Microcrônica
Pinheiro em pedaços para a fábrica é levado. Será livro um dia? (A.A. de Assis)
Pinheiro em pedaços para a fábrica é levado. Será livro um dia? (A.A. de Assis)
Semente na mão, lavrador de sol a sol engravida o chão. (A.A. de Assis)
Um homem ao relento no gelado chão. Passantes passamos. (A. A. de Assis)
Eis que A. A. de Assis nos presenteia com mais 80 maravilhosas curtas poesias, no ebook Microcrônicas 2. Como esta: “Se tiver apoio, bem que pode um dia virar trigo o joio”.
Clique e delicie-se.
Passa o avião logo atrás do gavião. Discípulo e mestre. (A. A. de Assis)
Gato faz barulho. No telhado ao lado, ao som do arrulho, pombo e pomba amam. (A.A. de Assis)

O engenheiro civil Benê Junior, que foi visitar a exposição itinerante de fotografias e objetos de Maringá, mostra o livro Robson, de A. A. De Assis, editado em 1959, que tem dedicatória a Benedito Moreira de Carvalho, irmão do ex-prefeito Luiz Moreira de Carvalho.Continue lendo ›

O corpo do escritor Osvaldo Reis, que faleceu na noite de ontem, será sepultado às 17h de hoje no Cemitério Municipal de Maringá.
A.A. de Assis lembra que Osvaldo nasceu paranaense na fazenda Santa Helena, município de Bom Sucesso. Foi historiador e colaborador de vários jornais e revistas e um dos fundadores da Academia de Letras de Maringá e integrante da seção local da UBT – União Brasileira de Trovadores.Continue lendo ›
Toda criança é um presente,
porém vem junto um recado:
– Frágil. Cuidado. Alimente.
Ame ao máximo. Obrigado!
A. A. de Assis

Está chegando o término de mandatos de muitos prefeitos que estão cheios de “pepinos”, e o mesmo irá acontecer com os prefeitos que assumirão no dia 1º de janeiro. O poeta e jornalista Antonio Augusto de Assis, o nosso A. A. de Assis (foto), já escreveu anos atrás, que “prefeito perfeito, só por erro de imprensa”.Continue lendo ›
Benditas sejam as vidas
que, alegres, serenas, santas,
vivem a vida envolvidas
em levar vida a outras tantas!
A. A. de Assis
Pecado é o não cumprimento
da missão que a gente tem;
é ser dono de um talento
sem usá-lo para o bem.
A. A. de Assis
Anoitece. Bela e nua,
começa a rosa a orvalhar-se…
Um raiozinho de lua
virá com ela deitar-se.
A. A. de Assis
Tão bela, tão generosa,
símbolo eterno da paz,
pede desculpas a rosa
pelos espinhos que traz!
A. A. de Assis
Sonho um mundo sem violência,
onde um dia poderei
ver que a humana convivência
nem precisa mais de lei.
A. A. de Assis
Vai, riozinho, sem pressa…
lembra ao mar, sem raiva ou mágoa,
que ele é grande, mas começa
num modesto olhinho d’água!
A. A. de Assis
O céu deve estar cheinho
de madrinhas, mães e avós…
– Têm lá, em dobro, o carinho
com que cuidaram de nós!
A. A. de Assis