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“Fantástico” cita Maringá em reportagem sobre fraude em concurso


José Roberto Cestari, dono da Cescar, de Maringá, apareceu nesta noite na reportagem especial do programa Fantástico, da Rede Globo, sobre fraude em concursos públicos, que beneficia parentes e assessores de políticos de todo o país.. “Isso aí tu deixa comigo que eu sou especialista”, diz ele em trecho da matéria, onde, gravado por câmera escondida, ensina uma forma de não chamar atenção para a fraude: adiar a convocação dos apadrinhados: “Se você tem dez vagas, você passa o cara lá em oitavo, nono lugar. Chama dois esse mês, depois chama mais dois. Porque os mais visados são o primeiro e segundo lugar”. Na íntegra.
Não é a primeira vez que Cestari aparece na mídia. Em 2009, conforme este blog registrou, uma prova aplicada no Rio Grande do Sul foi objeto de suspeita. Em 2008, o blog também publicou sobre investigação do Ministério Público sobre o mesmo tema na região, lembrando que o prefeito de Santa Fé, Fernando Brambilla, ex-presidente da Amusep, teve os bens indisponibilizados por causa de suspeita em concurso, no qual sua mãe foi aprovada servidora municipal.

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Fraude na Farmácia Popular de Londrina

O Ministério Público Federal em Londrina propôs ontem uma ação civil pública contra a Farmavip Medicamentos Ltda, seu proprietário e administrador, Arnaldo Custódio Mendes Júnior, e sua farmacêutica, Bruna Thiemy Takamoto, por fraudes na execução do programa do governo federal Farmácia Popular do Brasil. Em síntese, os denunciados registravam vendas fictícias de medicamentos, para receber irregularmente verbas públicas. De acordo com investigações do MPF, a conduta do empresário e da farmacêutica causou um dano de quase R$ 200 mil ao erário. Na ação, o MPF pede que o valor seja ressarcido aos cofres públicos. Leia mais.

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O Ministério Público vai fiscalizar?

Tem muito maringaense que não gosta de maracutaia que torce para que seja verdade a notícia de que representantes do Ministério Público Estadual aparecerão hoje às 14h na sala de licitações da Prefeitura de Maringá para acompanhar o pregão presencial que vai “escolher” a empresa especializada em cenografia, produção teatral e desfiles de rua, para atender a programação do desfile comemorativo ao 65º aniversário de Maringá. R$ 140 mil estão reservados para a licitação, que, como as dos anos anteriores, é suspeitíssima. Afinal, o desfile acontecerá na próxima segunda-feira e o material, pelo edital, tem que estar pronto no domingo. Impossível a qualquer ser humano, o que alimenta os boatos de que a empresa já estaria escolhida (seria de um casal amigo da secretária Flor Duarte) e o material, sendo confeccionado, quase pronto, num barracão que por sinal pertenceria à prefeitura. O MP é a única esperança de que a fraude na licitação não aconteça.
PS – Leitor diz que é equivocada a eventual participação do MP na hora da licitação. “O MP não pode agir sem o fato estar consumado. Eles possuem vários mecanismos de fiscalização e se o fizerem, com certeza haverá uma redução nesta doença, moléstia corrupta, mas não o de acompanhar a licitação. Seria inócuo”.

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Folha sob controle

A folha de pagamento dos funcionários da Universidade Estadual de Maringá passa a ser controlada por Curitiba para evitar surpresas para o governo estadual e afastar a possibilidade de fraude. Recentemente, como revelou o blog Paçoca com Cebola, descobriu-se um grande esquema de falsificação de diplomas que aumentavam os salários de servidores na UEM e na UEL.
O Ministério Público das duas cidades está investigando o caso, que teria sido idealizado em… Maringá.

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Tentativa de fraude no vestibular do Cesumar

Onze candidatos que faziam o vestibular para Medicina no Cesumar, em Maringá, foram presos hoje à tarde por tentativa de fraude. Eles portavam celular e pontos eletrônicos. Os presos são de outros estados (São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais). Na delegacia da Polícia Civil a imprensa está encontrando dificuldades para obter detalhes da ocorrência.Continue lendo ›

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Fraude com diplomas na UEL e na UEM pode virar crime federal

Ontem Cláudio Osti informou que diplomas falsos foram utilizados para acobertar alterações funcionais em duas universidades estaduais do norte do Paraná; hoje, ele confira fraude aconteceu na UEL (seriam 30 casos) e na UEM. A treta aconteceu na área de recursos humanos e certamente foi vantajosa para várias pessoas.
No caso da UEL, foi a própria instituição que encaminhou a denúncia ao MP e instaurou procedimento administrativo. “Uma fonte da UEL diz que o caso pode cair no colo da Polícia Federal já que todas as universidades públicas estão diretamente ligadas ao Ministério da Educação e se confirmada a fraude nos registros aí se tornaria crime federal”, observa.