A Mobilização Integrada de Fiscalização, atendendo denúncias feitas pelo 156, vistoriou ontem 91 estabelecimentos, fechou 28 locais e emitiu cinco autos por irregularidades e outros 51 pelo descumprimento do toque de recolher ou pelo não uso de máscaras.
O trabalho de ontem foi de intensas atividades para equipes da Mobilização Integrada em fiscalização ao cumprimento do decreto municipal 862/2020. Foram 130 estabelecimentos vistoriados entre 13h e 2h da madrugada, dos quais dez foram multados, nove fechados e 24 pessoas multadas por não usarem máscara ou estarem nas ruas após toque de recolher.
A Prefeitura de Maringá reformulou procedimentos de fiscalização de estabelecimentos para cumprimento de decretos municipais em prevenção ao novo coronavírus. Duas reuniões realizadas hoje no Teatro Calil Haddad definiram por novos procedimentos nas ações integradas das secretarias e forças de segurança a partir de amanhã.
Uma reunião realizada no final da tarde de ontem no Paço Municipal definiu novas ações em conjunto entre forças de segurança e fiscalização da prefeitura em prevenção ao coronavírus.
Em cumprimento ao decreto estadual 729/2020, que dispõe sobre a suspensão total de atividades não essenciais (lockdown) em 10 cidades do Pará, as fiscalizações dos órgãos de segurança passam a ser mais rigorosas a partir da zero hora deste domingo. A intenção é garantir a contenção do avanço da epidemia do coronavírus no Estado.
A Prefeitura de Maringá diz que está com fiscalização nas ruas, que o 156 recebe reclamações, mas quem anda pela cidade percebe que alguns comerciantes perderam qualquer tipo de receio de penalidade. Muitos setores do comércio que deveriam funcionar de segunda a sexta-feira das 8h as 18h estão abertos neste sábado.
Novamente as equipes de fiscalização e da Guarda Municipal de Maringá estão nas ruas, para orientar sobre as medidas de prevenção contra o coronavírus e, se necessário, multas estabelecimentos que não respeitam as regras para evitar o contágio entre funcionários e clientes.
O repórter Índio Maringá aguarda, com outros da imprensa, a retomada da fiscalização do cumprimento das medidas de enfrentamento ao coronavírus, por parte da prefeitura municipal.
A Prefeitura de Sarandi, através da Vigilância Sanitária, Procon e Guarda Municipal, realizou uma blitz de fiscalização, para verificar se as lotéricas e bancos estão cumprindo os protocolos sanitários de controle ao covid-19 estabelecidos no decreto n° 1389/2020.
De acordo com a Prefeitura de Maringá, somente ontem foram 440 denúncias na Ouvidoria e registrados 26 termos de orientação. Equipes seguem nas ruas verificando casos de estabelecimentos descumprindo decreto municipal em prevenção ao coronavírus.
A Operação Integrada da Prefeitura de Maringá e forças de segurança sobre cumprimento do decreto municipal 445/2020 de prevenção ao coronavírus já receberam 12.934 denúncias desde o dia 20; dessas 1/4 geraram vistorias. Das mais de 3 mil vistorias, foram apenas 99 autuações. E ainda assim para muitos casos reincidentes. Por isso, a Secretaria da Fazenda passará a encaminhar um Termo de Orientação para estabelecimentos com dados sobre o decreto. Assim, conseguirá cobrir uma parte maior das denúncias evitando irregularidades. Leia os decretos municipais .
O Departamento de Tributação e Fiscalização realizou na segnda e terça-feiras várias orientações e notificações aos estabelecimentos comerciais e prestadores de serviços considerados não essenciais, mas que estão atendendo em meio expediente. Durante este período, a equipe constatou que a maioria dos estabelecimentos comerciais não está seguindo as normas de saúde estabelecidas no decreto 169/2020 em combate ao coronavírus.
A Operação Integrada da Prefeitura de Maringá tem flagrado situações inusitadas em descumpimento ao decreto municipal 445/2020 em prevenção ao coronavírus.
No início da tarde de hoje, a Diretoria de Fiscalização da Secretaria de Fazenda de Maringá embargou as atividades das Lojas Americanas da avenida Brasil, e ainda autuou em quase R$ 70 mil.
As multas aplicadas pela prefeitura de Maringá em fiscalização ao decreto municipal 445/2020 em prevenção ao coronavirus ou por não cumprir serviços anunciados já soma R$ 779.293,04.
A Fiscalização Integrada que confere o cumprimento do estado de emergência fechou ontem à noite, na avenida Riachuelo, Vila Operária, um bar que estava aberto.
A Fiscalização Integrada que faz cumprir o estado de emergência por causa do coronavírus em Maringá divulgou o mais novo balanço. Em seis dias, foram 8.204 denúncias; 1.319 vistorias; 150 notificações e 40 autuações. Somente ontem foram 546 denúncias, 266 vistorias e 7 autuações.
Em seis dias de fiscalização nem todas as denúncias foram averiguadas, mas veja o volume do que foi feito pela Fiscalização Integrada em Maringá nesse período:
A Fiscalização Integrada, que está nas ruas em Maringá, orienta também quem trabalha com delivery. Portas e janelas devem estar fechadas e não pode ter mesas e cadeiras na calçada.
As Lojas Americanas da avenida Brasil com avenida São Paulo também corre o risco de ser autuada e fechada, pois está descumprindo o isolamento social por conta do novo coronavírus.
A Fiscalização Integrada da Prefeitura de Maringá começou a conferir denúncias de empresas que não estão cumprindo o decreto de estado de emergência na cidade.
Relembrando um pouco do nosso trabalho de fiscalização, encontramos essa postagem feita em 16 de janeiro de 2009, há 11 anos, portanto, denunciando, no início do segundo mandado de Silvio II, a criação da Secretaria de Relações Interinstitucionais, um verdadeiro cabide que só Maringá, teve. Revejam:
Secretário dá entrevista
Assisti o trecho final da entrevista do secretário Sorvos de “Relações Interinstitucionais’, e pude perceber o esforço do apresentador Oliveira Junior, como já acontecerá na CBN com Gilson Aguiar, em levantar a bola para que ele justificasse a existência da tal secretaria, mas está difícil. Cada vez mais me convenço da sua total inutilidade e a impropriedade do nome: Inter significa entre, então seria uma secretaria de relacionamento entre instituições. Mas a Prefeitura não é uma instituição. Elaborar projetos e apresentá-los aos ministérios, mas ministérios também não são instituições. Não dá, não consigo entender. Repito. Denunciei ao Ministério Público para ver o que se pode fazer. Acredito que deva ter um limite. Não se pode ir criando secretarias a bel- prazer, afinal é o dinheiro dos nossos impostos que está sendo usado.
Akino Maringá, colunista
E para complementar digo, agora: Foram mais de sete anos batendo na tecla e demonstrando o absurdo que era a tal secretaria e só no último ano da gestão Pupin/ Barros, se acabou com esse sumidouro de dinheiro público, como era também a Secretaria de assuntos comunitários, criada na gestão 2012/2016, para acomodar o pessoal do PMDB, que a na eleição de Pupin aderiu ao ‘barrismo’. Imagine uma secretaria de assuntos comunitários. Saúde, educação, segurança e todos os assuntos de uma administração, não são comunitários? Fica a dica
(Repostagem) A propósito da fiscalização realizada ontem pelo Procon e Ipem no Posto Rocha Pombo, foi constatada uma irregularidade na bomba abastecedora; a diferença apontada na vazão/medida foi de 180 mililitros, num total de 20 litros, e não 90 mililitros por litro, conforme noticiado.Continue lendo ›
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