No Paraná, os setores que mais impactaram no resultado positivo do acumulado de 12 meses foram o de serviços de informação e comunicação, com 3,5%; e transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio, com 1,9%
O candidato do PSD ao Governo do Paraná, Sandro Alex, cresceu novamente na pesquisa da Quaest divulgada neste sábado pela RPC. É o quarto salto consecutivo em cinco sondagens, o suficiente para tirar 19 pontos de vantagem sobre Sergio Moro (PL) e ultrapassar Requião Filho (PDT) em termos numéricos.
Óbitos de pessoas mais jovens e que ainda não receberam imunização foram as únicas faixas etárias que registraram crescimento percentual superior a 70% no número de mortes no mês de abril em relação à média no período da pandemia.
A produção industrial paranaense fechou dezembro de 2020 com crescimento de 2,8% em relação a novembro, oitavo mês consecutivo com resultado positivo, superando a queda do período mais restritivo da pandemia do novo coronavírus. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal, divulgada hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
A produção industrial do Paraná cresceu 7,7% entre agosto e setembro deste ano. É o maior resultado entre os 15 locais analisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística no país. O desempenho é cinco pontos percentuais maior do que a média dos outros estados, e um novo indicativo da retomada mais vigorosa da economia nos últimos meses.
A produção industrial paranaense cresceu 5,2% entre maio e junho deste ano, de acordo com a Pesquisa Industrial Mensal Regional divulgada hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. É o segundo indicador positivo em sequência depois do impacto mais emblemático da crise provocada pelo novo coronavírus no setor. Houve retomada em 14 das 15 unidades da Federação que fazem parte do estudo e de 8,9% no indicador nacional nesse mesmo período.
O Valor Bruto da Produção Agropecuária do Paraná em 2019 atingiu R$ 97,7 bilhões, maior valor nominal já registrado na série. Na comparação com o VBP de 2018, que foi de R$ 89,78 bilhões, o resultado representa um ganho real de 3%, e um crescimento nominal – sem os descontos da inflação -, de 9%. As informações são do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento.
O Paraná registrou 44.587 casos de covid-19 nas quatro semanas epidemiológicas de julho, crescimento de 164,5% em relação aos 16.855 casos notificados no mesmo período de junho, segundo boletim divulgado ontempela Secretaria de Estado da Saúde. A macrorregional Noroeste (Maringá/Umuarama/Paranavaí) registrou crescimento de 92,3%
O Porto de Antonina, no litoral do Paraná, registrou o quinto maior crescimento entre 19 portos brasileiros em 2019. Segundo o Ministério da Infraestrutura, o volume de carga movimentado foi 17,3% maior que o registrado no ano anterior. A média nacional de crescimento entre os portos públicos do país foi de 10,3%.
Segundo Gilberto Birkhan, diretor-presidente do TPPF – Terminais Portuários Ponta do Félix -, empresa responsável pelas operações no porto, a meta para 2020 é manter índices elevados de expansão. “O fundamental é reconhecer essa nova etapa dentro do TPPF, com mais consistência na prestação de serviços, principalmente nos serviços de armazenagem de produto e trabalho especializado com cargas diferenciadas”, ressalta.
PREVISÃO DE CRESCIMENTO – De acordo com Gilberto, o TPPF espera crescer 70% e movimentar cerca de 1,5 milhão de toneladas de produtos neste ano, principalmente farelo de soja não transgênico e fertilizantes, os carros-chefe do Porto de Antonina.
Uma das principais vantagens do TPPF para quem comercializa estes produtos, segundo Birkhan, é o terminal alfandegado com entreposto aduaneiro – que permitiu um crescimento de 47% de fertilizantes entrepostado. “O produto quando chega em nossos armazéns permanece em propriedade do exportador lá de fora”, explica. “O produto pode ficar no Paraná ou ser nacionalizado para o estado de Goiás, por exemplo, sem o pagamento do ICMS interestadual”.
Quando o produto chega com destino determinado no Brasil, e o cliente tem a necessidade de alterar o destino, Estado de consumo ou uso, ele será taxado com ICMS. Essa cobrança pode ser evitada com a utilização do entreposto aduaneiro. “Obviamente também fazemos descarga direta, o produto vai direto para o destino final. Mas a grande oportunidade é o entreposto aduaneiro, o qual o TPPF oferece”, completa.
Além da vantagem do entreposto, Birkhan afirma que o TPPF conta também com melhorias na estrutura marítima para manter o crescimento. “Estamos na expectativa de aumento da profundidade em nosso calado, o que permitirá alavancar ainda mais estes números”, afirma.
ANTONINA EM NÚMEROS – Em 2019, passaram pelo Porto de Antonina 908.377 toneladas. Do total, 559,4 mil toneladas se refere a importação de fertilizantes que cresceu 18% em relação a 2018. A exportação de açúcar ensacado cresceu 7% em relação ao registrado em 2018. Já o farelo de soja, o crescimento da movimentação superou a casa de 18%.
O TPPF conta, atualmente, com 60 mil metros quadrados de infraestrutura de armazenagem, com capacidade estimada de 200 mil toneladas estática. Este número será elevado com as obras de expansão em andamento. (Comunicore)
O Produto Interno Bruto do Paraná cresceu 1% no terceiro trimestre de 2019 em relação ao mesmo período de 2018, e 0,1% na comparação com o segundo trimestre deste ano. Foi a segunda variação positiva consecutiva, de acordo com dados do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes).
A projeção do Ipardes para o PIB estadual de 2019 é de crescimento de 0,7%, em contraste com a queda de 0,4% observada em 2018 e em três dos últimos cinco anos já analisados – 2014, 2015 e 2016. No acumulado dos primeiros nove meses de 2019, o PIB paranaense avançou 0,13%, puxado principalmente pela expansão da produção industrial (2,3%).
Segundo análise do Ipardes, a projeção para o ano leva em conta a continuidade do dinamismo da produção industrial, a retomada do consumo, o aumento da produção de energia elétrica e a estabilidade climática para o agronegócio, o que ajuda a impulsionar o setor de comércio e serviços.
No terceiro trimestre de 2019 o destaque foi exatamente o setor agropecuário, com alta de 10,01%. O crescimento foi de 0,43% em relação ao trimestre imediatamente anterior. A indústria cresceu 1,89% na comparação com o mesmo período de 2018 e recuou -0,39% na comparação com o resultado dos três meses anteriores. O setor de serviços recuou levemente nos dois balanços: -0,47% e -0,17%, respectivamente.
O ritmo de crescimento do Estado já vinha sendo registrado por outros dados de órgãos como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), vinculado ao Ministério da Economia, e o Banco Central (Índice de Atividade Econômica Regional).
“A produção industrial paranaense cresceu 6,9% no acumulado dos primeiros onze meses de 2019, também criamos quase 75 mil novos empregos. Atraímos mais de R$ 23 bilhões em investimentos privados no ano passado. Isso mostra que o Paraná está na vitrine e, aos poucos, reverte a trajetória negativa da economia”, aponta o governador Carlos Massa Ratinho Junior.
SAFRA – O pesquisador Daniel Nojima, diretor de Estatística do Ipardes, aponta que o clima deve permitir boa recuperação da primeira safra de grãos em 2020, o que contribui para o crescimento paranaense ao longo dos próximos trimestres. “Além disso, o aumento na demanda por crédito agrícola, a progressiva recuperação do mercado de trabalho, e as melhores perspectivas da economia brasileiras reforçam a trajetória de crescimento do Estado”, acrescentou.
O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no Estado e serve para medir a evolução da economia. As projeções para 2020 e 2021 indicam crescimento estável, na casa de 2%.
PIB NACIONAL – O PIB nacional do terceiro trimestre de 2019 cresceu 1,2% em relação ao mesmo período do ano retrasado e 0,6% na comparação com o trimestre anterior, segundo o IBGE. Os principais destaques foram a agropecuária (1,3%), indústria (0,8%) e construção civil (1,3%).
O órgão também revisou o resultado do PIB do segundo trimestre para uma alta 0,5%, ante leitura anterior de 0,4%. O resultado do primeiro trimestre foi revisado para 0%.
Boletim da Fazenda mostra alta da atividade econômica no Estado
Boletim elaborado pela Secretaria de Estado da Fazenda mostra que a atividade econômica no Paraná segue em alta, com crescimento de 2,45% nos últimos 12 meses (até outubro de 2019), conforme o Índice de Atividade Econômica Regional do Banco Central. O balanço registra também aumento de 1,6 ponto no Índice de Confiança do Empresário Industrial do Paraná (ICEI) em dezembro, em relação ao mês anterior.
O boletim, que faz uma compilação de todos os indicadores econômicos importantes para o Paraná, foi criado em outubro de 2019 e é publicado mensalmente na página da secretaria (www.fazenda.pr.gov.br).
A publicação aponta, entre outros dados, que o comércio paranaense mostrou sinais de crescimento (+3,2%) em outubro de 2019, em relação ao mesmo mês do ano anterior. (AEN)
Mesmo antes do encerramento da movimentação em 2019, a exportação de milho via Porto de Paranaguá é 503% maior do que a registrada em 2018, e supera também a movimentação nos cinco anos anteriores.
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgados hoje indicam que o Paraná registrou o maior índice de crescimento na produção industrial do país neste ano. Entre janeiro e julho o percentual acumulado foi de 7,2%, à frente dos quinze locais pesquisados (dez tiveram variação negativa) e do índice nacional, que apresentou queda de -1,7%.Continue lendo ›
Maringá lidera a geração de empregos no interior do Paraná em 2019, com 40.300 vagas nos primeiros seis meses do ano. Somente em junho foram 5.734 oportunidades de trabalho abertas. Mais que Londrina (36.769) e Cascavel (27.678). Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).Continue lendo ›
A arrecadação com a receita própria do município (IPTU, ISS, ITBI e receita não tributável) nos primeiros sete meses cresceu mais de R$ 45 milhões comparado ao mesmo período do exercício anterior. De R$ 309.633.437,16 em 2018, a receita ultrapassou os R$ 355 milhões.Continue lendo ›
As ruas e avenidas de Maringá ganharam nos últimos dez anos mais 112.313 veículos automotores. É a quantidade de licenciamentos feito pelo Departamento de Trânsito do Paraná entre novembro de 2008 e novembro de 2018. Continue lendo ›
Os eleitores maringaenses foram menos às urnas, este ano, do que na maioria das cidades do Paraná. A abstenção em Maringá foi maior que a média estadual e bem maior que nas eleições de 2014.Continue lendo ›
Entre março de 2008 e março de 2018, de acordo com os números disponibilizados pelo Detran, a frota paranaense passou de 4.083.979 para 7.052.084 veículos, aí incluídos ônibus, caminhões, motocicletas, carros de passeio, tratores e triciclos.Continue lendo ›
Com a janela eleitoral encerrada no último final de semana, o Podemos do senador Álvaro Dias passou de 13 para 20 deputados federais, o que é um crescimento expressivo. A última pesquisa eleitoral mostrou Álvaro Dias com 5% em todo o Brasil, mas com 18% na região sul do país.Continue lendo ›
Nos últimos 50 anos, as mulheres têm travado uma grande luta e obtido bons resultados na busca por igualdade no mercado de trabalho, com uma significativa mudança cultural em curso, sob a ótica de direitos adquiridos. Continue lendo ›
A frota paranaense de veículos disparou nos últimos 10 anos. Segundo dados do Departamento de Trânsito do Paraná, em dezembro de 2007 o estado contava com 3.999.483 veículos em circulação. No mesmo mês do ano passado já eram 7.006.547, um aumento de 75,2%.Continue lendo ›
O meio radiofônico comemora. Dados do Ibope, de 2011 a 2016, apontam que o rádio cresce na preferência do maringaense a cada pesquisa realizada. Como diz gente do setor, contra fatos não há argumentos.
O Hospital Veterinário da Uningá registrou um crescimento de 145% no número de atendimentos nos sete primeiros meses deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado. A demanda, que saiu de pouco mais de 1.500 procedimentos, passou de 3.800 este ano. Continue lendo ›
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