fraude

Escândalo em Maringá

Formação de quadrilha?


De Carlos Ohara, na Gazeta do Povo:
Ao admitir que orienta ações na administração da prefeitura de Maringá, chegando inclusive a dar ordens ao secretariado municipal, o secretário estadual da Indústria e Comércio, Ricardo Barros, violou normas jurídicas no âmbito penal, civil e administrativo. A opinião é de juristas ouvidos pela Gazeta do Povo, que criticam a ingerência de um secretário estadual na administração de um município. Essa atuação de Barros poderia, em tese, caracterizar ato de improbidade administrativa e até mesmo crime de formação de quadrilha. Leia mais. Foto: Henry Milleo/GP

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Requerimento aguarda uma assinatura


Este é o requerimento que pede a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito na Câmara de Maringá para investigar as denúncias de fraude na licitação para contratação de agência de publicidade na administração dos fratelli Barros, no final do ano passado, a CPI do Ricardoduto. Assinado por quatro vereadores – Humberto Henrique, Marly Martin Silva, Mário Verri e Manoel Sobrinho -, o documento aguarda apenas mais uma assinatura para começar a funcionar. Mas na sessão de hoje ninguém da Turma do Amém quis botar o jamegão no papel. Os autores esperam que a posição dos 11 seja revista nos próximos dias.

Akino

Confia no bom relacionamento com o TJ

Há quem diga que Ricardo Barros está tranquilo acreditando que o processo que o envolve vai ser arquivado no Tribunal de Justiça do Paraná. A amizade com o presidente, que teve parente em cargo comissionado na Prefeitura de Maringá, facilitaria as coisas para ele, dizem. A pressão sobre o desembargador Lídio José Rotoli de Macedo será grande e já estaria acontecendo. Alguns lembram do presidente Miguel Kfouri Neto, que recentemente cassou decisão que mandava exonerar cargos comissionados, e antes havia decidido favoravelmente aos Barros no caso da licitação do transporte coletivo.
Meu comentário: Tenho certeza que o dr. Kfouri agirá com toda independência. Conheço sua carreira de magistrado e nada há que macule. Sabemos da sua idoneidade.Todas as suas decisões anteriores foram técnicas, sem favorecimentos. Não conhecemos ao desembargador Lídio José Rotoli de Macedo, mas temos informações de que se trata de um magistrado de conduta exemplar, também, e que não cederá a pressões. O caso Cachoeira é exemplar. Não há mais espaço para grandes advogados, mesmo Márcio Thomaz Bastos, fazerem milagres. Neste caso a justiça será feita.
Akino Maringá, colaborador

Akino

“Escândalo escandaloso”

Li em O Diário, na internet, e reproduzo: “Logo após denúncias envolvendo seu nome, o secretário estadual de Indústria e Comércio, Ricardo Barros, anunciou que pretende tirar férias. A decisão, no entanto, não teria relação com os últimos acontecimentos. De acordo com nota enviada por sua assessoria de imprensa, ele pretende “se dedicar às campanhas eleitorais”. ( …) O escândalo envolvendo o nome de Barros se tornou pública após a divulgação de uma escuta telefônica entre ele e o secretário de Finanças da Prefeitura, Leopoldo Fiewski. Conforme o MP, a conversa indica um suposto esquema para orientar o resultado da licitação para contratação de uma empresa de publicidade.”
Meu comentário (Akino): O surpreendente é que também O Diário, ao contrário da quase totalidade da imprensa local, considera o caso um escândalo. O verbo escandalizar, no dicionário informal, significa: Ato de ferir normas de conduta moral ou legal. Há quem diga que seja comparável ao caso Paulicchi/Gianoto, em nível local, mas que pode chegar, guardadas as proporções, à dimensão do Cachoeira, do mensalão e outros de grande repercussão nacional. É, como diria o povo mais simples, boa parte da audiência do Pinga Fogo, ‘boca escura’,’ fogo no boné do guarda’, um ‘escândalo escandaloso’.
Akino Maringá, colaborador

Escândalo em Maringá

No You Tube

http://youtu.be/yZSZJYrir4o
Mais um vídeo (agora, com melhor qualidade) com a reportagem da RPC TV sobre o secretário flagrado em busca da solução salomônica para licitações de interesse do grupo político que comanda foi postado no YouTube.

Escândalo em Maringá

PT pede CPI do Ricardoduto

Nota assinada pelo presidente do diretório do PT de Maringá, Marino Elígio Gonçalves, informa que o partido deliberou por pedir a abertura de uma CPI para apurar as denúncias de fraude na licitação de R$ 7,5 milhões para contratação de agência de publicidade e seu uso eleitoral pela administração Barros. Diz a nota: “Diante da gravidade dos fatos noticiados pelo jornal Gazeta do Povo de terça-feira (31), dando conta da denúncia ofertada pelo Ministério Público Estadual contra o Secretário de Estado do Governo Beto Richa, Ricardo Barros, que mantém ingerência direta na prefeitura de Maringá, administrada pelo prefeito Silvio Barros (licenciado) e vice-prefeito Carlos Roberto Pupin (em exercício), em que foram gravadas, com autorização da Justiça, ligações telefônicas que apontam a existência de possível fraude e direcionamento na licitação de contratos de publicidade no valor de R$ 7,5 milhões,Continue lendo ›

Escândalo em Maringá

Uma saída para Ricardo Barros

De Cícero Cattani:
Como afastar um secretário em sendo ele também presidente de um partido da base aliada? A presidente Dilma já de viu diante dessa situação. por exemplo, com Carlos Lupi, presidente do PDT. A desfecho do caso Ricardo Barros deverá se dar com a decisão do desembargador Rotoli Macado, mandando ou não processar o secretário da Indústria e Comércio. Há um pedido de prisão cautelar também pendente. Ricardo Barros sofreu a primeira derrota ao ver negado habeas corpus pedindo o trancamento do processo. O desembargador entendeu que as denúncias (são quase duas mil páginas) demandam exame mais apurado. Enquanto isso, Ricardo Barros passou a investir contra o MP.Continue lendo ›

Escândalo em Maringá

A ponta do iceberg

Do blog de Zé Beto:
Do Goela de Ouro: Ricardo Barros classificou a história de sua interferência na licitação de agências de publicidade (elas, novamente) na Prefeitura de Maringá, onde reina seu irmão Silvio, como “guerra histórica”. Pode ser, mas quem circula entre os promotores e o pessoal do Gaeco acha que as agências são a “ponta do iceberg”. Barros sempre alardeou que nunca antes na história de Maringá alguém, no caso ele, levou tantos investimentos para a cidade.

Akino

Nota de desagravo

A Associação Paranaense do Ministério Público considerou “levianas” e “infelizes” as acusações feitas pelo secretário de Indústria e Comércio Ricardo Barros contra os promotores de Maringá. Em nota, a associação defendeu o trabalho dos promotores afirmando que todas as denúncias que chegam ao conhecimento dos membros do MP “são apuradas com a mesma lisura e legalidade, tratadas todas com isenção, imparcialidade e isonomia”. A associação ressalta ainda que nenhum dos dois promotores citados por Barros “possui qualquer elo com algum agente ou partido político” e que desde 1992 todos os prefeitos de Maringá foram alvos de ações de improbidade administrativa propostas pelo MP.Continue lendo ›

Akino

Governador tomará medidas cabíveis

Segundo matéria da Gazeta do Povo, o governador Beto Richa (PSDB) disse ontem que espera ouvir explicações do secretário estadual da Indústria e Comércio, Ricardo Barros, sobre a investigação do Ministério Público do Paraná (MP) a respeito da suspeita de fraude na licitação de publicidade da prefeitura de Maringá. Após essa conversa, disse Richa, ele decidirá se tomará alguma atitude em relação ao seu secretário.
Richa disse ontem que conversou rapidamente com Ricardo Barros por telefone e que não tinha tomado conhecimento com profundidade das suspeitas do MP. “Estou aguardando as explicações do Ricardo Barros para tomar as medidas cabíveis em relação a isso.” Richa não adiantou que medidas poderia tomar, mas garantiu que são aquelas que tomaria em relação a qualquer secretário em uma situação semelhante.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Tão difícil como

Explicar aquela conversa com o ‘Leo’ não é fácil, mas Ricardo Barros está tentando. Se colar, muito bem, alguns ingênuos pode até acreditar, mas que é uma tarefa díficil convencer aos que tenham, pelo menos, um pouco de vivacidade, não tenho dúvidas. Para usar uma expressão batida, e meio chula, é o mesmo que tentar justificar batom nas roupas íntimas. Como é difícil convencer que não é aquilo que o parceiro está pensando.
Akino Maringá, colaborador

Escândalo em Maringá

Ele chegou

O secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa e presidente estadual do PP, Ricardo Barros, chegou há cerca de dez minutos ao Aeroporto Regional Silvio Name Junior. Ele esteve nesta manhã em Curitiba, onde deu entrevista na sede do PP, defendendo-se das denúncias de fraudar licitação de publicidade na prefeitura em tese comandada pelo irmão mais velho, hoje licenciado, Silvio Barros II. Ele estava com cara de poucos amigos.
Agora à tarde, no escritório político de sua mulher, a deputada federal Cida Borghetti (PP), Ricardo dará entrevista coletiva à imprensa de Maringá sobre o mesmo assunto. Sua assessoria está convidando todos os aliados e integrantes da organização (partidária) comandada pelo capo para estarem presentes ao evento.

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Veredito

Do alto de sua longa experiência, o ex-vereador Nereu Vidal Cézar (PMDB), analisando a denúncia contra o capo Ricardo Barros, decreta: “Não vai dar em nada”.
Mas, suspirem aliviados defensores da boa causa política: Nereu também havia previsto que o caso da compra dos laptops superfaturados, ocorrido durante sua gestão como diretor-geral da Câmara de Maringá, também não daria em nada.

Escândalo em Maringá

“Não me deixem só”

O capo Ricardo Barros, depois de repetir a estratégia de Jairo Gianoto, agora imita Collor de Mello: está convidando todos os chegados, os mais chegados e os não tão chegados assim para acompanhar a entrevista coletiva às 16h30 no escritório político de sua mulher, a deputada federal Cida Borghetti (PP). A ideia é passar firmeza e apoio neste momento crítico de sua carreira política, só superado pelo episódio da fuga pela janela, ao fim de seu governo, e pelo medo de subir no palanque do desfile de 7 de Setembro com medo da Operação Campo Fértil, que precedeu o mensalão e a vice-liderança do governo Lula.
Karl Marx já dizia que a história se repete, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa. “Não me deixem só” foi a frase usada pelo ex-presidente, que encheu as burras da administração Barros (89-92) com recursos federais, quando via seu poder (oxigênio para alguns) indo embora.

Escândalo em Maringá

No desespero por publicidade, Ricardo Barros ficou mal

De Rogério Galindo, na Gazeta do Povo:
Tem sido uma constante nos escândalos políticos. Desde o mensalão, que começa a ser julgado nesta semana, até o caso da Câmara de Curitiba, todos passam por agências de publicidade. Ricardo Barros não fugiu à regra. O escândalo levantado pelo Gaeco a partir de gravações do secretário de Indústria e Comércio começa com uma licitação de publicidade. Leia mais.

Escândalo em Maringá

RB confirma interesse eleitoral

Na entrevista pela manhã, o capo Ricardo Barros disse que monitora as coisas da Prefeitura de Maringá e que no caso da publicidade interessa eleitoralmente ao grupo político que comanda. Ou seja, abre espaço para ações na área eleitoral, por parte de candidatos que se sentirem prejudicados com o abuso do poder econômico e político dos fratelli.
Com a gravação, fica mais fácil para que todos entendam. Mas, c0mo se diz, eu já sabia.

Akino

Deu n´O Diário

Está em O Diário, edição digital, e transcrevo, em resumo, matéria sobre a denuncia contra Ricardo Barros: “Um áudio de uma gravação telefônica interceptada pelo Ministério Público do Paraná e que mostra uma conversa entre o secretário de Estado da Indústria e Comércio, Ricardo Barros (PP), e o secretário municipal Leopoldo Fiewski, é parte de uma investigação do MP sobre uma suposta fraude em licitação de publicidade da prefeitura.Continue lendo ›

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Nomes de operação

Depois de inventar a Operação Tarrafa, referindo-se à ação do Gaeco contra ele e a administração honesta e transparente do irmão mais velho, talvez Ricardo Barros queria criar agora a Operação Se Segura Malandro.
Em Curitiba, corre que, se ele não pedir demissão até a próxima sexta-feira, será convidado a sair, com Beto Richa fazendo as vezes de Capitão Nascimento.

Escândalo em Maringá

Sumindo das bancas

Exemplares do jornal Gazeta do Povo se tornaram raros nas bancas de Maringá, com a publicação, hoje, da reportagem sobre o capo Ricardo Barros. O jornal dedicou duas páginas inteiras ao direcionamento da licitação de publicidade, coisa de R$ 7,5 milhões. A novela deve ter desdobramentos na edição de amanhã, com a versão de Barros e, quem sabe, novas revelações.

Escândalo em Maringá

Coletiva será na sede do PP

O presidente estadual do Partido Progressista, Ricardo Barros, secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa, marcou para as 10h30, na sede do PP, uma entrevista coletiva para responder as denúncias de fraude em licitação, publicadas hoje na Gazeta do Povo. Quem conhece a fera sabe que ele vai espernear o que der. Vai atacar novamente os promotores, incluindo José Aparecido da Cruz, que há anos, por força de impedimento pessoal, não atua nos casos envolvendo a figura. Ricardo sabe o que lhe espera.
PS – Uma outra coletiva foi marcada para as 16h30, no escritório da mulher do secretário, a deputada federal Cida Borghetti (PP), em Maringá. Em seu site, ele colocou uma nota de esclarecimento.

Escândalo em Maringá

Denúncia contra Barros sai no portal Terra

De Carlos Ohara, no portal Terra:
Flagrado em escutas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), no final do ano passado, o vice-presidente nacional do Partido Progressista (PP) e atual secretário de Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul do Paraná, Ricardo Barros, está sendo investigado pela Procuradoria Geral do Ministério Público do Paraná por suspeita de corrupção, improbidade, interferência administrativa e tráfico de influência. A investigação foi autorizada pelo Tribunal de Justiça. Ricardo Barros foi líder do governo no Congresso Nacional no segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e vice-líder do governo Lula (PT) na Câmara dos Deputados. Leia mais.

Escândalo em Maringá

Algumas questões

Quem vai pedir a instalação de um a CPI na Câmara de Maringá para investigar quantas licitações foram fraudadas pelo capo Ricardo Barros nos oito anos de governo de seu irmão mais velho? Qual será a atitude de Carlos Roberto Pupin, homem temente a Deus segundo a propaganda eleitoral, em relação ao seu super-secretário Leopoldo Fiewski? Será que o sócio do capo, o ex-deputado federal Pinga Fogo de Oliveira, vai ignorar a denúncia, assim como ignorou o ataque ao casal de idosos da avenida Humaitá feito por um homem que dizia “mandar no Silvio e no Ricardo?”.

Escândalo em Maringá

“Eu não gosto de coisa de amador, sabe Leo?”

Conversa interceptada pelo Ministério Público Estadual mostra Ricardo Barros mandando o secretário Leopoldo Fiewski, super-secretário do prefeito interino Carlos Roberto Pupin e do licenciado Silvio Barros II, fazer um acordo entre duas empresas que disputavam a milionária verba de publicidade da Prefeitura de Maringá – mais de R$ 7 milhões. Barros, que diz que era para ter “filha única” na licitação, é chamado de chefe por Leopoldo (em italiano, “capo”). Um trecho:
Barros – Um acordo nisso aí. Tá bom?
Fiewski – Tá. Hum hum.
Barros – Quem sabe fazemos uma solução salomônica aí. Porque eu achava que eles tinham se preparado pra… você imagina se ficasse um licitante só. A situação nossa, nossa situação.
Fiewski – Ia ficar muito ruim. Mas muito ruim.
Barros – Claro, corremos o risco de o Ministério Público mandar suspender e ficamos sem propaganda, pô! Entendeu. Então eu não gosto de coisa de amador, sabe Léo. De qualquer forma você, por favor, vê se faz um entendimento aí.

Escândalo em Maringá

Ricardo Barros é investigado por fraude em licitação

De Carlos Ohara, na Gazeta do Povo:
Gravações telefônicas do Ministério Público Estadual, autorizadas pela Justiça, mostram que o secretário estadual da Indústria e Comércio, Ricardo Barros, orientou um secretário da prefeitura de Maringá a fazer um “acordo” entre duas agências de comunicação que disputavam licitação de publicidade da administração municipal no valor de R$ 7,5 milhões. O MP investiga suposta fraude na concorrência. A Gazeta do Povo teve acesso aos áudios. No dia 18 de outubro do ano passado, Barros conversou com Leopoldo Fiewski (na época, secretário municipal do Saneamento, hoje na Fazenda) e externou a preocupação com os rumos da licitação. Diante da notícia de que duas empresas disputavam o certame – a Trade Comunicação, de Curitiba, e a Meta Publicidade, de Maringá –, Barros pediu a Fiewski que fizesse um acordo entre as participantes para que houvesse um entendimento. Leia mais.
(Foto: Fabio Dias/Gazeta Maringá)

Maringá

Cescar tentou impedir exibição de reportagem


A Cescar Concursos Públicos Ltda., de Maringá, tentou impedir na justiça a exibição da reportagem sobre concursos fraudulentos feita pelo programa Fantástico, da Rede Globo, no último dia 17. O proprietário, José Roberto Cestari, ingressou com pedido de inibição de veiculação de imagem e de áudio junto à comarca de Maringá, no dia 16, quando começaram a ir ao ar as chamadas para o programa, mas o Plantão Judiciário negou; em seguida, entrou com agravo de instrumento no Tribunal de Justiça, mas o juiz plantonista também não concedeu a liminar. Nilson Tadeu Reis Campos Silva, ex-diretor da TV Cultura (RPC/Globo), foi quem advogou para Cestari contra as Organizações Globo S/A, Televisão Globo S/A, Portal Globo.com, Globo Comunicações e Participações S/A.Continue lendo ›

Akino

Como diminuir as possibilidades de fraudes

Assistimos no Fantástico, edição de ontem: “Na manhã deste domingo (24), a Câmara Municipal de São Miguel do Araguaia, em Goiás, promoveu um concurso para 700 candidatos. O Ministério Público fez uma cópia de cada cartão-resposta. Se houver denúncia de fraude, os promotores têm como comparar o que foi entregue pelos candidatos e o que for divulgado pelos organizadores. Na terça-feira (19), em Belém do Pará, a correção de um concurso realizado dois dias antes pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente foi feita em público, com a abertura dos malotes que foram lacrados depois da prova. Os cartões foram imediatamente copiados em computador.Continue lendo ›

Akino

Fraude de licitação?

Leitor que se identifica como Januário fez o seguinte comentário a propósito da informação de que a Fauel estaria atuando como uma espécie de ‘laranja da AVR Assistência Técnica: “a verdade aparece o nome da Fauel para ocorrer a dispensa de licitação, uma vez que pertence a uma instituição pública e a lei de licitação possibilita que seja contratada por órgão público com a dispensa de licitação. Ocorre, porém, que muitas dessas instituições assume o concurso e como não tem disponibilidade para conduzi-lo repassa para empresas efetuarem o concurso as quais não se enquadram na condição de dispensa de licitação, numa tremenda fraude e burla a lei da licitação.”
Meu comentário: Trata-se de uma denúncia grave, que precisa ser investigada pelo MP e CRA.
Akino Maringá, colaborador