a. a. de assis
Baile pé no chão

Sempre que revejo algum daqueles filmões que mostram como era a vida no velho oeste norte-americano, vem-me à memória a Maringá pioneira das duas primeiras décadas – anos 1940 e 1950. Pouco mais que um vilarejo cercado de matas e cafezais por todos os lados. Gente vinda das mais diferentes origens, misturando costumes, sotaques, projetos de vida.
Continue lendo ›Relógio de bolso

Nunca me esqueço de uma crônica publicada há mais de meio século na revista “O Cruzeiro” pela célebre jornalista Rachel de Queiroz. Falava de um homem que passou a usar relógio de pulso porque não tinha tempo para ver as horas no relógio de bolso.
Continue lendo ›Testemunha ocular da história

Uma das vantagens de ser velho é ter sido testemunha ocular de um longo período da história (quem se lembra do Repórter Esso?). Especialmente quando se trata da história de um tempo durante o qual o progresso da humanidade deu uma cambalhota completa.
Continue lendo ›Joubert de Carvalho

Um jornalista de São Paulo, amigo do Aristeu Brandespim (diretor da revista NP), de passagem por Maringá, almoçou conosco e a certa altura indagou: “Onde fica a Rua Joubert de Carvalho? Eu gostaria de fotografá-la”.
Continue lendo ›A Marcha da Produção

Maringá, 18 de outubro de 1958. Tudo pronto para a partida da Marcha da Produção, rumo ao Rio de Janeiro, para um protesto em frente ao Palácio do Catete, então sede do governo federal. Juscelino Kubistchek era o presidente da República. Seria um evento épico, provavelmente o mais marcante de toda a história da cafeicultura.
Continue lendo ›O menino que nasceu voando
A. A. de Assis
Que pena que a memória é curta e o descapricho é grande. Aconteceu muita coisa importante em Maringá ao longo dos 65 em que aqui estou. Os fatos ficaram na lembrança, porém sem anotações quanto a determinados detalhes.
Continue lendo ›A chegada de Dom Jaime
Por A. A. de Assis
A multidão começava no antigo aeroporto com pista de terra e se espichava até a praça em frente à velha catedral de madeira. Alguns milhares de pessoas, gente vinda desde as barrancas do Paranazão. Mais as numerosas caravanas originárias de outras regiões do estado, da capital e de cidades do estado de São Paulo. 24 de março de 1957.
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