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Funcionários rejeitam banco de horas

Os servidores da Câmara Municipal de Maringá rejeitaram – com apenas uma abstenção – a proposta do projeto de lei que iria instituir o banco de horas para os trabalhadores do Legislativo. A assembleia aconteceu na noite de ontem, no Plenarinho. De acordo com os servidores, existem problemas mais importantes a serem resolvidos, como a falta de pessoal e trabalhadores atuando em disfunção. O ideal seria ter número suficiente de trabalhadores. Com isso, não haveria sobrecarga de trabalho nem mesmo gasto excessivo com horas extras. Leia mais.

Akino

Banco de horas depende do sindicato

Recebemos do presidente Ulisses Maia e-mail nos seguintes termos: “Fizemos reunião com a mesa executiva que aprovou a ideia do banco de horas. A resolução está pronta e entreguei, em mãos, para a presidente do sindicato dos servidores, Iraídes Baptistoni, que estava acompanhada da Solange Marega e da Cibele Campos. O sindicato vai analisar e pediu uma semana para retornar. Realmente estou acessível a receber sugestões de qualquer cidadão. Coloco até meu e-mail pessoal Ulisses@ulissesmaia.com.br à disposição.”
Meu comentário: Esperamos que o sindicato aprove e se manifeste sobre a carga horária que na câmara contraria o estatuto dos servidores.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Como acabar com horas extras na Câmara de Maringá


Ao meu ver não há justificativas para pagamento de horas extras na Câmara de Maringá, mas com a mudança da sessão de quinta para a noite, poder-se-ia ter desculpas para r algumas. Isto pode ser evitado com uma simples medida que tomou, por exemplo a Câmara de Londrina, criando o banco de horas. Veja o projeto de resolução. Com esta medida Ulisses poderá passar para história como o presidente que economizou, se ficar os quatro anos, quase R$ 1 milhão, que foi o valor gasto na gestão Hossokawa, repito, no meu entendimento, desnecessariamente.
Akino Maringá, colaborador