árvores

Maringá

‘Cidade verde’

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Um dos casos mais emblemáticos da relação entre o poder público e algumas empresas: na foto de 2011 existiam duas árvores neste endereço da avenida Carneiro Leão, antes do início da construção do prédio.

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Depois, elas foram cortadas. Ficaram os tocos.

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Os tocos foram removidos recentemente. O nome da construtora é ironia do destino.

Maringá

‘Cidade verde’

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O Google View confirma o quanto o poder público em Maringá tem se preocupado com suas árvores nos últimos anos. Na foto acima, na avenida Sofia Rasgulaeff, defronte o Centro Comunitário do Jardim Alvorada, o prédio ainda em construção tem uma bonita árvore na calçada, em 2011. Em 2015, prédio pronto, a árvore já não existe mais; só o toco.

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Má-ringá

Absurdo é o mínimo

Árvore-pregos

É para revoltar quem tem o mínimo de senso: a colocação das mangueirinhas luminosas nas árvores de Maringá começou a ser feita este ano com pregos nas árvores. “Um absurdo”, escreveu o vereador Ulisses Maia (SD) ao postar a foto da árvore acima, que fica no canteiro central da avenida Rio Branco. São colocados de 10 a 20 pregos em cada árvore. “Estamos pedindo à prefeitura que instale as mangueiras sem agredir as árvores”, acrescenta.

Maringá

‘Cidade verde’

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Acima, fachada do Bambu Petiscaria na avenida Laguna, em 2011 e, abaixo, em 2015 – com e sem duas grandes árvores na calçada. O blog chegou a registrar os tocos sendo queimados para “limpeza” da fachada. Mesmo se houvesse lei de manejo do orgulho do maringaense, não se tem conhecimento de que quem agride o verde seja, de alguma forma, penalizado.

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Bronca

Desleixo sem punição

Arvores

Leitora reclama das empresas terceirizadas pela prefeitura de Maringá que cortam as árvores e deixam os restos no passeio público – “ou seja, bloqueiam e não e recebem multa”. Na minha casa, cheguei para trabalhar e tem partes da árvore do vizinho na minha calçada e dentro do meu quintal privado. Andei observado que pela região que a falta de cuidado é a mesma, tem casa que cortaram a árvore de um e jogaram os galhos na casa do vizinho da frente”, diz a maringaense, inconformada com a indiferença da prefeitura, já que as reclamações estão sendo encaminhadas pelo 156, e com a incompetência da empresa.

Fotografia

Concurso fotográfico

A Câmara de Maringá divulgará e premiará os vencedores do concurso fotográfico “As árvores do passeio público de Maringá” no próximo dia 15, durante a sessão ordinária, que começará às 16 horas. Os autores dos três melhores trabalhos receberão certificado de colocação e os demais receberão o certificado de participação. Na mesma data, será aberta a exposição com todas as fotografias concorrentes no hall térreo da Câmara.

Bronca

O ‘sem sentido’ venceu

UEM

E não é que prevaleceu o ‘sem sentido’ na UEM? O blog contou na semana passada que alguém da administração mandou retirar quatro árvores nas proximidades do RU para fazer um jardim, algo aparentemente sem razão por causa de várias razões. Veja acima como era (no destaque) e como ficou o local, nesta segunda-feira. A ideia tosca, como se vê, teve o apoio do reitor Mauro Baesso.

Bronca

Algo sem muito sentido

UEM

Alguém da administração central da Universidade Estadual de Maringá teve a brilhante ideia de mandar remover quatro árvores que existem ao lado do Restaurante Universitário para, em seu lugar, construir um jardim. Em época de intenso calor, o que aumenta a importância das árvores, vamos considerar que é uma ideia tosca e sem sentido.

Bronca

Tratamento diferenciado na ‘cidade verde’

Corte de árvores
“Aqui em Maringá a coisa é complicada mesmo”, confere leitor. “Enquanto muitas árvores que realmente necessitam de corte, esperam na fila há muito tempo, levando risco à população e danos a casas e automóveis, nossa prefeitura autoriza o corte de árvores saudáveis em frente a um terreno vazio e fechado que aguarda uma manobra política para ser colocado em construção um mega-empreendimento, localizado na avenida Gastão Vidigal”. O imóvel pertenceria ao dono da cidade.
Corte de árvores

Bronca

Poda de árvores no passeio público

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Leitor envia fotos do Centro Municipal de Educação Infantil Ambrosina Fernandes, em Maringá, e reclama: foi desta maneira que a prefeitura deixou os galhos da poda que realizou nas árvores. “A calçada está impedida, os pais têm que andar com as crianças pelas ruas”, conta, acrescentando que isso já havia acontecido na avenida Mandacaru, quando cortaram as árvores da ciclovia e demoraram quase uma semana para retirar. “Se lá que é um local de visibilidade demoraram aquele tempo todo, acredito que estes galhos não serão retirados”.
CMEI Ambrosina

Fotografia

Câmara abre concurso sobre árvores

Concurso
Estão abertas as inscrições para o concurso fotográfico “As árvores do Passeio Público de Maringá”, promovido pela câmara municipal, com base no projeto de resolução 820/2013, de autoria do vereador Humberto Henrique (PT). A finalidade é eleger as imagens de árvores encontradas nas calçadas, praças ou jardins públicos da cidade. A participação é livre e inclui também os fotógrafos profissionais. Saiba mais.

Maringá

Perguntar não ofende

Pergunta do leitor:
– Será que a Prefeitura de Maringá teria coragem pra derrubar o Frigorífico Palmali de madrugada, pra duplicar a Itororó, como fez com o Bosque II na avenida Joaquim Duarte Moleirinho?

Geral

Vereador quer saber pra onde vai o dinheiro das árvores cortadas em Maringá

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Diante do crime ambiental promovido pela prefeitura de Maringá com consentimento do IAP no Bosque Dois, o gabinete do vereador Carlos Mariucci (PT) protocolou requerimentos questionando sobre o destino da madeira proveniente das árvores cortadas em Maringá. O primeiro requerimento pede informações sobre destino das árvores derrubadas na última sexta-feira no Bosque Dois e qual foi o destino da madeira proveniente de poda e extração de árvores executadas no ano de 2013 em Maringá. O segundo requerimento requer informações sobre o cumprimento da Lei Municipal 7295/06 e requer relatório anual a partir de 2006 sobre as atividades desenvolvidas pelo Instituto da Árvore.

Blog

Mexia deve explicar ao Legislativo por que passou por cima de lei municipal

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O chefe regional do Instituto Ambiental do Paraná, Paulino Mexia (na montagem ao lado do prefeito Carlos Roberto Pupin e do ex-prefeito Ricardo Barros), deverá ser convocado a explicar na Câmara de Maringá sobre a autorização que assinou para o corte de mata nativa do Bosque Dois, passando por cima de lei municipal, votada e aprovada pelo Legislativo, em 1982. A autorização, que também contraria uma recomendação administrativa do Ministério Público do Meio Ambiente, foi dada numa véspera de feriado e o corte executado num feriado forense, para impedir eventuais recursos do MP. O vereador Carlos Mariucci (PT) apresentou o requerimento convocando Mexia, que deve ser votado na sessão de amanhã.

Blog

O desplante e a certeza da impunidade

Ainda a respeito da derrubada de árvores nativas do Bosque Dois, em Maringá, na estabanada busca para ser pior que o antecessor, o fantoche de plantão inovou. Já tem gente da área ambiental, acredite, com saudades de Silvio Barros II, que, apesar de usar métodos reprováveis, pelo menos ia a audiências públicas e colocava a cara a tapa. Antes, com a maioria dos vereadores nas mãos, o autoritário de plantão buscava no Legislativo mudar as leis que supostamente lhe atrapalhavam e criar as que beneficiavam o grupo político. Como existe e está em vigor uma lei municipal – lembrando que estamos num estado de direito, baseado nas leis – que proíbe, sob qualquer pretexto, o corte de vegetação do Bosque dos Pioneiros, era de supor que o Executivo buscasse revogar ou alterar a lei usando sua Turma do Amém. Nada disso: agora, simplesmente, Pupin resolveu passar por cima da lei existente sem dar satisfação a ninguém, além de desprezar o Ministério Público. O que o levou a esse desplante? Com certeza, os anos de impunidade dos gestores ímprobos com os quais convive. A certeza de que nada lhe acontecerá se pisar nas obrigações que lhe foram impostas quando assumiu o mandato é que dá a tranquilidade para os malfeitos.

Má-ringá

Taser contra as árvores

Derrubada de árvores
Para a derrubada de dezenas de árvores do Bosque Dois, ontem pela manhã, o prefeito Pupin armou uma verdadeira operação de guerra, mobilizando igualmente dezenas de servidores municipais, veículos e equipamentos. Entre eles, vários guardas municipais – que, por lei, não foram constituídos para, armados com Taser, contemplar árvores cortadas pela administração. Se a moda pega, se guardas municipais forem deslocados para contemplar cada árvore cortada pela turma da motosserra, vai faltar contingente para cuidar dos próprios públicos. De certo o prefeito temia que as árvores se revoltassem e atacassem os servidores, pelo fato de tudo estar sendo feito às escondidas, correndinho, em combinação com Paulino Mexia, do IAP, já que a ilegalidade do corte foi indiscutível…

Maringá

A autorização dada por Paulino Mexia


Esta é a autorização do chefe regional do IAP, Paulino Mexia, para que a Prefeitura de Maringá fizesse o corte de dezenas de árvores no Bosque Dois. O documento prevê a reposição de dez mudas para cada árvore derrubada, no fundo de vale do córrego Betty. Mexia, com a autorização florestal, passou por cima de uma lei municipal e de recomendação administrativa da Promotoria do Meio Ambiente.

Maringá

Imagens da derrubada das árvores

Video mostra imagens da derrubada de árvores no Bosque Dois, em Maringá, feita hoje pela administração Pupin/Barros. Apesar da autorização de Paulino Mexia, do IAP, uma lei municipal proíbe a supressão de árvores do local, sob qualquer pretexto. A existência da lei e a recomendação do Ministério Público do Meio Ambiente está sendo omitida por órgãos da mídia tradicional da cidade (R$ 30 mil/dia de propaganda oficial, em 2013).

Cidades

Prefeitura regulamenta retirada de árvores

O prefeito de Sarandi, Carlos Alberto de Paula Junior (PDT), regulamentou os serviços de retirada de troncos de árvores, para evitar que o município continue tendo prejuízos com o abastecimento de água e danos com a rede coletora de esgoto. De Paula assinou um decreto proibindo a remoção de troncos e árvores por quaisquer pessoas físicas ou jurídicas, sem a autorização formal e acompanhamento técnico do Serviço Municipal de Saneamento Ambiental, sob pena de multa. Qualquer interessado poderá solicitar a remoção de troncos de árvores por meio de um requerimento enviado ao serviço municipal de saneamento ambiental, contendo a identificação do requerente a justificativa e a localização precisa. A multa para quem descumprir a determinação da administração passa a ser de R$ 3,5 mil.

Maringá

Calçadas sem árvores

Calçada sem árvore
A falta de árvores em trechos do passeio público da avenida Brasil, esquina com avenida Duque de Caxias, em Maringá, chamou a atenção do leitor Renato Alexandre. Do outro lado da Brasil, no mesmo espaço, há quatro árvores. Recentemente ele ligou para o 256 e perguntou se poderia protocolar um pedido de plantio de árvores da mesma forma que pediria uma remoção, e a atendente disse que sim. “Aí eu perguntei se poderia pedir esse plantio em qualquer local da cidade, um local vago onde não houvesse árvore, aí ela me disse que sim, informando o número da data e quadra, mas só se o proprietário quisesse! Aí questionei que o passeio é público e não deveria ser a prefeitura quem manda? Ela disse que partindo desse princípio sim, mas que tem gente que não gosta de árvore e a prefeitura não pode plantar sem autorização! Não entendi nada, pois o passeio é público”, conta.
Calçada sem árvore

Blog

Licitadas poda, desbarra e remoção de árvores

A empresa Podar Empreiteira de Mão de Obra Ltda., de Joinville (SC), venceu licitação realizada ontem pela Prefeitura de Maringá e vai realizar a poda de árvores (por R$ 575 mil), desbarra (R$ 395 mil) e remover árvores de médio porte (R$ 517.400,00). A concorrência foi deserta para dois dos cinco itens listados, incluindo a remoção de árvores de grande porte, pela qual a prefeitura estava disposta a pagar R$ 697 a unidade, ou R$ 906.100,00 no total. O edital de licitação previa a prestação de serviços de poda, desbarra e remoção de árvores em ruas, avenidas e praças da cidade, com o recolhimento de resíduos provenientes da biomassa da copa de árvores, lenha, tronco, galhos finos e filhos para trituração e entrega na Pedreira Municipal, na saída para Astorga.

Boa notícia

Semusp replanta árvores nas calçadas de Maringá

Árvores na calçada
A Secretaria Municipal de Serviços Públicos está cortando calçadas e plantando árvores em locais dos quais elas haviam sido retiradas, em alguns pontos de Maringá, como na avenida Paraná. Nestes casos, a contragosto de comerciantes mas respeitando a legislação, são abertos espaços de 1m20 por 2m40.  Acima, quase esquina com a rua Santos Dumont, foi compensada uma retirada criminosa de uma árvore ocorrida há cerca de oito anos; abaixo, várias árvores ao longo da quadra entre as avenidas XV de Novembro e a Tiradentes, incluindo o replantio no local que gerou aquela famosa gravação do Gaeco naquele processo que deu em nada. No mês passado foram plantadas 180 árvores e replantadas, segundo a Semusp, 790. Detalhe: apesar da grade de proteção, as árvores continuam sendo alvo de muitos vândalos.
Árvores na avenida Paraná

Maringá

Prefeitura licita poda e remoção de árvores

A Prefeitura de Maringá abriu concorrência para contratação de empresa para prestação de serviços de poda, desbarra e remoção de árvores (podendo ser próximo ou não do sistema de distribuição de energia elétrica) em ruas, avenidas e praças, com o recolhimento de resíduos provenientes da biomassa da copa das árvores, lenha, tronco, galhos finos e folhas que deverão ser triturados e entregues na Pedreira Municipal, localizada na Estrada Iraquessaba, saída para Astorga ou outro local a ser designado pela Gerência de Arborização Urbana da Secretaria Municipal de Serviços Públicos. A abertura dos envelopes será em 24 de abril, mas o valor máximo a ser pago ainda é mistério, pois os detalhes não constam do portal da transparência.

Maringá

Menos duas árvores

Rua Bragança
Na rua Bragança, Zona 7, aquela coincidência que arrepia todo o maringaense que não é cargo comissionado dos Barros: edifício novo, duas árvores sadias a menos na frente do prédio.