corte de árvores
A sadia foi junto

“Que maravilha, hein. Cortaram a árvore condenada e uma sadia próxima a ela”, informa leitor, referindo-se a apontada pela seta. As árvores ficavam na rua Benjamin Constant, próximo à rua Marquês de Abrantes, Zona 7, em Maringá.
Foto: Google Street View
Menos três árvores

Na praça Reinaldo Guanaes Bitencourt Filho, cruzamento das avenidas Mandacaru com Alexandre Rasgulaeff, três árvores sumiram neste carnaval defronte um posto revendedores de combustíveis. Acima, como era o local, ainda em fase de construção. Abaixo, como ficou, para a revolta de leitores do blog que enviaram as imagens.Continue lendo ›
Chamou a atenção
Um representante do Ministério Público esteve recentemente na Secretaria Municipal de Serviços Públicos, atrás de informações sobre podas e retiradas de árvores em área pública. Foi a convite do secretário Vagner de Oliveira, que disponibilizou todos os dados e mostrou como tudo funciona.Continue lendo ›
Calor? Cortem as árvores

Vivendo um dos piores períodos de calor de todos os tempos, com mais de um mês sem um pingo de chuva, moradores do Condomínio Silvio Barros, localizado na zona sul de Maringá, enfrentam agora o deserto.Continue lendo ›
Uma sugestão
Prefeitura ‘limpa’ fachada para escola de deputada estadual
Ser dono da cidade tem inúmeras vantagens.
Nesta modorrenta manhã de sábado, por exemplo, dois veículos da Secretaria de Serviços Públicos de Maringá, pagos com dinheiro do contribuinte, foram disponibilizados para cortar árvores e limpar a fachada da Escola Saint Helena Bilingual Education (antiga St. James), de propriedade da deputada estadual Maria Victória Borghetti Barros (PP), filha do deputado federal Ricardo Barros (PP) e da vice-governadora Cida Borghetti (Pros).Continue lendo ›
Sob o sol inclemente, canteiro central fica sem árvores
A administração Pupin/Barros fez a limpa: não resta mais nenhum flamboyant no canteiro central da avenida 19 de Dezembro, no trecho de três quadras, entre as avenidas Guaíra e a Colombo. Ontem o blog publicou algo a respeito.
Não é preciso dizer que, com a importância que árvores adultas têm na redução da temperatura, e no verdadeiro forno que se transformou Maringá, há muita gente lamentando que a prioridade nesta cidade não seja o ser humano. De 2011 até esta manhã foram cortadas 17 árvores naquele trecho.
‘Cidade verde’
Ao final da tarde, o resultado do ‘massacre’ na praça Geoffrey Wilde Diment, Zona 5, hoje em Maringá, e que revoltou muitos internautas, onde foram retiradas várias árvores. Mantendo a tradição das administrações de Silvio Motosserra, o governo municipal ‘trabalha’ para aumentar o calor dos infernos que estamos vivendo. Sinceramente…
O Saara é aqui
Com a canícula dos últimos tempos, como diria Manoel Cabral, o maringaense precisando de uma temperatura amena e vê os terceirizados da prefeitura cortando perto de uma dezena de árvores em pleno meio-dia na praça Ivaí Geoffrey Wilde Diment, Zona 5. Continue lendo ›
Mexia autoriza e Prefeitura de Maringá corta árvores no Bosque Dois
Com base numa autorização do chefe regional do Instituto Ambiental do Paraná, Paulino Heitor Mexia, assinada na tarde de quarta-feira, véspera de feriado, a Prefeitur de Maringá está cortando desde a manhã de hoje cerca de 50 árvores do Bosque Dois, o Bosque dos Pioneiros. Há alguns meses a Promotoria do Meio Ambiente informou ao município e ao instituto que as árvores não poderia ser cortadas; uma lei do ex-prefeito João Paulino proíbe o corte, mesmo sob o argumento de interesse público, o que foi ignorado por Mexia. A derrubada das árvores mobiliza mais de vinte viaturas e máquinas da Setrans, Guarda Municipal, Semusp e Defesa Civil, além de dezenas de servidores. A retirada permitirá a duplicação de um pequeno trecho da avenida Joaquim Duarte Moleirinho, beneficiando empreendimento imobiliário do hoje megaempresário Ricardo Barros (PP). O local foi interrompido para o trânsito, inclusive de pessoas.
Cena corriqueira maringaense

Em 8 de agosto: uma das duas árvores cortadas, na avenida Pedro Taques, praça Farroupilha

Em 9 de setembro: o que sobrou das árvores foi triturado por uma máquina da Secretaria de Serviços Públicos.

Em 12 de setembro: ao invés das árvores serem replantadas, como manda a lei, o local foi cimentado.
A novela contada acima mostra como a administração Pupin/Barros trata as árvores e, por tabela, o meio ambiente de Maringá. Foram duas árvores a menos, uma voltada para a praça Farroupilha, perto da Pedro Taques, e outra na avenida Alexandre Rasgulaeff, ambas defronte uma construção que ali é erguida, que abrigará lojas comerciais. Seria mais uma dessas ocorrências “normais” que o blog sempre registra (caso do Bar Bambu), sem que ninguém da prefeitura se indigne, não fosse o imóvel beneficiado com o sumiço das árvores o mesmo que serviu de comitê eleitoral para a campanha de Vagner Mussio, primeiro suplente de vereador pelo PP, que comanda a Secretaria Municipal de Serviços Públicos.
Menos três árvores

A foto é de uma calçada da loja Pi-Piuí, na avenida Brasil com Otavio Periotto, em Maringá, onde haviam três árvores. A prefeitura teria permitido ao proprietário concretar os espaços destinados às árvores (contrariando lei municipal), deixando o sol predominar e a fachada das lojas limpinhas. “Uma vergonha o descaso com a arborização pública e com os parques da cidade”, diz o leitor que enviou a foto. No ano passado, defronte o Laboratório São Camilo, na rua Santos Dumont, também foram cortadas duas grandes árvores saídas (uma terceira, ao lado, também), mas o espaço foi ocupado por um pequeno jardim. A administração Barros/Pupin também não fez nada com respeito às árvores cortadas e queimadas na calçada do bar Bambu, na Vila Operária, o chamado extermínio completo. Sobre esses crimes, o especialista em sustentabilidade não fala.
Servidor perseguido abre a boca
No Facebok, no final de semana, mais um servidor público perseguido pela administração Pupin disparou forte contra o fantoche de plantão. Comentou que nesta gestão – a escada de galinheiro, curta, porém suja – está se fortalecendo a “quadrilha do corte de árvores”. Num dos trechos mais amenos o servidor pergunta como um homem que tem carisma, teve milhares de votos e criou 515 cargos comissionados coloca bandido para atuar na prefeitura. No final da mensagem, acrescenta que, além das ameaças, recebeu informação de que o Sismmar já estaria nas mãos da administração.
Corte de árvores é “revitalização”, diz prefeitura
Levou um tempo, mas a administração Pupin explicou hoje porque arrancou cerca de 15 árvores da praça do cruzamento das avenidas Morangueira e Kakogawa, confirmando o que adiantou um leitor nos comentários: ali será colocado mais um monumento (feito pela artista plástica Deborah Kemmer) em homenagem às cidades de Maringá e Kakogawa, que este ano completam 40 anos de irmandade. A “revitalização” da praça Altino Cardoso ficará pronta até 10 de maio, aniversário dos 66 anos da cidade, quando uma comissão de políticos do município japonês estão visitando Maringá, que já tem o Parque do Japão, construído com dinheiro público, ainda não concluído. Imaginem Kakogawa revitalizando uma praça e arrancando mais de uma dezena de árvores: qual seria a reação dos japoneses?
Os pés de mangas
Vejo que em pleno sábado,
Final de semana, motosserras trabalham,
Sem hora extra, mas com voracidade,
Cortando pés de mangas em praças públicas,
Tirando o doce da fruta que já consumi,
Como muitos outros, que já vi…
Vem a modernidade e se vão as árvores,
Que para ser eleito, defendia o verde,
Verde que aqui ficou roxo, de raiva,
Pois bosques e parques
Sem investimentos, sempre fechados,
Quando abertos, muito mal cuidado……
Onde vai essas lenhas, quem as compras,
Há leilão? Porque o corte de árvores boas
E as que precisam ser cortadas não são?
Pra que protocolo? Se não respeitam a fila,
Não respeitam a população que adora o verde
Verde que te quero verde, não com essa administração…
(Autor: Décio Galdino)
PS – A propósito deste assunto.
*/ ?>






