jc cecílio

Memória

Em novo local

Depredada quando estava na praça dos Expedicionários, a estátua em metal do saudoso barriga verde Antenor Sanches, um dos mais vereadores de Maringá que mais teve mandatos em Maringá, foi reconstituída e está na parte de trás do Teatro Calil Haddad, na rua Santa Joaquina de Vedruna. Ler jornal era obrigatório – e ele me chamava de “pena forte”. A foto é de JC Cecílio.

Eu Amo Maringá

O Jornal na década de 50

Publicidade de O Jornal de Maringá, na década de 50, enfatizando ser o único jornal diário editado de Apucarana a Paranavaí e a Cruzeiro do Oeste.

O gaúcho Ivens Lagoano Pacheco era o dono do veículo de comunicação, que ficava na rua Aquidaban, atual Néo Alves Martins.

Do acervo de JC Cecílio

Eu Amo Maringá

Joubert de Carvalho por Portinari

Do grande acervo de JC Cecílio: um retrato de Joubert de Carvalho feito por Cândido Portinari, em 1928, quando ele tinha 28 anos de idade, e já tinha músicas cantadas por Francisco Alves e Gastão Formenti.

Naquele ano ele musicou dois poemas de Olegário Mariano (Cai, Cai Balão e Tutu Marambá) e compôs as canções Aquele cantinhoCaboclinhaO Carinho de Meu BemA Casinha do Meu BemCastelo de LuarOs Dois CaminhosOs Filhos da CandinhaO PardalSaci-PererêSombrinha Azul e Um Sorriso e um Olhar.

Dois anos ele depois, Carmen Miranda gravaria seu primeiro grande sucesso, Ta-hi, e quatro anos depois ele compunha Maringá, sucesso no Brasil e no exterior.