ccs

Política

Tabela votos x CCs

Teta pública

O condomínio partidário comandado pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros, tesoureiro-geral do PP, em Maringá, já tem tabela para quem deseja ocupar cargo comissionado na prefeitura num eventual próximo governo Sarney, digo, Barros.
Pré-candidatos a vereador pelos partidos que pertencem à família de políticos profissionais já foram comunicados: cada 800 votos recebidos dá direito a um dos 515 cargos comissionados criados logo ao final da campanha de 2012.

Maringá

Pupin nomeia parentes de CCs que saíram para disputar a vereança em Maringá

torneira

Recentemente a prefeita de Campo Mourão, Regina Dubay (PR), ganhou o noticiário nacional ao substituir os cargos comissionados de sua administração por parentes deles. Eram cinco, que se desincompatibilizaram para disputar a eleição deste ano, mas, diante da péssima repercussão da notícia, três deles foram exonerados.
Pois não é que o prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) fez a mesma coisa em Maringá? Continue lendo ›

Política

‘Guerra suja’

A campanha ainda nem começou, mas o jogo baixo, sim. Cargos comissionados da administração Pupin/Barros estão distribuindo, por WhatsApp uma montagem sobre o vídeo que o vereador Ulisses Maia (PDT) gravou esta semana para inserção no horário eleitoral.
Nas redes sociais ele escreveu: “Essa é a guerra suja que o grupo político que quer continuar mandando na cidade está organizando”. Acima, o vídeo correto.

Akino

Com os cerca de R$ 20 milhões anuais…

… que a Prefeitura de Maringá ‘torra’, com os comissionados desnecessários, na maioria mero cabos eleitorais para acerto políticos, seria possível melhorar a proposta de reajuste para os servidores efetivos.
Até quando Pupin vai fazer ouvidos moucos para esta denuncia que estamos fazendo? Já foram cerca de R$ 60 milhões em três anos. Não é possível que vereadores, a sociedade e o Observatório Social não tenham percebido. Como diria Lula: estão todos acovardados?
Akino Maringá colaborador

Akino

Pesquisa sobre CCs na PMM

Teta pública

Comenta-se que alguns, ou quase todos os vereadores, têm CCs indicados, seus cabos eleitorais, sem ter o que fazer de prático para o contribuinte comum, recebendo dinheiro público na Prefeitura de Maringá como pagamento por submissão ao grupo Barros/Pupin, votando em projetos de seus interesses, mas sobretudo não incomodando na fiscalização da correta aplicação do dinheiro público.
Gostaria de saber quem são esses CCs a quais vereadores estão vinculados. Continue lendo ›

Geral

CCs gazeteiros

Entre as denúncias que estão sendo apuradas pela Promotoria de Proteção ao Patrimônio Público de Maringá, uma apura notícia de que assessores da juventude, nomeados em cargos comissionados pela Prefeitura de Maringá, não estariam cumprindo expediente.
Outros referem-se a uma professora da rede estadual que estaria lecionando irregularmente em duas cidades da região e a uma possível irregularidade no perdão de dívida de um servidor, pela Universidade Estadual de Maringá.

Akino

Comissionados ocultos

Comissionados ocultos

Para provar que há comissionados ocultos na PMM, servidores efetivos não listados como comissionados, vejam na relação anexa, o caso do Assessor I, Antônio Amaral Carolino, que não aparece na contagem dos 338. Há muitos outros, talvez o número atinja os 515, mas não tive tempo de olhar um por um dentre os mais de 10.000 nomes de aparecem na lista geral. Pediria, o Secretário de Controle Interno e aos vereadores que apurassem o número efetivo.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Gostaria de ser desmentido…

Teta pública

… sobre a existência de comissionados desnecessários e ilegais na Prefeitura de Maringá. Falamos disso há muito tempo e nada, nenhum desmentido da imprensa. Já desafiamos o Frank Silva, Verdelírio, CBN, RPC e ninguém toca no assunto. Pedimos ao Observatorio, denunciamos a vereadores, ao Ministério público ao TCE-PR e nada acontece. Gostaria muito de ser desmentido, mas parece que não é o caso. O problema é que esta cidade tem dono é não é o seu povo. Temo que cheguemos à situação onde está o país, que era uma ilha de prosperidade e graças aos desmandos administrativos chegou onde chegou. Maringá não resistirá por muito tempo sendo administrada e explorada como propriedade de Ricardo Barros e seu grupo.
Akino Maringá, colaborador

Akino

A lista de Ccs da Secretaria de Esportes

Eis os nomes divulgados como CCs na Secretaria de Esportes e Lazer de Maringá. São 23, mas pode passar de 30, já que nem todos os nomes dos servidores efetivos comissionados não constam na lista. Apuramos alguns, mas a lista é extensa.
Afonso Fernandes Martins Neto, diretor geral; André Deleuterio Guerra, assessor III; André luiz Miosso, ger compl esp Jaime Canet Jr; Antônio Rioji Assakawa, assessor IV; Cynthia Catarina de Oliveira, ger. de esportes para olímpicos; Diego Martins VIiana, assessor IV; Elias Verissimo, coordenador de serviços; Fernando Russo, assessor III; Franscisco Favoto, secretário; Gilberto Valentim, coordenador de Serviços; Ivan Carlos de Amorin Pereira, assessor II; José Donizete Felipe, assessor III; Jucimari Branco Cobra, assessor II; Karem Luriko Shima, coordenador de serviços; Maria Izabel Nueira, asessor I; Milton Leonço Ciqueiras, assessor IV; Odair Kelber da Silva, coordenador de serviços; Rafael Felipe Fransao, assessor IV; Rosamaria Ribeiro Ramos, coordenador de serviços; Antonio Amaral Carolino, assessor administrativo, estatutário, assessor I; Carlos Alberto Vidon de Carvalho, estatutário, gerente de gas, técnico desportivo; Carlos Gomes de Oliveira, estatutário, Ger. de esportes comunitários, técnico desportivos; Claudete Pessim Chioderolli, técnico desportivo, estatutário, coordenador de serviços.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Secretaria da Mulher tem 12 CCs…

… em Maringá, só considerando os não servidores, já que CCs servidores, nem todos são divulgados. Já em Londrina são apenas 2, a secretária e uma assessora. São absurdos 500% a mais no número de comissionados. Duvido que se justifique ter 12 CCs nesta secretaria, que a meu ver deveria ser apenas uma diretoria da Sasc. Por que secretaria da mulher e não Secretaria do Homem? Discriminação, feminismo?
Akino Maringá, colaborador

Akino

Nomear e pagar CCs desnecessários é um crime…

… seja em Maringá, Paiçandu, no Estado, no Governo Federal. Faço esta observação em resposta a comentário do leitor Marcos, nos seguintes termos: ‘Aqui em Paiçandu tem PT de Maringá, Sarandi, Floresta, etc, etc…e acredito que proporcionalmente temos muitos mais CCs que em Maringá, onde o governo petista privatizou o lixo, só que como é PT pode’. (sic)
Caro Marcos, não sei quantos são os CCs em Paiçandu, pois o nosso foco (do Akino), como uma espécie de observador social é Maringá, que já toma todo o nosso tempo. Que o blog não divulga notícias sobre irregularidades de Paiçandu, não se pode dizer, basta ver as notícias sobre a comissão processante que o Prefeito tem conseguido, até aqui, barrar. Continue lendo ›

Akino

Quanto custa manter os CCs do Gabinete do prefeito Pupin?

Vejam a relação de CCs, posição em 30 de junho de 2015, do Gabinete do prefeito Pupin: Ana Paula Petri Calaf, Assessor I; Andreia Paula Continho, Gerente Administrativo do Codem; Ângela Aparecida Carmona Moitinho, Assessor II; Beatriz Amanda da Silva Regini, Assessor I; Clélia Bruhani Cordeiro, Assessor de Cerimonial III; Débora Dagues Sanches, Assessor III; Geisa Maris dos Santos, Assessor III; Herculano dos Reis Ferreira, Assessor I; Continue lendo ›

Akino

Explique dr. Rene…

…como pode a relação de comissionados, que são servidores efetivos, na PMM, divulgada no Portal da Transparência, consta apenas cinco nomes e omite talvez cerca de cem? Veja os nomes que aparecem: Edna Mara Marques da Costa, assessor II GAS Sesan;, Elizabetti da Silva Martins, assessor II GAS Serh; Pedro Cardoso dos Santos, assessor de Cerimonial III, CAS, Gapre; Silvana Pereira de Azevedo Janeiro, assessor II, GAS, Gapre; Simone Costa Dionor, diretor de Unidade e Serviço de Saúde, Grande Porte, GAS1, Saúde; e Sinara Victor Braglia, assessor III, CAS, Saúde.
Por que nomes como de Luiz do Postinho não são colocados como comissionados? Há indícios de fraude, e o senhor como controlador interno deve tomar providências.
Akino Maringá, colaborador

Blog

Aguardemos

É aguardada para a próxima edição do Órgão Oficial do Município a publicação de pelo menos três dezenas de demissões de cargos comissionados da Prefeitura de Maringá. É possível que sejam resultado da desativação total de algumas secretarias; uma delas seria a de Relações Interinstitucionais.
Não é à toa que o prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) passa a semana toda fora de Maringá, viajando. Seu retorno está previsto somente para a segunda-feira da próxima semana. Até lá, de acordo com o combinado, estará concluída a reforma de seu secretariado.

Blog

FGs e CCs da UEM aguardam reposição

uem
Na última segunda-feira, na reunião informal do CAD (Conselho de Administração) da Universidade Estadual de Maringá, com a presença do novo reitor, Mauro Baesso, discutiu-se sobre um reajuste nos vencimentos de FGs e CCs da instituição, que pode chegar a 30%. Trata-se de reposição de inflação, reivindicação que não é nova. A questão voltará a ser discutida oportunamente, e não amanhã, dia da reunião formal, como alguns aguardavam. O assunto veio à tona no mesmo dia em que o governador Beto Richa anunciou corte de 30% nas despesas de custeio do governo estadual.
A propósito da nova administração: antes de optar por Marialva Taques, que voltou à Assessoria de Comunicação Social, Baesso ouviu “não” ao convite que fez a pelo menos outras três pessoas.

Akino

Paraná diminuiu, Maringá aumentou

Li no blog do Diniz Neto e reproduzo: “O governo do Paraná reduziu o número de servidores comissionados em 34,4% e aumentou o número de efetivos em 2,21%, em 2013, segundo o IBGE. A administração indireta do estado foi responsável pela maior queda: de 1.588 comissionados em 2012, fundações e autarquias do estado terminaram 2013 com apenas 684 cargos ocupados. Com esses números, o Paraná se tornou o estado com o menor número de comissionados em relação a seu quadro de funcionários: 1,25%. No resto do país, a tendência foi de crescimento no número de comissionados.
Pesquisa feita em 2012 mostra que o Paraná contava com um total de 3.966 comissionados, em 198 mil servidores – incluindo a administração direta e indireta. Em 2013, esse número caiu para 2.602, enquanto o universo total de servidores cresceu para 208,4 mil. Já o número de efetivos, contratados por concurso, subiu de 157,6 mil para 161,1 mil. Informações de Chico Marés, Gazeta do Povo.”
Meu comentário (Akino): Só faltou o Diniz fazer como Paulo Vergueiro fez com SP, e estabelecer a proporção entre o número de comissionados do Governo do PR com o da Prefeitura de Maringá. Faremos isso em outra postagem, mas adiantamos que aqui houve um aumento de mais de 50%, da gestão Barros/Barros para a Barros/ Pupin.
PS: Gestão Barros/Barros significa Ricardo/Silvio e Barros/Pupin, Ricardo/Pupin, sempre com o primeiro mandando e o segundo sendo um fantoche.
Akino Maringá,colaborador

Akino

Serei…

…eternamente grato se o Frank Silva, Verdelírio, o Pinga Fogo, e outros amigos da imprensa, nos ajudarem a convencer Ricardo Barros deixar que Pupin acabe com a Secretaria de Relações Interinstitucionais, a Serei. Na verdade seremos, eu, de todos os contribuintes maringaenses. Quase R$ 500 mil anuais que estão indo para o ralo, digo, para o bolso de alguns comissionados, sem funções legais.
Akino Maringá, colaborador

Maringá

CCs tomam conta de audiência pública

Tem muito cargo comissionado que vai jantar tarde e outros que perderão a novela desta sexta-feira. É que acontece nesta noite, na câmara municipal, a audiência pública do lienciamento ambiental do Contorno Sul Metropolitano, projeto do chefe Ricardo Barros (PP), que por sinal chegou há pouco ao local. Ele determinou que todos os ocupantes de cargos comissionados da prefeitura, e são centenas, participassem da audiência, para impedir eventual discordância dos estudos a serem apresentados. Acontece algo nunca visto em eventos deste tipo: ao lado do técnico do Instituto Ambiental do Paraná, integram a mesa principal o vice-prefeito Claudio Ferdinandi (PMDB) e o próprio Barros. Na galeria, todos os assentos foram tomados por CCs da prefeitura e do governo do estado.

Blog

Subprocurador é exonerado

O advogado Rodrigo Valente Giublin Teixeira não ficou um mês como subprocurador geral da Procuradoria Geral do Município de Maringá. No último dia 28 ele foi exonerado. Embora o decreto não traga a expressão “a pedido”, ele teria saído porque recebeu proposta melhor. Neto do ex-prefeito Adriano Valente, Rodrigo já foi chefe de Gabinete e diretor do Procon na gestão Barros/Pupin e, nesta, ocupava cargo comissionado símbolo DAS na Proge.
E, para não desacostumar, mais duas nomeações feitas por Pupin na semana passada: Leo Lima Gomes, assessor III (Sesp) e Luciano Rodrigues dos Santos, assessor III (Setrans).

Blog

Indignado

Uma das pessoas mais indignadas com o aumento abusivo do número de cargos comissionados na gestão Pupin é o primeiro arcebispo da cidade, dom Jaime Luiz Coelho, que, apesar da idade, dá uma verdadeira lição em muito jovenzinho por aí. Sua capacidade de indignação, por exemplo, é rara. E pensar que nesta eleição teve muito candidato, católico, fazendo questão de dizer toda a hora que era temente a Deus…

Akino

Exemplo do inchaço de CCs

A Secretaria de Saneamento Básico, que considero desnecessária, tem atualmente a seguinte composição: Leopoldo Floriano Fiewski Junior, secretário; José Roberto Francisco Behrend, diretor técnico; Aline Cuenca Moya, assessor III (CC3). Três servidores, incluindo o secretário, que ganham, sem ter absolutamente nada que fazer. A partir de janeiro 2013, terá seis comissionados, aumento de 100% no quadro. Será que houve aumentto de 100% no volume de serviços? Será que é porque a cidade cresceu, como disse o líder Heine Macieira? Digamos que houve um aumento de cem por cento nos serviços. Cem por cento de nada é nada. Desafio Pupin explicar isso tecnicamente para a sociedade maringaense. Peço que o OSM se manifeste sobre o assunto.
Alino Maringá, colaborador

Opinião

Ajudando a fazer uma cidade mais excludente

(Corrigido) De Luiz Modesto, no Facebook, sobre a participação de ocupantes de cargos comissionados nna conferência pública que alterou o Plano Diretor:
– Talvez duvidaria se não estivesse lá para ver. Servidores, trabalhadores, cargos comissionados da gestão pepista aplaudiram e ergueram seus crachás para a aprovação de habitação multifamiliar em uma área reservada a indústrias pesadas, aplaudiram e ergueram seus crachás para dar um lucro imediato a um megaempresário maringaense de mais de 33 milhões, aplaudiram e mantiveram, com seus votos, as condições artificiais que favorecem os especuladores imobiliários. Há tempos não sentia tanta vergonha alheia! Quando encontrar com algum desses na rua, agradeça por ajudarem a fazer de Maringá uma cidade cada vez mais excludente e desigual.

Blog

Eventual governo Pupin poderá ter 400 CCs

Os integrantes do condomínio partidário de Ricardo Barros reuniram-se domingo passado, no famoso escritório da avenida Prudente de Morais. Lá estavam, entre outros, os deputados estadual Evandro Junior (PSDB) e Dr. Batista (PMN), os federais Cida Borgheti (PP) e Luiz Nishimori (PSDB), além do futuro deputado Wilson Quinteiro (PSB) e representantes dos 18 partidos que apoiaram Carlos Roberto Pupin.
Ricardo Barros determinou que o irmão mais velho envie para a câmara municipal a nova estrutura orgânica da prefeitura, para facilitar uma eventual administração Pupin (há um recurso para ser julgado no TSE, que aponta a ocorrência de terceiro mandato). Apesar de o orçamento para 2013 ter sido confeccionado visando a manutenção da atual estrutura, num governo Pupin vai aumentar o número de cargos comissionados, para abrigar todos os indicados dos partidos aliados; especula-se algo em torno de 400 CCs (hoje são 251). Foram prometidos CCs a quase todos os que foram candidatos a vereador pela coligação “A mudança continua”.

Blog

TJ reforma sentença que exonerou 158 CCs

Foi publicado hoje o acórdão da Quinta Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Paraná, que em julgamento no último dia 13 reformou integralmente sentença do juízo da 4ª Vara Cível de Maringá, que havia determinado a exoneração de 158 ocupantes de cargos de confiança na administração municipal. O relator foi o desembargador Luiz Mateus de Lima. Em maio passado, o presidente do TJ-PR, desembargador Miguel Kfouri Neto, havia concedido liminar ao prefeito Silvio Barros II (PP), mantendo os 158 CCs até a decisão do mérito. A ação civil pública foi ajuizada em 2010 pelo Ministério Público Estadual e alegava ilegalidade na criação dos cargos de provimento em comissão, na estrutura da prefeitura em 2009. Para o tribunal, “se foram criados os cargos em comissão em questão é porque eram necessários para a estrutura organizacional da municipalidade, a fim de atender ao público, interesse público, não se vislumbrando no caso a criação desproporcional dos mesmos”.

Akino

Secretariado e CCs não mudam

Num eventual (díficil de acontecer) ‘guverno’ Pupin, como diria Heine Macieira, a equipe será a mesma atual. É o que concluímos ouvido Silvio II, que eles fizeram ‘um time de primeira’, que está afinado e pela resposta de Pupin, em entrevista a Ronaldo Nezo. Perguntado se nomearia ex-vereadores com a ficha suja, divagou, divagou, mas não deixou claro, que vai prestigiar técnicos como Valter Viana, Edith Dias, e toda a turma atual. Sobre fichas sujas, defendeu Silvio II.
Akino Maringá, colaborador

Akino

CCs na campanha. Em campanha?

De um amigo sindicalista que foi ontem de manhã na Prefeitura: “Cheguei lá, tinha pouca gente atendendo e um servidor (concursado), entre irônico e revoltado, me disse que os CCs estavam todos na rua, em campanha”.
Pensei: manda quem pode, obedece quem tem juízo. (do blog do Messias Mendes)
Meu comentário: Mas CCs podem fazer campanha em pleno horário de expediente? Quando fazem estão na campanha do candidato a prefeito, ou em campanha pela manutenção do próprio cargo?
Akino Maringá, colaborador

Blog

“Manda Barros” geral no PMDB

A convenção do PMDB de Maringá, no sábado, foi a mais fraca das últimas décadas. Foi a primeira após o partido ter sido adquirido pelo condomínio de Ricardo Barros (PP). A anterior teve embate entre as chapa “Requião-Pessuti” e a “Manda Brasa”, que era chamada de “Manda Barros”. A primeira venceu, mas agora capitulou ante a fome de sua direção por cargos comissionados; o partido sofreu uma metástase e virou uma grande “Manda Barros” piorada. A situação pode ser revertida pela executiva estadual, talvez ainda hoje.
Nos bastidores, a preocupação chega ao próprio PP: no caso de uma vitória de Pupin, a prefeitura terá que triplicar o número de CCs para abrigar tanta gente faminta de dinheiro público.

Blog

Acordo cumprido com dinheiro público

Um dia depois de assumir a Prefeitura de Maringá por 100 dias, o prefeito em exercício Carlos Roberto Pupin (PP) cumpriu, com dinheiro público, sua parte no acordo que o capo Ricardo Barros fez com Umberto Crispim e nomeou uma leva de peemedebistas em cargos comissionados na administração – recentemente liberada para nomear cabos eleitorais e fazer acertos de campanha a partir de uma decisão do TJ-PR, que havia revogado a exoneração de 158 cargos irregulares, utilizados politicamente.
Do acordo também faz parte o lançamento de uma pré-candidatura laranja a prefeito de Maringá pelo PMDB, para evitar que o tempo de televisão do partido caia nas mãos de adversários (vai que um deles trata o dinheiro público com parcimônia!). O médico Durval Francisco dos Santos Filho decidiu se prestar a esse papel, tornando-se o primeira laranja medicinal da história política local.