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Vereador suspenso vai votar PPP do lixo

O vereador Wellington Andrade (PRP), o mais faltoso da atual legislatura maringaense, vai participar da sessão de hoje da câmara municipal e votará com o prefeito o projeto da PPP do lixo, coisa suspeita de R$ 330 milhões. Wellington foi suspenso na semana passada por 14 dias, como penalização por ser o mais gazeteiro dos vereadores e ter faltado a 23 sessões no ano passado. O vereador João Alves Correa (PMDB), que também levou gancho, de sete dias, não participará da sessão.

Wellington Andrade teria entrado com recurso e, com ele, obtido a permissão do presidente Mário Hossokawa (PMDB) para participar da sessão. Especialistas dizem que todas as votações da sessão correm o risco de serem anuladas por causa da presença de Andrade – isso sem falar em ação civil pública contra o presidente do Legislativo.

Política

A primeira semana

Se, como se espera, Odílio Balbinotti (PMDB) tomar posse neste início de semana, na Câmara Federal, ele participará da sessão de votações em plenário na tarde de terça-feira. A agenda prevê que o projeto de lei 1992/07, que cria o regime de previdência complementar para o servidor civil federal, é o destaque do plenário na primeira semana de trabalhos de 2012. A matéria pode ser pautada em sessões extraordinárias, mas não há acordo entre governo e oposição. A pauta de votações está trancada por cinco medidas provisórias.

Verdelírio

Fim do recesso

Com o fim do recesso legislativo, Mário Hossokawa, presidente da Câmara Municipal de Maringá, comanda hoje a sessão ordinária de abertura dos trabalhos de 2012. O prefeito em Exercício, Carlos Roberto Pupin, estará presente e fará pronunciamento.Continue lendo ›

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Câmara de Maringá reafirma economia

A Câmara de Maringá vem reduzindo em valores a execução orçamentária ao longo dos últimos três anos, na gestão Mário Hossokawa, e, diferentemente do que aconteceu em 2006 e 2007, o orçamento do Legislativo não foi suplementado. A informação é do diretor-geral Oscar Batista de Oliveira, em correspondência endereçada a Juarez Firmino, a propósito de um comentário feito neste blog no final de semana sobre o tema. “A título de informação, conforme dados apresentados na coletiva de imprensa referente à gestão orçamentária, vale dizer que, em 2009, a Câmara executou 72,64% do orçado; em 2010, 74,46%; e, em 2011, o valor estimado foi de 80,85%. Vale dizer, ademais, que durante o presente mandato, o orçamento não precisou ser suplementado em nenhum exercício, diferentemente do que ocorreu nos anos de 2006 e 2007, nos quais, os percentuais de valores executados foram respectivamente de 106,81% e 98,55%.”
Segundo o diretor, durante os anos de 2009 e 2011 “foram realizados relevantes investimentos na Casa, tais como a aquisição de computadores, substituição de impressoras, reforma do prédio, nomeação e posse de novos servidores efetivos e aprovação de um novo Plano de Carreira aos servidores efetivos. Continue lendo ›

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Dinheiro público

Numa câmara de vereadores da região, funcionários que participam da comissão de licitação trabalham dois meses e recebem por dez. A denúncia estaria sendo investigada pelo Ministério Público.

Maringá

Danos morais: ações contra a câmara

A Câmara Municipal de Maringá responderá a duas ações por danos morais, movidas por funcionários concursados do Legislativo. Cada um pede R$ 80 mil de indenização. Os dois são operadores de câmera.

Os processos serão por assédio moral. Eles tiveram gravadas as conversas que fizeram pelos walkie-talkies que utilizam no trabalho de transmissão das sessões legislativas. Até onde se sabe, não se conseguiu chegar ao responsável pelo grampo dos aparelhos.

Blog

Câmara de Sarandi sofre atentado


(Atualizado) O prédio da Câmara de Sarandi sofreu um atentado, no final da noite desta quinta-feira. Cerca de 15 tiros teriam sido disparados, atingindi as janelas de vidro da construção. Esta semana os vereadores daquela cidade aprovaram aumentos de 30% e 45% nos subsídios do prefeito, vice e da próxima legislatura. Os tiros partiram do ocupante de um Ômega preto.

No final de julho último, dois ocupantes de uma motocicleta participaram de atentado contra o prédio da Câmara de Maringá, caso ainda não solucionado. Um mês depois, tiros foram disparados contra a sede da TV Cultura (RPC TV/Globo).

(Fotos Agnaldo Vieira/Maringá Manchete)

Akino

Um gabinete movimentado

Vamos analisar as mudanças ocorridos no gabinete do vereador Bravin a partir da exoneração de João Glacia Macedo, AP8, R$ 2.93,49, ocorrida a partir de 30.11, sob a acusação de ser fantasma. No dia seguinte foi nomeado Jadison Lugli para o mesmo cargo e que foi exonerado a partir de11/1/2011, ou seja ficou 40 dias no cargo.  Ainda em 30/11 foi exonerada Dayne Machado Mudrei, assessora para Assuntos Comunitários, cargo teoricamente da Presidência, com salários de R$ 2.860,40, também, no primeiro momento acusada de ser fantasma, mas que seria, segundo informações cargo do Bravin, e no dia seguinte foi nomeada para o mesmo cargo  Rosely de Souza Pardin. A partir de 12/12 foi exonerado Pedro Guilhermino de Oliveira, AP1 R$ 716,69. A partir de 3/1/2011, foi exonerado Reinaldo Caetano Arantes, AP1 R$ 573,37, que a partir de 11/1 foi recontratado como AP2 – R$ 716,69. A partir de 10/1, foi exonerada Sandra Martins Prates, AP3 R$ 860,04,  que no dia seguinte foi recontratada como AP6 R$ 1.356.68. O mais impressionante foi a exoneração de Elder Fernandes da Silva de AP1 R$ 573,37 a partir de 17/1 e sua recontratação como AP10 R$ 2.867,60 a partir do dia seguinte.
Meu comentário: Há conversas que não podemos confirmar, mas que mereceria uma atenção especial do presidente Hossokawa. O caso da assessora  para Assuntos comunitários, por exemplo. É funcionário da Presidência ou do vereador Bravin? Por que Jadison Lugli, que substituiu João Glacia Macedo, que seria pai de parente do vereador, ficou tão pouco tempo? Qual a qualificação de Elder Fernandes da Silva para receber uma promoção tão grande? Os comentários na cidade são de que teria algo de errado. Por que tanta movimentação em alguns gabinete e em outros não?
Akino Maringá, colaborador