custo

Opinião

O custo do mandato da Maria Victória, até aqui

Maria Victoria-Lerner

No dia 1º de fevereiro de 2015, tomou posse, dentre os 54 deputados estaduais, uma jovem de pouco mais de 22 anos, Maria Victória Borghetti Barros, filha do ministro Ricardo Barros e da vice-governadora Cida Borghetti, sobrinha do candidato Silvio Barros II.
Está, portanto, há 21 meses no cargo. Seu mandato custou ao contribuinte, entre salários e encargos e assessores aproximadamente R$ 2 milhões 100 mil, neste período. O que produziu? Seu trabalho se pagou?Continue lendo ›

Flagrante

O contribuinte banca a limpeza

Constroeste-feira

Limpando a Feira do Produtor, que é atividade econômica privada, isso a um custo que chega próximo de R$ 1,3 milhão por ano. E esse valor vai ser pago pelo contribuinte. Agora, mais essa, o contrato é para 30 anos. (Enviado por leitor)

Educação

O custo UEM

tabela

De acordo com resolução da Secretaria de Estado da Fazenda, assinada pelo secretário Mauro Ricardo Machado Costa e publicada ontem, dá para perceber que a Universidade Estadual de Maringá exige a maior parte dos recursos do Tesouro do Estado deste mês.

Opinião

Quanto custa um cabo eleitoral, dos bons?

Um time de uns 300 custa em média algo em torno de R$ 15 milhões por ano. Pagos por quem? Pelo contribuinte nas mais variadas situações. Há os que custam algo em torno de R$ 16.000,00 mais, outros R$ 10 mil, e os mais baratos, coisa de R$ 3 mil mensais.
Alino Rebouças, colaborador interino

Geral

Palmeiras na Kakogawa

Palmeiras

A Prefeitura de Maringá, que recentemente adquiriu mais de R$ 1 milhão em mudas de palmeiras, começou o plantio na avenida Kakogawa, onde elas substituem centenas de grevíleas.
Leitor aponta que as mudas não valem o que dizem que a prefeitura pagou, sem contar que guincho e funcionários públicos participam do plantio.

Política

Pendurar-se no erário dá trabalho

Teta pública

A propósito da declaração sobre trabalho feita por Ricardo Barros, leitor lembra que praticamente toda a família está pendurada no erário – e trabalhar no sentido literal da palavra pode ser algo discutível.
Em setembro do ano passado, levantamento superficial mostrou que os familiares custavam pelo menos R$ 160 mil todos os meses aos cofres públicos, sem contar os assessores.Continue lendo ›

Geral

O povo banca tudo…

cones

A milionária obra dos corredores de ônibus do transporte coletivo nas avenidas Morangueira e Kakogawa, em Maringá, onde a Caixa Econômica Federal patrocinou o corte de centenas de grevíleas, provocou uma grande mobilização da estrutura do município.
Várias secretarias, servidores e equipamentos públicos foram mobilizados para garantir um mínimo de trafegabilidade naquela região da zona norte.Continue lendo ›

Akino

Qual o custo estimado das campanhas…

… dos candidatos a prefeito de Maringá? Estamos curiosos para saber quanto cada chapa gastará, legalmente, e se haverá caixa dois? Quantos candidatos serão bancadas pelo condomínio partidário Barros? Herculano, por exemplo, é um candidato adversário de Silvio II, apesar de ter sido CC do grupo, ou será um mero laranja, para fazer o serviço mais sujo, contra os adversários? Ele que cita muito Deus, Jesus, parece ser bem religioso, se prestaria a este tipo de coisa? Quinteiro, Flávio Vicente? Teriam alguma ajuda do capo? Ou ele só ajudará aos candidatos a vereadores, com aqueles esquemas de material de campanha feito clandestinamente?
Akino Maringá, colaborador

Política

Barros muda o discurso em relação ao Mais Médicos

De Levi Vasconcelos, no jornal A Tarde, de Salvador (BA):

O golpista primeiro – Na festa dos 10 anos do Hospital da Bahia, ontem, na Associação Bahiana de Medicina, em Ondina, um grupo organizado se prostrou na porta para chamar o ministro Ricardo Barros (Saúde) de ‘golpista’.
Ocorre que o primeiro a chegar foi o secretário da Saúde de Rui Costa, Fábio Vilas-Boas, no carro oficial. O grito do grupo ecoou:
– Golpista! Fora, golpista!Continue lendo ›

Verdelírio

A diferença

Enquanto em Maringá a Prefeitura investe altos valores no aluguel de imóveis, com alguns beirando à casa dos R$ 40 mil mensais, mais despesas com reformas, em Londrina, o maior aluguel pago pela Prefeitura é de R$ 18 mil para a instalação da Secretaria do Trabalho. O valor de todos os imóveis alugados pela Prefeitura, para instalação de diversos setores, é de aproximadamente R$ 100 mil.Continue lendo ›

Geral

Um luxo só

Revista

Uma revista sobre finanças e atividades da Prefeitura de Maringá, referente a 2015 e 2016, continua espantando contribuintes pela desnecessidade, custo e aparência de material eleitoral. Oficialmente, seriam 10 mil exemplares de uma revista de 234 páginas, impressas numa gráfica de Londrina; extra-oficialmente, comenta-se que é muito mais.
Sobre custo a Secretaria de Comunicação ainda não se manifestou aos dois pedidos encaminhados pelo blog.Continue lendo ›

Akino

Quanto custa cada gabinete de vereador…

.. em Maringá, depois do reajuste de 11,7%, só com os salários de vereador e os quatro assessores? Ambrósio Brambila, mais novo assessor do vereador Jones Dark, poderia nos responder? Por falar nisso, caro Ambrósio, você será assessor por dois meses? Foi nomeado pela Câmara, ou receberá por fora? Ou ainda, é trabalho voluntário? Precisou de autorização de Ricardo Barros, pelo que entendi?
Akino Maringá, colaborador

Akino

Custo do CAT já pode estar em R$ 1 milhão

cat-dezembro

Incrível, mas descobrimos que os aditivos primeiro e segundo ao contrato para obras do CAT – Centro de Apoio ao Turista (acima, foto feita em dezembro)- foram firmados em agosto do ano passado e resultaram na elevação da obra (inicialmente orçada em R$ 747.500,00) para R$ 769.325,74.
Com mais R$ 43.809,55, do sexto aditivo, publicado na semana passada, o valor chega a R$ 813.135,29. Ficam faltando os terceiro, quarto e quinto aditivos que não localizamos. Com eles, pode ser que o valor já tem chegado a R$ 1 milhão.Continue lendo ›

Legislativo

Governo Richa não quer prestar contas de revista sobre… prestação de contas

A base governista na Assembleia Legislativa rejeitou, por 26 votos a 15, requerimento de pedido de informações da oposição sobre quanto o governo estadual gastou com a produção de uma revista de prestação de contas que começou a circular na semana passada, intitulada “Paraná – trabalho, respeito e cidadania”.
Os deputados estaduais Evandro Junior (PSDB) e Dr. Batista (PMN) não votaram; a deputada Maria Victória (PP) votou contra o requerimento.Continue lendo ›

Akino

Qual o custo…

… de cada um dos 15 vereadores de Maringá? Todos valem o que custam? Se não tivesse a Câmara, o contribuinte sentiria falta? Falamos de Maringá, mas é só um exemplo para todo o Brasil. Vamos pensar.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Quanto custa o gabinete do vice-prefeito de Maringá?

Segundo uma fonte, existe o Assessor I, que seria uma espécie de chefe de Gabinete, Manoel Gomes, que consta estar lotado no Gapre, salário de R$ 7.140,00, sendo sua presença no Gabinete, digamos, ocasional. Nem sequer a agenda do vice-prefeito ele, o chefe de gabinete, tem independência para fazer. A agenda do vice seria feira pela secretária do prefeito (Angela), que o chama para eventos onde o prefeito não pode ou não quer ir. Há outro CC que anota recados (serviço de efetivo) e que minha fonte não soube dizer se é Assessor II, III, ou IV. Vamos considerar que seja IV. Entre salários e encargos estimamos que o custo mensal fica em torno de R$ 30.000,00 ou R$ 360 mil por ano, cerca de R$ 1.440.000,00 em quatro anos. Vale? Continue lendo ›

Akino

O custo Barros na Sesan II

Teta pública

São cerca de R$ 200 mil anuais entre salários e encargos gastos para bancar um cunhado dos irmãos e um genro de Silvio II. Isto daria algo em torno de R$ 800 mil em quatro anos de mandato.
Dinheiro por serviços não prestados, na forma da lei que criou as atribuições da secretaria e nem é preciso ser especialista para afirmar isso. Vejam que estamos falando só dos parentes, mas o gasto total da secretaria deve ser debitado à eleição de Pupin e acordos com RB. Boris Casoy comentaria: ‘Isto é uma vergonha’. Há quem diria: é falta de vergonha.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Vice deveria renunciar

ferdinandiSe Cláudio Ferdinandi (foto), como vice-prefeito, custando ao contribuinte maringaense cerca de R$ 500.000,00 anuais unicamente para substituir o prefeito nas suas ausências, pede para viajar justamente nas férias do titular, melhor seria fazer como Marquinhos Alves, que eleito com Jairo Gianoto e renunciou, deixando ao presidente da Câmara a tarefa árdua da substituição do alcaide.
Assim, nas ausências de Pupin, Chico Caiana não precisaria fazer a manobra que fez ontem para assumir o cargo de prefeito. Renuncie, por favor, professor Cláudio Ferdinandi. O que acha, Paulo Vergueiro?
PS: Como soará aos ouvidos do Brasil, no Jornal nacional, por exemplo:’O prefeito de Maringá, Chico Caiana’….
Akino Maringá, colaborador

Akino

Palavras da vice-governadora

Cida Borghetti

No Hoje Notícias, coluna do Fabretti, edição de 30/12/2015, foi publicada a seguinte mensagem, de Cida Borghetti: ‘O trabalho ao longo de 2015 se dividiu em duas etapas fundamentais: primeiro, a análise dos grandes projetos para o estado do Paranás e, em segundo, o acompanhamento de pleitos paranaenses em Brasília. Um trabalho intenso, com agendas cheias, viagens semanais, mas muito gratificante. Entre esses projetos destaco o Trem pé Vermelho, linha de passageiros entre Londrina e Maringá que vai virar realidade; a revitalização do Rio Iguaçu, as consolidação de uma nova rota aérea sem escalas entre Foz do Iguaçu e a Europa. Foi um ano de desafios e aprendizado em todas as áreas, mas chegamos ao final dele com a sensação do dever cumprido.’ (sic)
Meu comentário (Akino): Palavras que não dizem quase nada, caríssima vice-governadora (no papel, pois o vice de fato é seu marido), e que podem enganar analfabetos funcionais e puxas. Quanto custou o ano, em salários da senhora e assessores? Continue lendo ›

Blog

Mais um monumento

Depois de gastar o equivalente a um apartamento bem localizado em Maringá para construir o novo portal do Parque do Ingá (obra, pra variar, atrasada), a administração Pupin/Barros licita no próximo dia 16 a construção de base estrutural para um monumento, para a instalação do Monumento ao Pioneiro de Maringá.
Só para fazer o pedestal a prefeitura está disposta a gastar R$ 10.037,81.Continue lendo ›

Blog

O custo Barros

Família Barros

A propósito da nota acima, uma simples olhada nos gastos públicos de setembro passado com a família imperial (ou sagrada família, como prefere um CC da prefeitura) já provoca calafrios na coluna.
O número que verá ao final desta postagem refere-se a um só mês; pode, portanto, em multiplicá-lo pelos doze meses do ano, embora sob o risco de indignação. Continue lendo ›

Blog

Para inglês ver

Blog

Se não for tabelinha, é achaque. A sociedade entre o PP e o PT, que atravessa de mensalão a petrolão, em especial a de Ricardo Barros e alguns petistas, não está mais escapando a ninguém. Basta ver o título acima, no blog de José Tomaz. Também o comentarista Marco Antonio Villa, da Jovem Pan, ao abordar o tema hoje pela manhã enxergou o conluio: trata-se de uma combinação, já que o eleitorado de Ricardo Barros, vice-líder de Dilma e conhecido como leitão vesgo, é contra o Bolsa Família; tudo armado para fazer bem às partes da história. Obviamente, isto terá um custo, pois tem gente que não faz nada de graça.

Agronegócio

Agricultores reclamam do alto custo de sementes em audiência pública

Sementes

Representantes de agricultores reclamaram do alto custo das sementes no Brasil, em audiência pública realizada ontem na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural.
“Uma saca de 60 quilos de milho está sendo comercializada na nossa região a R$ 20. Uma saca de 20 quilos de milho transgênico custa de R$ 480 a R$ 540. Isso é um absurdo, é abuso do poder econômico”, apontou o deputado Luiz Nishimori (PR), que é agricultor e pediu a audiência. Continue lendo ›

Blog

O preço nos é caro

rb2Defender aumento de impostos e redução de verbas em programas sociais como o Bolsa Família tem um custo alto ao governo impopular do PT. O deputado federal Ricardo Barros (PP), que se submete a esse tipo de coisa, anuncia R$ 1 milhão para quatro municípios da região de Campo Mourão e, na coluna de Verdelírio Barbosa (leia aqui), confirma que apesar dos cortes no orçamento da União os milhões do seu Contorno Sul Metropolitano vão sair sim.  Se o Contorno Norte, de um custo inicial de R$ 140 milhões saltou para R$ 412 milhões ao final, imagina o Contorno Sul Metropolitano, que, não existindo, não beneficiaria os empreendimentos imobiliários de sócios conhecidos naquela região.
Ruim para o erário, a notícia é boa porém para quem vendeu terras ao longo do traçado do CSM e está levando calote de certo político local.

Akino

Qual o custo do Maringá FC…

Vale da Zebra

… para o contribuinte maringaense? Após a divulgação da suspeita de venda de apoio (ou voto) da direção do Maringá Futebol Clube, para a eleição da Federação Paranaense de Futebol, conforme postagem, acendeu nossa curiosidade, ainda mais, em saber: O clube paga usar o estádio? Qual a situação do Vale da Zebra? Público ou foi transferido para Zebrão? Qual situação jurídica do clube, S/A ou Ltda? Quem são os donos? Quais os patrocinadores e vinculação desses com a prefeitura? Pediria aos vereadores sérios, inclusive Jones Dark, que teria boas razões para tal, que apurassem.
Akino Maringá, colaborador

Maringá

Preço de portal assusta contribuinte

portal

Quem faz caminhada no Parque do Ingá leva um susto quando vê a placa do novo portal, recentemente licitado. São R$ 273.748,18 por 41,01 metros quadrados de demolição e 33,60 metros quadrados de construção – sai a R$ 3.669,00 o metros quadrado total, e, a se levar em conta só a parte construída, mais de R$ 8 mil o metro quadrado. O projeto é de três arquitetos da Prefeitura de Maringá e compõe-se de dois arcos executados com madeira laminada de reflorestamento (Pinus Oocarpa), ao longo de 13 metros, com 6 metros de altura no ponto mais elevado. Um conjunto de tirantes sustentará, a 3 metros de altura, uma cobertura retangular feita em policarbonato alveolar fumê, segundo a prefeitura.
Na falta de tirolesa e arvorismo, anunciados há anos, vai de portal caro mesmo…

Blog

Até na ciclovia, Maringá é Maringá…

Ciclovia avenida Brasil
Em 2008, administração Barros/Pupin, a construção da ciclovia milionária da avenida Mandacaru causou espanto em Maringá. A obra, sem bicicletário, começou custando R$ 986,8 mil, foi esticada para a avenida Alziro Zarur, 60 luminárias a menos que o licitado, depois anunciou-se que iria ser prolongada, com o mesmo preço, até a avenida Brasil… enfim. A ciclovia, no preço inicial, sem aditivo, saiu por R$ 274 mil por quilômetro. Agora, na administração Pupin/Barros, começou a construção de uma ciclovia mais simples, na avenida Brasil, sem luminárias, ao custo de R$ 304 mil por quilômetro.
Em São Paulo, que anunciou há alguns meses a construção de 400 km de ciclovia, o custo estimado é de R$ 200 mil por quilômetro.

Akino

Terceirização da coleta do lixo custará 63,64% a mais para o contribuinte


Segundo informação do secretário Bovo, em entrevista à RPC, o orçamento enviado à Câmara prevê o valor de R$ 35 milhões para o ano de 2015, para pagamento à empresa que ganhar a licitação para prestar serviços de coleta e destinação do lixo em Maringá. Já para 2014, com serviços realizados pela própria Prefeitura a despesa prevista é de R$ 21,4 milhões. Veja acima.
Isto significa que o contribuinte pagará 63,64% a mais e não venha o secretário com a conversa de que não haverá repasse via carnês do IPTU, que só os ingênuos acreditam nesta conversa. A diferença anual é de aproximadamente R$ 14 milhões, o que dá uma boa margem para corrupção. Fala-se em R$ 700 mil mensais, ou R$ 8,4 milhões anuais em superfaturamento, desvios. Esperamos que os vereadores sérios e o MP não cruzem os braços diante deste absurdo.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Custará R$ 768.000,00

Vejam esta informação do Portal da Tranparência: “05586 Leopoldo Floriano Fiewski Junior 01/01/2013 Coordenador geral – Procidades – Subsídio Gapre – R$ 11.171,34”.
Somem-se a este valor, os encargos, férias, 13º , mas diárias de viagem e chegaremos a cerca de R$ 16.000,00, mensais, R$ 192.000,00, no ano, R$ 768.000,00, em quatro anos. Este é o valor que contribuinte maringaense paga para um comissionado a serviço dos irmãos Barros, dentro da prefeitura. Um absurdo. Este cargo é totalmente dispensável. Não há o que fazer dentro das atribuições. Assuntos de empréstimos é atribuição do secretário da Fazenda. Acompanhar projetos financiados, das secretarias próprias ou da de Planejamento.
Akino Maringá, colaborador

Política

E la nave va…

revista
Integrantes da Secretaria de Assuntos Comunitários de Maringá – aquela que foi entregue ao PMDB como pagamento pelo horário eleitoral da campanha de 2012 – dividem-se hoje em tarefas que poderiam custar bem mais barato ao bolso do contribuinte não fosse a condenável prática de usar dinheiro público para negociações políticas. Uma parte, incluindo o secretário e o diretor geral (cujos salários passam de R$ 16 mil mensais), está reformando um salão comunitário no Jardim Quebec; a outra, também de cargos comissionados, entrega exemplares de uma luxuosa revista sobre “finanças e atividades”, edição que chega a indignar quem tem o costume de zelar pelo erário. São 156 páginas com o de sempre, material publicitário de uma eterna campanha, incluindo desenhos e maquetes. Ao contrário de outras edições, esta não traz a tiragem.

Maringá

‘Desplanejamento’ tem custo alto

A propósito da postagem abaixo, é preciso lembrar que a primeira reforma do Estádio Willie Davids na gestão dos fratelli Barros aconteceu no início de 2005, para permitir que ocorressem ali cinco jogos mandados pelo Coritiba FC, objeto de lei que não foi integralmente cumprida. A reforma foi feita por três empresas (Sicredi, Cocamar e Unimed). A segunda reforma foi iniciada em 2008, que culminou com a entrega, com atraso, da pista de atletismo e de um gramado de primeiro mundo. A terceira, em 2012, para se adequar às exigências da FPF. No ano passado, foi anunciada mais uma, com investimento superior a R$ 5 milhões. Sem contar o Chico Neto, que ficou oficialmente fechado para reforma por mais de dois anos. O planejamento, ou melhor, a falta de, e a demora na realização de obras civis públicas nos últimos nove anos, em Maringá (quem acompanha a série sobre aditivos no blog sabe), lembra muito outras polêmicas, como o Contorno Norte, a avenida Brasil, o Parque do Japão etc, projetos impostos sem discussão nem acesso à população. O custo disso tudo é muito alto.

Maringá

A conta da luz da prefeitura

logocopel
R$ 8,4 milhões é quanto custará o fornecimento de energia elétrica, pela Copel, para a iluminação pública de Maringá, este ano. O secretário de Serviços Públicos, Vagner Mussio, um dos mais influentes da administração Pupin/Barros, assina o processo de dispensa de licitação publicado hoje. O valor é estimado.