fraude

Verdelírio

Falso testamento

O espólio do saudoso empresário maringaense Nelson Rothe está sendo disputado na justiça. A viúva alega que, três dias antes da morte, familiares de Nelson Rother fizeram um testamento totalmente fraudado. Ela diz que ele não tinha condições de falar, e que uma das testemunhas nunca foi ao hospital nem mesmo para visitar o falecido. Está envolvido inclusive um secretário municipal.Continue lendo ›

Brasil

PF investiga denúncias de fraude em loterias

De Claudio Humberto:
O Ministério da Justiça confirmou que a Polícia Federal investiga as loterias da Caixa por denúncias de fraude, manipulação de resultados e lavagem de dinheiro. O senador Alvaro Dias (PSDB-PR), autor do requerimento que gerou a confirmação da existência do inquérito nº 1-352-SR/DPF/BA, revelou que há pessoas que ganharam em loterias mais de 500 vezes, superando o “anão do orçamento” João Alves.

Justiça

Juiz anula concurso em Santa Fé; dez terão que devolver salário recebido


fernandoO juiz Luiz Otávio Alves de Souza, de Astorga, em sentença publicada na última segunda-feira, atendendo ação popular, decretou a nulidade do concurso público realizado em 2006 pelo ex-prefeito Fernando Brambilla (PMDB), de Santa Fé, ex-presidente da Amusep, que já estava com bens indisponíveis desde 2010. Além da nulidade, foi decretada a perda dos cargos públicos de todos os candidatos que foram nomeados e estão no exercício de suas funções; entre eles estão a mãe do ex-prefeito (foto) e parentes de auxiliares de sua administração. A ação popular denunciava fraude na realização do concurso (realizado pela empresa de um advogado que trabalhava para o prefeito), que resultou na contratação de familiares, assessores, secretário e apadrinhados do então prefeito e de outros servidores municipais. A M.G. Assessoria de Recursos Humanos teria agido de forma fraudulenta em concursos de diversas cidades da região e se utilizava de terceiros envolvidos no esquema, que participavam dos concursos, eram aprovados nas primeiras colocações, mas não compareciam ao serem convocadas para a nomeação, de forma que os colocados em posições imediatamente posteriores pudessem assumir, consubstanciando a fraude. Continue lendo ›

Geral

Operação “Quadro Negro” em Sarandi

Um funcionário da Secretaria de Educação de Sarandi foi levado por policiais para depor no Gaeco. Pela manhã, o Gaeco havia cumprido mandado de busca e apreensão de documentos. Tudo faz parte da operação “Quadro Negro”, que investiga fraudes em procedimentos licitatórios para contratar empresas pertencentes ou ligadas às pessoas que são alvo dos mandados judiciais, em outras quatro cidades do Paraná e ainda Minas Gerais, Distrito Federal e Santa Catarina. A operação é coordenada pelo Gaeco de Londrina. Leia mais.

Geral

Aposentadoria fraudada: STJ mantém condenação

A ministra Laurita Vaz, do STJ, em julgamento realizado no último dia 13 e publicado hoje, manteve a condenação de Maria Eulália Ferreira dos Santos, acusada em 2009 pela AGU de fraudar o INSS na região de Maringá. A decisão excluiu, porém, a elevação da pena-base em razão da existência de inquéritos policiais e de ações penais, fixando a sação em 3 anos de reclusão, em regime aberto, e 52 dias-multa, mantida a conversão da pena privativa de liberdade em restritivas de direitos. Ela havia sido condenada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região por corrupção passiva; como servidora da agência do INSS em Maringá, ela recebia propina de pessoas para as quais obtinha aposentadoria, com auxílio de ex-presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Mandaguaçu (aqui).

Blog

Juiz dá prazo para Tureck comprovar motivo de ausência

Foi marcada para o dia 23 de novembro, às 14h, a audiência de instrução e julgamento da ação civil pública movida pelo Ministério Público Estadual contra o prefeito de Campo Mourão, Nelson José Tureck, o ex-chefe do Departamento de Compras, Carlos Singer, e a empresa Embracol Transportes, que realiza transporte escolar. Os três são acusados de fraude em licitação, incluindo constantes aditivos à empresa. O prefeito está com os bens bloqueados desde julho passado. A audiência deveria ter ocorrido no dia 14 de setembro, mas Tureck não apresentou “justificativa idônea” para ter se ausentado, de acordo com despacho do juiz James Hamilton de Oliveira Macedo. Naquela data, de acordo com a imprensa mourãoense, ele foi removido de ambulância para tratamento de saúde em Maringá, por causa de mal-estar. O juízo da 1ª Vara Cível determinou ontem que ele comprove, em 48 horas, o motivo de sua ausência por meio de laudo médico cicunstanciado, elaborado pelo hospital que o acolheu em Maringá, sob pena de confissão.

Política

Fraude nas contas do PP pode ser maior

Após constatar uma fraude nas contas do PP, o Tribunal Superior Eleitoral investiga as prestações de outros 16 partidos para apurar se houve desvios de recursos do fundo partidário. Uma auditoria vasculha 60 processos com comprovantes dos gastos repassados à Justiça entre 2001 e 2009. A Folha de S. Paulo teve acesso à relação que é alvo do pente-fino do TSE. Além do PP, a análise atinge PDT (5 processos), PTB (5), PSB (4), PMDB (3), DEM (2), PSDB (1) e outros partidos menores. Leia mais.

Justiça

Denúncia de fraude envolve cartorário


A denúncia de envolvimento do cartorário José Carlos Fratti, que teve cartório em Maringá (hoje em nome de sua esposa) e presidiu a entidade de classe dos notários paranaenses, com fraude foi feita recentemente no blog Cartórios: De quem são? (Ou eram), de Maria Bonita. Esta semana, ganhou as páginas do semanário Impacto Paraná. Fratti teria apresentado documentos de qualificação para o cargo, entre eles a conclusão de curso universitário na Faculdade de Direito de Itapetininga (SP). O histórico escolar dessa faculdade informou que ele teria cursado parte do curso superior de Ciências Contábeis, da Fafipar, mas a instituição emitiu certidão atestando que José Carlos Fratti, do 6° Cartório de Protestos de Curitiba, jamais prestou vestibular lá e que seu histórico escolar apresentado em Itapetininga é fraudado e serviu para encaminhar sua formação em Direito na faculdade paulista. O caso está nas mãos do desembargador Irajá Prestes Mattar, do Tribunal de Justiça do Paraná.

Blog

Campo Fértil: começam as intimações

Mais de seis anos depois, começaram a ser intimadas as pessoas indiciadas na ação federal que ficou conhecida como Operação Campo Fértil, realizada em setembro de 2006 e que precedeu a nomeação do então Ricardo Barros (PP) como vice-líder do governo federal. Embora não indiciado, Barros é citado no processo como o político que, ao lado de José Borba (PP), abriu as portas para que acontecesse a fraude na concessão de benefícios do INSS, que teria provocado um prejuízo superior a R$ 7,5 milhões. O processo também envolveu Onésimo Bassan, ex-prefeito de Marialva, o ex-deputado estadual Miltinho Pupio e o prefeito eleito de Floresta, José Roberto Ruiz.
A ação ocorreu em Maringá, no estado do Paraná, e prendeu 11 pessoas, entre servidores do Instituto Nacional de Seguro Social, membros do sindicato rural e outros. De acordo com a aucsação, o grupo concedia benefícios previdenciários fraudulentos, como a falsificação de documentos e a comprovação de tempos de serviço/contribuição.

Blog

Fraude em licitação de medicamentos

Em Mandaguari, o prefeito Cyllêneo Pessoa Pereira Júnior, o Cileninho (PP), o vice e candidato a prefeito Claudio Fachini (PSDB) e seis vereadores da base aliada estão envolvidos em denúncia de fraude em licitação de medicamentos. O Ministério Público investiga o caso desde o início do mês, baseado na denúncia feita pelo farmacêutico Juliano Flausino de Souza, que foi convidado pelo vereador Marco Alípio Costa (PP) a participar do esquema de favorecimento junto ao Departamento do Idoso da Secretaria de Saúde daquela cidade. A farmacêutica Flávia Del Moro, da mesma secretaria, também é citada como uma das pessoas que eram autorizadas a retirar medicamentos sem requisição na farmácia, assim como a mulher do prefeito. De acordo com o depoimento feito ao promotor Erick Leonel Barbosa da Silva, no último dia 3, Flávia  passava mensalmente uma lista de remédios que deveriam constar da nota fiscal, e muitas vezes eram incluídos  medicamentos não retirados, além do que a nota era acrescida de 10% do valor original. Em outras vezes, a farmacêutica da Prefeitura de Mandaguari assinava a nota e retirava o valor do medicamento em dinheiro; remédios para uso pessoal, como anticoncepcional e vaselina, eram pagos pelo erário. Clique acima e leia a denúncia na íntegra.

Blog

Denunciante alegou perseguição

O caso veio à tona por causa dos atrasos no pagamento e de um saldo devedor que a prefeitura não quis saldar; como o denunciante desistiu de continuar participando da fraude, a administração passou a perseguir seu estabelecimento, que chegou a ser autuado por fiscais da prefeitura. De acordo com informação obtida na prefeitura, o farmacêutico não trabalha mais em Mandaguari (sua residência é em Maringá) e seu depoimento tem sido distribuído pela cidade pelos adversários do prefeito, por causa da campanha eleitoral. Alguns dos citados já teriam sido ouvidos e outros aguardam o andamento do procedimento do Ministério Público, que posteriormente deve ajuizar ação civil pública por improbidade administrativa.

Escândalo em Maringá

Bye, bye, Ricardo

De Cícero Cattani:
O Ricardo Barros está rifado de vez do secretariado de Beto Richa. Com a confirmação pelo STJ de crime de improbidade quando prefeito de Maringá, Barros entra pro rol dos fichas sujas. Outros processos correm sob o mesmo tema no Tribunal de Justiça. Barros ainda sofre o risco de ter sua prisão cautelar pedida pelo MP ser decretada. Líder influente em Maringá, em nenhum momento deixou de comandar os negócios da família que muitas vezes se confundem com os da prefeitura. Filho de ex-prefeito, ele mesmo prefeito, irmão do atual, Ricardo Barros é também dono do PP paranaense. Pego em conversa telefônica, recentemente, grampeada com autorização da justiça, restou a Barros pedir licença de 90 dias da Secretaria da Indústria, Comércio e Mercosul, criando grande constrangimento ao governador Beto Richa.

Blog

Maioria continua ignorando a CPI

A CPI para investigar o Ricardoduto – suposta tentativa de fraude na milionária licitação da Prefeitura de Maringá, no final do ano passado – continua sendo ignorada pela maioria dos vereadores. Faltando apenas uma assinatura para investigar o tema, os vereadores que não querem mexer no tema respiram aliviados com o silêncio de entidades de classe (como a Acim, que até agora não se manifestou) e, claro, com o aval da administração municipal. Ninguém quer quebrar ovos nem fazer omelete.

Akino

Prefeito só nos fins de semana?

Em entrevista publicada na edição de hoje, de O Diário, o prefeito Silvio II admite a influência do irmão no seu mandato. Vejam o que ele disse: “Não posso abrir mão da experiência de meu irmão, que como mostra a gravação, estava ajudando a administração – seja como secretário de Estado, nos representando no governo, ou aqui. Por exemplo: no sábado, todos sabem que eu me recolho por conta de minha religião, e o Ricardo passa os finais de semana em Maringá. Então é natural que ele se preocupe com a administração e me ajude, conversando com os secretários, participando mesmo da equipe”, explicou.
Meu comentário: Se fosse só do pôr do sol de sexta até o do sábado, quando o prefeito diz que se ‘recolhe’ (fica em oração, meditação, pelo que entendi), mas o que se sabe é que as gravações foram de outros dias da semana. Continue lendo ›

Blog

Saboia não quer saber de CPI

Para o médico e vereador Carlos Eduardo Saboia, quem defende uma investigação das denúncias sobre o Ricardoduto – fraude na licitação com gastos milionários em publicidade, conforme flagrantes telefônicos feito pelo Gaeco – é petista. Pressionado pela direção de seu partido, o PMN, ele afirmou que não vai assinar a CPI alegamdo que esta é uma iniciativa do PT e que a situação já está sendo investigada pelo Ministério Público. Integrante da Turma do Amém, surpresa seria neste momento se Saboia ouvisse o partido e os eleitores. O presidente do PMN, Miro Falkemback, porém, reafirmou o teor do ofício encaminhado esta semana ao vereador: o partido defende a apuração dos fatos.

Escândalo em Maringá

Futuro em jogo

De Caroline Olinda, em “Notas Políticas”, na Gazeta do Povo de hoje:
Apermanência do secretário de Indústria e Comércio, Ricardo Barros, no governo do Paraná segue indefinida. Investigado pelo Ministério Público Estadual por suposta fraude em licitação de publicidade na prefeitura de Maringá, Barros solicitou na semana passada um afastamento temporário do cargo, sem remuneração, a partir de hoje. Ele alega que o pedido não tem relação com a investigação e que pretende participar da campanha eleitoral em Maringá e Londrina. No entanto, como não há certeza quanto à legalidade do afastamento – há quem defenda a exoneração e, depois, uma eventual renomeação –, o caso segue sendo analisado pela Procuradoria-Geral do Estado.

Escândalo em Maringá

Acesso limitado

A denúncia crime contra o secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa e coordenador-geral da campanha de Pupin, que tramita desde o final do ano passado no Tribunal de Justiça, agora tem acesso limitado para consulta. Fora as partes, não se consegue mais detalhes sobre o andamento do caso – que investigaria pedido de propina e direcionamento de licitações e que incluiria até pedido de prisão contra Ricardo Barros. O processo, que ganhou reportagem da Gazeta do Povo, possui oito volumes e mais de 1.800 páginas.

Escândalo em Maringá

Afastamento de Barros ainda não tem justificativa legal

O governador Beto Richa (PSDB) deve definir hoje o futuro do secretário de Indústria e Comércio, Ricardo Barros, informa Carlos Ohara na Gazeta do Povo de hoje. Investigado pelo Ministério Público Estadual por suposta fraude em licitação de publicidade na prefeitura de Maringá, Barros solicitou na semana passada uma licença do cargo, sem remuneração, por 90 dias. O pedido de afastamento, porém, pode vir a ser negado por falta de embasamento legal. De acordo com o jurista Márcio Cammarosano, professor titular de Direito Administrativo na PUCSP e presidente do Instituto Brasileiro de Direito Administrativo, “se não houver lei específica sobre o caso, o correto é a exoneração do cargo e, se houver interesse do governador, uma nova nomeação para o cargo no futuro”. Leia mais.

Akino

Mais ofensas ao MP

Na sessão de ontem, da Câmara de Maringá, os defensores de Ricardo Barros, John e Heine Macieira, continuaram as ofensas ao Ministério Público. John disse que os promotores (não citou nome, mas sabemos a quem ele se referia) foram desonestos, com todos, ao denunciarem a interferência de Ricardo Barros na licitação da publicidade. Heine, repito, disse que há laranjas podres no MP. John insiste que devemos discutir o mensalão, que é assunto mais importante.
Algumas dúvidas: Por que Heine escolheu laranja, como fruta, para exemplificar? Não poderia ser maçã? Deve ser porque de laranjas seu grupo conhece muito. Qual o interesse de John em defender tanto Ricardo Barros e ofender o MP? O que está ganhando com isso? Ele não deveria se considerar impedido de falar mal dos promotores, por ter uns probleminhas com eles? Insistem em dizer que a denúncia é política e que deveria ser feita na época da gravação, esquecendo que foi. A gravação é de outubro ou novembro e o processo foi proposto em dezembro. O leitor do blog do Rigon sabe disse faz tempo. Falando em mensalão, a que partido pertencia o Borba, quando estourou o escândalo, e para qual ele foi? E os mensalinhos da Câmara? Será que não existem? Nunca vereador recebeu dinheiro para aprovar projetos de interesse do Executivo? Isto só aconteceu na Câmara Federal? Aguardamos respostas nas próximas sessões.
Akino Maringá, colaborador

Maringá

FMDC é a favor da CPI da Publicidade

O Fórum Maringaense pelo Direito às Cidades deliberou pela elaboração de um documento em apoio à instalação da CPI da Publicidade na Câmara de Maringá. Várias entidades assinarão o documento, que deverá ser lido durante sessão do Legislativo, até o próximo dia 15. Esta é uma das mais recentes deliberações do FMDC, que também encaminhará documento a todos os candidatos a prefeito para que estes possam se comprometer ao atendimento das diretrizes da entidade, o que inclui a criação do Conselho de Desenvolvimento Social.

Akino

Laranjas podres, quem?

Só hoje assisti a sessão da última quinta, da Câmara de Maringá e pude perceber a reação violenta de John e Heine Macieira contra o pedido de CPI para investigar o Ricardoduto. Falando depois de Humberto Henrique, que disse que a denúncia contra Ricardo era o assunto, John, visvelmente alterado, com aquele vozeirão de locutor, disse que o assunto era o mensalão do PT. Heine , depois de falar da injustiça das denúncias contra os Barros, disse que não falava do Ministério Público como instituição, mas dos laranjas podres que fazem parte. Quem seriam os laranjas podres, segundo Macieira ? Por acaso estaria o líder do frefeito ofendendo dr. Cruz e dr. Laércio Januário? Entendi que sim, mas posso estar errado.
Em seguida, falou Mário Verri que deu um sabão nos dois, lembrando que o mensalão é do PP, do PMDB, e que o líder é como zaqueiro, que faz falta, escondido, e fica bravo como juiz que marcou, numa total inversão de valores.
Akino Maringá, colaborador

Escândalo em Maringá

PMN orienta Saboia a assinar a CPI do Ricardoduto

O PMN de Maringá já deliberou sobre a CPI para investigar a suposta fraude na licitação de R$ 7,5 milhões na publicidade da administração municipal, realizada no final do ano passado, conforme interceptação telefônica feita pelo Gaeco com autorização da justiça. O vereador Carlos Eduardo Saboia Gomes já foi oficialmente orientado a assinar o requerimento de abertura da CPI, apresentado na semana passada, e que já conta com quatro assinaturas.
A orientação, segundo o presidente do partido, Miro Falkemback (foto), é resultado da vontade do partido de ver apuradas todas as denúncias que ganharam as páginas da reportagem da Gazeta do Povo, na semana passada. A chamada CPI do Ricardoduto, portanto, pode sair do papel se depender do PSB e do PMN, que já orientaram seus representantes, Paulo Soni e Carlos Eduardo Saboia. Como há fidelidade partidária e o mandato legislativo pertence ao partido, o pedido deverá ser seriamente analisado pelos vereadores.

Akino

Grandes parceiros

Do blog do Jota Erre: “Tiro meu chapéu para Adalberto Diniz, prá nós, o Beto da Trade. Esse cara literalmente vestiu a camisa da campanha de Ricardo Barros ao Senado. Um grande parceiro que conheci em 2009 na cidade de Londrina durante a campanha do Barbosa Neto à prefeitura. Em Curitiba é dono da Trade, uma das maiores agências de propaganda do país onde sua especialidade são as contas públicas. Durante a caminhada na XV ele não quis nem saber, arranjou uma bandeira e partiu cantando: um, um, um! pro senado só tem um!!!”
Meu comentário: A Trade, como sabemos, é a agência que participou da licitação da propaganda de Maringá juntamente com a Meta. Teria aberto mão da solução salomônica sugerida por Ricardo a Leo, naquela conversa. Tenho uma curiosidade: Adalberto Diniz, tem parentes em Maringá?
Akino Maringá, colaborador

Akino

Pupin deve pedir a CPI

Tendo como meta demonstrar que é mesmo independente, não tem ‘cauda amarrada’, não deve e não teme, partirá do prefeito em exercício, um pedido para que os vereadores da base assinem o requerimento de CPI para investigar a licitação da publicidade e propaganda. Se não o fizer, estará confessando o seu envolvimento. O que acha, dona Luíza?
Akino Maringá, colaborador

Escândalo em Maringá

“Nem pensar”

Saboia
O médico e vereador Carlos Eduardo Saboia Gomes, aqui visto quando deixava a inauguração do comitê do candidato Dr. Batista, não quer nem ouvir falar de assinar o pedido de CPI para investigar o Ricardoduto. E não é por falta de escutar pedidos. Ele também é autor da proposta que implanta a Ficha Limpa para nomeação de cargos comissionados no Legislativo e no Executivo; o projeto está estacionado em alguma gaveta da câmara municipal. Uma pessoa próxima garante que ele não assina nem cobra o andamento da Ficha Limpa por temer ameaças à sua integridade física. O PMN de Maringá, presidido por Miro Falkemback, ainda não se reuniu para discutir a questão, como fez o PSB.

Escândalo em Maringá

Beto da Trade vestiu a camisa de RB

betodatrade
O publicitário Adalberto Diniz, o Beto Diniz da Trade Marketing, de Curitiba, em agosto de 2010, no centro da capital paranaense, fazendo campanha para Ricardo Barros, secretário licenciado de Beto Richa. Sua agência disputou com a Meta Propaganda, que atende a prefeitura do irmão mais velho desde 2005, a licitação de R$ 7,5 milhões, sob suspeita de fraude (a tal “solução salomônica”). Em 2009 ele foi o marqueteiro da campanha de Barbosa Neto (PDT) em Londrina, coordenada por RB, e agora foi indicado por RB para a campanha de Marcelo Belinati (PP). Foto: Blog do Jota Erre.

Akino

Licença, férias ou afastamento?

Li no blog do Zé Beto e reproduzo: ”A assessoria de imprensa de Ricardo Barros informa que ele representou o governador Beto Richa na entrega do Prêmio Empresário do Ano 2012 para Jair Ferraria em Maringá. Também informa que no domingo ele repete a dose na abertura da feira “Maringá Fashion Mix”. Como se sabe, o secretário da Indústria e Comércio confirmou que se afasta do cargo no dia 10 para comandar a campanha eleitoral naquela cidade. O anúncio foi feito na semana onde explodiu a denúncia do Ministério Público sobre a interferência de Barros numa concorrência de publicidade naquele município cujo prefeito é Sílvio Barros, irmão do secretário. Hoje a Gazeta do Povo manchetou que a saída aconteceu por causa da denúncia. Barros informou que a decisão de pedir a licença é antiga – e isso de fato pode ser comprovado. Pelo sim, pelo não, pode ser tudo, pode ser nada.”
Meu comentário: A postagem é de sexta-feira, mas serve para dar noção de como a imprensa curitibana está vendo o afastamento, licença, férias, ou seja qual nome queira dar.
Akino Maringá, colaborador

Escândalo em Maringá

Gotcha!

Ontem, na entrega do título de Empresário do Ano de Maringá 2012, o governador Beto Richa fez-se representar pelo seu secretário licenciado da Indústria e Comércio, Ricardo Barros. Ele fez questão de dizer que estava ali representando o governador, como se não bastasse a dor de cabeça que está dando ao governo tucano. Apesar do empenho da mídia amiga, da força do sócio e ex-deputado Pinga Fogo, Ricardo sabe que sairá e não voltará mais ao governo estadual. Desde dezembro do ano passado ele diz que vai sair; primeiro, em fevereiro, depois em março e abril, e que seria substituído pelo irmão mais velho. Como a Ficha Limpa está valendo para as nomeações de cargos comissionados no governo de Richa (parcialmente, mas está), Silvio II foi descartado – e nunca mais se falou na saída de RB, que voltou à tona agora com o escândalo da suspeita de fraude na licitação da publicidade (R$ 7,5 milhões).
Deixar de secretário agora era tudo que RB não queria, pois há um pedido de prisão no TJ-PR. Saindo, perde o foro privilegiado e passa a depender da caneta da justiça local, onde o processo correrá. A forma com que foi tratado ontem no Moinho Vermelho soa como um sinal.

Akino

“Mocinho rebelde”

Na nota distribuída à imprensa sobre o afastamento de Ricardo Barros da Secretaria de Indústria e Comércio, chama a atenção esses trechos: “A licença (…) já havia sido anunciada do início do ano: “Barros comunicou sua decisão ( …) ao governador Beto Richa”. Penso que secretários são subordinados ao governador e devem pedir licença e não comunicar a decisão. Do jeito que esta colocado Ricardo manda do governo, faz o que quer, sai de licença, que lhe aprouver. Se isto for verdade, fica ruim para o Beto Richa. Não acredito que seja assim, gostaria de uma manifestação da assessoria do Palácio Iguaçu. Em Maringá, na Prefeitura e na Câmara, ele manda e desmanda, só falta fazer o mesmo no governo do estado.
Está parecendo os filhos de hoje. No nosso tempo a gente pedia para os pais nos deixarem sair, hoje eles comunicam que estão saindo. Mocinho rebelde, este Ricardo ‘Te cuida pai Beto’!
Akino Maringá, colaborador

Akino

A mesma notícia por dois pontos de vista

“Ricardo Barros (PP) mudou de estratégia: não vai mais entrar em férias. Optou por um pedido de licença não remunerada para poder “se lançar de cabeça nas campanha de Maringá e Londrina”. Ele vai deixar a Secretaria de Indústra e Comércio na próxima sexta, dia 10. A aposta é que ele não volte mais ao cargo, dado ao desgaste da notícia-crime com pedido de prisão cautelar do Ministério Público ao Tribunal de Justiça, a qual aguarda despacho do desembargador Rotoli de Macedo. O pedido de licença teria sido acertado com o governador Beto Richa”. (do blog do Cícero Cattani).
“Diante do bom desempenho dos candidatos do Partido Progressista Roberto Pupin (Maringá) e Marcelo Belinati (Londrina) nos debates da televisão Bandeirantes, o que aumentou as possibilidades de vitórias no 1º turno, Ricardo Barros vai adiantar o início da licença do cargo de secretário da Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul. A licença, sem remuneração, já havia sido anunciada por Barros no início do ano e foi confirmada em coletiva na semana passada em Curitiba. O período vai de 10 de agosto até o fim das eleições. Barros comunicou sua decisão nesta sexta-feira (3) ao governador Beto Richa”. (de Fábio Campana que ficou ‘muito amigo’ de Ricardo na campanha para o Senado, e dizem que tem muitos motivo$)Continue lendo ›