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Akino

Ministério Público Eleitoral foi na veia

Lembram-se que o ministro Henrique Neves disse no julgamento do caso Simões-PI, que o prefeito eleito em 2008, que fora eleito vice em 2005/2008, e em 2012 pleiteava a reeleição, não poderia ter sido candidato em 2008, pois como vice substituiu o titular nos seis meses anteriores ao pleito? Pois o MPE foi na veia (ou jugular, como diria Silvio II) no recurso contra Pupin. Vejam este trecho do acórdão do TRE- PR:Continue lendo ›

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Mais claro impossível


Vejam acórdão do TRE-PR, ao julgar o recurso de Pupin, após o indeferimento do registro, em agosto de 2012. Analisemos este trecho: ‘Não procede a alegação de omissão porque, a respeito da matéria discutida, no acórdão, de forma expressa, se afirmou: “Logo, pode o Vice-Prefeito, que assumiu a chefia do Poder Executivo em decorrência do afastamento, ainda que temporário, do titular, seja por que razão for, candidatar-se ao cargo de Prefeito, mas para candidatar-se a outro cargo somente pode fazê-lo desde que eventual sucessão ou substituição não haja ocorrido nos últimos 6, (seis) meses anteriores ao pleito. Portanto, sendo a eleição para outro cargo, não reeleição, incidem as regras do artigo Iº, parágrafo 2º, da Lei Complementar n° 64/90 que devem ser observadas quando o vice pretenda se candidatar a qualquer outro cargo diferente do que ocupa, que não necessariamente o do titular.”
Meu comentário (Akino): Isto é exatamente o que disse o ministro Henrique Neves, no julgamento do caso Simões. Mais claro impossível.
Akino Maringá, colaborador

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Secretário deixou leitores a ver (n)Avio(s)

Em audiência hoje pela manhã em Brasília, a Caixa Econômica reconheceu um débito bem menor do município no processo de execução de sentença naquele caso vencido pelo município sobre a dívida fundada com o agente financeiro. Como se lembra, o município foi vitorioso na demanda em que a caixa cobrava mais de R$ 500 milhões de dívidas das décadas de 70 e 80.Esta é, em resumo, a última postagem do secretário Milton Ravagnani, em seu blog, feita no último dia 19. Já são sete dias sem nenhuma opinião e informação sobre as denúncias conta a Avio, que se instalaria (á), fábrica de helicópteros em Maringá. Não esqueço a imagem da entrevista coletiva,em que ele, ao lado de Fiocco, parecia extasiado a cada palavra do italiano, meneando a cabeça em sinal de concordância. Que emocionante! Imagino no que estava pensando, certamente nos empregos que seriam gerados, no bem da cidade. Imagino a frustração do chefe RB se este negócio não se concretizar.
Akino Maringá, colaborador

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Eles contam com a memória curta

Leitor fez o seguinte comentário, sobre o qual vale a pena refletir: “Eu ainda até entro nesse blog uma ou duas vezes por dia. Gosto de ver os dois lados. Mas é impressionante como é repetitivo, mesmo quando não tem nada a acrescentar.. Ta bom, a maioria já acha que não vem nada pra Maringá, nem fábrica, nem polo Aeronáutico nem visita do papai noel. Agora esta na hora de mudar de assunto. Do que adianta ficar falando sobre isso? vai mudar alguma coisa?” ( sic)
Meu comentário (Akino): Caro leitor, eles (os políticos mal intencionados), contam com a memória curta de pessoas como você, que infelizmente são a maioria. Acontece um escândalo , sai no noticiário, e depois todos esquecem. Imagine se não fosse o blog do Rigon, e esse chato aqui, o Akino, quantas pessoas saberiam, desde janeiro, que o mandato de Pupin está por um fio. Se fossemos depender da imprensa tradicional, ninguém mais se lembraria. Outro exemplo: não fosse a insistência nossa, o erário de Maringá teria perdido cerca de R$ 500.000,00, com a compra do Acervo da TV Cultura, quase R$ 1 milhão, no caso dos honorários da Urbamar só para citar dois exemplos. Pode parecer chato, mas considero importante insistir, repetir, bater na mesma tecla até que o caso fique bem gravado na memória de todos. Não podemos ter memória curta.
Akino Maringá, colaborador

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Caso Pupin: eu acredito!

Foi emocionante ver a torcida do Atlético Mineiro gritando o tempo todo: “Eu acredito, eu acreditooo…”.Assim como os mineiros, os maringaenses que querem o bem desta cidade, que estão cansados do domínio pernicioso de um certo grupo, devem fazer coro e acreditar na cassação do diploma de Pupin, pelo TSE, confirmando a decisão do TRE-PR. Não é possível que a malandragem política consiga engambelar os Ministros. A jurisprudência é clara. Os casos Simões, Guarapari e até o de Guanambi, onde o registro foi concedido, não deixam dúvidas que Pupin não poderia ser candidato a prefeito, sobretudo por ter assumido o cargo de prefeito nos seis meses anteriores à eleição de 2012 e se aproveitado da visibilidade do cargo. Até os ministros Marco Aurélio e Henrique Neves, que foram votos vencidos no caso Simões, se manifestaram, indiretamente contrário a Pupin.
Eu acredito, e espero que Enio Verri e os advogados da Coligação Maringá de toda nossa gente também acreditem. Continue lendo ›

Akino

Silêncio sintomático

Dois blogueiros que deram destaque à notícia da vinda da Avio para Maringá se fecharam em copas sobre as denuncias que envolvem a empresa. Diniz Neto e Milton Ravagnani não se manifestaram até agora. Isto é sintomático, pois até O Diário liberou reportagem de Fábio Linjardi, que de certa forma complementa as denúncias, com destaque em outros blogs e comentários liberados. O normal seria Ravagnani dizer que é coisa da turma do contra, fazer alguma analogia com jacaré e outros bichos, inclusive femininos.
Assumo a responsabilidade de mais uma vez afirmar: Esqueçam esta tentativa de negócio da China, que certamente não beneficiaria só ao ser Fiocco, foi abortada e o contribuinte maringaense deve mais essa ao blog, pois certamente seria um conto do vigário.
Akino Maringá, colaborador

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Falência fraudulenta não desqualifica?

Vejam trecho de reportagem da Folha de Londrina: “O secretário estadual da Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul, Ricardo Barros, disse à reportagem que está “tranquilo”, quanto às dúvidas levantadas sobre a empresa. “A empresa só receberá os benefícios depois que investir”, afirma. O empreendimento foi inserido no Programa Paraná Competitivo, do governo estadual. Para ele, o fato de supostamente ter falido na Europa, não desqualifica a empresa. “Se você procurar nos sites, vai ver que a General Motors também faliu. Nem por isso eu deixaria de tentar atrair essa empresa para o Paraná. A Europa passa por crise e por isso os empresários de lá procuram outros mercados”, justifica.
Meu comentário (Akino): Quer dizer que a acusação de falência fraudulenta, que resultou em condenação de 06 anos de prisão, não desqualifica uma empresa? Como ela só receberia incentivo depois de investir, se já se falava em desapropriação de terreno? Como a empresa busca novos mercados, em virtude da crise na Europa, se o mercado brasileiro na absorveria a produção? Está pensando que aqui só tem idiotas. Conta outra secretário, esta não cola.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Secretário precisa postar

Aguarda-se que o secretário Milton Ravagnani, um blogueiro sempre bem informado sobre as coisas da administração municipal de Maringá e que postou o seguinte na semana passada “A cidade comemora o anúncio da instalação da Avio, fábrica de helicópteros e aviões. Um investimento de R$ 180 milhões e capacidade de criação de mil empregos diretos. A empresa pretende iniciar a produção de aeronaves de dois lugares, mas tem capacidade para modelos maiores. É o primeiro passo da concretização do polo aeronáutico do Paraná em terras maringaenses”), poste em seu blog sua opinião sobre as denúncias. Quero vê-lo defender a Avio, como a mesma ênfase com que defende o registro da candidatura Pupin. Apresente argumentos, desclassifique as críticas e denuncias. Na minha opinião, e não ouvi de nenhum ‘alto coturno’, podem esquecer esta fábrica de helicópteros. Não sai. As denúncias atrairam atenção e agora os que se beneficiariam, e não seria o povo do Maringá, ficaram assustados. Aí tem, repito.
Akino Maringá, colaborador

Akino

O que é holding?

Holding é uma empresa que possui como atividade principal, a participação acionária majoritária em uma ou mais empresas, ou seja, é uma empresa que possui a maioria das ações de outras empresas e que detém o controle de sua administração e políticas empresariais. Holding é uma sociedade gestora de participações sociais que administra conglomerados de um determinado grupo. Essa forma de sociedade é muito utilizada por médias e grandes empresas, com o objetivo de melhorar a estrutura de capital, ou de criar e manter parceria com outras empresas. Continue lendo ›

Akino

Não podemos esquecer do caso Pupin

Este verdadeiro escândalo, que não tenho dúvidas foi abortado pelas denúncias do blog, o caso Avio (podem esquecer, não se falará mais em fábrica de helicópteros), não pode fazer com que esqueçamos de outro caso, não menos escandaloso e rumoroso, como é o julgamento do caso Pupin no TSE. Manobras como o afastamento do Ministro Dias Tóffolli, a vinda de Castro Meira a Maringá, como hóspede oficial do município, embora numa atividade privada, precisam ser lembradas e comunicadas a corregedoria e presidência do TSE para que marque logo a continuação do julgamento. Devemos lembrar que Enio Verri afastou a possibilidade de aceitar qualquer acordo com fosse feito em Brasília e disse que a coligação vai empregar todos os esforços para vencer. Temos certeza que os advogados apresentarão memorais com a jurisprudência em pelo menos 03 julgamentos nas eleições 2012, que nos dão a certeza de que o diploma será cassado, a não ser que algo fora dos autos aconteça e não acreditamos que os ministros colocariam suas honras em jogo cedendo a, digamos, situações pouco convencionais.
Akino Maringá, colaborador

Blog

Não me convenceu

Tenho dúvidas sobre a autenticidade desta nota de esclarecimento, que teria sido divulgada pela Avio. A nota não me convenceu. Parece ter sido elaborada por uma terceira pessoa, nunca por Luigino Fiocco. Os termos são muito próprios de desmentido de político flagrando em alguma situação pouco republicana. Sem o menor comprometimento do governo, nem do erário? Então por que Pupin já falou em desapropriação de uma área? A empresa tem um proprietário? Não é um presidente? Repito: Esta nota não me convenceu. Parece mais falsa que nota de R$ 3,00, em relação à origem. Parece ter sido gerada aqui em Maringá mesmo.
Akino Maringá, colaborador

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Caso Avio estaria provocando baixas?

Lamentavelmente um blogueiro entregou os pontos. Vejam o que postou Paulo Vergueiro em seu blog: “Não quero mais escrever, semear por meio das palavras, discórdias e rancores. Há um grande número de maringaenses que estão a virar o pescoço a cada encontro que se dá ao natural de uma convivência social. Se alguém perguntar-me o que ganhei neste ano e meio de blog que possa justificar a continuidade desta linha de ação, haverei de afirmar, com plena convicção: nada. Absolutamente nada. Tanto do ponto de vista material como social ou até mesmo profissional acabei por perder e muito. Não estou arrependido, mas triste por perceber que este caminho não leva a nada. Continue lendo ›

Akino

Não façam ouvidos moucos

O governador Beto Richa deve cobrar explicações do secretário Barros sobre a parceria com a fábrica da Avio International Group que não passaria de um golpe internacional. O protocolo que habilita a empresa ao Paraná Competitivo seria a consolidação do polo de defesa e aeronáutica do Estado. Ocorre que a Avio teria aplicado o mesmo golpe na Itália, onde Luigino Fiocco, foi condenado a seis anos de prisão. (do blog do Cícero Catani, via Messias Mendes)
Meu comentário (Akino): Não queiram se fazer de surdos, de alguém que diz não ler mais o blog, que não ficou sabendo. A notícia é pública, soou como uma bomba no fim de semana. Sérias dúvidas foram levantadas, desde de sexta-feira, sobre a possibilidade de ser um golpe a instalação da Avio, em Maringá. Tenho certeza que a Câmara, sobe o comando de Ulisses Maia, como fiscal da correta aplicação do dinheiro público, estará atenta e não nos deixará desamparados, a mercê de estelionários. O MP igualmente deve tomar providências.
Akino Maringá, colaborador

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Alguém poderia traduzir?

Autore Discussione: mandragola
Oggetto: La truffa dell’Aviotech di Villacidro: e i giornal
Inserito il: 09/09/2011 16:08:08
Messaggio:
Dopo dieci anni dal fallimento è arrivata la sentenza per la vicenda Aviotech di Villacidro. Luigino Fiocco, responsabile secondo la sentenza della bancarotta fraudolenta Aviotech e altri imputati sono stati condannati a pene superiori rispetto alle richieste del Pubblico Ministero Marchetti. Fiocco a sette anni (richiesta del PM sei anni) gli altri a pene variabili. http://lanuovasardegna.gelocal.it/s…tech-4254063
La lunghezza del processo ha impedito che si andasse a sentenza per gli altri reati (truffa ai danni dello stato, evasione fiscale, emissione di false fatture, falso in bilancio, false comunicazioni sociali) e probabilmente, visti i tempi della giustizia italiana, Fiocco e gli altri hanno buone probabilità di passarla liscia anche per la bancarotta.Continue lendo ›

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Seria um tremendo 171?

helicopteroVejam a repercussão que alguns blogueiros deram à notícia de implantação de uma fábrica de aviões em Maringá: Diniz Neto: “A imprensa de Londrina publicou reclamação de londrinenses sobre a conquista da fábrica de aviões para Maringá. Argumentaram que as negociações ocorreram de forma a direcionar os investimentos para Maringá. O londrinense Luiz Carlos Haully, secretário de Fazenda do Paraná, entretanto, não concorda com a reclamação. Segundo ele, ninguém do governo trabalha para beneficiar uma ou outra região do estado. Para o Hauly, Maringá levou vantagem por possuir um aeroporto anexo ao parque industrial. “Como londrinense, não vejo que as reclamações procedem”, afirmou. (sic)
Milton Ravagnani: “Depois da apresentação da equipe do Moda Maringá, (…) a cidade comemora o anúncio da instalação da Avio, fábrica de helicópteros e aviões. Um investimento de R$ 180 milhões e capacidade de criação de mil empregos diretos. A empresa pretende iniciar a produção de aeronaves de dois lugares, mas tem capacidade para modelos maiores. É o primeiro passo da concretização do polo aeronáutico do Paraná em terras maringaenses”. (sic)
De minha parte, confesso que fiquei desconfiado da rapidez do anúncio, embora torcendo para ser verdade pensei: Quais seriam os interesses de RB? Quem seriam os sócios ocultos? Quanto custaria ao contribuinte? Não demorou e com a publicação de Esmael Moraes, estou com sérias dúvidas se não seria um tremendo 171 no povo maringaense, em que algumas vítimas não seriam tão vítimas, talvez cúmplices. Sintomaticamente, O Diário não uma linha sequer na edição de hoje, sobre o assunto, o que é estranho. O normal seria que na seção Caixa Postal houve repercussão da notícia de ontem.
Akino Maringá, colaborador

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Quem está preocupado?

Analisemos este texto do secretário de Comunicação da administração Barros/Pupin, postado em seu blog:  “A proximidade da retomada dos trabalhos do TSE no segundo semestre e a iminência do julgamento do recurso contra o diploma de Roberto Pupin descontrola as hordas arrivistas desconsoladas com o curso natural da rejeição técnica pelos ministros. As mais afoitas, que juraram mentiras e confessaram ignorâncias agora procuram paredes para bater as cabecinhas ocas. Dá um belo batuque. Umas ocas, outras chochas, vão marcando a trilha sonora da derrota que se avizinha. Sem respostas para o óbvio, que é a falta de conhecimento do assunto, inventam fantasmas e alucinam explicações sem eco nas quais ninguém acredita. Para quem está há mais de um ano vivendo disso, o fim da novela é a gaiola da loucura.” (sic)
Meu comentário (Akino): Só em pensar que este julgamento pode acabar com mamata que é um emprego de R$ 10.600,00, com pouco trabalho, talvez o secretário tenha perdido a noção e senso do ridículo. Continue lendo ›

Akino

Voto vista de Tóffoli não é fundamental

Lauro Barbosa postou em seu blog o seguinte: “otando a colher no meio, pelo que consta, o ministro Dias Tófolli (sabe-se lá por que cargas d’água) não teria feito relatório. Logo, não haveria contraponto. Será que postei besteria? Com a palavra os entendidos no assunto”.
Meu comentário (Akino): Caro Lauro, neste caso, posso dizer que sou um ‘entendido’, pois o tenho estudado muito. O voto vista de Tóffolli, não é fundamental para o encerramento do julgamento, favoravelmente a Ênio, em apesar do voto do relator. Ele (Tóffoli) deve ser substituído, pois se trata de uma questão constitucional e precisa de 7 ministros votando. O julgamento recomeça por este ministro (a)substituto, que pode pedir vistas e fazer um voto fundamentado, ou fazê-lo diretamente na sessão. Pode simplesmente votar contra o relator, pois deverá ter se preparado para o julgamento, um vez que todos os ministros, em caso rumoroso como este, pelo menos, devem ter o mínimo conhecimento do que se trata.A fundamentação do ministro relator (ministro Marco Aurélio), é tão fora da jurisprudência, que uma simples passada de olhos pelos memoriais (uma espécie de resumo dos fatos, que o advogados entregam a todos), fará com que, em circunstâncias tornais, todos votem pela cassação do registro de Pupin, sob pena de terem que anular os julgamentos de Simões e Guarapari, onde os registros de candidatos, em situações idênticas à de Pupin (a dele é ainda mais escancarada, pela falta de desincompatibilização), foram negados.
Akino Maringá, colaborador

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Acredito em Enio Verri, contra os arrivistas

enioverriAnalisemos a ‘Nota Desmentido‘ de Enio Verri, sobre as informações de que haveria um acordo, pelo qual o PT abriria mão de lutar no TSE, pela cassação do diploma de Pupin, nos seguintes termos: “É fantasiosa, sem qualquer base na realidade, a informação divulgada nos últimos dias sobre a existência de um “acordo” em relação ao processo que a coligação “Maringá de Toda a Nossa Gente” move contra o candidato da coligação “A Mudança Continua” no TSE. Nossa coligação fez, permanece fazendo, e vai fazer até o julgamento final do processo, absolutamente todos os esforços jurídicos possíveis para garantir que a ilegitimidade da candidatura do PP, comprovada por unanimidade pelo TRE e recomendada pelo MPE, seja também reconhecida pela instância máxima da Justiça Eleitoral. Gostaria de tornar público minha confiança na Justiça e meu agradecimento aos 92.646 eleitores que apoiaram nosso projeto de uma cidade com mais igualdade e solidariedade, bem como reiterar que coerência, respeito e transparência são valores inalienáveis da minha atuação na vida pública. Enio Verri”.
Minha análise (Akino): Confirmo que recebi a informação de que haveria uma animosidade da parte de Gleisi Hoffmann, em relação a Enio, que teria sido um dos responsáveis por sua não candidatura ao governo do Paraná, em 2010, quando acreditava seria eleita. Continue lendo ›

Akino

Podemos confiar nas ministras do TSE

Vejam este vídeo. Acredito profundamente nas ministras Carmém Lucia, Laurita Vaz, Luciana Lossio e Rosa Weber, que é substituta, provavelmente do ministro Dias Tófoli. Mas não temos razões para duvidar do ministro Castro Meira e do ministro Henrique Neves, que escreveu em seu voto vista no caso Simões:  “A Lei Complementar n° 64/90 prevê, por derivação do § 60 do art. 14 da Constituição que impõe a desincompatibilização para os chefes do Executivo que pretendem disputar outros cargos, que “O Vice-Presidente, o Vice-Governador e o Vice-Prefeito poderão candidatar-se a outros cargos, preservando os seus mandatos respectivos, desde que, nos últimos 6 (seis) meses anteriores ao pleito, não tenham sucedido ou substituído o titular” (art. 1 0, § 20) e nos debates disse o seguinte: Continue lendo ›

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Gozando a ‘petezada’

O secretário Milton Ravagnani, que permanece silente sobre a polêmica de um possível acordo entre Ricardo Barros e a cúpula do PT, em Brasília, que teria sido aliavado à revelia de Enio Verri, e já desmentido (não houve acordo), por este, postou em blog o seguinte: “No jeitão Lula de ver o mundo, as revoltas populares que varreram o Brasil de ponta a ponta não são rejeição à política. Uaaau! O mestre sabonete continua sua sina de inventar versões para ver se muda fatos. E a petezada reverbera. Se as mobilizações são contra a política atual ou não, o leitor faça sua avaliação. Só uma informação mínima: Dona Dilma despencou a ladeira para a casa dos 30 pontos de aprovação nas pesquisas pós-movimentos. Mesmo número da reprovação do seu governo. Isso é rejeição à política ou não? “Menas”, Lula, “menas”.
Meu comentário (Akino): Será que chefão Ricardo aprova este tipo de gozação? Ou seria proposital, para passar a impressão de que eles não se dão bem, são adversários?Continue lendo ›

Akino

Serão 10 FGs na Câmara

Corrigindo postagem anterior, informa o presidente Ulisses Maia que serão apenas 10, dos 17 cargos de FGs, preenchidos. Acho que os cargos deveriam ser extintos, pois enquanto houver a vaga sempre haverá a tentação de preenchê-la. Dez já é um progresso, embora entenda que seis seriam suficientes.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Ulisses confirma 17 FGs

O presidente Ulisses Maia, que em abril tinha anunciado que a Câmara teria 9 FGs, drasticamente, confirma agora que serão 17. É, proporcionalmente, três vezes mais que a Prefeitura, que mantém uma média de 12 FGs para cada funcionário efetivo. Na Câmara este número será de 4, ou seja, muito cacique para pouco índio, na prática um complemento salarial para muitos. Na minha visão poderia ser reduzido para 6. Esta é a primeira derrapada do presidente, que, depois de anunciar medidas moralizadoras, pelo jeito cedeu.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Ulisses nos enganou?

Li em O Diário, edição de hoje e reproduzo: “Os 70 funcionários efetivos da Câmara de Maringá devem ir às urnas até o fim de julho. Pela primeira vez, os ocupantes dos cargos com função gratificada (FG) – aqueles que ocupam chefias de setores – serão eleitos entre os próprios colegas, e não mais indicados pela Mesa Diretora. A modificação foi aprovada em projeto de lei que propõe mudanças na administração da Casa, elaborado pelo presidente Ulisses Maia (PP) com apoio dos colegas. O projeto eliminou nove FGs. Os 17 que sobraram serão escolhidos em voto secreto, para mandato de 1 ano. “Haverá cargos para os quais será necessário ter qualificação, como os de Contabilidade e Informática. Mas a intenção é dar chance para que todos os servidores ocupem os cargos, desde que atendam aos requisitos mínimos”, explica Maia.’
Meu comentário (Akino): Ulisses nos enganou? No final de abril anunciou que permaneceriam apenas  9 (veja parte da notícia publicada pelo mesmo jornal em 30/4: “Agora, a Câmara vai manter nove cargos de função gratificada de chefia, dos 26 existentes”. Ou será que o sindicato é que está querendo nos enganar? Com a palavra a mesa diretora.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Dando um migué

Migué é uma gíria que demonstra forma evasiva de lidar com situações adversas, em que o desinteressado, por qualquer razão que o seja, procura escapar de suas responsabilidades.Justificativa descabida, às vezes de conotação sarcástica. Pronuncia-se “dar um migué” ou “dar uma de migué”. Trata-se de estar mentindo, ou estar de malandragem para obter vantagens sobre diferentes situações, de qualquer natureza; seja de caráter pessoal, profissional, familiar, etc. (fonte wikipédia)
Pois temos um amigo que se apresenta como M1gu3l, que não gostou dos últimos comentários. Analisemos alguns trechos do que comentou o fato de ter escrito que: “Dizem que o Akino é gay’: ‘Viu como é chato? Alguém lançar um boato e você ter que se defender?… A tática é a mesma… Continue lendo ›

Akino

Finalmente…

…o analista político Paulo Vergueiro, revelação da blogosfera, resolveu emitir sua opinião sobre o possível acordo, que garantiria a Ricardo Barros o domínio sobre a administração da cidade , por tempo indeterminado. Vejam o que ele postou em seu blog, em resumo: “Acordos entre políticos fazem parte da rotina e do cenário cotidiano deste Brasil, despedaçado quanto a ética nas relações entre poder e povo. Quando as suspeitas, plantadas ou não, de boa fé ou não, acabam tendo eco e repercutem como “razoáveis” é porque o senso de mensuração de limites está no mínimo desfigurado. Tenho acompanhado a ferocidade com que alguns kamikazes da mídia, travestidos de articulistas políticos ou simples blogueiros, investem com toda energia a fim de gerar e promover o caos social.(…) Continue lendo ›

Akino

Desconfiado, como um cidadão roceiro

Vejam comentário de leitor que se identifica como Cidadão Urbano: “Muitas especulações Akino… O Ricardo Barros joga para se manter no poder, em Brasília foi [vice] líder do PP no Governo Lula e sua esposa é fiel apoiadora do governo Dilma, ambos do PT, isso conta ponto sim para eles mesmo ele estando no governo estadual nunca entrou em confronto com o governo federal. Na politica local está defendendo seu império, mas vejo o TSE impugnando a candidatura do Pupin e o PP tentando uma nova eleição encabeçada pelo Ulisses Maia que está dando uma de bom moço e “revolucionário de direita” para agradar a população.Continue lendo ›

Akino

Foro íntimo

Leitor M1gu3l, que ainda não tinha se manifestado sobre os comentários de um provável acordo, pelo qual o PT abriria mão de continuar lutando judicialmente pela vitória no TSE, no caso Pupin, fez o seguinte comentário: “Dizem que o Akino é gay…”
Meu comentário (Akino): E daí M1gu3l? Qual é o problema de ser gay? Isto é uma questão de foro íntimo. Falando em foro íntimo, meu caro, você que é muito ligado à cúpula do PT saberia me dizer que motivos teriam o ministro Dias Tóffoli para se declarar impedido de proferir o voto vista?
Akino Maringá, colaborador

Akino

Só no futebol?

Que há resultados armados no futebol todos sabemos. Recentemente houve um caso escandaloso do juiz da federação paulista, que se apurou manipulava resultados. Mas não se tem notícia, pelo menos no Brasil (não sei em Portugal), que alguém tenha comprado o juiz para perder o jogo.
Akino Mringá, colaborador

Akino

Pupin vetará?

Há comentários que Pupin teria recebido ordem expressa para vetar a lei da ficha limpa recém aprovada pela Câmara. Fala-se que esta lei só lhe será encaminhada em agosto, após o recesso. Como isso alguns comissionados que serão atingidos ganhariam mais tempo, alguns ganhando indevidamente o dinheiro do contribuinte maringaense, em cargos sem qualquer utilidade. Eu não acredito que Ulisses cumprirá esta ordem de, a pretexto de recesso, segurar o processo.
Akino Maringá, colaborador