custo

Maringá

Contorno consumiu R$ 412 milhões

O Dnit divulgou nota confirmando agora à tarde a inauguração do Contorno Norte de Maringá (BR-376) e a liberação ao tráfego logo após a cerimônia de inauguração, que acontecerá junto à avenida Ademar Bornia, no limite com Sarandi. Com 17,6 quilômetros de extensão e investimentos de R$ 412 milhões, o contorno é totalmente duplicado. A primeira fase foi iniciada em dezembro de 2008, paralisada em maio de 2012 e reiniciada em setembro de 2013. Paralelamente foi executada a segunda fase, com início em julho de 2012. Ambas somam 33.700 metros quadrados de muros de contenção, 12 travessias de pedestres (passarelas), 14 viadutos e 3 pontes, além de galerias fluviais, bases para iluminação ao longo de todo trecho e recuperação das marginais existentes.

Brasil

O custo do voto


A discussão sobre o modelo de financiamento eleitoral no país, impulsionada pelo julgamento, no STF, de ação direta de inconstitucionalidade proposta pela OAB, é motivada pelo peso exagerado do dinheiro nas decisões eleitorais. No Brasil, o grande eleitor é indiscutivelmente o dinheiro. Para compreender como esse peso é exercido e quais são as opções à disposição do legislador para enfrentar o problema, a Transparência Brasil divulga o primeiro de dois relatórios baseados na análise das finanças eleitorais que a entidade realiza desde 2002 em seu projeto Às Claras. Esse primeiro relatório (acima) examina em particular o custo do voto e como ele se estrutura pelos estados brasileiros. Um segundo relatório, a ser divulgado em breve, abordará a efetividade do financiamento privado.

Maringá

Milhões para reforma e construção

Entre os contratos fechados pela Prefeitura de Maringá no final de 2013, além da creche de R$ 4.070.287,00 e da escola de R$ 7,5 milhões, via Secretaria Municipal de Obras Públicas, a queridinha do chefe, está um com a Proec Engenharia Civil Ltda. para a construção de um Centro Municipal de Educação Infantil na Zona 7, por R$ 3.931.935,13, em 540 dias corridos (valor e prazo novamente incomuns), e outro com a Construtora Rotta, também de Maringá, para a reforma da Escola Municipal Midufo Vada, no Parque Residencial Quebec, por R$ 1.380.074,05, em prazo de 300 dias. Em todos os casos, o dinheiro é do IPTU do maringaense. Uma simples comparação com o valor de obras semelhantes em cidades da região mostra uma diferença considerável de custo.

Maringá

CMEI de R$ 4 milhões

Uma das obras de valor mais alto recentemente autorizadas pela Secretaria Municipal de Obras (dizem que a é a preferida do chefe) é a implantação do Centro Municipal de Educação Infantil Canadá II, na segunda parte do Jardim Canadá, em Maringá. A obra foi contratada pelo município ao custo de R$ 4.070.287,00 (o valor máximo estabelecido no edital era de R$ 4.141.124,64). O contrato foi assinado no final de dezembro com a Emtecon, de Maringá, que terá 540 dias corridos para entregar a obra.

Geral

Palestra sobre produção de cordeiros

Palestra -Custos de produção de Cordeiro
Acontece amanhã, a partir das 19h, na Sociedade Rural de Maringá, palestra sobre os custos de produção de cordeiros tipo carne e de borregas para reposição, levando em consideração as diferentes possibilidades e condições de investimento e sistemas de manejo. O zootecnista Luiz Gonzaga Pego de Macedo será o instrutor, abordando dados que são parte de sua tese de doutorado, na UEM, orientado pelo professor Francisco de Assís F. Macedo, realizada na Propriedade Rancho do Platero em Marialva e na Fazenda Experimental da Universidade Estadual de Maringá. Continue lendo ›

Brasil

Custo do Congresso Nacional é mais caro que o de outros países


Em um grupo de 12 países, entre emergentes e desenvolvidos, o Brasil é o que gasta proporcionalmente mais para manter seus congressistas. De cada R$ 100 produzidos em bens e serviços no ano, R$ 0,19 vão para custear a Câmara dos Deputados e o Senado. A relação é cerca de dez vezes maior que a da Espanha ou Reino Unido e mais de seis a vezes a dos Estados Unidos. O relatório completo, acima, foi divulgado nesta manhã pelo Transparência Brasil.

Blog

Desfile: cenografia das alas custou R$ 186 mil

A empresa que fez a cenografia e produção do desfile do 66º aniversário de Maringá – que teve como tema “So sertão para Maringá” – e confeccionou as oito alas temáticas (M.A. Trindade Produções) levou R$ 186.120,00. A comissão de frente (“Marias Bonitas e Lampiões”) custou R$ 34.110,00, seguida da ala “Desmatamento”, que custou R$ 32.655,00. Houve também uma ala chamada “Quadrilha”, que custou R$ 18.610,00.

Akino

Quinto mandato, de fato

Discute-se se Pupin estaria exercendo o seu terceiro mandato. A pendência deverá ser resolvida nos próximos dias, com julgamento no TSE. Como Silvio II, exerceu dois e não poderia ser nem vice, logo a soma dos mandados dos dois seria cinco, de direito. De fato o quinto mandato está sendo exercido por Ricardo Barros, é público e notório. Pode, Arnaldo? Qual o custo disso para Maringá?
Akino Maringá,colaborador

Akino

Comunicação da prefeitura no segundo mandato

Neste segundo mandato da administração Barros/Pupin não há uma Secretaria de Comunicação, mas uma assessoria vinculada ao Gapre. Vejam a lista dos oito comissionados, assim distribuídos, com respectivas remunerações, considerando os valores a partir de janeiro/2013: Um subsídio (Chico – R$ 10.600,00); Três CC2 (Dayani, Zanata e Thays Pismel – R$ 3.642,09); Três CC3 (Ivana, Roberto Furlan e
Natalias Cordeiro – R$ 2.554,72); e um CC4 (Milton Guimarães – R$ 1.591,59). Custo aproximado, em salários e encargos, R$ 45 mil mensais, R$ 540 mil anuais, R$ 2,160 milhões em 4 anos. Vejamos, na postagem abaixo, quanto custará a nova secretaria, a ser comanda por Milton Ravagnani.
Akino Maringá, colaborador

Ivana Veraldo

O custo do uniforme inteligente

O sistema de chip requer um alto investimento; calcula-se em média que seja de R$ 13 a R$ 16 mensais para cada aluno. Além da implantação do chip, o valor prevê pacote de SMS e a instalação e manutenção do aparelho.
É uma medida imediatista e sensacionalista e nós educadores preferimos as medidas preventivas que são de fato educativas. Alguns educadores compararam a nova tecnologia com as tornozeleiras eletrônicas usadas por detentos. Afirmam também que a tecnologia dos chips e das câmeras de vigilância representa uma absoluta invasão da privacidade, uma privação da liberdade individual e monitoração do Estado.  Acho mais importante o debate sobre a função da escola, ou seja, a opção exclusiva por sistemas de monitoramento como os chips e as câmeras de vigilância revela que ao invés de educar  a escola opta por vigiar e punir.  Os alunos espertos que são já avisaram que vão burlar o sistema, pedindo a outro que leve a sua camiseta para assistir a aula.
Ivana Veraldo

Eleições 2012

O custo da aliança

A coligação “A mudança continua”, que tem quase 170 candidatos a vereador, trata da turma a pão de ló. São 40 litros de gasolina por semana para carros adesivados e outros 100 litros para carros de som, além de 120 mil santinhos, placas e cavaletes à vontade e o pagamento de dois cabos eleitorais por mês (R$ 800,00 cada).

Opinião

“Estamos em greve”

De José Luiz Boromelo:
A cessação coletiva e voluntária do trabalho é uma forma controversa de se atingir objetivos específicos, muitas vezes sem avaliação criteriosa de suas conseqüências. Por aqui se faz greve para tudo, mas o campeão das reivindicações ainda é o reajuste salarial. Entidades representativas de classes trabalhistas oferecem apoio aos grevistas, com o objetivo de atrair a atenção da mídia e da população. Esse é o dispositivo mais utilizado pelo assalariado para requerer seus direitos no país.
Ocorre que por vezes a greve atinge setores estratégicos como transporte coletivo, assistência médica e hospitalar, segurança pública, telecomunicações, controle de tráfego aéreo, distribuição de energia elétrica, gás e combustíveis entre outros. Continue lendo ›

Akino

Eu acredito

Li no blog do Lauro Barbosa de reproduzo: “Sem querer jogar areia, adivinha se a base deixa aprovar um projeto desse… É do vereador Humberto Henrique (PT), dispondo sobre a divulgação dos custos de publicidade dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos municipais, que, em um de seus artigos, determina que os custos sejam divulgados nas próprias peças. Nem que o mundo caia…”
Meu comentário (Akino): Ao contrário do Lauro, eu acredito que este projeto será aprovado por unanimidade e com discurso favorável do líder do prefeito. Afinal a administração Silvio II, ou ‘o guverno’, como ele prefere dizer, é transparente, honesto ético, e nada tem a a esconder. E digo mais, o próprio prefeito, seja ele Pupin ou Silvio, que estiver de plantão, pederá que os vereadores aprovem. O problema é que o presidente Hossokawa não colocará em pauta, assim como faz com o ficha limpa do Saboia.
Akino Maringá, colaborador