flanelinhas
De mais e de menos

No estacionamento público ao lado das obras do terminal intermodal, no Novo Centro, reclama leitor, é difícil encontrar pessoal do EstaR e eventualmente guardas municipais. Mas, em compensação, o que tem de flanelinha é coisa impressionante.Continue lendo ›
Cidade dos flanelinhas
O estacionamento supostamente público entre as avenidas Horácio Raccanello e João Paulino está sob administração dos flanelinhas, observa leitor que enviou as fotos.
“Até um tempo atrás, se me recordo, era a prefeitura por meio da Setrans/Zona Verde que cuidava de lá, mas pelo que dá pra ver a administração do local passou a ser feita pelos flanelinhas que em momento algum se intimidam em impor suas regras para o local”, informa.Continue lendo ›
Inacreditável FC
De Lauro Barbosa:
Sabe qual é a última dos vereadores de Maringá (Flávio Vicente, Tenente Edson Luiz, Da Silva e Luciano Brito)? Regulamentar a atividade de guardador de veículos (flanelinha). O projeto já foi protocolado na Câmara. Só uma pergunta para estes nobres vereadores: Se alguém tiver o veículo roubado, o flanelinha vai ter condições de dar outro
Reféns de flanelinhas

Do leitor:
Sair em Maringá especialmente a noite está sendo uma aventura, a cada dia estamos mais reféns dos flanelinhas especialmente perto de shoppings. Na avenida atrás do Shopping Catuaí existe todo um aparato com cadeiras e tudo mais, nos arredores do Avenida Center e do Maringá Park sem comentários… e também perto de boates e bares. Na região do Wood’s os preços são tabelados e segundo eles dizem “porque a area é deles”. Fico me perguntando onde estará quem deveria coibir isso (prefeitura e seus órgãos competentes) já que esses lugares já se tornaram folclóricos como “áreas públicas restritas”, onde você que paga impostos tem que pagar para estacionar seu carro nas vias públicas sob uma suposta “proteção”.
Flanelinhas: um apelo à GM
Leitor faz um apelo aos guardas municipais, ainda mais nesta época de Festa da Canção: “É sabido pelos frequentadores da Catedral Metropolitana Nossa Senhora da Glória, que há muito tempo trabalhavam ali dois guardadores de carros, ambos com idade já avançada, o “Baiano” e o sr. “Joaquim”. O sr. Joaquim infelizmente faleceu no último dia 12, ficando só o “Baiano”. O mesmo está muito vulnerável aos flanelinhas que rodeiam o entorno da Catedral e coagem os motoristas. O padre Orivaldo, em sua missa do último dia 13, fez uma apelo para todos os fiéis, para que cuidemos do Baiano, pois o mesmo ali corre risco de ser espancado para que outro tomem sua “vaga”. No mais, a atuação deles é desde a Catedral, até em frente do estacionamento do Fórum e do Hotel Bandeirantes. Na saída das missas do sábado e domingo a gente vê eles xingarem as pessoas que não dão dinheiro pra eles e ameaçar principalmente as pessoas de mais idade, e já pela segunda vez consecutiva vimos a “flanelinha” que cuida em frente do Hotel Bandeirantes arrumando confusão com quem estaciona o carro ali. Sem falar que ali da praça para fazer a traficância de substâncias tóxicas”.
Empresários pedem providências contra abuso de flanelinhas
Empresários de Maringá que atuam no ramo de festas, formaturas e baladas estão incomodados com a ação abusiva dos flanelinhas durante a realização dos eventos. Segundo eles, o valor cobrado dos clientes chega a ser de mais de R$ 20 por veículo e a maneira como atuam gera transtornos e prejuízos aos estabelecimentos. Para tentar buscar soluções para o problema, representantes do segmento estiveram reunidos na manhã de ontem, no encontro de diretoria do Maringá e Região Convention & Visitors Bureau, que teve a presença do presidente do Conselho Comunitário de Segurança (Conseg), coronel Antonio Tadeu Rodrigues.Continue lendo ›
O quase sumiço dos flanelinhas
Quem perde muito com a retirada das vagas do estacionamento tipo espinha de peixe na região central de Maringá são os flanelinhas. Os guardadores de carro, observa leitor, praticamente sumiram da avenida Brasil.
Flanelinhas, um problema
A Polícia Militar de Maringá interferiu agora à noite, nas proximidades do Teatro Marista, contra a atuação de flanelinhas e flanelões naquela região. Muitos motoristas reclamaram dos cuidadores de carro, que impõem preço mínimo de R$ 10,00 a quem estacionava por ali. Apesar das muitas reclamações, ainda são raros os casos em que há queixa formalizada na delegacia de polícia.
Só sobram os centavos
Além dos problemas em pedir voto para os candidatos majoritários, ambos rejeitados pela legislação eleitoral, a maioria dos candidatos a vereador pela coligação “A mudança continua”, em Maringá, enfrenta outras dificuldades. Por exemplo: dizem que o dinheiro levantado pelos arrecadadores dos fratelli Barros está beneficiando pouquíssimos candidatos da cidade – mais especificamente, quatro candidatos. Os demais, por causa disso, são chamados de “candidatos flanelinhas”, aos quais só sobram centavos.
Mas o volume mais forte da arrecadação não fica em Maringá. Vai mesmo para candidatos do PP em outras cidades da região.
Como prender flanelinha
A polícia de São Paulo prendeu 51 flanelinhas, antes do jogo entre Corinthians x Emeleque, usando a própria lei que regulamentou a profissão. Como a regulamentação é dos anos 70, a polícia prendeu quem estava irregular, ou seja, não tem o registro na Delegacia Regional do Trabalho. Sem DRT, há exercício ilegal da profissão.
Perde votos
Renato Bariani, um dos dirigentes do PT de Maringá, e que foi secretário de Transportes do município, e é pré-candidato a vereador está liderando um movimento em favor dos flanelinhas. Renato Bariani, com a iniciativa, perderá votos, e também perderá o seu partido, o Partido dos Trabalhadores, pois a proposta certamente terá reflexos durante a campanha.Continue lendo ›
O fim da linha
De Carlos Jota Silva:
Flanelinhas são animais selvagens à procura de sua presa. Pagar por espaço público é o fim da linha, temos que tomar precauções urgente para não acabarmos como São Paulo que se tornou vítima dos flanelinhas, que ameaçam e impõem suas vontades as vezes até com violência. Cobrar espaço público é crime. Eles não são donos das ruas.
Flanelinhas: Londrina demonstrou interesse
O prefeito mostrou um interesse que o de Maringá não demonstrou: está no Zero Hora do último dia 7:
Flanelinhas proibidos – Em vigor em Novo Hamburgo há duas semanas, a lei que proíbe a atuação dos flanelinhas está despertando a atenção de municípios pelo país. O prefeito Tarcísio Zimmermann (PT) recebeu ligações das prefeituras de Londrina (PR) e de Criciúma (SC), interessadas em copiar o projeto. Desde que a lei foi sancionada, em 23 de dezembro, 18 guardadores de carros foram flagrados pela Guarda Municipal. Todos foram encaminhados à delegacia, onde foram registrados termos circunstanciados. Caso reincidam, podem ser detidos. Um dos fatos que mais chamaram a atenção de Zimmermann é que quase todos os flanelinhas flagrados tinham antecedentes criminais.
Tribunal condena ex-secretário por exigir dinheiro de flanelinhas
A 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Paraná reformou na semana passada sentença do juiz Airton Vargas da Silva, da 2ª Vara Cível da comarca de Maringá, e condenou o ex-secretário de Esportes e Lazer da administração Silvio Barros II, Roberto Nagahama (foto), por improbidade administrativa. A relatora foi a desembargadora Maria Aparecida Blanco de Lima, que além de reformar a sentença de primeira instância não levou em consideração parecer da própria Procuradoria de Justiça, que era pelo desprovimento do recurso feito pelo Ministério Público.
A ação é de 2007 e o então secretário Nagahama e seus auxiliares Celso Duarte e Sinval de Souza Leal foram denunciados por “flanelinhas” que agiam nas imediações do Ginásio de Esportes Chico Neto e Estádio Willie Davids. Valendo-se de seus cargos, eles autorizavam a atividade ilícita de cuidador de carros na área pública, em troca de um percentual sobre o valor arrecadado. O ex-secretário, que já havia sido condenado por improbidade por ceder um ônibus da mesma secretaria para transportar convencionais do PSDB até Curitiba, desta vez foi penalizado com a perda da função pública, multa e proibição de contratar com o poder público; Celso e Sinval terão que pagar multas e também ficam proibidos de contratar com o poder público ou receber benefícios ou incentivos fiscais por três anos. Acórdão.
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