Trocando os quiosques
A Prefeitura de Maringá vai adquirir novos quiosques metálicos para o sistema EstaR. A licitação para contratar uma empresa de engenharia para executar as obras acontecerá no próximo dia 22.
A Prefeitura de Maringá vai adquirir novos quiosques metálicos para o sistema EstaR. A licitação para contratar uma empresa de engenharia para executar as obras acontecerá no próximo dia 22.
Há quem diga que Ricardo Barros está tranquilo acreditando que o processo que o envolve vai ser arquivado no Tribunal de Justiça do Paraná. A amizade com o presidente, que teve parente em cargo comissionado na Prefeitura de Maringá, facilitaria as coisas para ele, dizem. A pressão sobre o desembargador Lídio José Rotoli de Macedo será grande e já estaria acontecendo. Alguns lembram do presidente Miguel Kfouri Neto, que recentemente cassou decisão que mandava exonerar cargos comissionados, e antes havia decidido favoravelmente aos Barros no caso da licitação do transporte coletivo.
Meu comentário: Tenho certeza que o dr. Kfouri agirá com toda independência. Conheço sua carreira de magistrado e nada há que macule. Sabemos da sua idoneidade.Todas as suas decisões anteriores foram técnicas, sem favorecimentos. Não conhecemos ao desembargador Lídio José Rotoli de Macedo, mas temos informações de que se trata de um magistrado de conduta exemplar, também, e que não cederá a pressões. O caso Cachoeira é exemplar. Não há mais espaço para grandes advogados, mesmo Márcio Thomaz Bastos, fazerem milagres. Neste caso a justiça será feita.
Akino Maringá, colaborador
Li em O Diário, na internet, e reproduzo: “Logo após denúncias envolvendo seu nome, o secretário estadual de Indústria e Comércio, Ricardo Barros, anunciou que pretende tirar férias. A decisão, no entanto, não teria relação com os últimos acontecimentos. De acordo com nota enviada por sua assessoria de imprensa, ele pretende “se dedicar às campanhas eleitorais”. ( …) O escândalo envolvendo o nome de Barros se tornou pública após a divulgação de uma escuta telefônica entre ele e o secretário de Finanças da Prefeitura, Leopoldo Fiewski. Conforme o MP, a conversa indica um suposto esquema para orientar o resultado da licitação para contratação de uma empresa de publicidade.”
Meu comentário (Akino): O surpreendente é que também O Diário, ao contrário da quase totalidade da imprensa local, considera o caso um escândalo. O verbo escandalizar, no dicionário informal, significa: Ato de ferir normas de conduta moral ou legal. Há quem diga que seja comparável ao caso Paulicchi/Gianoto, em nível local, mas que pode chegar, guardadas as proporções, à dimensão do Cachoeira, do mensalão e outros de grande repercussão nacional. É, como diria o povo mais simples, boa parte da audiência do Pinga Fogo, ‘boca escura’,’ fogo no boné do guarda’, um ‘escândalo escandaloso’.
Akino Maringá, colaborador
http://youtu.be/yZSZJYrir4o
Mais um vídeo (agora, com melhor qualidade) com a reportagem da RPC TV sobre o secretário flagrado em busca da solução salomônica para licitações de interesse do grupo político que comanda foi postado no YouTube.
Do blog de Zé Beto:
Do Goela de Ouro: Ricardo Barros classificou a história de sua interferência na licitação de agências de publicidade (elas, novamente) na Prefeitura de Maringá, onde reina seu irmão Silvio, como “guerra histórica”. Pode ser, mas quem circula entre os promotores e o pessoal do Gaeco acha que as agências são a “ponta do iceberg”. Barros sempre alardeou que nunca antes na história de Maringá alguém, no caso ele, levou tantos investimentos para a cidade.
A Associação Paranaense do Ministério Público considerou “levianas” e “infelizes” as acusações feitas pelo secretário de Indústria e Comércio Ricardo Barros contra os promotores de Maringá. Em nota, a associação defendeu o trabalho dos promotores afirmando que todas as denúncias que chegam ao conhecimento dos membros do MP “são apuradas com a mesma lisura e legalidade, tratadas todas com isenção, imparcialidade e isonomia”. A associação ressalta ainda que nenhum dos dois promotores citados por Barros “possui qualquer elo com algum agente ou partido político” e que desde 1992 todos os prefeitos de Maringá foram alvos de ações de improbidade administrativa propostas pelo MP.Continue lendo ›
Segundo matéria da Gazeta do Povo, o governador Beto Richa (PSDB) disse ontem que espera ouvir explicações do secretário estadual da Indústria e Comércio, Ricardo Barros, sobre a investigação do Ministério Público do Paraná (MP) a respeito da suspeita de fraude na licitação de publicidade da prefeitura de Maringá. Após essa conversa, disse Richa, ele decidirá se tomará alguma atitude em relação ao seu secretário.
Richa disse ontem que conversou rapidamente com Ricardo Barros por telefone e que não tinha tomado conhecimento com profundidade das suspeitas do MP. “Estou aguardando as explicações do Ricardo Barros para tomar as medidas cabíveis em relação a isso.” Richa não adiantou que medidas poderia tomar, mas garantiu que são aquelas que tomaria em relação a qualquer secretário em uma situação semelhante.
Akino Maringá, colaborador
Explicar aquela conversa com o ‘Leo’ não é fácil, mas Ricardo Barros está tentando. Se colar, muito bem, alguns ingênuos pode até acreditar, mas que é uma tarefa díficil convencer aos que tenham, pelo menos, um pouco de vivacidade, não tenho dúvidas. Para usar uma expressão batida, e meio chula, é o mesmo que tentar justificar batom nas roupas íntimas. Como é difícil convencer que não é aquilo que o parceiro está pensando.
Akino Maringá, colaborador
O secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa e presidente estadual do PP, Ricardo Barros, chegou há cerca de dez minutos ao Aeroporto Regional Silvio Name Junior. Ele esteve nesta manhã em Curitiba, onde deu entrevista na sede do PP, defendendo-se das denúncias de fraudar licitação de publicidade na prefeitura em tese comandada pelo irmão mais velho, hoje licenciado, Silvio Barros II. Ele estava com cara de poucos amigos.
Agora à tarde, no escritório político de sua mulher, a deputada federal Cida Borghetti (PP), Ricardo dará entrevista coletiva à imprensa de Maringá sobre o mesmo assunto. Sua assessoria está convidando todos os aliados e integrantes da organização (partidária) comandada pelo capo para estarem presentes ao evento.
Do alto de sua longa experiência, o ex-vereador Nereu Vidal Cézar (PMDB), analisando a denúncia contra o capo Ricardo Barros, decreta: “Não vai dar em nada”.
Mas, suspirem aliviados defensores da boa causa política: Nereu também havia previsto que o caso da compra dos laptops superfaturados, ocorrido durante sua gestão como diretor-geral da Câmara de Maringá, também não daria em nada.
Esta é a reportagem exibida hoje no Jornal Estadual 1ª Edição da RPC TV (Globo), em Maringá, sobre o caso da investigação da suposta fraude em licitação de publicidade pelo secretário de Beto Richa, Ricardo Barros. Também pode ser conferida, em melhor qualidade, aqui.
O capo Ricardo Barros, depois de repetir a estratégia de Jairo Gianoto, agora imita Collor de Mello: está convidando todos os chegados, os mais chegados e os não tão chegados assim para acompanhar a entrevista coletiva às 16h30 no escritório político de sua mulher, a deputada federal Cida Borghetti (PP). A ideia é passar firmeza e apoio neste momento crítico de sua carreira política, só superado pelo episódio da fuga pela janela, ao fim de seu governo, e pelo medo de subir no palanque do desfile de 7 de Setembro com medo da Operação Campo Fértil, que precedeu o mensalão e a vice-liderança do governo Lula.
Karl Marx já dizia que a história se repete, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa. “Não me deixem só” foi a frase usada pelo ex-presidente, que encheu as burras da administração Barros (89-92) com recursos federais, quando via seu poder (oxigênio para alguns) indo embora.
Na entrevista pela manhã, o capo Ricardo Barros disse que monitora as coisas da Prefeitura de Maringá e que no caso da publicidade interessa eleitoralmente ao grupo político que comanda. Ou seja, abre espaço para ações na área eleitoral, por parte de candidatos que se sentirem prejudicados com o abuso do poder econômico e político dos fratelli.
Com a gravação, fica mais fácil para que todos entendam. Mas, c0mo se diz, eu já sabia.
Está em O Diário, edição digital, e transcrevo, em resumo, matéria sobre a denuncia contra Ricardo Barros: “Um áudio de uma gravação telefônica interceptada pelo Ministério Público do Paraná e que mostra uma conversa entre o secretário de Estado da Indústria e Comércio, Ricardo Barros (PP), e o secretário municipal Leopoldo Fiewski, é parte de uma investigação do MP sobre uma suposta fraude em licitação de publicidade da prefeitura.Continue lendo ›
Exemplares do jornal Gazeta do Povo se tornaram raros nas bancas de Maringá, com a publicação, hoje, da reportagem sobre o capo Ricardo Barros. O jornal dedicou duas páginas inteiras ao direcionamento da licitação de publicidade, coisa de R$ 7,5 milhões. A novela deve ter desdobramentos na edição de amanhã, com a versão de Barros e, quem sabe, novas revelações.
O presidente estadual do Partido Progressista, Ricardo Barros, secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa, marcou para as 10h30, na sede do PP, uma entrevista coletiva para responder as denúncias de fraude em licitação, publicadas hoje na Gazeta do Povo. Quem conhece a fera sabe que ele vai espernear o que der. Vai atacar novamente os promotores, incluindo José Aparecido da Cruz, que há anos, por força de impedimento pessoal, não atua nos casos envolvendo a figura. Ricardo sabe o que lhe espera.
PS – Uma outra coletiva foi marcada para as 16h30, no escritório da mulher do secretário, a deputada federal Cida Borghetti (PP), em Maringá. Em seu site, ele colocou uma nota de esclarecimento.
De Carlos Ohara, no portal Terra:
Flagrado em escutas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), no final do ano passado, o vice-presidente nacional do Partido Progressista (PP) e atual secretário de Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul do Paraná, Ricardo Barros, está sendo investigado pela Procuradoria Geral do Ministério Público do Paraná por suspeita de corrupção, improbidade, interferência administrativa e tráfico de influência. A investigação foi autorizada pelo Tribunal de Justiça. Ricardo Barros foi líder do governo no Congresso Nacional no segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e vice-líder do governo Lula (PT) na Câmara dos Deputados. Leia mais.
Aguarda-se o ingresso na justiça de ações contra a coligação “A mudança continua”, por conta da gravação de Ricardo Barros, que é coordenador-geral da campanha de Carlos Roberto Pupin. Como a gravação trata de direcionamento na licitação milionária da publicidade da Prefeitura de Maringá, e a agência vencedora é a mesma que fará a campanha de Pupin, fica implícito vínculo político com o grupo, o que seria juridicamente passível de acusação de abuso do poder econômico e político.
Conversa interceptada pelo Ministério Público Estadual mostra Ricardo Barros mandando o secretário Leopoldo Fiewski, super-secretário do prefeito interino Carlos Roberto Pupin e do licenciado Silvio Barros II, fazer um acordo entre duas empresas que disputavam a milionária verba de publicidade da Prefeitura de Maringá – mais de R$ 7 milhões. Barros, que diz que era para ter “filha única” na licitação, é chamado de chefe por Leopoldo (em italiano, “capo”). Um trecho:
Barros – Um acordo nisso aí. Tá bom?
Fiewski – Tá. Hum hum.
Barros – Quem sabe fazemos uma solução salomônica aí. Porque eu achava que eles tinham se preparado pra… você imagina se ficasse um licitante só. A situação nossa, nossa situação.
Fiewski – Ia ficar muito ruim. Mas muito ruim.
Barros – Claro, corremos o risco de o Ministério Público mandar suspender e ficamos sem propaganda, pô! Entendeu. Então eu não gosto de coisa de amador, sabe Léo. De qualquer forma você, por favor, vê se faz um entendimento aí.
… e suspender imediatamente este Pregão Registro de Preços nº 273/2012, que tomamos conhecimento através de postagem do Linjardi. Na minha opinião (Akino), há indícios de irregularidades graves e ainda que não houver problemas com o processo, a compra é de utilidade discutível, por exemplo, do livro “Dengue – o confronto definitivo”, de Jorge Molina. São 9.165 exemplares a R$ 42,90 cada um totalizando R$ 393.178,50, cujo pregão foi vencido pela Editora Grafset Ltda. Já para o livro “O Segredo do Nicotínio”, do mesmo autor, a compra é do mesmo número a R$ 25,00 o exemplar totalizando R$ 229.125,00; quem venceu o pregão foi MVC Editora Ltda.
Minhas dúvidas: Por que as duas empresas que participaram, uma ganhando um lote, outra o outro, uma não cotava a outra sim, são de João Pessoa, PB? Continue lendo ›
Imagine que você, meu caro leitor, e um amigo, ouvem uma conversa de duas pessoas tramando um crime. Denunciam à justiça que A e B arquitetavam um assalto, ou melhor A dava orientava B como deveria agir para assaltarem. Os advogados de A argumentam que a sua denuncia não tem validade, por que, como denunciantes não foram convidados para a conversa. Certo?
Neste caso há crime, ou não? Você prova e tem até gravação da conversa (usou seu celular). Seu amigo confirma. Não restam dúvidas de que A estava mesmo orientando como assaltar. A nem desmente a conversa. Pois é, por analogia, que podemos comparar a situação de determinado político. O MP tinha autorização para gravar assaltoconversas visando a apuração de um crime. Flagrou outro, envolvendo este mesmo político, que de certa poderia ter participação do crime de estava sendo investigado. Isto é prova ou não? Não restam dúvidas de que o crime está provado, pelo menos é o que penso, com meus parcos conhecimentos jurídicos. Provas são provas.
PS. Está é uma história fictícia, mas qualquer semelhança com fatos que estão acontecendo, envolvendo político de uma cidade no noroeste do Paraná, não é mera coincidência.
Akino Maringá, colaborador
É muita coincidência que as duas empresas que estão habilitadas para fornecerem livros no valor que chega a R$ 1 milhão, à Secretaria de Educação de Maringá, sejam de João Pessoa, PB. Como diria um vereador da base, ‘aí tem esquema’. Pediria aos vereadores Humberto Henrique e Marly, que, mesmo em recesso, entrassem no caso. Ao prefeito Pupin que avaliasse e pedisse esclarecimentos aos responsáveis pela compra. Ao dr. Cruz que não deixasse passar em branco. Ainda que esteja tudo certo, acho que a compra é desnecessária. Lembro mais uma vez a semelhança com o caso do Acervo da TV Cultura, que tantos problemas trouxeram à ex-secretária Marcia Socreppa. O que acha, professora Edith Dias?
Akino Maringá, colaborador
O registro de preços 237/2012, realizado segunda-feira pela Prefeitura de Maringá, conta com um livro mais caro que na editora. “Dengue, o confronto definitivo”, da editora Grafset, foi registrado por R$ 42,90 o exemplar. O valor no site da editora é de R$ 42. O registro feito pelo município prevê a compra de 9.165 exemplares sobre a dengue. Não há danos aos cofres do município, porque a compra ainda não foi realizada. Esse registro prevê a compra de 41.652 livros sobre dengue e tabagismo, no valor total de R$ 1 milhão. (fonte blog do Linjardi)
Meu comentário (Akino): Será que está compra é necessária? Qual o público se deseja atingir? Sobre esses dois assuntos (dengue e tabagismo) a internet está cheia. Bastaria folhetos indicando endereços. Esta compra está cheirando um esquema como aquele do Acervo da TV Cultura. Só para usar a verba da edução, comprovando o percentual legal. Quem garante que não tem uma ‘bonificação’ de 10, 20 e até 30%, tão comuns em compras de órgãos de governo. Gostaria que os vereadores honestos e bem intencionados fiscalizassem.
Akino Maringá, colaborador
A Prefeitura de Sarandi realizará licitação para contratar empreiteira para executar a reforma nas unidades básicas de saúde do Jardim Independência, do Jardim Verão e do Jardim Universal. Será no próximo dia 13, às 14h.
A Prefeitura de Sarandi realizará licitação, em 6 de agosto, para contratar empreiteira para construir dois centros municipais de educação infantil. Um será no Jardim São José III e o outro no Jardim Monte Rey.
O conselheiro Nestor Baptista, corregedor-geral do Tribunal de Contas do Estado do Paraná, concedeu medida cautelar que suspende licitação realizada pelo governo do estado para a compra de 1.255 veículos, num valor máximo superior a R$ 135 milhões. A realização do pregão eletrônico número 135/2012, promovido pela Secretaria da Administração e Previdência, estava prevista para ocorrer hoje. Os veículos devem ser destinados à área de segurança pública. A decisão atendeu representação apresentada pela Segunda Inspetoria de Controle Externo do TCE, que apontou que o edital apresenta quatro indícios de irregularidades. Leia mais.
A Prefeitura de Maringá vai gastar R$ 93.400,00 com adesivagem de motocicletas, veículos e máquinas da frota oficial, usando artes diversas. O serviço (registro de preços) foi contratado junto à JK Cópias, de Londrina.
A Triângulo Engenharia de Obras Ltda. venceu a concorrência, aberta em 2010, para construir a terceira etapa do Bloco M-40, no campus sede da UEM, com área de 4.622,12 m². O preço classificado foi de R$ 2.318.734,30, vencendo a Porto Belo. O preço máximo da licitação era de R$ 2.417.639,30.