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Akino

Câmara de Maringá está bem ‘vigiada’

São 8 vigias no quadro da Câmara de Maringá e 2 oficiais de segurança. Pois em janeiro, 9 desses 10 servidores fizeram horas extras. Pasmem, o primeiro, que tem salário base de R$ 1.965,03, teria feito 195,50 horas extras, recebendo, só de extras, R$ 3.366,84. Certamente seus vencimentos brutos passaram dos R$ 5.500,00, o que para um cargo que só exige ensino fundamental é de causar inveja aos servidores com nível superior. Os demais receberam valores que variam R$ 94,35 a R$ 397,97. Este caso do servidor que fez 195,50 chama a atenção, pelo fato de ter feito em média 6,27 horas extras por dia, se considerarmos que tenha trabalhando os 31 dias corridos de janeiro. Alguma coisa está errada, e o presidente Ulisses Maia não pode fechar os olhos.
PS: Consta que o vigia está lotado na Divisão de RH e Licitação.
Akino Maringá, colaborador

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Traídos pela memória

O presidente da Sociedade Rural de Maringá, Wilson de Matos da Silva Filho, no discurso de lançamento da Expoingá 2013, agora há pouco, citou todos os políticos com mandato que estavam presentes ao evento. Menos um: Evandro Junior, único deputado estadual da região pelo PSDB, partido presidido em Maringá pelo pai de Wilsinho.
Outro que teve problemas na hora da saudação foi Ulisses Maia, presidente da Câmara de Maringá. Ao citar o prefeito da cidade, chamou Carlos Roberto Pupin de Silvio Barros, corrigindo em seguida.

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Vereadores querem “solução imediata”

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Há pouco, os vereadores Ulisses Maia (PP), Belino Bravin (PP), Márcia Socreppa (PSDB) e Chico Caiana (PTB) estiveram na sede da Seduc conversando com as mães que querem o cumprimento de acordo feito com a administração. “Queremos a solução imediata, que é o retorno do ônibus para os alunos do Parque Itaipu”, resumiu Ulisses. Também há pouco surgiu a informação de que forças policiais iriam até a Secretaria de Educação para retirar os manifestantes à força.
PS – Com a intervenção dos vereadores (as bancadas do PSB e PMN também se mostraram solidárias ao movimento), as mães encerraram o protesto por volta das 20h30.

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Negrão Sorriso escolheu o lado

O vereador Jones Dark, o Negrão Sorriso (PP), parece já ter escolhido que senhor servir durante sua primeira legislatura. Ontem, ao votar a favor do veto ao caro IPTU do Jardim Oriental ele deu uma dica da escolha. Ao contrário do que ele andou espalhando – e alguns, como o Dr. Manoel (PCdoB), acreditaram -, ele não errou o voto, já que a forma de votar foi bem explicitada antes pelo presidente Ulisses Maia (PP). Negrão Sorriso divide sua mesa com Belino Bravin (PP), que, mesmo sendo líder do prefeito, manteve a palavra e votou pela derrubada. Bravin teve o cuidado de avisar Jones Dark como ele deveria votar, qual botão apertar. Mas ele não quis, votou consciente. Uma jornalista da Rede Massa pediu pra falar com ele sobre o voto, mas o vereador fugiu da imprensa. Quando foi vaiado, ele foi à mesa falar que havia votado errado; recebeu então a orientação de que deveria justificar o voto, pedindo pela ordem. Negrão Sorriso, que de bobo não tem nada, preferiu ficar quieto, tornando-se o único favorável ao veto.

Akino

Silêncio ensurdecedor

Ao contrário de outras oportunidades, o presidente Ulisses Maia não se manifestou sobre as deúncias de possíveis irregularidades na concessão de horas extras para servidores com FGs e outras gratificações especiais. Este silêncio ensurdecedor precisa ser quebrado. Não esqueceremos o assunto, esperando explicações e transparência.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Horas extras na câmara continuam

Foi de R$ 29.702,71 o valor pago pela Câmara Municipal de Maringá no mês de fevereiro, referente a horas extras realizadas em janeiro, mês de recesso para sessões. O valor é superior à média do ano passado e o o presidente Ulisses Maia precisa esclarecer. Quem são os servidores que receberam? Qual a justificativa para esses gastos? Procede a denúncia de que haveria um esquema para favorecer servidores com FGs e gratificações? Com as sessões à noite este valor vai aumentar? Se há falta de servidores, por que não se convoca concursados?
Akino Maringá, colaborador

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Depois da S10, a porta giratória

O presidente da Câmara de Maringá, Ulisses Maia (PP), assinou portaria transferindo para o patrimônio da prefeitura municipal a porta giratória retirada no mês passado da entrada do prédio do Legislativo. A porta giratória tem detector de metais da marca Mineoro, modelo Aval 3550 BB 2004 e, de acordo com a publicação feita no Órgão Oficial do Município, “embora esteja em boas condições, deixou de ter utilidade para o Legislativo municipal”. Tempos atrás, uma S10 da frota legislativa foi transferida para o Executivo.

Maringá

Câmara transmite pregão pela internet

A Câmara de Maringá realizou hoje o pregão presencial destinado à compra de câmera fotográfica e acessórios. O pregão foi transmitido ao vivo pelo site da ce pela página do Legislativo no Facebook. O pedido para que as licitações fossem transmitidas pela internet foi feito pelo Observatório Social de Maringá/SER e no ano passado foi transformada em lei. Os autores da proposta foram o vereador Humberto Henrique (PT) e o ex-vereador Mário Hossokawa (PMDB). Pela lei, o Executivo e o Legislativo devem transmitir todas as licitações pela internet, com o objetivo é dar maior transparência a todas as compras realizadas pelos dois poderes.Continue lendo ›

Má-ringá

Tapumes infringem a lei

tapume
Foto postada por Ulisses Maia no Facebook com o seguinte comentário: “É preciso fiscalização intensa na cidade para proibir que continuem colocando tapumes de construção ocupando toda a calçada. Nesse caso além do tapume ocupar toda a calçada, colocaram container na rua. Do jeito que está, pedestres, cadeirantes, carrinhos de bebê, só podem passar na rua, colocando em risco a vida. Fiscalização!!!!”.

Homenagem

Professora Safira recebe título

safira
O vereador Ulisses Maia (PP), presidente da Câmara de Maringá, entregou nesta manhã à professora Safira Alves Feitosa o título de mérito comunitário. Ela, que foi por muitos anos diretora do Colégio Duque de Caxias e chegou a ser candidata a vereadora, está enferma.

Verdelírio

Turbulência

O jornalista Fábio Campana destacou que a eleição da advogada e ex-vereadora curitiba, Renata Bueno, para o Parlamento da Itália, está provocando uma turbulência muito grande entre Renata e seu marido, o ex vereador Juliano Borghetti, que é mano da deputada federal Cida Borghetti. A situação chegou a tal ponto que Juliano não compareceu na festa que a Embaixada da Itália em Curitiba, ofereceu a Renata Bueno.Continue lendo ›

Verdelírio

Em campanha

A esposa de um dos principais empresários de Maringá está numa campanha acirrada e inclusive pedindo apoio junto às entidades com o envio de abaixo-assinado. Ela quer ganhar o título de Empresária do Ano da Acim, cujo título seu marido já recebeu.Continue lendo ›

Geral

Falecimento

Faleceu em Maringá na última sexta-feira, aos 74 anos de idade, o servidor público aposentado, Alcione Cândido Baroni, que foi também professor. Muito conhecido na cidade, ele tinha um braço apenas mas fazia tudo, e quando jovem foi excelente jogador de futebol. O sepultamento ocorreu sábado, no Cemitério Municipal de Maringá.Continue lendo ›

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Recursos, presenças e ausência

Na reunião do final de semana, Ricardo Barros – o secretário do qual Beto Richa tem mais temor – mostrou várias pesquisas de opiniao da DataBarros (não se sabe se pagas pela prefeitura) e adiantou que, se Pupin perder quinta-feira, no TSE, ele recorrerá ao STF e conseguirá efeito suspensivo. Se conseguir, será um enorme feito, pois será o primeiro dos que perderam por terceiro mandato a conseguir a graça do mais alto tribunal do país; até agora, to-dos que foram derrotados no TSE perderam liminarmente no STF.
Na reunião de sábado compareceram presidentes de partidos aliados e vereadores. Notou-se a ausência do presidente da Câmara, Ulisses Maia (PP).

Verdelírio

Bom espólio

O PMDB vai tentar convencer Marcel Micheletto, prefeito de Assis Chateaubriand, e filho do saudoso deputado federal Moacir Micheletto, disputar uma cadeira na Câmara. O partido acha que eleitoralmente Marcel herda o espólio do pai, que foi de 121 mil votos na última eleição.Continue lendo ›

Maringá

Regime de urgência

Na sessão de hoje da Câmara de Maringá será votado em primeira discussão o projeto em regime de urgência especial que declara de utilidade pública a Associação de Rotarianos Emílio Germani. O projeto é do vereador Ulisses Maia (PP).

Verdelírio

Prefeito

No mês que vem, o professor Cláudio Ferdinandi, vice-prefeito de Maringá, vai assumir pela primeira vez o cargo de prefeito, já que o prefeito Roberto Pupin viajará para o exterior. Cláudio Ferdinandi foi vereador e secretário municipal em Palotina, e foi secretário municipal também em Maringá.Continue lendo ›

Verdelírio

Vai sair?

Durante a semana, ouvi de duas pessoas que integram a administração municipal de Maringá que José Luiz Bovo, titular da Secretaria de Fazenda e Gestão, pode deixar a equipe. Bovo foi o grande destaque na equipe de Silvio Barros II e é tido e respeitado como o mais competente integrante do secretariado.Continue lendo ›

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Posse

Semana que vem, em dia que ainda não está definido, o deputado federal Edmar Arruda, do PSC de Maringá, entra em período de licença na Câmara por 120 dias, e em seu lugar assumiráz Ricardo Arruda, do PSC de Curitiba. Não existe nenhum parentesco entre eles.Continue lendo ›

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Câmara dá S10 para a prefeitura

O presidente da Câmara de Maringá, Ulisses Maia (PP), transferiu para o Patrimônio da prefeitura a S10 cabine dupla, 2001, que fazia parte da frota legislativa. A portaria que transfere o veículo para o Executivo, assinada na última quinta-feira, ressalta que, embora a caminhonete esteja em boas condições de uso, “deixou de ter utilidade” para a câmara municipal. O veículo foi adquirido durante a gestão do ex-presidente Walter Guerlles (PR).

Verdelírio

Fará falta

Competente, leal e dedicado, Walter Guerlles sem dúvida fará falta a equipe pelo que representa politicamente, e pela competência demonstrada na presidência da Câmara, na Secretaria de Esportes, na Secretaria de Transportes e na Chefia de Gabinete. Administrador competente, Walter Guerlles é um grande companheiro.Continue lendo ›

Akino

Denúncia é antiga

Não é verdade que a denúncia sobre um possível abuso na concessão de horas extras na Câmara de Maringá seja para que Ulisses Maia, que tem se revelando um gestor responsável e atento, se ‘saia bem na foto’. A denúncia é antiga, conforme mostra esta postagem de 3 de junho do ano passado.
Meu comentário (na época): Esta é uma denúncia gravíssima que merece uma apuração. Horas extras sem controle de ponto, por ocupante de função gratificada? Não acredito que isto posso ter acontecido. O leitor deve ter se enganado, que saiba acontecia na Assembleia, antes da entrada moralizadora de Rossoni. Aqui o presidente Hossokawa, que, guardadas as proporções, fez um trabalho moralizador, lembrado sempre por Paulo Soni, Heine, Saboia e outros companheiros, não permitiria.
Se aconteceu, ele não sabia.
Akino Maringá, colaborador

Akino

O tom é grave

Comentário em postagem sobre horas extras na Câmara de Maringá diz que a gestão John Alves gastou pouco mais de R4 200 mil com horas extras, contra mais de R$ 800 mil de Mário Hossokawa.
Meu comentário (Akino): O tom da denuncia é grave.Se confirmado que partiu de um ex Vereador, mas grave ainda. Ele usa uma expressão a forte expressão ‘bandalheira’, que precisa ser investigada. Recebo a informação que as horas extras pagas em janeiro, referem-se ao mês de dezembro, último mês da gestão Hossokawa, portanto não foram da gestão Ulisses Maia. Sugiro, que sejam revistas as eventuais horas extras pagas em janeiro (dá tempo de estornar), se é que se trata de bandalheira mesmo. E aos vereadores, que apurem os mais de R$ 800.000,00 gastos na gestão Hossokawa. Se as informações de Ton Schiavone estão certas é um absurdo. Gastar mais que John, é pacabá, com diria o Fuji.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Aumentaram os gastos com horas extras

No primeiro mês da gestão Ulisses Maia, a Câmara de Maringá gastou R$ 27.509,87, cerca de 44% a mais que a média do último ano. Reitero a preocupação com as denúncias que essas horas extras não se justificariam, seriam apenas para aumentar os salários de alguns privilegiados servidores, inclusive FGs e com outras gratificações de 50% dos vencimentos. Se há serviços em demasia para alguns, que se nomeie os aprovados no último concurso ou realize novo, pois há vagas e muitas no quadro, que a meu ver está inchado. Seria interessante que algum vereador fizesse um requerimento (poderia ser de todos), para fins de esclarecimento público, solicitando informações sobre que serviços foram prestados e quais os servidores que fizeram. Com a palavra, o presidente, que pode se antecipar e dar esses esclarecimentos. Isto precisa ser colocado em pratos limpos. Se tudo estiver certo, devidamente justificado, daremos mãos à palmatória.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Transparência atrasada

Ainda não foi publicado o balancete referente janeiro da Câmara Municipal de Maringá. O prazo normal é até o dia 20 do mês seguinte. Certamente o presidente Ulisses Maia não vai gostar de saber do atraso. Estou curioso para saber o valor das horas extras e se com a mudança do horário de expediente vão aumentar. A propósito, caro presidente, não tem sentido o pagamento de horas extras com tantos cargos vagos. O bom senso administrativo diz que, se há horas extras, o volume de serviços está sendo superior à capacidade de executá-lo dentro do quadro atual. Se faltam servidores a lógica seria nomear os aprovados no último concurso. Há, por exemplo, 7 vagas de Assessor Legislativo. Há denúncias da existência de um esquema visando favorecer determinados servidores.
Akino Maringá, colaborador

Verdelírio

Amorim na UTI

O destacado empresário maringaense Amorim Moleirinho, formado em Administração pela UEM e Direito pela Faculdade Maringá, estava internado ontem, na UTI de um hospital local. Amorim foi candidato a vice-prefeito de Maringá, na chapa encabeçada por Ademar Schiavone.Continue lendo ›

Maringá

Audiências públicas teriam sido irregulares


No último dia 14, o consultor e auditor independente Décio Galdino encaminhou o documento acima ao presidente da Câmara de Maringá, Ulisses Maia (PP), com um relato técnico sobre os locais de realização das audiências públicas. De acordo com o estudo, as últimas audiências que serviram para mudar o Plano Diretor, por exemplo, foram realizadas de forma incorreta. É o Legislativo quem deve determinar o local das audiências, mas, nas publicações feitas em Maringá, qualquer órgão chama para as audiências e estas são efetuadas sem a “responsabilidade” da câmara municipal. Lembra inclusive que as atas das udiências devem ficar sobre a responsabilidade da câmara, “visto no passado a Prefeitura Municipal ficou com sua certidão suspensa pelo motivo de o TCE-PR ter solicitado uma ata de uma audiência em 2004 e a Câmara não a tinha, pois foi efetuado pelo Poder Executivo, na Câmara, mas essa foi omissa em suas obrigações”; isto estaria ocorrendo novamente.