jair bolsonaro

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Bolsonaro em Foz do Iguaçu

O presidente Jair Bolsonaro vem ao Paraná nesta quinta-feira. Ele vai a Foz do Iguaçu, onde às 9h05 visita as obras do aeroporto local, participando em seguida da cerimônia de lançamento da pedra fundamental para a duplicação da BR-469. Às 11h30 Bolsonaro visitará a Itaipu Binacional, retornando a Brasília por volta das 14h30.

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Virou fã

Mais que novo líder do governo Bolsonaro, Ricardo Barros (PP), ex-crítico, é fã do presidente. Gravou logo pela manhã um vídeo para as redes sociais e recebeu elogios de seu ex-companheiro de partido.

Política

Maringaense Moro está a 3% de Bolsonaro, diz pesquisa

De Renato Pereira, no site da Veja:

O ex-ministro da Justiça Sergio Moro é hoje o principal adversário de Jair Bolsonaro na corrida presidencial de 2022, segundo levantamento da Quaest Consultoria e Pesquisa. Na sondagem, feita entre os dias 14 e 17 de junho, com 1.000 entrevistados distribuídos pelas 27 unidades da federação, Moro aparece com 19% das intenções de voto, enquanto Bolsonaro tem 22%.

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Brasil

Olavo ataca Bolsonaro

É o assunto da manhã de domingo o que aconteceu na madrugada: o que parece ser o rompimento do guru com o presidente da República, a quem chamou de covarde e ameaçou derrubar. Com o palavreado de reunião ministerial bolsonarista, claro. Confira p v[ideo:

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Estelionato eleitoral

De Josias de Souza:

Nos primeiros meses de governo, Jair Bolsonaro teve a oportunidade de negociar com o Congresso de fronte erguida. Imunizado pelo frescor dos 57,7 milhões de votos obtidos em urnas recém-abertas, o presidente poderia ter fixado as suas bases para um novo padrão de relacionamento com o Legislativo. Bolsonaro preferiu apostar na fricção de um presidencialismo de trincheira.

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Brasil

A propósito…

Em Curitiba, devotos de Bolsonaro e de Sergio Moro se enfrentam defronte o prédio da Polícia Federal. A charge de Quinho foi publicada no início da semana dá a dimensão do que uma (má) escolha é capaz de fazer.

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Brasil 2020

Para tentar corrigir o que falou ontem, o presidente Bolsonaro está neste momento criticando a imprensa. Nesta manhã os mortos por covid-19 já são 5.085 em todo o país.

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Acabou a admiração

Ex-secretário maringaense, tendo militado por muitos anos no PMDB, Jorge Tranjan gravou sexta passada um vídeo em que simbolicamente afasta-se do presidente Jair Bolsonaro, de quem sempre foi defensor. Ele retira a foto dos dois e a engaveta, fazendo depois o sinal de “acabou”. “Perdi a minha admiração pelo presidente”, sintetizou.

Brasil

A vida e a morte de Adriano da Nóbrega são duas histórias mal contadas

Por Elio Gaspari, na Folha de S. Paulo:

Ganha um fim de semana em Rio das Pedras quem conseguir montar um cenário plausível para a seguinte situação:

Setenta policiais participam de uma operação para a captura do “Capitão Adriano”, foragido desde o ano passado. Suspeitando que ele se escondeu na chácara do vereador Gilsinho de Dedé (PSL), alguns deles formam um triângulo e cercam a casa. Tratava-se de uma área rural, sem vizinhos.

Segundo a versão da polícia baiana, ratificada pelo governador Wilson Witzel (Harvard Fake ‘15), “chegamos ao local do crime para prender mas, infelizmente, o bandido (Medalha Tiradentes ‘05) que ali estava não quis se entregar, trocou tiros com a polícia e infelizmente faleceu”.

Conta outra, doutor. Ou, pelo menos, conta essa direito. Adriano da Nóbrega estava cercado. O bordão “trocou tiros” é um recurso gasto. Antes da chegada da polícia, o miliciano já fugira da casa onde estava com a família, na Costa do Sauípe, e do esconderijo onde se abrigara, numa fazenda próxima à chácara.

Os policiais podiam ficar a quilômetros da casa e o bandido poderia atirar o quanto quisesse, mas continuaria cercado. Se a intenção fosse capturá-lo vivo, isso seria apenas uma questão de tempo. Três dias depois da operação, as informações divulgadas pelas polícias foram genéricas e insuficientes para entender o que aconteceu. 

Na melhor da hipóteses, os policiais foram incompetentes. Na pior, prevaleceu o protocolo de silêncio seguido pelo ex-PM Fabrício Queiroz, chevalier servant da família Bolsonaro e administrador da “rachadinha” de seus gabinetes parlamentares, onde estiveram aninhadas a mãe e a mulher de Adriano. O silêncio de Queiroz é voluntário, o do miliciano foi inevitável. Fica no ar um trecho da fala triunfalista de Witzel, no qual ele disse que a operação “obteve o resultado que se esperava”.

Quando a polícia estava no rastro de Adriano, o ministro Sergio Moro vangloriou-se de ter organizado uma lista dos criminosos mais procurados. Nela estavam 27 bandidos, mas faltava o “Capitão Adriano”. No melhor burocratês, o ministério explicou: “As acusações contra ele não possuem caráter interestadual, requisito essencial para figurar no banco de criminosos de caráter nacional”. Conta outra, doutor. Dois dos listados eram milicianos municipais do Rio de Janeiro. Ademais, a interestadualidade de Adriano foi comprovada na cena de sua morte, com policiais baianos e fluminenses.

O secretário de Segurança do governo petista da Bahia prometeu transparência na investigação da morte do miliciano. Seria uma pena se a cena do tiroteio tiver sido alterada. Numa troca de tiros deveriam existir cápsulas da arma de Adriano. Seria razoável supor que a polícia disparou mais tiros, além dos dois que atingiram o bandido. A cena poderia ter sido filmada, mas isso seria pedir demais, mesmo sabendo-se que se tratava de uma operação de relevância nacional. A captura de Adriano lustraria a polícia e jogaria luz sobre suas conexões. A morte do ex-capitão serviu apenas para aumentar as trevas que protegem essa banda das milícias do Rio.

Faz tempo, uma patrulha do Exército perseguiu outro ex-militar foragido pelo interior da Bahia. Chamava-se Carlos Lamarca. Apesar de ter teatralizado a cena de sua morte, o oficial que comandava a patrulha não falou em troca de tiros. Narrou uma execução.

Opinião

E se Sergio Moro chamar o caminhão de mudança?

De Josias de Souza, em seu blog:

No jogo de gato e rato que trava com Sergio Moro, Jair Bolsonaro se deu conta de que pode ter mais a perder do que o seu ministro. Menos de 24 horas depois de declarar que cogita desmembrar o Ministério da Justiça, retirando de Moro a área da Segurança Pública, Bolsonaro afirmou que a chance de algo assim acontecer “é zero”. Diz-se que o presidente recuou. Engano. Na frase seguinte, Bolsonaro esclareceu que essa é apenas a sua posição momentânea. “Não sei o amanhã, porque na política tudo muda”, disse ele.

Entre uma posição e outra, Bolsonaro foi submetido a uma avalanche de críticas nas redes sociais, seu habitat natural. Os gênios que cercam Bolosonaro no Planalto começaram a fazer em voz alta uma pergunta singela: o que acontecerá se Sergio Moro chamar o caminhão de mudança e sair batendo a porta? A pergunta indica que Bolsonaro meteu-se numa enrascada. Tendo ciência de que o passado político da primeira-família estava encostado em rachadinhas e nas relações perigosas com Fabrício Queiroz e milicianos do Rio, Bolsonaro chamou o xerife da Lava Jato para cuidar do combate à corrupção e ao crime organizado. Agora, tenta cortar as asas de Moro. Ironicamente, o ex-juiz contribui para para a própria fritura. Moro esqueceu de traçar limites a partir dos quais ele não recuaria. Sofre calado uma sequência de humilhações. Leia mais.

Brasil

Há descalabros demais ao redor de Jair Bolsonaro

De Josias de Souza:

Descobriu-se que Fabio Wajngarten (foto), chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, flerta com o inaceitável. Como empresário, recebe dinheiro de emissoras de TV e agências de publicidade contratadas pela repartição que dirige como servidor público.

Jair Bolsonaro reagiu ao inadmissível como se operasse em duas velocidades. Ao hesitar em afastar seu secretário de Comunicação, o presidente revelou-se intelectualmente lento. Mantendo-o por mais tempo na função, reforçará a suspeita de que é um político eticamente ligeiro.

As duas velocidades de Bolsonaro são insultuosas. A lentidão intelectual afeta a própria autoridade do presidente, pois fica no ar a sensação de que o de o derretimento moral do Zero Um Flávio Bolsonaro fez da anormalidade um outro nome para normal no governo do capitão.

A ligeireza moral transforma de sólido em gasoso o discurso ético de Bolsonaro. Ele prometera na campanha honrar os eleitores que lhe deram votos no pressuposto de que saciaria a fome de limpeza que pairava sobre as urnas.

Se quisesse ser levado a sério, Bolsonaro mandaria o secretário Fabio Wajngarten para o olho da rua. Impossível manter no Planalto um auxiliar que mantém um pé em cada lado do balcão e não enxerga o conflito de interesses na imagem do espelho. Leia mais.

(Foto: Anderson Riedel? Agência Brasil)

Blog

‘Não vi e não gostei’

O presidente Bolsonaro lembrou hoje pela manhã o intelectual Paulo Francis.

Mas foi ao repetir uma frase usada por Francis nos tempos de O Pasquim: “Não vi e não gostei”. Hoje, apesar do humor, a frase é preconceituosa.

Afeito a figurinhas, o presidente da República não assistiu ao documentário “Democracia em Vertigem”, que disputará o Oscar, mas já o despreza e torce contra.

Bolsonaro voltou a ser indelicado quando, perguntado sobre Queiroz, abandou a entrevista na saída do Palácio da Alvorada. O presidente teria mandado Queiroz, acusado de rachadinha no gabinete do filho Flávio, de não comparecer no Ministério Público Estadual.

Brasil

Teve mais dinheiro de Queiroz na conta da primeira-dama Michelle Bolsonaro

A informação é de Ricardo Noblat: Fabrício Queiroz, ex-assessor do então deputado estadual Flávio Bolsonaro, depositou na conta de Michelle, a mulher do presidente Jair Bolsonaro, mais que os R$ 40 mil descobertos e admitidos no ano passado.

Segundo ele, tratou-se de dinheiro que havia emprestado a Queiroz e devolvido em 10 suaves prestações mensais. Não explicou por que Queiroz precisara do empréstimo se tinha movimentado em sua própria conta mais de R$ 1 milhão só no ano passado.

“Investiga daqui, investiga dali, descobriu-se que Queiroz depositou na conta de Michelle pelo menos R$ 60 mil. Talvez um pouco mais. O sigilo bancário da mulher de Bolsonaro não foi quebrado, mas a Constituição não impede que seja”.

(Foto: Valter Campanato/EBC)

Brasil

Propaganda de condenado

O presidente Jair Bolsonaro fez questão de manifestar solidariedade ao empresário Luciano Hang, que teve a estátua de plástico de uma de suas lojas queimadas no final de ano.

Na mensagem ele apareceu vestido com a camisa do Cascavel e, como observou o jornalista Leandro Prazeres no , tem entre seus patrocinadores, além da Havan – que se expandiu com empréstimos feitos durante os governos petistas -, a Eucatur, empresa de transportes ligada ao senador Acir Gurgacz (PDT-RO), condenado à prisão por crimes financeiros.

A propósito, o presidente até agora não se manifestou sobre o atentado sofrido pela produtora do canal Porta dos Fundos, que colocou vidas em risco. Nem ele nem o maringaense Sergio Moro, ministro da Justiça e da Segurança Pública. Um dos envolvidos é Eduardo Fauzi, filiado ao PSL e procurado pela Polícia Civil, que oferece recompensa por informações que o levem à sua prisão.