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Propina: empresa do Paraná é citada em denúncia de ex-diretor da Caixa
De Fabio Serapião, n´O Estado de S.Paulo:
O ex-superintendente de Fundos de Investimento Especiais da Caixa, Roberto Madoglio, confessou ter recebido propina para favorecer empresas do setor elétrico interessadas em obter aportes do fundo de investimento do FGTS. Continue lendo ›
Maringá na fita
Pelo menos uma ação popular contra o programa Paraná Competitivo, do governo Beto Richa, foi ajuizada para levantar os benefícios fiscais concedidos à Ambev.Continue lendo ›
Ex-prefeito de Maringá é sócio de hotel em Cascavel

Quando foi candidato em 2016, o ex-prefeito Silvio Barros II (PP) era sócio em três empresas.
Seis meses depois, ele aparece como sócio em cinco empresas; uma delas, o Hotel Maringá Spe Ltda., em Cascavel, tem capital social de R$ 14 milhões 850 mil.Continue lendo ›
Alvos da Operação Carne Fraca

Acima, as pessoas jurídicas que são alvo da Operação Carne Fraca, em andamento nesta manhã. Às 10h haverá entrevista da Polícia Federal em Curitiba. Confira a relação completa:Continue lendo ›
Qual o critério?

Qual o critério que associações, entidades e órgão de comunicação utilizam para escolha dos destaques? Em Maringá numa relação de 10 homenageados, seis empresas quebraram. E agora a revista IstoÉ escolheu o presidente Michel Temer como o Brasileiro do Ano. É pra acabar…Continue lendo ›
As empresas do candidato

No horário eleitoral gratuito, o ex-prefeito Silvio Barros (PP), que está na disputa para manter a supremacia da família de políticos, disse que tem “uma pequena empresa” e sabe das dificuldades para se obter certidões (não falou da recente falta de certidão da Prefeitura de Maringá, mas tudo bem, deve ser esquecimento).
Uma consulta a site especializado, porém, informa que ele é sócio em três empresas: Continue lendo ›
Tudo junto e misturado

A apreensão de material gráfico irregular hoje no escritório político da família Barros, na avenida Prudente de Morais 740, deixou algumas dúvidas no ar. O endereço é uma extensão da vice-governadora, por causa da vice-governadora Cida Borghetti, da Assembleia Legislativa, por conta de Maria Victória, e até recentemente da Câmara dos Deputados, por causa do gabinete do deputado federal licenciado Ricardo Barros, hoje ministro da Saúde.
Mas, além disso, o local ainda é endereço de dez empresas comerciais – e essa mistura de campanha eleitoral em bens públicos e particulares pode dar um furdunço.Continue lendo ›
Empresas da Lava Jato doaram a 12 ministros de Temer
Dinheiro de empresas envolvidas no esquema revelado pela Operação Lava Jato irrigou as campanhas de 12 dos 13 ministros nomeados pelo presidente em exercício, Michel Temer (PMDB), que se candidataram a algum cargo eletivo em 2014. Entre eles, a do maringaense Ricardo Barros (PP).
Os recursos foram repassados de forma legal e declarados à Justiça Eleitoral, de acordo com levantamento da Agência Estado.Continue lendo ›
Êxodo
De Élio Gaspari, na Folha de S. Paulo:
Descontadas as indústrias brasileiras que passam por dificuldades, duas empresas americanas encerraram suas operações no Brasil.
A Pentair desativou sua divisão de válvulas e desde dezembro não aceita encomendas. Os clientes serão atendidos pelos seus canais no exterior. A Fike, fabricante de equipamentos contra incêndios, encerrou sua operação em Jundiaí e centralizou seus negócios latino-americanos no escritório de Houston, no Texas.Continue lendo ›
Precaução total
Duas grandes empresas de Maringá, conhecidas por sua relação com a mídia, pois anunciam fielmente em algumas datas especiais, resolveram dar um tempo e não investir em propaganda neste final de semana.
É uma estratégia de precaução diante da incerteza do que vem pela frente.
Danos morais: entidade e empresas são condenadas
Três empresas – Comércio de Combustíveis Urgani Ltda., Canipo Comércio de Calçados Ltda. (Jorrovi) e Exclusimaq Comércio de Máquinas de Costura Ltda. – e a Associação Comercial e Empresarial de Maringá (Acim) tiveram a condenação em ação de indenização por danos morais confirmada pelo Tribunal de Justiça do Paraná. A ação é de 2008 e a sentença da 3ª Vara Cível de Maringá foi mantida pela 8ª Câmara Cível do TJPR, por unanimidade, no dia 31 de julho; o acórdão foi publicado hoje.
Cada uma das rés terá que pagar R$ 5 mil a um maringaense, por ter inscrito seu nome de forma indevida em cadastros de proteção ao crédito. Sobre o valor da condenação devem incidir juros de mora de 1% ao mês desde o evento danoso, bem como correção monetária pelo INPC/IBGE desde a data da sentença, além da condenação ao pagamento das custas e despesas processuais, bem como dos honorários advocatícios
Promotoria investiga denúncias contra empresas de Maringá
Na mira do Ministério Público Estadual também estão empresas maringaenses denunciadas por consumidores. Uma empresa que fabrica e comercializa colchões está sendo investigada desde o último dia 21 porque estaria operando em esquema de pirâmide financeira, o velho truque usado até recentemente pela Telexfree. Outra denúncia envolve uma empresa inserida na área de laboratórios e clínicas que repassaria comissão aos médicos que a indicam para a realização de exames. Também apura-se no âmbito do MPE que uma empresa da área de seguros estaria exercendo as atividades de forma irregular, sem a devida autorização. A representação, neste caso, foi feita pelo Sindicato das Empresas de Seguros Privados, de Resseguros, de Previdência Complementar e de Capital, pelo Sindicato dos Corretores de Seguros e Empresas Corretoras de Seguros, Resseguros e Vida Capitalização.
Governo dá o cano em empresas e palestrantes
Olha a constrangedora situação narrada por Margot Jung, servidora da UEM, no Facebook:
A Universidade Estadual de Maringá organiza, todos os anos, vários eventos de educação fiscal. Em tese, tratamos sobre a necessidade dos cidadãos e cidadãs paranaenses fiscalizarem a correta aplicação dos recursos públicos, pois esse dinheiro deve ser aplicado em políticas públicas. Em ações que dêem melhores condições de vida para as pessoas, ou seja, boas escolas, saúde que funcione, segurança, creches, hospitais públicos, universidades, estradas em boas condições de rodagem, essas coisas… Esses eventos são (ou deveriam ser) 100% financiados pelo Estado. Quando a UEM contrata uma empresa (hotel, restaurante, anfiteatro) ou mesmo palestrantes para prestar serviços nesses eventos, as pessoas físicas ou jurídicas devem estar em dia com todas as obrigações trabalhistas e fiscais junto ao Município, Estado e Federação. Se houver qualquer problema, por menor que seja, a empresa não pode e não será contratada. Mas, em contrapartida, o governo não tem compromisso com essas empresas ou prestadores. Vários dos palestrantes que se dispuseram a dar palestras nos eventos do ano passado em agosto, setembro, outubro e novembro ainda não receberam seus pró-labores. O governo está inadimplente com palestrantes e empresas do Paraná. Palestrantes do Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Brasília! Isso é uma vergonha!Continue lendo ›
Listas do TCE trazem Gianoto e empresas de Maringá
Quatro empresas de Maringá estão impedidas de licitar e contratar com o governo do estado e prefeituras por decisão judicial: Atacadão da Grama Jundiaí, Atacado Maringá Indústria e Comércio de Alimentos, Alvaro Abel Foirucci e Antonio Ferreira da Assis. Elas constam de relação disponibilizada pelo Tribunal de Contas do Paraná. São cerca de 320 companhias, de vários setores, que não podem mais participar de processos licitatórios em função da prática de diversos tipos de irregularidades. No início de novembro, o TCE implantou o Cadastro de Inadimplentes (Cadin), que reúne 2.659 registros de nomes de agentes públicos que não cumpriram decisões do órgão envolvendo a devolução de recursos públicos. De Maringá, aparece o ex-prefeito Jairo Gianoto, que deve mais de R$ 80.397.407,84, além de prefeitos e ex-prefeitos da região.
Receita Federal cruza informações e ‘aperta’ empresas
Várias empresas do comércio de Londrina, que estão enquadradas no sistema tributário Simples, começaram a receber nos últimos dias uma informação indigesta da Receita Federal do Brasil. São as notificações do programa Alerta Simples Nacional. Hoje, mais de 3.404.735 contribuintes entregam declaração como optantes do Simples. O documento alerta sobre a existência de inconsistências entre os dados declarados ao Fisco e aqueles obtidos ou coletados pela Receita Federal do Brasil e/ou secretarias estaduais, municipais ou do Distrito Federal. Os casos mais comuns são os de empresas que em suas lojas recebem pagamentos dos clientes através do cartão de crédito, mas que não emitem notas fiscais da totalidade das vendas. Continue lendo ›
Ficha Limpa para as empresas
No Facebook, o vereador Carlos Mariucci (PT) levanta outra sequência do tema ficha limpa: “Queremos Ficha Limpa também para as empresas que contratam com o município. Você concorda? Protocolamos o projeto Ficha Limpa para as empresas e vamos falar sobre isso na sessão de hoje, às 19h30”.
Segurança eletrônica afeta mercado de monitoramento
Leitor faz interessante observação: com esta onda de segurança eletrônica tem muitas empresas de monitoramento de alarme que estão “quebrando”. Algumas delas enganam os clientes, pois vendem sua carteira de clientes para outra empresa e não informam aos que possuem contrato de vigilância. Pelo menos três delas fizeram isso nos últimos tempos, incluindo uma tradicional: fecharam a porta e passaram a carteira de clientes para outras. Poucas estão permanecendo no mercado.
PPP do PP
Depois do projeto de doação de 9.251,10 m2 à Sisa Construções, agora Pupin quer doar 72.600m2, ou seja 3 alqueires paulistas, à Camilo Distribuidora Comercial de Alimentos, alem dos incentivos de isenção de impostos. Tudo com base na Lei 6936/2005, chamada Lei do Prodem, que prevê incentivos para novas empresas e geração de empregos. O estranho é que ultimamente as doações têm sido feitas para empresa já existentes, o que a meu ver contraria a lei. Nos dois casos, as mensagens dizem, sem qualquer comprovação, que serão criados 60 e 400 novos empregos.
Apresentados em regime de urgência, não passam por uma análise efetiva e as comissões dão aqueles pareceres verbais, na hora da sessão, apenas para ‘inglês ver’. Tudo isto é época de inícios de campanhas eleitorais, com candidatos precisando de dinheiro, alguns secretários deixaram os cargos. Muito estranho, suspeito.Continue lendo ›
Cresce inadimplência de empresas
A inadimplência das empresas cresceu 19% no ano passado, informa relatório divulgado na manhã desta segunda-feira pela Serasa Experian. Trata-se do maior ‘calote’ em dois anos, mesmo assim, a alta foi inferior a observada em 2009 (25,1%). Naquele ano, os negócios sofreram diretamente os impactos da crise mundial após a quebra de diversos bancos nos Estados Unidos. Leia mais.
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