câmara

Akino

Ulisses ou Humberto…

…um dos dois deve ser o próximo presidente da Câmara de Maringá. É o prevêem os analistas políticos, dentre os quais este colaborador, que está para simples palpiteiro. Mas não terá que assumir o cargo de prefeito, pois aqui a situação é diferente de Londrina. Não haverá terceiro turno em Maringá, para tristeza de Wilson Quinteiro.
Akino Maringá, colaborador

Maringá

Rui Barbosa e música encerram Semana da Pátria

Marcelo Bulgarelli
“Rui Barbosa: um patriota” foi o tema da palestra do professor João Laércio Leal para os estudantes do Colégio Estadual Adaile Maria Leite, nesta quinta-feira, na Semana da Pátria promovida pela Câmara de Maringá, que foi encerrada pelo jornalista Marcelo Bulgarelli (foto), que fez um passeio pela história do Brasil a partir das músicas de diferentes décadas. Com o tema “A Pátria cantada”, ele mostrou aos estudantes como as músicas de diferentes épocas refletem o momento vivido pelo país.Leia mais.

Maringá

Cidadania e meio ambiente

Semana da Pátria
Os estudantes do Colégio Estadual Silvio Magalhães Barros lotaram o plenário da Câmara de Maringá para as atividades desta quarta-feira da Semana da Pátria e fizeram muitas perguntas aos palestrantes. A professora Luzia Yamashita Deliberador falou aos alunos sobre “Educação e Cidadania” e Elton Tada discutiu questões relacionadas ao meio ambiente e como nossas atitudes no dia a dia contribuem tanto para piorar como para melhorar a situação. Encerrando as palestras da Semana da Pátria, nesta quinta-feira o professor e historiador da Divisão de Patrimônio Histórico e Cultural da Secretaria de Cultura de Maringá, João Laércio Leal, irá falar sobre Rui Barbosa e o jornalista Marcelo Bulgarelli apresentará aos estudantes “A Pátria Cantada”. Foto Marquinhos Oliveira/CMM.

Akino

Gravação indisponível

Não estou conseguido acessar a gravação da sessão de quinta-feira da Câmara de Maringá. Aparece só comercial da Semana da Pátria. Mandei e-mail para o assessoria de imprensa do Legislativo, mas não responderam. Será que houve um problema na gravação?
Gostaria muito de saber, pois não fica sem assistir. Tenho certeza que eles serão sensíveis a esta manifestação que faço na qualidade de contribuinte. Recomendo a todos que assistam as gravações. É muito importante saber como se comportam os vereadores. Foi assim que consegui eliminar onze candidatos, nos quais, pela postura, não voto de jeito nenhum. Eles não têm amor a Maringá. Não é mesmo, Nereu?
Akino Maringá, colaborador

Akino

John teria gasto R$ 13 milhões a mais?

Mário Hossokawa, no horário eleitoral, ressalta que, como presidente da Câmara nos últimos quatro anos, economizou R$ 13 milhões. Raciocine comigo caro leitor: Ele está dizendo, indiretamente, que se a Presidência continuasse com John, que foi se antecessor, este teria gasto R$ 13 milhões a mais? Foi isto que entendi. Estou certo? John que é PMDB de Crispin e Grillo, hoje Pupin/Barros desde criancinha, assim com Hossokawa. Imaginem John numa secretaria de Pupin, e tudo indica que seria, caso este assuma a condição de prefeito, de direito, já que de fato seria o mesmo dos últimos oito anos.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Parque industrial, ninguém consegue explicar

Pela terceira vez o secretário de Desenvolvimento Econômico de Maringá, deixou de comparecer à Câmara para dar explicações sobre desapropriação e venda de lotes para o novo parque industrial. Mandou um ofício com desculpas, tentando justificar. O vereador Humberto Henrique manifestou sua preocupação sobre a legalidade e as razões pelas quais o secretário não consegue tempo para explicar.
Minha opinião: Repito a emitida em postagem anterior, muita cautela nesta hora. Não restam dúvidas que ‘é rolo’, como diria o Pinga Fogo. E usando uma expressão quase chula, explicar este parque industrial é tão difícil, quanto justificar baton em roupa íntima masculina. O silêncio do líder de todos os ‘onze apóstolos da base’ é sintomático. Nenhuma palavra para contestar, ou rebater, a fala de Humberto.
PS: Essas ‘coisinhas’ Pupin não cita no horário eleitoral.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Porque se tornou vereador II

Na sessão a última quinta-feira o vereador Heine Macieira contou uma história emocionante, de como entrou para a política, porque se tornou vereador. Disse, em outras palavras: “Em 2007, quando decidi me candidatar a vereador, um amigo trouxe uma pesquisa sobre a credibilidade de diversos profissionais e em primeiro lugar estava os bombeiros, com 98%, médico 75% e os políticos 1%. Este amigo disse: Heine, você um médico conceituado, vai querer entrar nisso? Respondi que sim, exatamente porque a credibilidade dos políticos está tão baixa junto a população, porque pessoas de bem não querem participar. Eu tenho percebido que está mudando, com o nosso exemplo, e eu acho que sirvo de exemplo de trabalho e honestidade junto aos colegas, sem querer me vangloriar. Esta Câmara já renovou muito em relação a outras, e outras (…).”
Neste momento, eu que assitia a gravação pela internet fiquei emocionado, quase fui às lágrimas, pensando como algumas pessoas são desprendidas. Continue lendo ›

Akino

Esquecimento ou má-fé?

Completando a postagem anterior, fiquei intrigado com o ano em que o vereador Heine disse que tinha decidido se candidatar a vereador, 2007. Ouvi diversas vezes sua fala e entendi que ele quis passar a impressão que ali tinha decidido entrar para a política, mas lembrava e fui confirmar no site do TSE, que ele fora candidato em 2004 e não eleito, foi nomeado secretário de Saúde, de onde saiu após sofrer críticas violentas do atual candidato a prefeito, de seu partido, Pupin em entrevista à CBN, em uma das inúmeras vezes em que substituiu o titular que estava viajando. Por que omitiu isso? Esquecimento ou má-fé?, diria ele, se a falha fosse de outro colega.
Quero acreditar que tenha sido esquecimento. Se foi confiando o esquecimento do eleitor (dizem que brasileiro tem memória fraca), se enganou em relação a este modesto colaborador. Tenho uma memória prodigiosa e lembro de tudo de mau que o grupo ao qual pertence o vereador tem feito para a cidade.Continue lendo ›

Akino

Ingenuidade ou má-fé?

O líder do pefeito usa e abusa da expressão má-fé, sempre colocando dúvidas, como burrice ou má fé, incompetentência ou má-fé, na maioria das vezes tentando desqualificar posições de vereadores independentes ou de quem se atreva a emitir uma opinião contrária á administração Barros. Ontem repetiu, dizendo que a vereadora está enganada ou usou de má-fé, ao dizer que há problemas na gestão da saúde. A vereadora respondeu a altura, considerando que o vereador a estaria desrepeitando, prometendo tomar providências.
Meu comentário: Vamos entender o que significa o termo má-fé, segundo o dicionário: S.f. 1.disposição de espírito que inspira e alimenta ação maldosa, conscientemente praticada; deslealdade, fraude, perfídia; 2. [jur] termo usado para caracterizar o que é feito contra a lei, sem justa causa, sem fundamento legal e com plena consciência disso. Ao mesmo tempo que acusa os ‘adversários’, o líder do prefeito, ao que parece, não se espanta com atos bastantes suspeitos de alguns políticos ligados ao seu grupo político, em que a má-fé estaria caracterizada. Há quem pense que seja por ingenuidade do nobre edil.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Só protelando

inacreditável como o processo do caso laptops, em que o vereador John, Alaor Gregório de Oliveira, Adilson de Oliveira Corsi, Benedito Barbosa, Luiz Carlos Barbosa, Marcos Donizete de Souza, Dagoberto Faustino e Donizete Alves Correa foram condenados, está praticamente parado há últimos 18 meses, no TJ- PR. Como não há o que fazer para reverter as condenações, se contratou um advogado (será quem está pagando?) para segurar o processo no jeito mais rudimentar possível, em cartório, e assim garantir que o vereador que teve os direitospolíticos suspensos, terminasse o mandato, e servidores, que perderam a função pública, continuem no cargo. Passou da hora do MP tomar providências para acabar com a farra, e fazer uma denúncia ao CNJ. Será que não tem corregedoria no TJ?
Akino Maringá, colaborador

Bronca

Mais privilégios

O blog ficou sabendo que servidores da Câmara de Maringá reclamam de tratamento diferenciado dado a um dos novatos, que entrou após o concurso de 2009. O assessor administrativo, que tem cargo de chefia mais participações em comissões, com direito a 50% de adicional, receberia horas extras injustificadas (seriam quatro por dia). O rapaz em questão, segundo relato, vai à câmara todas as manhãs, bate o ponto e quando dá a hora do almoço ele pode sair (sem registrar saída), almoçar tranquilamente e voltar para terminar o expediente. Há boatos sobre o paradeiro das horas extras.

Akino

Laranjas podres, quem?

Só hoje assisti a sessão da última quinta, da Câmara de Maringá e pude perceber a reação violenta de John e Heine Macieira contra o pedido de CPI para investigar o Ricardoduto. Falando depois de Humberto Henrique, que disse que a denúncia contra Ricardo era o assunto, John, visvelmente alterado, com aquele vozeirão de locutor, disse que o assunto era o mensalão do PT. Heine , depois de falar da injustiça das denúncias contra os Barros, disse que não falava do Ministério Público como instituição, mas dos laranjas podres que fazem parte. Quem seriam os laranjas podres, segundo Macieira ? Por acaso estaria o líder do frefeito ofendendo dr. Cruz e dr. Laércio Januário? Entendi que sim, mas posso estar errado.
Em seguida, falou Mário Verri que deu um sabão nos dois, lembrando que o mensalão é do PP, do PMDB, e que o líder é como zaqueiro, que faz falta, escondido, e fica bravo como juiz que marcou, numa total inversão de valores.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Quando interessa, pode

Com a justificativa que a Constituição Federal estabelece que a competência legislativa para elaborar normas gerais em matéria ambiental é da União, ficando para o município a competência para suplementar a legislação federal e estadual no que couber e para legislar sobre assuntos de interesse local, o chefe do Executivo vetou o projeto de autoria da vereadora Marly (PPL), que estabelece sanções e penalidades administrativas para aqueles que praticarem maus-tratos aos animais. (do blog do Lauro Barbosa)
Meu comentário (Akino): Quando o projeto interessa, como aquele que proíbe a propaganda em locais públicos, pode ser inconstitucional que o prefeito sanciona, já quando não interessa… Este é o prefeito Pupin, obedecendo ordens superiores. Só pode.
Akino Maringá, colaborador

Blog

Só para alguns privilegiados

A rede wi fi da Câmara de Maringá, que é bloqueada até para a imprensa que faz a cobertura da sessão, não é tão bloqueada assim. O blog ficou sabendo que alguns assessores de vereadores próximos do presidente e alguns servidores do alto clero do setor administrativo podem usar a rede em seus equipamentos particulares livremente.

Blog

Um ano depois

No próximo domingo completa um ano do atentado a tiros contra a fachada do prédio da Câmara de Maringá. Oficialmente, ninguém foi responsabilizado, assim como pelo atentado contra o prédio da TV Cultura, um mês depois.

Blog

Pisadas no tomate aqui e ali

Na semana passada o prefeito em exercício, Carlos Roberto Pupin (PP), vetou projeto do vereador Carlos Eduardo Saboia (PMN) que isentava de impostos como o IPTU as empresas que empregassem aposentados. A ilegalidade é flagrante, ponderou – e olha que na Câmara de Maringá o povo paga uma CCJ e uma Assessoria Jurídica para evitar esses monstrengos.
Agora, foi a vez do próprio Pupin dar uma de Saboia ao sancionar a lei claramente inconstitucional do ex-presidente John Alves (PMDB), que restringe a campanha eleitoral nas ruas da cidade. Ficou claro o objetido do projeto e da sanção, que em tese ajudaria a campanha do prefeito em exercício. Na prefeitura, também, o povo paga advogados para apontar irregularidades em leis municipais.

Blog

Pano rápido

Para se ter uma ideia do conceito com que a Câmara de Maringá chega ao final desta legislatura: há algum tempo, uma maringaense chegou ao Legislativo para receber uma homenagem, acompanhada do marido, figura de grande respeito na cidade. Alguém se disse surpreso com sua presença no local, o que ele justificou de imediato: “Tenho que acompanhar a mulher para vir num ambiente desses, em que tem gente que tira a camiseta e faz strip-tease…”.

Blog

Boa troca

Se houve uma troca boa na Câmara de Maringá por esses tempos foi a que levou Ton Schiavone (PRP) para o lugar de Wellington Andrade. Sua postura em alguns temas tem chamado a atenção, além de possibilitar carona para que outros colegas seus possam aparecer na mídia.

Blog

Câmara ou shopping?

Enquanto vereadores candidatos à reeleição dão entrevistas na CBN e o presidente da Câmara de Maringá usa até o programa do ex-deputado federal Pinga Fogo para divulgar que não é permitido usar bens e recursos públicos para campanha, não se tem noticia que alguém tenha feito ou fará algo para coibir o comércio ambulante dentro do prédio do Legislativo. Tem servidores que se valem até dos banheiros como “provadores” de uma conhecida revendedora de roupas que semanalmente comparece a Câmara. Ela usa um gabinete de vereador que gosta de distribuir frutas como se fosse uma loja. Ela fica a tarde toda, e o corredor vira uma festa.

Akino

Proibido o uso eleitoral da estrutura da Câmara

Segundo matéria de Ary Bueno, para o Pinga Fogo, o presidente da Câmara de Maringá baixou um decreto proibindo o uso da estrutura do Legislativo, como telefone, fotocopiadoras, e até as instalações físicas, pelos atuais vereadores, para suas campanhas à reeleição. O diretor geral, entrevistado, disse que soube que isto era comum, mas agora não pode.
Meu comentário: Quer dizer que durante três anos e meio os vereadores usaram e abusaram, principalmente de cabos eleitorais pagos pelo dinheiro público e agora não poderão mais. E aqueles assessores, em número de mais 22, que foram cortados, cujo trabalho era só de cabos eleitorais para alguns privilegiados? Brincadeira. A verdade é que o presidente está tentando se preservar de processos na justiça, já que isto sempre foi proibido, para razões óbvias.
Akino Maringá, colaborador

Blog

Publicidade

A Câmara de Maringá contratou, este mês, a Única Propaganda Ltda. para prestar serviços de publicidade, na forma de execução indireta, àquele poder. O contrato vai até 31 de dezembro deste ano e tem valor de até R$ 350 mil.

Akino

Dois pesos e duas medidas

Vejam a situação do projeto da Ficha do dr. Saboia, apresentado em 1º de fevereiro de 2012, ainda não foi a plenário. Já o projeto de John, acabando com a propaganda de rua, apresentado no último dia 2, foi imediatamente para votação (clique para ampliar). Explique, presidente Hossokawa.
Tramitação
Akino Maringá, colaborador

Eleições 2012

O fim da verba publicitária

A chapa de candidatos a vereadores de Curitiba pelo PMDB assumiu um compromisso de acabar com a verba para publicidade da Câmara de Curitiba. O compromisso para o fim da verba foi apresentado pelo candidato a prefeito do partido, Rafael Greca, em reunião nesta terça-feira. A verba da publicidade na Câmara de Curitiba foi um dos artifícios usados pelo ex-presidente, em conluio com parlamentares, para desviar recursos públicos da capital paranaense. Nos últimos anos, segundo denúncias trazidas a público pela imprensa, mais de R$ 30 milhões teriam sido desviados. “Esta verba, que tem sido fonte de escárnio, de vergonha para a cidade de Curitiba”, destacou Rafael Greca. “Está morrendo gente nos postos de saúde por causa da falta de dinheiro, pois tem de sobrar dinheiro para comprar o processo eleitoral e para essa vergonha da Câmara atingir Curitiba”.
Taí uma boa ideia para os candidatos a vereador de Maringá.

Blog

Candidata com deficiência obtém direito a ser convocada em concurso

Os desembargadores da 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Paraná reformaram sentença do juízo da 4ª Vara Cível da comarca e garantiram o direito à convocação requerido desde 2010 por uma candidata portadora de deficiência física, aprovada em primeiro lugar entre os candidatos deficientes em concurso realizado pela Câmara de Maringá. A decisão é do último dia 26 e foi publicada hoje. Em fevereiro de 2010 o juiz chegou a suspender a nomeação e posse de todos os candidatos convocados, atendendo mandado de segurança de Juliana Vicente Pereira; em março, o TJ-PR derrubou a liminar e autorizou a posse dos convocados. Em setembro daquele ano o juiz Alberto Luis Marques dos Santos julgou improcedente o pedido de mandado de segurança da candidata a recepcionista, que agora obteve o direito à sua convocação, no julgamento que teve como relator o desembargador Guido Döbeli. O TJ considerou que o edital do concurso promovido pela Câmara de Maringá foi omisso quanto à forma de preenchimento de vagas.

Maringá

Está sobrando dinheiro

Ano de eleição, vereadores e prefeito generosos em Maringá. De uma só vez, ontem, foram aprovados R$ 100 mil para a Acim fazer a Maringá Liquida, R$ 200 mil para o Sindvest lançar a moda primavera-verão e R$ 119.953,11 para exibição de balonismo, em agosto.

Eleições 2012

Convenção do PV será dia 30


Como a nova executiva provisória do PV em Maringá oficialmente foi designada no último dia 11, a convenção convocada pelo ex-presidente Alberto Abraão Vagner da Rocha para o dia 29, na sede da Vila Operária, não vale mais. A convenção oficial acontecerá no próximo dia 30,  às 14h30, na câmara municipal, segundo edital publicado hoje no Jornal do Povo.

Akino

O tom é sério

Li no blog Café com Jornalista, do conceituado Luiz Fernando Cardoso, que conheci ontem no Jornal da Tarde, e reproduzo: ‘ Fala-se agora que um pequeno grupo de vereadores maringaenses estaria se articulando para aumentar de 15 para 21 o número de cadeiras na Câmara Municipal, para a próxima legislatura. E o suplente Ton Schiavone (PRP) seria o mentor do dito plano” (leia mais).
Meu comentário (Akino): Da parte do autor, a proposta é séria, digo, para valer. Ele quer aumentar o número de vagas para aumentar suas chances de eleição. Com sua inexperiência legislativa, talvez tenha sido enganado por outros vereadores ‘macacos velhos’, como John, que o estimularam, mas não acredito que a intenção principal seja tirar o foco de outros assuntos, embora isto possa acontecer. O tom (da proposta) é sério e caso clássico de legislar em causa própria, que não prosperou.
Akino Maringá, colaborador