carlos roberto pupin

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Nome preferido

O vice-prefeito Carlos Roberto Pupin (PP), se passar pelo TSE, já tem o chefe de gabinete escolhido. Quem apostou em Mário Alexandre, seu grande amigo, errou: o atual vereador Mário Hossokawa, presidente do Legislativo, que não conseguiu reeleição pelo PMDB de Crispim, é o nome preferido para ocupar o cargo.

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No TSE, defesa apresentada

Foi protocolizada às 17h58 do último sábado a nova defesa do agropecuarista Carlos Roberto Pupin (PP) e de seu candidato a vice-prefeito, Claudio Ferdinandi, possibilidade aberta na semana passada através de despacho pelo ministro Marco Aurélio Mello, do TSE, no processo que trata da impugnação do registro da candidatura a prefeito de Maringá pela coligação “A mudança continua”. As contrarrazões no recurso especial eleitoral foram feitas pelo advogado Rodrigo Pereira e estão na Coordenadoria de Processamento. O ministro poderá, ao receber a defesa, abrir nova possibilidade para a manifestação do Ministério Público Eleitoral, que, antes da decisão monocrática do início de outubro, já havia se colocado pelo indeferimento da candidatura, alegando a tentativa de terceiro mandato seguido, o que a legislação proíbe.

Administração

Mais de R$ 8,5 milhões sem licitação

Em 119 dias como prefeito de Maringá, neste ano, o vice-prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) autorizou mais de R$ 8,5 milhões em contratos entre o município e fornecedores de produtos e serviços sem que houvesse licitação. Levantamento realizado pelo Observatório das Metrópoles aponta que foram R$ 4.039.019,18 contratados sem a exigência da realização de licitação e outros R$ 4.519.868,98 com dispensa de licitação. No total, Pupin assinou a liberação de R$ 8.558.888,16 de dinheiro público sem a realização de certames licitatórios. Foram mais de R$ 71 mil gastos diariamente pela prefeitura sem licitação.
O levantamento aponta que pelo menos oito das dezenas de contratos autorizados por Pupin merecem ser investigados (dispensas duvidosas), incluindo serviços de locação de imóveis.

Eleições 2012

Uma forte peça político-eleitoral

A fala de Enio Verri (PT) no último programa eleitoral foi uma das peças mais fortes da história política de Maringá. Ele decidiu responder aos ataques que Carlos Roberto Pupin (PP) começou a desferir, desde o início deste segundo turno, a Verri e ao seu partido. Pupin, acreditando que o eleitorado é todo manipulável, insiste em comparar oito anos de administração irrigada com recursos federais do governo Lula com quatro anos da administração que sucedeu ao inominável Jairo Gianoto – a quem, vejam só, Pupin apoiava. Sem contar que foi a única gestão municipal em que o titular faleceu em meio ao mandato.
Verri comparou as atitudes de Pupin, buscando implantar o medo e o ódio, à propaganda nazista, ao desprezo que alguns têm pela democracia. O candidato do PP, revidou, busca instalar o preconceito em solo maringaense. Lembrou que ele, como chefe de Gabinete do Ministério do Planejamento, e como secretário de Planejametno do Paraná, ajudou a administração ora instalada em Maringá, que nesta hora prefere o “cinismo político”. Depois de destacar que a esperança vencerá o medo, o candidato da coligação “Maringá de toda a nossa gente” firmou algo que seu adversário jamais poderá subscrever: num governo Enio Verri, Jairo Gianoto e Ricardo Barros não terão espaço.

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Distanciamento

A volta da eleição direta nas escolas e a recente sugestão de uma Secretaria de Segurança Pública, propostas por Verri, que também foram defendidas por Wilson Quinteiro (PSB) no primeiro turno, sem falar no Plano de Carreira, Cargos e Remuneração (PCCR), parecem distanciar Quinteiro da candidatura da coligação “A mudança continua”.

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Sem voltar, por ora

Ex-secretário de Serviços Públicos de Maringá, Vagner Mussio (PP), quinto vereador mais votado do PP, não será nomeado, como o foi Valter Viana, para voltar a comandar a pasta – pelo menos na administração Silvio Barros II e até o final do segundo turno. Uma avaliação da coordenação de campanha concluiu que retornar agora significaria desgaste para a candidatura de Pupin. Ele permanecerá, porém, numa das principais frentes da campanha do candidato pepista.

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O dono da verdade

Ontem, no Clube Olímpico, Ricardo Barros mandou reunir cabos eleitorais, cargos comissionados, assessores, ex-candidatos a vereadores e demais apoiadores da candidatura de Carlos Roberto Pupin (PP). Entre os oradores, Silvio Barros II, colecionador de condenações por improbidade administrativa. Insinuou que no segundo turno seu pupilo “baterá” no candidato Enio Verri, do PT. “Nós vamos parar de falar a verdade quando eles pararem de falar mentiras”, matraqueou.
Entre as ausências notadas estavam as de Umberto Crispim, donas Bernadete e Luíza e Cida Borghetti, sobre a qual informaram que estava em Curitiba, apesar de ter chegado em Maringá na noite anterior.

Verdelírio

“Nem sairia do lugar”

É acima de tudo, uma questão de justiça reconhecer que ele cuidou de tudo na campanha, inclusive dos detalhes menor, muitas vezes ouvindo insinuações e até desaforos. Sem Ricardo Barros a candidatura de Roberto Pupin para prefeito nem sairia do lugar. Seria natimorta. Foi o próprio Ricardo que preferiu ficar na retaguarda não fazendo uso de suas aparições no horário político, evitando possíveis desgaste para não prejudicar o candidato.Continue lendo ›

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Mais duas postagens são retiradas

O juiz Jaime Souza Pinto Sampaio, da 137ª Zona Eleitoral, atendeu mais dois pedidos feitos pela coligação “A mudança continua” (Carlos Roberto Pupin) e determinou a retirada de mais duas postagens feitas no blog. Se não me perdi nas contas, com isso foram retiradas quatro postagens que aquele juízo considerou ofensivas ao candidato do PP. Todas as decisões foram cumpridas de imediato pelo blog, com o devido recurso à instância superior. A coligação vem tentando impedir este modesto blog de veicular informações e opiniões que lhes desagradem.
Foram retiradas as postagens “Era Collor”, publicada dia 30, que registrou os 20 anos da saída de Fernando Collor da Presidência da República, e “RB aparece na campanha. De Londrina”, a respeito do coordenador da campanha de Pupin, Ricardo Barros. Por acreditar que a retirada das notícias contraria frontalmente a liberdade de imprensa e de expressão, o blog, mesmo cumprindo a determinação, vai recorrer.

Akino

Ricardo não quer ou não pode aparecer?

Tenho informações de que Ricardo Barros não quer aparecer na imprensa. Nada de entrevistas, declarações, muita exposição. Ontem no Pinga Fogo ficou claro, seu nome nem foi tocado. A dúvida é se foi uma decisão dele ou de Pupin. Há quem diga que o candidato teria dado uma ‘prensa’ e ordenado o recolhimento do chefe. Outros dizem que teria pedido, pelo amor…, para que ele não aparecesse agora, para não levantar mais suspeitas de que mandará no ‘guverno’. Há também os que pensam que Pupin já meteu o ‘pé na lata’, como diria o veredor que tomou o lugar de Zebrão, Jones Darc de Jesus, e dito: ‘quem manda agora sou eu’. Ricardo teria perdido totalmente o espaço, que agora seria ocupado por John, Grillo e Crispim.
Akino Maringá, colaborador

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Site erra e inclui PT na coligação de Pupin

PT na coligação
O site do candidato Carlos Roberto Pupin incluiu o Partido dos Trabalhadores entre os doze partidos que integram “A mudança continua”. O PT integra a coligação “Maringá de toda a nossa gente”, que tem Enio Verri como candidato a prefeito. A postagem foi feita hoje. Clique para ampliar.

Eleições 2012

Vargas: “Maringá não precisa de um Belinati”


Do deputado federal André Vargas (PT), hoje de manhã, no comício com a ministra Gleisi Hoffmann na praça Raposo Tavares, em Maringá: “Escolher alguém que está inelegível, como aconteceu em Londrina na última eleição, é levar a cidade para a instabilidade política. Londrina viveu essa tragédia. Em 2008, escolheram alguém que estava sem condições de disputar a eleição e agora estamos no quarto prefeito. Maringá não precisa de um Belinati no segundo turno.”

Eleições 2012

Pupin perde direito de resposta

O juiz eleitoral Jaime Souza Pinto Sampaio voltou a negar mais dois pedidos de direito de resposta solicitados à 137 Zona Eleitoral pela coligação “A mudança continua” (PP-PSDB-PTB-PTC-PHS-PRP-PMDB-PSD-PSL-PPS-PRB-PTdoB) e pelo agropecuarista Carlos Roberto Pupin contra a coligação “Maringá de toda a nossa gente” (PT-PCdoB-PPL-PDT-PVPSC-
PRTB-PV-PPL), Enio Verri e Sidnei Telles. Novamente, a Justiça Eleitoral entendeu que não cabia direito de resposta devido ao comentário sobre o Centro da Juventude Antonio Paulo Pucca, feito no último dia 24. Outros dois pedidos no mesmo sentido haviam sido indeferidos no início da semana.

Eleições 2012

Coligação distribui brindes para alunos


A coligação ¨A mudança continua¨começou a distribuir hoje, nas saídas dos alunos da rede pública de ensino, adesivos do ¨Pupinzinho ¨e uma folha para pintura, para as crianças.  A distribuição de brindes é crime eleitoral; na eleição passada, o atual prefeito distribuiu material semelhante e não foi incomodado pela Justiça Eieitoral.

Akino

Cinquenta e oito processos

tsepupin
Esta é a posição de processos da coligação de Pupin. Até aqui são 58 processos, dos quais 20 já foram para o segundo grau. Além do pedido de impugnação, pessoal, que já se encontra no TSE, outros dois por abuso de poder econômico e político, podem atingir até o seu enventual substituto. Já o abuso do poder econômico e político seria da coligação, crime confessado de público, por Ricardo Barros, em entrevistas quando tentava justificar a conversa com ‘Leo’ sobre as licitações da publicidade. Lembram? Disse ele que desde as convenções do ano passado passou a monitorar as ações de publicadade da prefeitura que interessam no processo eleitoral. Ou seja, confessou que usa verba pública, abusando do poder político, em benefício do candidato do seu partido. Não importa qual.
A conclusão é lógica. Quem entrar no lugar de Pupin, terá se beneficiado da campanha feita por ele, logo, será atingida por uma eventual condenção a perda de registro e cassação de diploma. Evidentemente, se for eleito.

Eleições 2012

Pagamento efetuado

Depois que o assunto tornou-se público, graças ao blog, a coligação “A mudança continua” (Carlos Roberto Pupin) fez o pagamento, ontem, dos cabos eleitorais que trabalham para os vereadores – em média, dois para cada um, recebendo pouco mais de R$ 800,00. Deu uma acalmada na turma.

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Réu confesso

Ao confirmar, no debate de ontem, que incorreu em fator de inelegibilidade e ficou mesmo da cadeira de prefeito em 2008, Carlos Roberto Pupin imitou o chefe. Em 2008, ao saber que havia provas (fotografias e vídeos) de que estava usando carro e motorista da Prefeitura de Maringá para levar seu filho à escola particular, o prefeito Silvio Barros II admitiu publicamente o ato ilícito, ao ser entrevistado no programa do ex-deputado federal Pinga Fogo de Oliveira, sócio de seu irmão mais novo. Quer dizer, ele admitiu, mas não admitiu que fazia isso havia muitos meses. A confissão tornou o processo mais célere, assim como sua condenação por improbidade administrativa.

Eleições 2012

Balão inflado com dinheiro público

Do leitor:
Pupin, candidato a prefeito pelo condomínio Barros, e Silvio Barros II, prefeito de direito já que o prefeito de fato é seu irmão e chefe da organização Ricardo Barros, fazem campanha pela TV num balão onde enxergam tudo lá de cima. Um forte simbolismo, já que os fratelli Barros costumam olhar os maringaenses, de forma soberba, por cima. Ou tendo os maringaenses aos seus pés, sem nenhuma compaixão. No ano passado, no evento sobre balonismo promovido pela classe média alta de Maringá, a prefeitura liberou, se não me engano, R$ 150 mil. Neste ano, a verba ficou neste valor ou teria sido um pouco maior: R$ 200 mil. Diferenças à parte, liberar dinheiro do contribuinte para os bem afortunado$$ de Maringá curtirem a cidade lá do alto, numa boa, pega mal, hein? Nada contra o balonismo, mas, quando bancado com dinheiro público para o doce deleite de quem mai$ tem, é de “trincar os rins”, conforme se diz no jargão popular.
Será que as verbas repassadas pelos Barros aos balonistas de Maringá, que tranquilamente podem pagar do próprio bolso esse hobby, incluíram os passeios de Pupin e Silvio para a propaganda política da coligação “A Lambança Continua”, o melhor…”A Mudança Continua”? Mudança em relação a quê? Muda tudo para tudo continuar imutável?

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Memória eleitoral

Memória Política
(Atualizado) A fotografia, de março de 1989, é a prova da dinâmica da política maringaense. Nela aparecem, da esq. p/ a dir.: Carlos Roberto Pupin, então na executiva do PRN maringaense; o ex-presidente Fernando Collor de Mello, na época governador de Alagoas; o odontólogo Ricardo Benedito de Oliveira, que presidiu o PRN de Maringá; o publicitário Edson Marques; Djalma Mello, da extinta Rede Ferroviária Federal; e o empreiteiro Edenilso Rossi. O tempo passou e 23 anos depois temos: Pupin candidato a prefeito de Maringá pelo PP; Ricardo Benedito de Oliveira, da Uningá, consolidado como, até agora, o maior financiador da campanha a prefeito de Enio Verri (PT); e Rossi, que recentemente separou sua sociedade com Pupin, tendo ajudado a financiar as campanhas de Silvio Barros II em 2004 e 2008.

Eleições 2012

Pupin já recebeu mais da metade doada em 2008

O candidato a prefeito pela coligação “A mudança continua” Carlos Roberto Pupin (PP) recebeu R$ 631.357,33 em doações – mais da metade dos R$ 1.346.839,98 que Silvio Barros II recebeu para a reeleição em 2008. Deste valor, uma boa parte veio dos diretórios nacional e estadual do partido, presidido pelo irmão mais novo (R$ 150 mil), outra de clínicas médicas tradicionais doadoras da mulher, Cida Borghetti, sendo que o maior doador individual foi a Pneumar, de propriedade do ex-presidente da Urbamar, Francisco Feio Ribeiro Filho. Pela primeira vez, o Cesumar doou R$ 80 mil (mais que o seu administrador, Wilson de Matos Silva, doou em 2008: R$ 25 mil). A família Pupin não doou nenhum tostão, mas a família Barros (Cida, Ricardo e Silvio II) declarou ter doado até agora para a campanha do vice-prefeito R$ 100 mil redondos.
A campanha de Pupin ainda recebeu R$ 6 mil da Center Towers Administração e Incorporação Ltda., que em 2008 também doou R$ 6.533,18 para a campanha de Silvio Barros II. A empresa pertence a Élio Alves Pereira, que em 2001 agrediu um casal (o marido estava em tratamento de câncer) ao sair de um bar na avenida Humaitá, na Zona 4.

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Memória política de Maringá

Pupin e Osmar Dias
Do arquivo de JC Cecílio: Maringá fazia 48 anos e o Jornal do Povo, em 10 de maio de 1995, publicava uma mensagem do senador Osmar Dias ao lado de Carlos Roberto Pupin, que é citado como presidente do PP, o que me havia escapado da memória. Ele foi, portanto, presidente do PST (de Álvaro Dias), PP (o primeiro, de Tancredo Neves), PRN (de Collor), PSDB (de Jairo Gianoto) e PDT (de Osmar Dias), estando filiado atualmente ao PP (de Paulo Maluf e Ricardo Barros). Clique para ampliar.

Eleições 2012

Programa de Pupin perde tempo na TV

O juiz eleitoral Jaime Souza Pinto Sampaio condenou a coligação “A mudança continua”  (Carlos Roberto Pupin) à perda de 1 minuto e 28 segundos do tempo no horário gratuito eleitoral de televisão. Foram duas condenações por propaganda eleitoral irregular, cada uma referente aos programas de televisão para vereadores da tarde (13h às 13h30) e noite (20h30 às 21) do dia 28 de agosto. Nas duas ocasiões, a coligação proporcional veiculou vinhetas com o nome e número do candidato a prefeito, utilizando o espaço originalmente destinado aos candidatos a vereador à campanha de Pupin, o que é proibido por lei.Continue lendo ›

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Em dupla

SETEMBRO 2012 031
Sempre acompanhado de Mário Alexandre, fiel escudeiro dele e de Silvio II e verdadeira inspiração desses oito anos de governo, o vice-prefeito Carlos Roberto Pupin circula durante o desfile de 7 de Setembro em Maringá.

Akino

Três em uma

Este ano os candidatos a prefeito precisam registrar a sua proposta de governo junto ao TSE. A de Pupin, para a edução, é a seguinte: “Ampliação de vagas de período Integral na rede municipal – Mais CMEIs e vagas prioritariamente para as famílias que precisam deste atendimento – Descobrindo Talentos dentro da escola com programas voltados à Música, Dança, Teatro, Artes Plásticas e Esportes Biblioteca Interativa com atividades que aumentem a atratividade de crianças e jovens pela leitura-Educação não formal no contraturno escolar: Educação Ambiental – Educação Fiscal –Educação Financeira e Orçamento Familiar – Educação para o Empreendedorismo – Educação para a Cidadania – Introdução à Tecnologia da Informação – Educação de Trânsito”.
Nada da promessa mirabolante de tablets, laptops par alunos das quartas às quintas séries.Continue lendo ›

Eleições 2012

Discordâncias

Uma das propostas mais recentes de Carlos Roberto Pupin (PP) – daquelas que não constam do programa registrado na Justiça Eleitoral e que, por causa disso mesmo, não poderão ser cobradas caso não seja cumprida – é a implantação de uma central, um tal de Quiosque, nas atuais instalações do posto avançado do Detran na avenida Paraná. A central reuniria representantes de todas as forças policiais e o monitoramento via câmeras. As autoridades da área de segurança, porém, defendem que qualquer central nestes moldes deva ser implantada no Batalhão Policial Militar, onde já há uma estrutura mínima e o atendimento ao cidadão pode ser feito prontamente.

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Especialidade peemedebista

No programa desta quarta-feira, falando sobre educação, o candidato dos fratelli Barros, Carlos Roberto Pupin (PP), prometeu comprar laptops para alunos da rede municipal de ensino. No rádio, falou que eram tablets; na televisão, disse que seriam computadores portáteis. Como o vereador João Alves Correa (PMDB) é uma das cabeças pensantes da coligação “A mudança continua”, já circula que John foi o autor da sugestão (que por sinal não consta do programa de governo registrado pelo candidato) e poderá ser o esponsávelr pela compra dos tais notebooks. Considerando que ele comprou, em 2005, vinte laptops por R$ 10,8 mil cada, imaginem o descontão que vai conseguir para 6 mil unidades…

Akino

Pupin disputará sub judice?

A menos que Pupin desista, ou resolvam ‘desistir por ele’, não tenho dúvidas de que pelo menos o primeiro turno será disputado com sua candidatura sub judice, e explico: O primeiro julgamento será por decisão monocrática, ou seja, por um único ministro. Qualquer que seja a decisão cabe agravo regimental (corrijam-me os juristas), do qual cabe embargo de declaração e depois recurso ao STF. Isto quer dizer que, provavelmente, nem no segundo turno o processo estará concluído, ou seja, com trânsito em julgado. Resta saber se ele vai resistir, e se há interesse do capo em manter todos os recursos, pois basta um’ pequeno descuido’ e se ‘perde um prazo’, então a ‘vaca vai para o brejo’. Se eu fosse Pupin, não confiaria cegamente.
Outra dúvida que tenho (quem sabe um especialista como dr. Carmino e ou Ulisses Maia poderiam esclarecer) é se Pupin tem direito de se manter candidato, por vontade própria, independente do partido e da coligação. Se este não poderia decidir pela substituição, nunca convenção extra, independente da vontade do candidato. Quando falo do partido da coligação, entenda-se Ricardo Barros, Crispim, John e Grillo.
Akino Maringá, colaborador

Eleições 2012

Final countdown

Os próximos dias serão decisivos para colocar a situação político-eleitoral de Maringá no devido lugar. O candidato da coligação “A mudança continua”, Carlos Roberto Pupin (PP), deverá ter sua candidatura cassada em definitivo pelo TSE até o sábado, 8. Com isso, a campanha como um todo muda; o rearranjo será geral, com mudanças principalmente nas campanhas de Dr. Batista, Wilson Quinteiro e Maria Iraclézia, já que Enio Verri, presume-se, será o que menos herdará os votos que seriam dados a Pupin. Acima, o texto que deverá servir de base para a recusa do recurso de Pupin: é de 3 de junho de 2008, da lavra do relator Ari Pargendler, e estabelece: “O vice-prefeito reeleito que tenha substituído o titular em ambos os mandatos poderá se candidatar ao cargo de prefeito na eleição subseqüente, desde que as substituições não tenham ocorrido nos seis meses anteriores ao pleito”. E, como diria Francisco Timbó de Souza, PT, saudações.

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Expectativa

O julgamento, pelo TSE, dos indeferimentos do registro das candidaturas a prefeito e a vice da coligação “A mudança continua” deve acontecer nos próximos dias. Da chegada ao julgamento de alguns processos a demora tem sido entre dez e quinze dias. O recurso do vice Claudio Ferdinandi (PMDB), com nome na lista de contas sujas do Tribunal de Contas do Paraná, está na Seção de Protocolo Judiciário há quatro dias; o recurso de Carlos Roberto Pupin (PP), brecado por inelegibilidade ao tentar o terceiro mandato, está lá há três dias.

Eleições 2012

Representação eleitoral

A coligação “A mudança continua” (Carlos Roberto Pupin) ingressou ontem à tarde com representação na Justiça Eleitoral contra este blogueiro. Os detalhes da representação, que está na 66ª Zona Eleitoral, ainda não são conhecidos, mas referem-se à divulgação de pesquisa eleitoral sem prévio registro, com solicitação de liminar. Uma hora depois de protocolizado o pedido o juiz José Cândido Sobrinho constatou que não havia procuração ad judicia da coligação para o peticionante da inicial, cujo nome não aparece nos dados disponibilizados na internet. O documento foi juntado perto das 16h de hoje, ao final do prazo determinado pelo juiz para indeferir a solicitação.