Manifestações em dia de tocha

Nas árvores da avenida Brasil, região da Zona 3, em Maringá, manifestações sobre a passagem da tocha olímpica.Continue lendo ›

Nas árvores da avenida Brasil, região da Zona 3, em Maringá, manifestações sobre a passagem da tocha olímpica.Continue lendo ›

Mais um símbolo do desplanejamento que tomou conta de Maringá há mais de uma década, alguns tubos plásticos (para passagem de fiação) permanecem expostos no canteiro central da avenida Brasil.
Foram feitos para o binário da avenida, projeto abandonado sem maiores explicações pelo prefeito Pupin após se dar conta de que havia feito uma c(*)gada na avenida ao obedecer o hoje ministro da Saúde e estragar uma das principais vias da cidade.Continue lendo ›

Não foi preciso muro de arrimo. Na ciclovia da avenida Brasil, trecho após a praça Souza Naves, no bairro Aeroporto, o grande desnível da pista em relação à vegetação foi resolvido com a colocação de várias placas de grama.

Na semana que vem fará 26 meses que a administração Pupin/Barros deu início à revitalização da avenida Brasil, com a retirada das espinhas de peixe. Foi na tarde de um sábado chuvoso, para não dar bandeira e ninguém ter chances de reclamar.
Passado todo este tempo, a avenida, que ganhou apenas uma ciclovia esquisita e perigosa, não é sombra do que um dia já foi,Continue lendo ›

Na avenida Brasil, a segunda etapa da ciclovia da avenida Brasil – entre as praças Rocha Pombo e Souza Naves – é bem diferente da primeira, iniciada num sábado chuvoso de janeiro de 2014, com a retirada das espinhas-de-peixe.
A começar do asfalto substituindo o concreto e do espaço entre as faixas e o meio-fio.Continue lendo ›

Com a construção da ciclovia na avenida Brasil chegando na quadra que tem o ipê imperial – aquele que foi reverenciado pelo casal imperial japonês Akihito e Michiko em 1978, durante visita a Maringá -, há quem tema pelo marco existente no local.
O marco, por sinal, não é original; por duas vezes uma placa de bronze colocada ali foi furtada até ser substituída por uma de metal sem valor. Continue lendo ›

O semáforo para pedestres na avenida Brasil, entregue esta semana, só confunde, alerta Lauro Barbosa. “Tanto para pedestre como para motorista, principalmente motorista que vem da travessa Guilherme de Almeida. Se estiver desligado corre o risco de pegar um pedestre, porque o sinal abre para os dois. Outro problema é a ciclovia no canteiro central. Repare na imagem que as cores dos sinais de pedestre não são as mesmas. Uma é verde e outra é vermelha. A sorte dos pedestres é que a ciclovia é meio que um elefante branco. Se não, seria confusão na certa”.

Dando continuidade à série de c(*)gadas na avenida Brasil, iniciada em janeiro deste ano, sem projeto e sem planejamento, só com a ideia fixa de fazer a principal via do Centro desembocar no futuro mega-empreendimento do dono da cidade, agora funcionários da Secretaria de Serviços Públicos de Maringá estão plantando grama sobre a grama já plantada naquele canteiro central. O desperdício ocorre porque em um longo trecho da avenida Brasil entre as avenidas Paraná e Cidade de Leiria, onde se faz a implantação da ciclovia, uma boa parte de grama já havia sido plantada. Funcionários disseram que, por um erro de cálculo, a grama plantada anteriormente estava mais baixa que a ciclovia, fazendo-se necessário o novo plantio de placas de grama, explica a postagem no site Manchete. Alguém se preocupará em reparar mais um prejuízo no bolso do maringaense?
André Almenara conta em sua página do Facebook que foi procurado por comerciantes da avenida Brasil que reclamaram da falta de segurança na área central da cidade. “Nos últimos dias, uma onda de roubos contra joalherias aconteceu na cidade em plena luz do dia preocupando as autoridades e comerciantes. Os empresários e funcionários não aguentam mais tantos crimes. A PM aumentou o número de policiais nas ruas, principalmente na área central e Zona 7, mesmo assim estão existindo falhas na segurança, pois crimes estão acontecendo. Em outros bairros da cidade, a história não é tão diferente. Policiais que trabalham na rua fazem o que pode, mas a situação está feia. Divulgamos praticamente todos os dias a prisão de arrombadores, de assaltantes, de traficantes, mas os comerciantes querem um pouco mais de atenção da Polícia Militar. Empresários estão se unindo para ir até a prefeitura pedir providência junto ao prefeito Roberto Pupin. Ou muda, ou a coisa tende a piorar ainda mais”, escreveu.

Na avenida Brasil, operários da Prefeitura de Maringá e funcionários da empreiteira que realiza a ciclovia trabalhavam na obra nesta tarde calorenta. Estavam sendo colocada terra, já que a construção da pista desnivelou em relação ao solo, e a grama estava sendo recolocada. A falta de planejamento deve ter custado muito caro aos cofres públicos.

No início do mês o blog abordou, além do perigo do traçado da ciclovia da avenida Brasil, a questão da altura do meio-fio, que apesar de ter sido no início do ano vinha esfarelando. Estão refazendo o meio-fio e retirando a diferença da massa asfáltica, e, portanto, não será preciso fazer novo recapeamento,

Maringaenses, em especial comerciantes e moradores da via, começam a se preocupar com o risco que os ciclistas vão correr quando for entregue a ciclovia quase milionária da avenida Brasil. A ciclovia não foi planejada, foi criada para que o município pegasse verbas milionárias na área de mobilidade. Assim, tudo indica que vai sobrar para o ciclista. As reclamações são várias: a pista é estreita, está nas extremidades do canteiro central e ficará mais alta do que a grama, o que aumentará sensivelmente o risco de acidentes. “Se um ciclista perder o controle, ele cairá na avenida e poderá ser atropelado”, diz um comerciante. “É um absurdo. Precisa ver quem fez este projeto!”, reclama outro. Como no caso do Contorno Norte, o grupo político que está no poder mais se preocupa com o dinheiro do que com a integridade do maringaense.

A avenida Brasil, recentemente recapeada, deverá receber mais massa asfáltica, a se levar em consideração as obras de implantação da ciclovia. Não bastasse o meio-fio, colocado no início do ano, ter se transformado em farelo em alguns pontos, será preciso gastar mais dinheiro para elevar o asfalto em cerca de 5 centímetros para permitir o escoamento de água na lateral do canteiro central. E la nave va…

Em 2008, administração Barros/Pupin, a construção da ciclovia milionária da avenida Mandacaru causou espanto em Maringá. A obra, sem bicicletário, começou custando R$ 986,8 mil, foi esticada para a avenida Alziro Zarur, 60 luminárias a menos que o licitado, depois anunciou-se que iria ser prolongada, com o mesmo preço, até a avenida Brasil… enfim. A ciclovia, no preço inicial, sem aditivo, saiu por R$ 274 mil por quilômetro. Agora, na administração Pupin/Barros, começou a construção de uma ciclovia mais simples, na avenida Brasil, sem luminárias, ao custo de R$ 304 mil por quilômetro.
Em São Paulo, que anunciou há alguns meses a construção de 400 km de ciclovia, o custo estimado é de R$ 200 mil por quilômetro.

Uma árvore caiu há pouco na avenida Brasil, perto da praça Rocha Pombo, sentido centro, em Maringá. O trânsito no local foi interrompido. A prefeitura foi acionada para retirar a árvore e permitir que o fluxo volte ao normal. Via Maringá News.
A Setrans de Maringá divulga que os acidentes na avenida Brasil caíram 30% este ano, com a retirada do estacionamento espinha de peixe. O que a turma esperava? Que com o fim de cerca de 500 vagas para estacionamento, inclusive nas laterais, o número de acidentes aumentasse?
A propósito: 30% é o mesmo índice da queda de vendas no comércio desde o início da brincadeira, que só será retomada depois das eleições para não prejudicar a campanha dos candidatos da família de políticos quase profissionais.

A CBN informou hoje que a Prefeitura de Maringá publicará amanhã o edital de licitação para implantação de ciclovia na avenida Brasil. A licitação admite pagar até R$ 730 mil para a ciclovia, que seria condição sine qua non para a viabilização de empréstimo internacional para as obras da avenida, que começaram em janeiro e foram paralisadas depois de protestos de comerciantes (foto). Estima-se que os comerciantes tiveram perdas de 30% com a retirada do estacionamento tipo espinha de peixe; houve demissões e muitas lojas foram fechadas. Ou seja, a ciclovia faz parte do pacote não por bondade. Os envelopes serão abertos no próximo dia 5. O Ministério Público, comerciantes, moradores e comerciários da avenida tentam impedir o binário na avenida, que beneficia empreendimento imobiliário do dono da cidade, no bairro Aeroporto. Maiores intervenções na avenida estão suspensas até o final do período eleitoral para não atrapalhar a campanha dos candidatos da família Barros.
O governador Beto Richa (PSDB), que não deve ter conhecimento da encrenca provocada pela administração Pupin/Barros na avenida Brasil, participou de algo que ninguém havia presenciado antes numa campanha política em Maringá. Depois de mudar o trajeto da caminhada, que inicialmente iria da praça Napoleão Moreira da Silva até a avenida São Paulo, para a rua Santos Dumont, entre as avenidas Duque de Caxias e Cidade de Leiria, outra inovação: a caminhada não foi pela calçada, não teve candidato entrando em estabelecimentos comerciais nem pedindo voto téte-à-téte; a caminhada, pasme, aconteceu no meio da rua. A Santos Dumont foi tomada pelos cabos eleitorais e candidatos da mega-coligação que apoia a reeleição do tucano, sem que houvesse nenhum esquema com Setrans. Os motoristas tiveram que ter paciência para enfrentar a confusão que se formou. Tudo para se evitar que comerciantes e comerciários manifestassem insatisfação com as mudanças na avenida Brasil. Ricardo Barros, cuja taxa de confiabilidade já foi mais alta junto ao governador, coordenou a caminhada pelo meio da rua paralela à Brasil.
A primeira caminhada de Beto Richa (PSDB) em Maringá, na manhã deste sábado, sofreu uma alteração em cima da hora. Inicialmente, o percurso previsto era caminhar pela avenida Brasil, da praça Napoleão Moreira da Silva até a avenida São Paulo. Há poucos minutos, diante da notícia de que comerciantes e comerciários poderiam protestar contra a c(*)gada que o prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) fez na via, a mando de Ricardo Barros (PP), marido da vice de Richa, a organização decidiu mudar o trajeto, e quebrou uma tradição de décadas ao optar por não fazer uma caminhada na principal avenida do centro de Maringá. Pela primeira vez na história um candidato a governador vai andar cumprimentando eleitores e pedindo votos numa rua paralela, na rua Santos Dumont, entre as avenidas Duque de Caxias e Cidade de Leiria. Como diria o Barão do Ingá, venceu o medo.

Numa roda de café, nesta manhã, um empresário da avenida Brasil apostou se o prefeito Pupin (PP) terá coragem de andar na principal via da região central, neste sábado, com o governador Beto Richa (PSDB), que estará aqui em campanha. “Quero ver ele ter coragem de entrar na minha loja. Vai ouvir muito. Ele e a família Barros”, disse.
(Para ilustrar a postagem, um dos vários protestos feitos na avenida Brasil ao longo dos últimos meses)
Em entrevista ao Maringá News, o presidente da Associação dos Lojistas e Moradores da Avenida Brasil de Maringá (Almabram), Edivaldo Alves da Silva, o Serraria, disse que os comerciantes já superaram a questão do estacionamento tipo espinha de peixe, concordando com sua inevitável retirada, e que o pessoal foi “se adequando”. Neste caso, um dado interessante é que muitos proprietários de lojas entraram em acordo com funcionários; muitos deles deixam os carros em casa para sobrar vagas de estacionamento na principal avenida do centro da cidade.

Na prestação de contas que fez esta semana ao Codem – misto de conselho e secretaria municipal -, o prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) confirmou que vai mesmo cortar a praça Souza Naves, na confluência das avenidas Brasil com Tuiuti. Uma intervenção deste porte tem que ser obrigatoriamente discutida com a comunidade através de audiências públicas e muito debate. Pupin, representante da terceira administração fantoche dos últimos tempos, disse ainda que paralisou as obras da avenida Brasil, iniciadas na tarde de um chuvoso sábado de janeiro último, porque “não se pode pensar só em ir, tem que pensar em vir”. Ou seja, funcionários de carreira da Prefeitura de Maringá foram afastados por dizer isso, sem que ele tivesse levantado um dedo em favor deles, e só agora ele admite que o “projeto” do chefe Ricardo Barros (PP) realmente é falho – mas nem por isso vai deixar de obedecê-lo. O prefeito voltou a dizer que vai mexer na Mauá (onde chegará ao fim a mais rentável feira-livre da cidade, por onde passam mais de 15 mil pessoas) e também na Joubert de Carvalho. Continue lendo ›

Acima, como ficou a primeira fase da chamada revitalização da avenida Brasil, obra feita sem consulta a comerciantes e moradores da principal avenida de Maringá, iniciada há quase quatro meses. De acordo com o super-secretário José Luiz Bovo, em resposta a pedido de informações feito pelo vereador Humberto Hdenrique (PT), abaixo, as “adequações semáforicas” são a segunda etapa da obrada.