via fluvial e terrestre entre Foz do Iguaçu e Cascavel pela nova perimetral Leste, parte do projeto milionário da segunda ponte entre o Brasil e o Paraguai, além do transporte ferroviário, o que concretizará aumento expressivo da movimentação de trens e cargas no Oeste do Paraná, ampliando a geração de emprego e o PIB do Estado. A mudança permitirá integração inédita na região e se interligará ao corredor bioceânico, defendido por Ratinho Junior.

O projeto a longo prazo é concretizar a ligação Maracaju-Paranaguá, com a integração do trecho intermodal Foz do Iguaçu-Cascavel. A programação contempla linhas Cascavel-Guarapuava-Litoral, cobrindo uma região estratégica para o País e o continente. A ligação teria 1.000 quilômetros. A ideia é que 50 milhões de toneladas de cargas, entre exportações e importações, sejam transportadas por este ramal.

Geral

Vila Olímpica e estacionamento do WD lideram reclamações por perturbação do sossego

Guarda municipal 1301

São comuns em qualquer cidade casos de perturbação do sossego e poluição sonora. Em Maringá não é diferente. São festas, eventos, reuniões de amigos na rua, em casa ou apartamento. Até mesmo obras e trabalhos em empresas e indústrias acabam gerando volume alto de algum tipo de som. Cada caso atende legislação específica e pode ser atendido pela Polícia Militar, Guarda Municipal ou Secretaria de Meio Ambiente e Bem Estar Animal (Sema). Confira telefones para denúncia abaixo.

A Sema atende maior parte dos casos denunciados, numa media de 95% atendidos. Em 2019 foram 1361 reclamações. A Sema já recebeu 35 reclamações em 2020. A Guarda Municipal fez quase 10 mil atendimentos em 2019, sendo em torno de 10% sobre perturbação do sossego. Em 2020 já são 130 reclamações sobre perturbação do sossego em apenas 13 dias. 

As regiões mais comuns desse tipo de problema em Maringá são na Vila Olímpica, estacionamento do Estádio Willie Davids, Parque de Exposições, Zona 7, rua Paranaguá,  avenida Petrônio Portela, avenida Guedner, chácaras, repúblicas, bares com música ao vivo, boates, entre outros.

Também acontecem casos de barulho de motocicletas e carros. O que já rendeu até prisões e apreensões de equipamentos de som e de veículos. No ano passado o problema já foi abordado em reunião com prefeitura, grupos de Segurança, imobiliárias, associações, entre outros. Uma campanha é planejada para tentar conscientizar população a não cometer crimes relacionados a perturbação do sossego e poluição sonora. 

Conforme legislação, o volume máximo de som durante o dia é entre 55 e 70 decibéis, dependendo do local e situação. E à noite de 60 decibéis. A Guarda Municipal de Maringá informa que é comum atender casos que passam de 100 decibéis. É comum população “confundir” e achar que vale a chamada “lei do silêncio” que aponta que o barulho deve encerrar até às 22h, como em prédios e condomínios, por exemplo. Mas vale em qualquer horário. Mesmo que seja antes das 22h, quem se sentir incomodado em qualquer horário, local e situação pode denunciar. 

Poluição sonora precisa de laudo técnico e ser registrada com decibelímetro. Acontece nas ruas, em obras, empresas. Pode causar danos à saúde humana e animal. Perturbação do sossego considera a conduta dos suspeitos e passa limites da lei. Acontece na rua, em festas, eventos, com som alto, bagunça, gritaria, shows musicais, entre outras situações. Pode resultar em prisão e multa.

É importante quando a pessoa denunciar se identificar. Os órgãos garantem o sigilo. Identificação é importante para que os órgãos possam coletar mais informações depois e até mesmo ir até o local do denunciante confirmar se acontece o crime ao fazer a medição do volume do som com o decibelímetro. Também é importante ter testemunha, fazer filmagem e até mesmo fazer um boletim de ocorrência na Polícia Civil. É importante a conscientização da população, tanto para evitar esses crimes, para colaborar com a identificação dos suspeitos. (PMM)

TELEFONES PARA DENÚNCIA: • PM – 190 • Guarda Municipal – 153 • Sema – 156 (horário comercial)

(Foto: Aldemir de Moraes)

Eleições 2020

Mulheres e as eleições 2020

mulher na politica

É chegado 2020, o ano eleitoral em que teremos eleições para prefeitos (as) e vereadores (as). Novamente começam os incentivos para que as mulheres sejam candidatas, no entanto, uma análise realizada no site do Tribunal de Justiça Eleitoral com relação às eleições umincipais de 2016 mostra que as mulheres eleitas estão muito aquém dos 52% que compõem a população brasileira. Somos menos que 10% de mulheres com atuação na política.

O Estado do Paraná, em especial, apresentou nas eleições municipais de 2016 um quadro de retrocesso, no qual apenas 29 prefeitas foram eleitas, menos que em 2012 ou seja apenas 7,2 dos 399 municípios paranaenses são administrados por mulheres, o que coloca o Paraná na quarta posição do Estado com menor número de prefeitas.

O quadro abaixo apresenta a quantidade de vereadoras eleitas nos maiores municípios do Paraná. Houve exceções em municípios de menor porte, como no caso de Ourizona, onde, das 9 cadeiras, 5 são ocupadas por mulheres.Quadro 01. Quantidade de vereadoras eleitas. Fonte: www.tre-pr.jus.br e www.tse.jus.br

CIDADESNº DE CADEIRASVEREADORAS ELEITAS
Cascavel210
Maringá150
Londrina191
Ponta Grossa231
Guarapuava212
Paranaguá191
Foz do Iguaçu153
Paranavaí101
Curitiba388

Percebe-se pelo quadro que cidades como Maringá e Cascavel, com 15 e 21 cadeiras, respectivamente não tiveram mulheres vereadoras eleitas. No caso de Maringá, durante o período eleitoral de 2018, um vereador se afastou para ser candidato e uma mulher vereadora suplente assumiu a vaga apenas no período eleitoral.

Ao se pensar na história do Paraná e na presença das mulheres na formação e organização do Estado encontram-se as mulheres do campo; mulheres negras e quilombolas; mulheres indígenas; mulheres imigrantes e mulheres que tiveram atuação política em importantes períodos históricos como na ditadura militar no Brasil de 1964 a 1985. Registra-se também a liderança em movimentos LGBTS de mulheres lésbicas e trans. Entretanto, mesmo com essa diversidade de papéis as mulheres não participaram e não participam do processo decisório e da vida política.

A força e atuação da mulher paranaense não se reflete na sua presença na política. Sequer tem-se mulheres em cargos de confiança tanto estadual como municipal. Assim, a presença da mulher é mínima, inclusive esse fato reproduz a esfera federal quem tem apenas duas ministras de estado.

A ausência das mulheres na política é reforçada, também, pelas medidas tomadas pelos próprios partidos políticos que cumprem apenas a cota de 30%, inclusive, com as candidatas chamadas laranjas que são utilizadas para receber recursos e cumprir a cota. Outro elemento que impera no Estado ainda é a existência de candidatas eleitas por herança familiar, ou seja, recebem o capital político de pais, maridos, tios etc.

Perdemos muito com a ausência das mulheres na política que, com sua experiência e compromisso poderiam contribuir muito para melhorar a vida das pessoas. Finalmente, são indicados alguns motivos que inibem a atuação das mulheres na via eleitoral: falta de apoio familiar para as candidatas; falta de apoio partidário (financeiro, tempo de TV etc); muitas mulheres tem medo de exposição; não se sentem preparadas; priorizam carreira profissional e família; enxergam política como algo muito sujo e a política vista como campo de homens.

Independente do motivo para inibir a participação das mulheres, aumentou nas últimas eleições o número de mulheres candidatas que optaram por participar do processo eleitoral. Mas, se as mulheres são 52% da população e a maioria de eleitores, tem alguma coisa errada nesta conta que não se reflete na atuação política.

Espera-se que para 2020 o número de mulheres eleitas também aumente para que não passemos a vergonha de termos cidades com nenhuma vereadora e um Estado com número reduzido de prefeitas.

_______

(*) Tania Tait professora universitária em Maringá. Publicada originalmente aqui.

Paraná

Regionais do Estado e municípios devem fortalecer combate à dengue

O Comitê Intersetorial de Controle da Dengue no Paraná realizou nesta quinta-feira (9) a primeira reunião de trabalho com a participação de representantes de 13 secretarias, autarquias e órgãos do Governo do Estado.

No encontro foi reafirmada a importância da participação ativa das regionais dos órgãos estaduais e dos municípios para fortalecer a orientação e conscientização da população quanto ao combate do mosquito Aedes aegypti. Também foram apresentados os números que confirmam o agravamento da epidemia no Estado e o balanço das ações já realizadas.

“O objetivo é que, principalmente as regionais das diversas áreas do Governo, possam atuar de forma ainda mais contundente”, afirmou o secretário da Saúde, Beto Preto. Instituído pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior, em 18 de dezembro de 2019, o Comitê Intersetorial é formado por representantes das secretarias estaduais e coordenado pela Secretaria da Saúde. Ele atua para implementar ações de mobilização para a intensificação do combate à dengue no Estado.

“Cidadania é a palavra que define este momento e mais esta ação do Governo do Estado, que busca alcançar e sensibilizar diferentes instâncias para o combate ao mosquito transmissor da doença”, disse Beto Preto. “O Paraná vive uma situação de epidemia e alerta para a dengue. Os números atuais estão acima de todos os anteriores no mesmo período, por isso a participação de toda a comunidade é fundamental”, afirmou.

Ele destacou que na área da saúde pública se fala sobre a prevenção da dengue há 25 anos, mas que neste momento crítico, diante de uma epidemia que pode se agravar, é preciso intensificar e amplificar as orientações e informações. “Por isso a importância da participação de todos os parceiros e, principalmente, da população, para que fique atenta e vigilante nos domicílios, eliminando os criadouros. A dengue mata e pode atingir a todos nós e às nossas famílias”, enfatizou o secretário.

AGRAVAMENTO – Boletim emitido pela Secretaria da Saúde no final de 2018 e início de 2019 apresentava 132 casos confirmados de dengue. Já o boletim publicado nesta semana, consolidando números do final de dezembro e primeiros dias de janeiro de 2020, totaliza 5.343 casos de dengue no Paraná.

Há um ano, eram 33 municípios com casos confirmados. Hoje são 160, sendo que 15 estão em epidemia e 23 em situação de alerta para epidemia; 274 têm notificações para dengue, indicando casos em investigação.

CRIADOUROS – Levantamento apresentado pela Coordenação de Vigilância Ambiental da Secretaria da Saúde sobre a situação da dengue confirma que o principal foco de criadouros do mosquito transmissor da doença continua sendo o lixo a céu aberto, que acumula água e se transforma em local propício para a proliferação.

Na sequência, estão recipientes domésticos que também acumulam água, como as bandejas de geladeira e de ar-condicionado, seguidos de vasos de plantas e garrafas armazenadas destampadas.

BALANÇO DE AÇÕES – Durante a reunião foi apresentado um balanço das ações do Dia D de combate à dengue no Paraná, que contou com a participação de todas as secretarias e órgãos ligados ao governo estadual.

Em 18 de dezembro, dia da instituição do Comitê Intersetorial, o Governo do Estado mobilizou toda a sua estrutura para ações integradas de combate à dengue, durante esta quarta-feira, 18 de dezembro, dando início a série de atividades que serão realizadas ao longo dos próximos meses.

Ao longo dia, foram disparados por SMS quase 1 milhão de mensagens de alerta contra a doença e de ações de prevenção: para 500 mil celulares cadastrados na Defesa Civil; 300 mil cadastrados no portal Paraná Inteligência Artificial (PIÁ) e 96 mil a caminhoneiros que atuam com transporte de cargas no Porto de Paranaguá. Além disso, também foi usado, em um terminal de ônibus, o envio de SMS por aproximação, o que ajudou a ampliar a divulgação.

Foram dezenas de ações de mobilização, que se replicaram por todo o Paraná e que devem se repetir, como mutirões de limpeza e distribuição de material informativo, abrangendo por exemplo, trabalhadores e caminhoneiros no Porto de Paranaguá e viajantes e turistas que usaram o sistema Ferry Boat entre Caiobá e Guaratuba.

PRESENÇAS – Participaram desta primeira reunião do Comitê Intersetorial de Controle da Dengue no Estado do Paraná representantes da Casa Civil, Coordenadoria Estadual da Defesa Civil, Casa Militar, Conselho Estadual de Saúde, e das secretarias de Estado da Educação e do Esporte, do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, da Comunicação Social e da Cultura, do Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas, Justiça, Família e Trabalho, Infraestrutura e Logística e Segurança Pública. (AEN)

(Foto: Geraldo Bubniak/AEN)

Paraná

Portos do Paraná têm movimentação recorde

Paranagua

O Porto de Paranaguá alcançou na madrugada desta terça-feira (31) a marca de 53.098.566 toneladas de produtos movimentados. O número, que deve aumentar ao longo do dia, já supera o recorde do ano passado, quando foram 53.029.221 toneladas. Em Antonina, as movimentações somaram 908.377 toneladas e são 17% maiores que em 2018. Com isso os portos do Paraná tiveram o melhor ano da história, mesmo com a quebra na safra de soja brasileira no primeiro trimestre de 2019.

Nem o clima, que tem impacto direto no embarque de grãos, atrapalhou o bom momento do setor portuário paranaense. Neste ano, os registros de chuva foram 8% maiores que no ano anterior. “Foi um ano desafiador, em que a eficiência foi determinante para manter o alto índice de produtividade. Temos regras claras para embarque e desembarque, excelente infraestrutura e um corpo técnico qualificado. Conquistamos a confiança do mercado nacional e internacional”, destacou o diretor-presidente da empresa pública, Luiz Fernando Garcia.

Dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, atualizados até novembro, mostram receita cambial positiva. No Porto de Paranaguá, as exportações representaram US$ 15,4 bilhões e as importações somaram US$ 11,6 bilhões.

 GRÃOS – A soja liderou as exportações, mesmo com queda de 26% na comparação com o ano anterior. Em 2019 foram 11.290.203 toneladas embarcadas. O destaque entre os granéis foi o milho, que teve crescimento de 420%. Foram 5.670.500 toneladas movimentadas. Os farelos somaram 5.175.627 toneladas. O açúcar em grãos superou 2,4 milhões de toneladas. Assim, o Corredor de Exportação bateu recorde de produtividade, com mais de 22 milhões de toneladas embarcadas.

O malte e a cevada, importados via Porto de Paranaguá, somaram 533.878 toneladas, o que representa aumento de 54% nos desembarques realizados entre 2018 e 2019.

FERTILIZANTES – Em Paranaguá foram recebidas 9.393.140 toneladas de adubo neste ano. Em Antonina, foram mais 559.386 toneladas.

LÍQUIDOS – Entre janeiro e dezembro de 2019, as exportações de granéis líquidos somaram 1.375.699 toneladas, 23% menos que no mesmo período de 2018. Já as importações tiveram alta de 5% e chegaram a 5.560.742 toneladas. Ao todo, foram 6.936.441 toneladas de líquidos movimentadas, valor 2% menor que no ano anterior.

CONTÊINERES – A movimentação de carga por contêiner cresceu 12%. Foram 432.096 unidades exportadas e 431.918 importadas.

PAÍSES – Os principais destinos dos produtos exportados pelos Portos do Paraná foram China (11,3 milhões de toneladas), Irã (3,1 milhões), Japão (1,9 milhões), Holanda (1,7 milhão) e Coreia do Sul (1,3 milhão).

Nas importações, os produtos vieram principalmente dos Estados Unidos (3,2 milhões de toneladas), China (2,2 milhões), Rússia (1,6 milhão), Canadá (1 milhão) e Marrocos (981.404).

O número de navios recebidos em 2019 foi 3% maior que em 2018. Foram 2.398 atracações neste ano, contra 2.323 no ano  passado. (AEN)

Cidades

Resgate com aeronave salva vidas no litoral

verão maior

O uso do helicóptero Falcão 03 do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas, do Governo do Estado, salvou 13 vidas no litoral do Paraná em sete dias, desde o início da Operação Verão Maior. Entre os casos, registrados do dia 21 ao dia 28 deste mês, está o resgate de uma passageira de um navio na Ilha do Mel, na tarde da sexta-feira.

A mulher de 65 anos apresentava sinais de desidratação há dois dias e foi resgatada com quadro grave por conta de uma insuficiência  respiratório que já possuía. 

O helicóptero foi acionado pelo Corpo de Bombeiros e chegou ao local com o médico que fez o procedimento de entubar a vítima antes de enviá-la ao Hospital Regional do Litoral, em Paranaguá, onde segue internada aos cuidados intensivos dos médicos. 

“O processo todo levou cerca de oito minutos, o que contribuiu para salvar a vida da vítima”, afirmou o capitão Juliano Zanuntini, comandante da aeronave no litoral. “A travessia de lancha da Ilha do  Mel até  Paranaguá  levaria cerca de 40 minutos, o que agravaria ainda mais o quadro da vítima”, completou.

De acordo com informações repassadas pelo  Hospital Regional do Litoral, a família da vítima, que veio do Rio Grande do Sul, está fazendo o procedimento para a transferência dela para Porto Alegre, onde deve ir direto para a UTI.

O navio de passageiros fazia a rota de Florianópolis (SC) a Santos (SP) e passou pelo  Litoral do Paraná. No momento em que a vítima passou mal, o navio se encontrava nas proximidades da Ilha do Mel. Ela foi levada de lancha até o trapiche, onde a equipe do BPMOA a esperava para fazer o atendimento.

VIDAS – Outro resgate realizado nesta sexta-feira foi o de um senhor que estava se afogando em Pontal do Sul. A vítima apresentava grau 4, com parada cardíaca, e o médico a bordo da aeronave conseguiu restabelecer a vida dele. A aeronave também o encaminhou para o Hospital Regional do Litoral.

O capitão Zanuntini destaca que a presença de um médico na aeronave é um dos fatores primordiais para salvar vidas.

“É de suma importância porque a equipe médica e a rapidez do deslocamento da aeronave aumentam a sobrevida da vítima quando ela é conduzida pela equipe do BPMOA até uma unidade de atendimento”, disse.

Desde o início da Operação Verão Maior, no dia 21 deste mês, a aeronave fez três  buscas aquáticas, duas buscas terrestres, quatro remoções aeromédicas, três resgates aeromédicos e um salvamento aquático, quando o tripulante precisa pular na água para resgatar a vítima de afogamento.  (AEN)

Paraná

Começam os estudos para novo programa de concessões de rodovias

Foi assinada hoje a ordem de serviço para o início dos estudos das Concessões de Rodovias Paranaenses. É o início do trabalho conjunto do Governo do Paraná e a União para modelagem do novo programa de concessões de rodovias que cortam o Paraná. Ao todo, serão licitados pelo Governo Federal 4,1 mil quilômetros de estradas estaduais e federais até 2021.Continue lendo ›

Blog

Ele não muda

O ministro Gilmar Mendes (foto), do Supremo Tribunal Federal, atendeu pedido do ex-governador paranaense Beto Richa, representado por seus advogados. O ministro mandou suspender as audiências instrutivas da Operação Rádio Patrulha, onde Richa é denunciado.Continue lendo ›

Geral

Vapt-vupt

Vapt – Polícia Federal prende quatro suspeitos de terem hackeado os celulares de Moro e Deltan
Vupt – Justiça determina exoneração de diretor da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina