fiscalização

Brasil

Isolamento social no lockdown

Em cumprimento ao decreto estadual 729/2020, que dispõe sobre a suspensão total de atividades não essenciais (lockdown) em 10 cidades do Pará, as fiscalizações dos órgãos de segurança passam a ser mais rigorosas a partir da zero hora deste domingo. A intenção é garantir a contenção do avanço da epidemia do coronavírus no Estado.

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Bronca

Sábado de desrespeito

A Prefeitura de Maringá diz que está com fiscalização nas ruas, que o 156 recebe reclamações, mas quem anda pela cidade percebe que alguns comerciantes perderam qualquer tipo de receio de penalidade. Muitos setores do comércio que deveriam funcionar de segunda a sexta-feira das 8h as 18h estão abertos neste sábado.

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Maringá

Fiscalização nas ruas

Novamente as equipes de fiscalização e da Guarda Municipal de Maringá estão nas ruas, para orientar sobre as medidas de prevenção contra o coronavírus e, se necessário, multas estabelecimentos que não respeitam as regras para evitar o contágio entre funcionários e clientes.

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Maringá

Denúncias e fiscalização

De acordo com a Prefeitura de Maringá, somente ontem foram 440 denúncias na Ouvidoria e registrados 26 termos de orientação. Equipes seguem nas ruas verificando casos de estabelecimentos descumprindo decreto municipal em prevenção ao coronavírus.

Blog

Prefeitura recebe 12,9 mil denúncias em três semanas

A Operação Integrada da Prefeitura de Maringá e forças de segurança sobre cumprimento do decreto municipal 445/2020 de prevenção ao coronavírus já receberam 12.934 denúncias desde o dia 20; dessas 1/4 geraram vistorias. Das mais de 3 mil vistorias, foram apenas 99 autuações. E ainda assim para muitos casos reincidentes. Por isso, a Secretaria da Fazenda passará a encaminhar um Termo de Orientação para estabelecimentos com dados sobre o decreto. Assim, conseguirá cobrir uma parte maior das denúncias evitando irregularidades. Leia os decretos municipais . 

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Blog

Coronavírus: Prefeitura fiscaliza lojas e orienta comerciantes

O Departamento de Tributação e Fiscalização realizou na segnda e terça-feiras várias orientações e notificações aos estabelecimentos comerciais e prestadores de serviços considerados não essenciais, mas que estão atendendo em meio expediente. Durante este período, a equipe constatou que a maioria dos estabelecimentos comerciais não está seguindo as normas de saúde estabelecidas no decreto 169/2020 em combate ao coronavírus.

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Maringá

O balanço da fiscalização

A Fiscalização Integrada que faz cumprir o estado de emergência por causa do coronavírus em Maringá divulgou o mais novo balanço. Em seis dias, foram 8.204 denúncias; 1.319 vistorias; 150 notificações e 40 autuações. Somente ontem foram 546 denúncias, 266 vistorias e 7 autuações.

Maringá

O volume da fiscalização

Em seis dias de fiscalização nem todas as denúncias foram averiguadas, mas veja o volume do que foi feito pela Fiscalização Integrada em Maringá nesse período:

  • 7.659 denúncias
  • 1.053 vistorias
  • 150 notificações
  • 33 autuações

Akino

Do túnel do tempo

Relembrando um pouco do nosso trabalho de fiscalização, encontramos essa postagem feita em 16 de janeiro de 2009, há 11 anos, portanto,  denunciando, no início do segundo mandado de Silvio II, a criação da Secretaria de Relações Interinstitucionais, um verdadeiro cabide que só Maringá, teve. Revejam:

Secretário dá entrevista

Assisti o trecho final da entrevista do secretário Sorvos de “Relações Interinstitucionais’, e pude perceber o esforço do apresentador Oliveira Junior, como já acontecerá na CBN com Gilson Aguiar, em levantar a bola para que ele justificasse a existência da tal secretaria, mas está difícil. Cada vez mais me convenço da sua total inutilidade e a impropriedade do nome: Inter significa entre, então seria uma secretaria de relacionamento entre instituições. Mas a Prefeitura não é uma instituição. Elaborar projetos e apresentá-los aos ministérios, mas ministérios também não são instituições. Não dá, não consigo entender. Repito. Denunciei ao Ministério Público para ver o que se pode fazer. Acredito que deva ter um limite. Não se pode ir criando secretarias a bel- prazer, afinal é o dinheiro dos nossos impostos que está sendo usado.

Akino Maringá, colunista

E para complementar digo, agora: Foram mais de sete anos batendo na tecla e demonstrando o absurdo que era a tal secretaria e só no último ano da gestão Pupin/ Barros, se acabou com esse sumidouro de dinheiro público, como era também a Secretaria de assuntos comunitários, criada na gestão 2012/2016, para acomodar o pessoal do PMDB, que a na eleição de Pupin aderiu ao ‘barrismo’. Imagine uma secretaria de assuntos comunitários. Saúde, educação, segurança e todos os assuntos de uma administração, não são comunitários?  Fica a dica

Akino Maringá, colaborador